segunda-feira, 4 de março de 2019

ESBOÇO 897 OS PROPÓSITOS DE DEUS


ESBOÇO 897
TEMA: OS PROPÓSITOS DE DEUS
TEXTO: ECLESIÁSTES 11:5

            Às vezes o indivíduo se depara com algumas situações que o deixa perplexo e parado sem saber o que fazer, porém em outras situações ele encontra saída, mas há também coisas que somente Deus tem a solução, pois ele tem conhecimento e sabe o porquê delas. Nenhum indivíduo entende como funcionam os propósitos de Deus em sua vida (Ec 11:5; Is 55: 8,9). Muitas vezes Deus fez o seu povo andar por caminhos pedregosos a fim de edificar padrões importantes. Para cada criatura Deus tem um projeto diferente, e dentre elas vale apena ressaltar a história de Abraão, pois ela é interessante para entender melhor as vontades de Deus sobre seu povo, isso desde a sua chamada de Ur dos Caldeus e a sua odisseia.

I. Os propósitos de Deus
Deus contraria os nossos pensamentos para nos mostrar novos horizontes, muitas vezes os nossos caminhos e planos são muitos, e o de Deus são outros (Pv 16:1,9; 19:21). O ser humano tem a capacidade de influenciar de maneira favorável ou desfavorável no cumprimento dos propisitos de Deus, por isso faz-se necessário muito cuidado e esperar nele é a melhor maneira de contribuir para que os projetos divinos sejam cumpridos de maneira maravilhosa.

II. A chamada e trajetória de Abrão
1. Deus ordenou a sua saída de Ur, certamente era o lugar de conforto no seio da sua família e lhe faz promessas (Gn 12:1-9);
2. Abrão vai para o Egito e lá encontra o primeiro osbtáculo (Gn 12:10-20);
3. Problemas entre os pastores de Ló e de Abrão e separação (Gn 13:1-13);
4. Deus promete a terra de Canaã (Gn 13:14-18);
5. Guerra entre quatro reis (Gn 14:1-11);
6. Ló é levado cativo (Gn 14:12-17);
7. Deus abençoa Abrão ((Gn 14:18-24);
8. Deus anima a Abrão, para Abrão o Eliezer seria seu herdeiro, mas para Deus não. (Gn 15:1-11);
9. Deus faz aliança com Abrão e o nascimento de Ismael (Gn 15:12-2-);
10. Uma manobra fora da vontade de Deus (Gn 16:1-15). Para abreviar os acontecimentos o ser humano faz atalhos, estes o conduzem muitas vezes a sofrimentos intensos, não façam atalhos, porque eles podem sair caro demais, e as ocorrências podem ser as mais terríveis possíveis.
11. Deus muda o nome de Abrão e confirma mais uma vez a sua aliança e promete-lhe um filho (Gn 17:1-22).

Podemos entender pelas escrituras o trabalhar de Deus sobre um povo contituído por ele como exclusivamente seu, vale ressaltar que um dos atributos de Deus é a onisciência, ele sabe tudo no tempo e fora dele, ele conhece o amanhã do seu povo (Sl 147:4; 139:16; I Jo 3:20; Mt 6:8;10:30). O Senhor declara o tipo de pensamento que tem a respeito do seu povo Israel “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.” (Jr 29:11). O nascimento de Ismael pela manobra feita por Sara e Abraão não trouxe algumas consequências com o nascimento de Isaque e os problemas não pararam por ai, continuando até o presente na história da nação de Israel. Devemos ter cuidado porque há caminhos que parecem direitos aos nossos olhos, quando na realidade não são (Pv 14:12; 16:25), algumas manobras podem até resultar em algo terrível, porém outras podem deixar sequelas para vida inteira. A conquista da terra prometida não foi imediata, pois Deus faz que as coisas aconteçam no seu tempo certo. Deus continua o mesmo e deseja lhe abençoar cumprindo em vós os desejos do seu coração.

Pr. Elis Clementino

sexta-feira, 1 de março de 2019

ESBOÇO 896 ESCONDENDO-SE DE DEUS.


