sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

ESBOÇO 891 LIBERALIDADE


ESBOÇO 891
TEMA: LIBERALIDADE
TEXTOS: ÊXODO 36:5

Ser liberal é ter uma das qualidades importante que uma pessoa pode ter, ela está ao alcance de todos, independentemente de qualquer classe, principalmente para aquelas pessoas que acreditam em Deus, o princípio de toda generosidade, ela desde princípio tem sido aprovada por Deus.

Significado
A liberalidade, generosidade, munificência e franqueza, esses são sinônimos que indicam doar ou contribuir de boa vontade, essa ação é aprovada por Deus, tanto para com as pessoas quanto para a obra de Deus. No A.T. temos muitos exemplos o que veremos no decorrer do assunto.

As dádivas, oblações, oferendas e donativos eram usados nos cerimoniais religiosos, principalmente nos cultos oferecidos a Deus. As ações de liberalidade devem acompanhar aqueles que reconhecem as dádivas divinas, ou seja, é um ato de reconhecimento estabelecido pelo próprio Deus para ser praticado.

Exemplos notáveis:
1. O Senhor ordenara a Moisés a construção do tabernáculo e todo povo deveriam participar fazendo as suas doações (Êx 35:22-29), Bezaliel era o encarregado pela fabricação das peças do tabernáculo, todos os materiais chegaram em suas mão em grande abundancia devido liberalidade do povo (Êx 36:5), pois essa era uma prova de amor e obediência aos princípios divinos. As ofertas na dedicação, no dia da festa traziam carros de bois com príncipes e se apresentavam ao Senhor diante do tabernáculo (Nr 7:3).
2. Ofertas de Davi para a construção do templo, tudo era de melhor qualidade que havia na época (I Cr 29:3,4).
3. Dádivas para reformar a casa de Deus, os príncipes traziam seus impostos e depositavam na arca de maneira que ela se enchia (2 Cr 24:10).
4. Ofertas para a reconstrução do templo, todo povo se movimentavam trazendo as suas doações (Ed 1:6; 2:69; 8:25; Ne 7:70; Lc 19:8).

Havia também as exigências divinas sobre os dízimos e ofertas, estas eram trazidas ao templo como reconhecimento de tudo aquilo que o Senhor havia concedido ao povo, Deus nunca mudou e era justo para com o seu povo, portanto o povo não devia negar a Deus o direito que lhe pertencia, caso isso não fosse praticado se constituía um furto a Deus (Ml 3:8-10), ainda hoje há esse questionamento por parte de muitas pessoas que desconhecem as bençãos divinas sobre eles. Os que honram a Deus com as suas ofertas e dízimos reconhecem os favores divinos sobre suas vidas, o Senhor é o Deus de toda provisão.

O dízimo ou a décima parte, e as ofertas eram para a manutenção do templo, dos sacerdotes e outras despesas, as exigências divinas continua, a obra de Deus envolvem pessoas voluntárias, mas há de se entender que a administração envolvem despesas com pessoal. As igrejas atuais necessitam dessas doações para sobreviverem e avançarem na obra, embora por causa de muitos aproveitadores pseudos líderes que se valha de valores destinados a Igreja para proveito próprio, por isso muitas igrejas estão sofrendo com as suas finanças.  

Nos dias de Jesus Cristo as ofertas e os dízimos também eram trazidos ao templo, cada um contribuía com aquilo que recebiam, as ofertas faziam parte do culto, era um gesto de reconhecimento que tudo provinha de Deus. Todos contribuiam com alegria e de coração, Jesus via ricos e pobres lançarem as suas ofertas no gazofilácio (Lc 21:1-4), ele via que alguns davam o que lhe sobrava, outros para serem vistos, para ele a maior oferta do culto era aquele feita de coração, como fez a viúva.

Ofertas na igreja primitiva
No inicio da igreja todos ofertavam, vendiam as suas propriedades e parte depositava aos pés dos apóstolos para serem administradas entre os irmãos (At 4:34). Cada um dava conforme as posses, segundo o que o Senhor havia lhe concedido (Dt 16:17;Mt 5:42), isso era feito sem nenhuma ostentação (Mt 6:3). Os apóstolos deram continuidade e exortavam os crentes para manterem as suas contribuições.

As nossas contribuições são sementes que plantadas em terra fértil, isso deve ser feito com alegria (2 Co 9:7). Quando contribuímos dessa maneira há recompensa com crescimento espiritual e financeiro. (2 Co 9:10:11), no entanto é claro que seremos abençoados em todas as áreas da vida. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade, pois Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda obra.” (2 Co 9: 7:8).

Pr. Elis Clementino

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

ESBOÇO 890 INGRATIDÃO X GRATIDÃO


ESBOÇO 890
TEMA: INGRATIDÃO X GRATIDÃO
TEXTOS: (2 Sm 9:1; Sl 103;2; 116:12)

Existem duas coisas que são antagônicas e gostaria de discorrer sobre esse assunto, a ingratidão e a gratidão, tanto uma quanto a outra causa determinada sensação no indivíduo. Nesse mote discorrerei sobre a ingratidão e a gratidão.

Ingratidão
Ingratidão é ação de uma pessoa é ingrata, a falta de reconhecimento dos benefícios recebidos de alguém.
A gratidão é o reconhecimento de uma ação praticada por alguém a seu favor. Muitas pessoas têm sido vítimas da ingratidão, pois somente elas sabem o quanto fere o coração daquele que fora benévolo. Não existe no mundo uma pessoa sequer que nunca cruzaram seu caminho com um indivíduo ingrato e grato, por isso quando fizermos algum bem não devemos esperar retorno, devemos fazer o bem sem olhar a quem, certos que alguém receberá e não reconhecerá com ações de agradecimento.

Exemplos
Os nove leprosos ingratos (Lc 17:11-19); O paralítico de betesda foi curado mas agiu com ingratidão fazendo de conta que não conhecia quem o havia curado não correspondeu (Jo 5:12,14). A ingratidão faz parte da natureza pecaminosa do homem e quando ela prevalece o indivíduo desconhece os favores recebidos (Nr 11:4-6; Dt 8:12-14; Sl 95:10; 106:13-14), além disso o homem nunca estará satisfeito com as dádivas que recebe, pois homem é um eterno insatisfeito e ingrato. O apóstolo Paulo percebeu a ingratidão dentro da igreja entre os irmãos (Rm 1:21; I Co 4:7), pois a ingratidão está presente em todos os lugares. A ingratidão motiva um sentimento de tristeza pela falta de reconhecimento de algo que fez para alguém, por isso muitas vezes nos sentimos desmotivados para realizar algo bom por alguém.

Gratidão
Os benefícios que recebemos das pessoas não têm preço, (Os favores recebidos não prescrevem), mas quem reconhece o valor de algo recebido sempre terá um coração agradecido. A gratidão motiva em nós sentimentos de satisfação pelos favores reconhecidos, embora Jesus tenha ensinado que não devemos esperar retorno dos benefícios que fizermos a alguém, no entanto devemos saber que Deus é juiz recompensador (Lc 6:35; I Co 4:7). A gratidão é aconselhada na nas cartas de Paulo (I Ts 5:18), por isso devemos ter apreço pelo que recebemos tanto da parte de Deus, quanto do próximo, “...E sede agradecidos” (Cl 3:15).

Atitudes de gratidão
Gratidão é uma qualidade nobre de um indivíduo. Na Bíblia temos vários exemplos, mas destacarei apenas três.
1. Davi reconhece os benefícios que recebeu de Jônatas filho de Saul, e recompensa a Mefibosete filho de Jônatas (2 Sm 9:1).
2. Davi também reconhece o beneficio que Humam havia feito para com ele (2 Sm 10:2; Rs 2:7).
3. Eliseu reconhece os favores da Sunamita (2 Rs 4:13).
4. O cego de Jericó reconheceu a sua cura e publicou corajosamente.
5. Zaqueu reconheceu o beneficio que Jesus lhe fez quando entrou em sua casa.