ESBOÇO 896
TEMA: ESCONDENDO-SE DE DEUS.
TEXTO: GÊNESIS GN 3:8

Esconder ou ocultar é uma das características do ser humano, desde o inicio a criatura tentou esconder os seus erros e fracassos, além disso, ele acusa e é acusado, tudo isso ele faz para se eximir da realidade da culpa e as consequências dela. O erro humano passou a todos os homens, e assim todos continuaram a errar, assim vai até o presente, o que alterou foi à quantidade de gente a errar, e sempre tentando se isentar na hora de assumir, transferindo a culpa ou as responsabilidades para outros (Gn 3:12). Todos os nossos atos são conhecidos pelo Senhor, ainda antes de cometê-los (Gn 4:7).

O pecado é a desobediência as leis que foram estabelecidas por Deus, elas foram promulgadas para que os homens fossem regidos por elas. A desatenção a esses princípios pode conduzir o homem às infelicitas, vejamos em seguida:

1. O que faz o pecado na vida do homem?
O pecado sempre trouxe sérios danos para a raça humana. Deus sempre quis que o homem estivesse na sua presença, porém o elo foi quebrado, a comunhão foi desfeita por causa do pecado, ou seja, a desobediência.

1.1. Trouxe ao homem vergonha.
O homem vivia na dispensação da inocência, porém quando pecou, passou a viver na dispensação da consciência e consequentemente viu que estava nu e escondeu-se do criador (Gn. 3:8).

1.2. Trouxe fragilidade ao homem.
A culpa e a consciência do pecado motivaram Adão e Eva a fugir de Deus, tinham medo e constrangimento na sua presença, pois sabiam que haviam pecado e desagradado a Deus. Nessa condição, viram que era impossível chegar a sua presença, e a única saída seria esconder-se de Deus. (Gn. 3:8,10), o que era impossível pelo seu grande atributo que é a onipresença. A tendência do homem quando comete um delito (pecado) é querer esconder-se para encobrir a sua falta ou para se esquivar dela, porém Deus revela o profundo e o escondido, e conhece o que está em trevas e com ele mora a luz. (Dn 2:22)

1.3. A desobediência revelou a nudez.
E disse Deus: Quem te mostrou que estava nu? Comeste da arvore que te ordenei que não comesse? Gn 3:11.

1.4. Trouxe transferência de responsabilidade.
 a. Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da arvore e comi. (Gn 3:12)
b. Então disse a mulher: Foi à serpente que me enganou (Gn 3:13). Ninguém quer assumir a culpa do pecado sozinho.

1.5. Trouxe conseqüência como:
a. Engano (Gn 3:13).
b. Perdas de intimidade com Deus (Gn 3:15);
c. Dores (Gn 3:16);
d. A terra foi amaldiçoada (Gn 3:17);
e. Trabalho e enfado (Gn 3:19);
f. Recebeu a sentença de morte (Gn 3:19).

Deus conhece os pensamentos e intenções do coração (Jr 17:10; Rm 8:27; Hb 4:12b), não há criatura alguma encoberta diante dele, antes todas as coisas estão nuas e bem patentes dos olhos daquele com quem temos de matar. (Hb 4:13; Sl. 33:13,14; Sl. 90:8; Sl. 139:11,12). Ninguém pode se esconder de Deus (Jr 23:24; Am 9:23). Deus é um juiz que julga com retidão, ele é juiz dos vivos e dos mortos (Mt 10:42; 2 Tm 4:1; 8: 2). Devemos viver de maneira digna dando testemunho do evangelho de Jesus Cristo, fugindo da prática do pegado e da injustiça.

Pr. Elis Clementino


terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

ESBOÇO 894 O AMOR


ESBOÇO 895
TEMA: O AMOR
TEXTO: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.” (ARA) I Coríntios 13:13; I João 4:7-21

O apóstolo Paulo qualificou o amor como a fonte de todo bem, sem ele é impossível amar o próximo. O amor é divino e dado por Deus aos homens para que pusessem em prática e convivessem em harmonia, o amor é indispensável “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.” (I Co 13:1-3).

O que é o amor
Na minha concepção é impossível definir na íntegra o amor, mas em uma linguagem simples podemos definir como: caridade, afeto, compaixão. O amor é a força que une as pessoas, ele é mais forte que uma emoção porque envolve o coração e a mente humana, ele envolve três virtudes “A fé, a esperança e o amor; e a maior desta é o amor... (I Co 13:13). O amor não deve ser fingido (Rm 12:9), pois o amor verdadeiro é incondicional. O amor fraternal é amar como irmãos, tipos de amor bastante conhecidos entre nós, Ágape, Eros e Philos. Todo ser humano deve desenvolver esses três tipos de amor, pois eles são essenciais para o bem de todos os homens.