Aqueles que não reconhecem os favores recebidos geralmente fecham as portas para novos benefícios, mas aquele que reconhece os favores recebidos não se contém em agradecer. Recebemos de Deus muitos favores, assim como das outras pessoas, no entanto o ingrato não considera os favores recebidos. Não permita que a ingratidão prevaleça sobre o seu coração, pois quando somos gratos por aquilo que recebemos de alguém, sobretudo de Deus certamente abri-se-á novas portas para outros eventos. Seja grato!

Pr. Elis Clementino


sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

ESBOÇO 889 MENTINDO PARA TIRAR PROVEITO


ESBOÇO 889
TEMA: MENTINDO PARA TIRAR PROVEITO
TEXTO: 2 REIS 5;20,21

Eliseu era um profeta do Senhor que realizou grandes milagres durante a sua vida, entre eles o milagre de Naamã e a recusa de Eliseu aos presentes oferecidos por Naamã, portanto aquele que serve a Deus fielmente não tira proveito do que Deus faz.

1. O milagre de Naamã
Ele era um general do exercito Sírio (2 Rs 5:1), e era leproso, mas uma das suas escravas (2 Rs 5:2), e fez saber a sua senhora sobre o homem de Deus o profeta Eliseu. A atitude daquela criada era de uma serva de Deus e conhecia bem a trajetória do homem de Deus e os milagres que ele realizava em Israel, talvez um pouco tímida que não era para menos dá uma sugestão por querer ver o bem do seu senhor, não deixa dúvida que a sua atitude foi de coragem, pois não era comum uma escrava dar sugestão aos seus senhores, além disso, não ela perdeu a oportunidade de apresentar as obras de Deus. A menina sinalizou que valia apena ele conhecer o profeta e certamente ele seria curado da sua lepra.

A atitude de Naamã
Ao saber sobre aquele profeta, homem de Deus sentiu o desejo de conhecê-lo, mas ele enviou uma carta ao rei de Israel (2 Rs 5:5-7), o rei de Israel não gostou daquela carta. Sucedeu que, ouvindo Eliseu o rei de Israel comentar sobre a carta e muito revoltado disse ao rei: Deixa-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel Veio, pois, Naamã com seus cavalos, e com o seu carro, e parou à porta da casa de Eliseu (2 Rs 5:8,9). Eliseu ao tomar conhecimento lhe manda um recado pelo mensageiro dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será curada e ficarás purificado (2 Rs 5:10).

Indignação de Naamã
As obras de Deus não acontecem da nossa maneira, ele tem várias formas de efetuar a sua vontade sobre uma pessoa, quando meditamos nos milagres realizados pelos profetas não havia regra para que acontecesse sempre da mesma maneira, cada um Deus usa da maneira que ele queira. A obediência era e é um principio fundamental para Deus realizar milagres, Naamã se indignou (2 Rs 5:11,12), nada escolhemos por Deus, ele é quem escolhe por nós, para que quer receber não importa, ao nosso ver Jesus pior cuspindo no chão fez lodo e passou nos olhos do cego (Jo 9:9) e ele foi se lavar e voltou vendo.

Aconselhamento
Os melhores companheiros são aqueles que nos aconselham quando algo está errado, muitos líderes erram e seus liderados o aplaudem, e assim continuam errados nos seus caminhos, mas os soldados que acompanharam Naamã foram corajosos em aconselha-lo, nunca deixe seu líder caminhar errado se você está próximo dele, se a assim fizeres salvarás tanto a ti como a ele (2 Rs 5:13). É bom lembrar que isso deve ser feito com muita modéstia, e com espírito de submissão como fizeram os soldados de Naamã.  

Não há milagre sem submissão
Naamã desceu, “ele teve que descer ao rio” e mergulhou sete vezes, e conforme a palavra do homem de Deus aconteceu o milagre e a sua carne se tornou como a de uma criança (2 Rs 5:14). Vamos pensar um pouco no resultado e a atitude de Naamã (1) Reconheceu que Eliseu era um homem de Deus; (2) Que não havia Deus senão em Israel; (3) O seu erro oferecer presentes. A pior loucura é querer obter vantagem mediante aquilo que Deus faz (2 Rs 5:15-18), Eliseu recusou recebê-los, e disse-lhe: Vai em paz.

A ambição e a mentira de Geazi
O servo de Eliseu, não correspondeu com o que aprendeu com o seu mestre, os servos precisam ser fieis aos seus senhores, e a verdade deve prevalecer em quaisquer circunstancias. Em algumas oportunidades Geazi foi precipitado, teve momento que viu demais, ex: o marido da sunamita era velho (2 Rs 4:12-16); com a morte do menino Geazi correu na frente chegou primeiro tentou ressuscitar o menino mas nada adiantou (2 Rs 4:31); a cegueira espiritual parece está sempre presente na vida de (2 Rs 6:9,10). É preciso ter muito cuidado com alguns tipos de servos, principalmente precipitado igual à Geazi, embora ele tivesse também as boas qualidades. Após Naamã sair da presença de Eliseu, Geazi correu atrás para tirar proveito da cura de Naamã e receber os presentes recusados por Eliseu (2 Rs 5:19-24). Nada há encoberto que não seja revelado (Sl 33:13,14; 139; Mc 4:22; Lc 8:17), a atitude de Geazi lhe custou caro, a lepra de Naamã passou para ele (2 Rs 5:25-27).
Tenhamos muito cuidado, não devemos mentir para tirar proveito, atualmente se vê muitas pessoas enganadas por aquelas que se dizem líderes e profetas se aproveitando das pessoas simples e às vezes pessoas novas convertidas. Alguns pregadores usam os púlpitos das igrejas mentindo contando experiencias mentirosas para emocionar as pessoas, isso é tirar proveito próprio, os mentirosos não tem parte no reino de Deus, e às vezes ganham carros, roupas, viagens enquanto aqueles que fazem a obra com seriedade sofrem, mas a única certeza que os sinceros tem é que de Deus vem a recompensa.
Pr. Elis Clementino

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

ESBOÇO 888 QUAL O EVANGELHO QUE EU QUERO?


ESBOÇO 888
TEMA: QUAL O EVANGELHO QUE EU QUERO?
TEXTO: “Da mesma forma, qualquer de vocês que não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo.” (nvi) Lc 14:33

Os prezeres da vida satisfazem o ego humano, mas eles conduzem os homens a desprezarem as coisas muito mais relevantes, as quais podem governar bem toda a sua vida e conduzí-los ao reino celestial. Muitos desprezam o evangelho porque ele tras consigo a renúncia dos prazeres por algo que está preparado para desfrutarem na eternidade (Is 64:4; I Co 2:9).

I. Evangelho
1. Evangelho, as boas novas, e também o conjunto de encinamentos de Jesus Cristo, ele abrange toda humanidade e de todas as classes de pessoas. Essas boas novas trás para o homem todas as condições necessárias para que ele alcance a vida eterna, o desprezo ou a renúncia pelos prazeres da carne essa é uma das condições impostas pelo evangelho de Jesus para se alcançar a vida eterna. As consdições impostas por Cristo é que todos que foram alcançados pelo evangelho o anunciem, ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura (Mc 16:15), todo aquele que foram alcançados pelo evangelho propague (Lc 4:43; At 20:24; Fp 1:18).

2. Evangelho trouxe algo que os homens desconheciam
O evengelho trouxe mudanças, algo novo para a humanidade, das quais o arrependimento, o perdão, a regeneração e a justificação somente acontecem através dele. O convite de Jesus Cristo é para todos sem acepção de pessoas “quem quiser vir após mim negue-se a si mesmo” (Lc 9:23,24), renunciar tudo aquilo que lhe dar prazer fora de Cristo.