Ágape – o amor humano fraterno, amor que se doa, ele é incondicional, amor divino.
Eros – Atração física, desejo sexuais;
Philos – amor fraterno, relacionado à família e amigos.

O amor é sofredor
No amor há características que somente ele tem “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, Não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (I Co 13:4-7).

A prática do amor ao próximo
O Apóstolo Paulo instruiu os cristãos de Roma a prática do amor, “O amor não seja fingido.” “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Rm 12:9,10). No amor há partilhamento, proíbe a maldição, ordena a benção, compartilha nos sofrimentos e na alegria; une as pessoas, não há orgulho, acomodam-se as coisas humildes, não se glória das coisas que faz, não torna mal por mal, leva a buscar as coisas honestas perante os homens, promove a paz, não se vinga, se o inimigo tiver fome dá-lhe de comer e beber, não se deixa vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. (Rm 12:13-21).

“A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros, pois quem ama o próximo cumpriu a lei.” (Rm 13:8). “O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.” (Rm 13:10).

Jesus enfatizou sobre a importância da prática do amor, pois é impossível você amar a Deus e não amar ao próximo (I Jo 4:7-21). A maior prova do amor a Deus é você amar os seus inimigos (Pv 25:21; Mt 25:35-40), amar aos inimigos é sem dúvida uma das tarefas mais difíceis de ser praticada, porém não é impossível. No sermão da montanha quando Jesus profetizou sobre o final dos tempos, o esfriamento do amor seria um dos sinais que precederia a sua vinda, naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a sua vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando (Jo 13:34; 15:12-14). Jesus foi o maior exemplo de amor dando a sua vida pelos pecadores.

Pr. Elis Clementino

ESBOÇO 894 O MORDOMO INFIEL


ESBOÇO 894
TEMA: O MORDOMO INFIEL
TEXTO: LUCAS 16:1-13

A parábola do mordomo infiel expressa verdades importantes para todos que exercem a função, ela narra a infidelidade de um mordomo, a prestação de conta, a estratégia do mordomo infiel, as riquezas injustas, a recompensa, a fidelidade no pouco, e o amor ao dinheiro.

O rico e o mordomo
1. Certo homem rico tinha um administrador dos seus bem, este não foi fiel para com o seu senhor, a qualidade de fiel é essencial para quem assume essa função. Todos que está nessa posição sabem que a quem mais é dado mais é cobrado (Lc 12:48b).

2. Infidelidade - O mordomo abusou da confiança e desperdiçou os bens do seu senhor. Todo abuso de confiança tem as suas consequências, a hora do ajuste de contas a nosso ver pode até demorar, mas chega.

3. Prestação de contas - O senhor daquele mordomo soube do que ele andava fazendo e o chamou a prestar contas e disse para ele que não mais podia continuar administrando seus bens.

4. A estratégia - Pensando o mordomo infiel nas palavras daquele senhor disse consigo mesmo: Agora o que farei? Meu senhor me tira o emprego. Cavar não posso, e mendigar tenho vergonha. (Lc 16:3), mas teve uma ideia, há! Já sei o que vou fazer, para que quando eu for demitido; vou conquistar outras pessoas com as minhas astúcias para que me recebam em suas casas (Lc 16:4). O que fez ele? Procurou os devedores do seu senhor e a cada um pagou o que eles deviam (Lc 16:5-7).

5. Elogio - Vendo o senhor elogiou aquele servo injusto por ter agido astutamente usando as riquezas “dinheiro” deste mundo fazendo amigos para que no futuro eles pudessem acolhê-lo em suas casas, por isso Jesus disse: “Pois os filhos desde mundo são mais astutos do que os filhos da luz.” (Lc 16:8).