3. Evangelho, graça revelada.
O primeiro foi removido e estabelecido o segundo, “a lei e a graça” (Hb 10:9), a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. A boa nova trazida pelo evangelho transformou a vida de muitos homens fazendo-lhes novas criaturas através da graça “favor imerecido” (2 Co 5:17; Ef 2:7,8). O evangelho é a garantia de uma nova aliança de Deus com os homens, ele não é um meio de vida, mas uma vida completa através de Cristo, esse é o evangelho pleno.

4. O evangelho não é para a glória humana, mas para a salvação, esse é o verdadeiro propósito dele. O evengelho não deve ser manipulado para promover pessoas ou mexer com os sentimentos das pessoas ou meassagear o ego delas com o intuito de tirar proveito ou se promover como muitos fazem nos púlpitos das igrejas.

5. O evangelho não é para promover a prosperidade financeira humana. Muitos cristãos estão perdendo o foco daquilo que mostra o evangelho, a salvação do homem perdido e a reconciliação do homem com Deus. O foco maior de muitas pessoas é pelos bens materiais e etc. Mensagens dessa natureza estão sendo dissiminada dentro das igrejas, e muitos cristãos por falta de conhecimento vão aderindo. Talvez os discípulos esperassem de Jesus uma palavra que satisfizesse o ego deles quando perguntaram a respeito do que eles haveriam de comer e vestir, no entanto Jesus não alimentou a esperança e o interesse deles pelas coisas (Mt 6: 25-34). O evangelho está muito acima das coisas daqui, fama, dinheiro, bens e tantas outras coisas que jamais sobrepujará o valor do evangelho, buscar primeiro o reino de Deus é prerrogativa de quem vive o evangelho (Mt 6:33). Muitas pessoas desejam um evangelho que seja conveniente e atenda as suas necessidades materiais, porque os desejos humanos estão centrados no seu bel prazer quando na realidade o evangelho não é para esse fim, esse é um grande equívoco.

6. O evangelho é simples, a maior novidade que ele trás em si é o poder de Deus para salvação de quem nele crer (Rm 1:16). O evangelho é oferecido a todos os homens afim de que sejam alcançados por ele, no entanto aqueles que pregam o evangelho precisam ter muito cuidado para não pregar outra coisa pensando que está pregando evangelho. Atualmente muitos pregam qualquer coisa menos o evangelho, pois muitas pregações têm deixado às pessoas vazias de Deus e cheias de esperança das coisas daqui, de maneira que muitas delas não querem mais ouvir as mensagens que conduz a salvação, renúncia e santidade. O evangelho é pregado por muitos como moeda de troca, toma lá da cá, com dinheiro Deus faz tudo, essa é outra coisa menos evangelho, quanto a isso o apóstolo Paulo recomenda que seja anátima qualquer outro tipo de evagelho (Gl 1:8).

Amados, firmemos a nossa fé nas verdades do evangelho de Jesus Cristo, pois as condições que foram impostas por ele é que no mundo teremos aflições (Jo 16:33). O evangelho é renúncia, porta estreita (Lc 13:24-34), novo nacimento, regeneração e vida de santidade, porém aqueles que querem um evangelho fácil buscam o que mais lhe é conveniente para satisfazerem seus desejos carnais. Não adiante fazer atalhos ou encurtar caminho, pense nisso, Deus te abençoe.

Pr. Elis Clementino

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

ESBOÇO 887 A SÍNDROME DA GRANDEZA


ESBOÇO 887
TEMA: A SÍNDROME DA GRANDEZA
TEXTO: “Doze meses depois, quando o rei estava andando no terraço do seu palácio real em Babilônia, disse: Acaso não é esta a grande Babilônia que eu construí como capital do meu reino, com o meu enorme poder e para a glória da minha majestade?” Daniel 4:29,30

                O senso humano é quem controla as aspirações ou sentimentos, quando ele não faz a ponderação, ou seja, um justo ajuizamento das suas idéias, a partir dali ele dará início a uma série de erros. O orgulho começa quando o indivíduo supervaloriza a sua própria obra e deprecia a dos outros, quando o homem se ufana do que faz e toma toda glória para si eu considero uma síndrome da grandeza. Ninguém faz sozinhas pequenas ou grandes obras, em quaisquer que sejam envolvem muitas pessoas, no entanto somente os humildes compreenderão isso.

1. Significado:
O que é a síndrome?
a) Conjunto de sinais e sintomas observáveis em processos patológicos diferentes e sem causas especificas; b) Conjunto de sinais ou de características que, em associação com uma condição critica, são passíveis de despertar insegurança e medo.

2. Características da síndrome da grandeza
2.1. O orgulho, o indivíduo se sente acima de tudo e de todos.
2.2. A autossuficiência, ninguém mais é capaz a não ser ele, além de depreciar as obras das outras pessoas.
2.3. O egoísmo,
Os egoístas não dividem nada com ninguém, o lema é: tudo meu, nada teu, além de serem exclusivistas;
2.4. Sem capacidade de interagir, o egóista não interage com ninguém, para que não se tornem iguais a elas.
2.5. Não vê e nem escuta, a síndrome da grandeza conduz o indivíduo a cegueira e a surdez, e quando é orientada aceita apenas aquilo que lhe é mais conveniente (2 Cr 10:8-15).

Deus exaltou Nabocodonozor
Primeiro Deus exalta o homem, mas quando o ele não reconhece o que Deus fez certamente Deus o abaterá (Pv 16:18,19); “Assim diz o Eterno Todo Poderoso, o Deus de Israel: Eu fiz a terra, os seres humanos e todos os animais que nela estão por intermédio do meu magnífico poder e através do meu braço estendido, e dou-a a quem Eu entender que devo dar. Sendo assim, agora, pois, Eu mesmo entrego todas as nações nas mãos do meu serviçal Nabucodonosor, rei da Babilônia; dou-lhe até mesmo os animais selvagens, para que o sirvam.” (Jr 27:5-6; 28:14).

O home que está em honra e não tem entendimento é como os animais que perecem (Sl 49:12,20). Nabucodonosor agiu loucamente ao ver a sua majestosa construção “a Babilônia” contraiu toda glória para si, e a mais a alguém; (1) Se gloriou das próprias obras; (2) Fez todas as coisas com seu enorme poder; (3) Construiu para a glória da sua própria majestade (Dn 4:29,30). Aqueles que têm a síndrome do poder agem de maneira isolada não atribuindo a participação das outras pessoas, nem mesmo a Deus que lhes concedeu a oportunidade para realizar a obra.

3. As consequências
3.1. Caiu num grande abismo;
3.2. Perdeu a consciência;
3.3. Foi afastado do convívio social;
3.4. A queda (Pv 16:18).
3.5. Conviveu com os animais;

                Amados irmãos, a síndrome da grandeza tem afetado muitas líderes em pleno exercício da liderança, principalmente quando é reconhecido e chega ao topo da fama, ou em qualquer posição por mais simples que seja na sociedade ou na igreja. Amados nenhuma obra pequena ou grande não pense que é exclusivamente sua como fazem muitos e nem atribua a honra que tenha para realiza pela sua capacidade, pois saiba que ela vem de Deus (2 Co 3:5,6). O orgulho nos faz pensar que somos melhores que os outros em tudo o que fazemos. Os orgulhosos não se submetem as suas lideranças e muito menos a Deus, não mostre que você tem mais capacidade que os outros, mas há um Deus que é juiz e pesa em sua balança fiel (Jó 31:6.7); “Pese-me em balança justa, e saberá Deus a minha sinceridade, Se os meus passos se desviaram do caminho, e se o meu coração segue os meus olhos, e se às minhas mãos se apegou qualquer coisa,” (Jó 31:6,7). Deus conhece os corações, ele abate os exaltados e exalta os humildes (I Sm 2:7,8; 1 Pe 5:5). O orgulhoso somente despertará do seu engano quando humilhado até o chão. A nossa glória está em Deus e não em nós (Jr 9:24). Tudo o que você fizer na obra de Deus, conte com às outras pessoas. Nada façais por contenda ou por vã glória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmos. (Fp 2:3).

Pr. Elis Clementino – AD Excelência