Devemos usar as riquezas “dinheiro” deste mundo ímpio para ganhar amigos e realizar boas coisas, de maneira que quando acabar, estes “anjos” nos receba nas moradas eternas. Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também será desonesto no muito. (Lc 16:9,10). Procuremos ser dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, se assim não for quem nos confiará as maiores riquezas? Se não formos confiáveis em relação ao que é dos outros, quem nos dará o que é nosso? Tudo o que nos é confiado prestemos conta. A fidelidade parece está em desuso, mas não deve está para os cristãos. A inclinação às riquezas é a causa da infidelidade tanto para com os homens, quanto para com Deus. Não podemos servir a dois senhores, a Deus a ao dinheiro, porque ele é a raiz de todos os males. Estejamos certos da nossa prestação de contas, se formos justos na administração do que é dos outros e de Deus, certamente seremos recebidos pelos anjos na sua glória.


Pr. Elis Clementino

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019


ESBOÇO 893
TEMA: RESTAURAÇÃO ESPIRITUAL
TEXTO: SALMOS 51:10

                O trabalho de restauração acontece quando algo está sendo deteriorado, essa obra é realizada naturalmente e praticamente em todas as matérias existentes, outrossim, no âmbito espiritual. A renovação das coisas pertinentes a nós cabe-nos fazê-las como fez o profeta Elias diante dos profetas de Baal. O ato de renovar foi instituído e promulgado pelo próprio Deus através das suas leis. Nesse assunto discorrerei sobre degradação, renovação e a renovação espiritual.

A degradação
Antes de falar sobre renovação ponderarei sobre a degradação. O ser humano é responsável pela deterioração em diversas esferas da vida, ela é determinante de todo sofrimento da humanidade, pois uma grande parcela dos habitantes do nosso planeta não está tendo o cuidado com o que Deus pôs em nossas mãos para administrar. Os acontecimentos presentes são causados pela falta desses cuidados, mas ainda há outros tipos de degradação, moral e espiritual, essas duas influenciam diretamente em todo o nosso sistema de vida.

A renovação
O ato de renovar, reparar ou consertar refere-se também as renovações de alianças ou pactos, isso acontece desde a antiguidade, e como já dissemos foi o próprio Deus que criou tudo perfeito. Deus fez alianças com o seu povo e estas necessariamente eram renovadas quando havia a quebra delas, no entanto a oportunidade de renovar foi abonada pelo próprio Deus que reconhecia a fragilidade humana, geralmente nas pregações dizemos que Deus é o Deus das oportunidades. As leis divinas incluía os cuidados com a renovação da terra através do seu descanso (Lv 25:3,4); além disso o próprio Deus pelo seu Espírito renova a face da terra (Sl 104:30).

A renovação do imaterial
Assim como tudo que é material necessita ser renovado, de igual modo o espiritual. A nossa vida devocional com Deus precisa ser reparadas e postas em ordem perante Deus, o envelhecimento espiritual acontece pelo descuido da busca a Deus, pois ele é organizado e exige que os nossos atos concernente a vida espiritual seja também. Quando organizamos as nossas vidas simplesmente estamos abrindo portas para que boas coisas aconteçam durante o nosso viver e a nossa progênie.

A restauração espiritual acontece quando o indivíduo retrocede do seu viver impuro e se reconcilia com Deus, ele será perdoado e terá a sua aliança renovada (Sl 51:10; Rm 12:2; Cl 3:10). A restauração espiritual através do arrependimento foi tão necessária no passado quanto no presente, não somente para o povo especial de Deus Israel, mas para todos quantos entregaram a sua vida a Deus para servi-lo. O arrependimento conduz o indivíduo a uma mudança tanto no âmbito social quanto espiritual (Sl 51:12; Is 57:18; Jr 3:22; 30:17; Os 14:4; Mq 7:19), pois a todo momento Deus exigiu do seu povo uma vida de santidade para que fosse abençoado por ele.

                A única maneira do povo de Deus reverter situações difíceis é através do arrependimento de coração, e não uma simples emoção. A busca por Deus não deve ser somente quando estamos necessitados como faziam os israelitas (2 Cr 7:14), arrepender-se era a única maneira de receber o perdão divino, esse era o primeiro passo que o povo de Deus deveria dar em direção as bençãos divinas (Dt 28) Na atualidade podemos até pensar que não seja assim, nas pregações alega-se muito os favores divinos pela graça, mas será que Deus não exija mudanças de atitudes para nos tornarmos coerentes aos seus princípios? Após Davi pecar lançou-se aos pés do Senhor reconhecendo o seu pecado, podemos ver a sua humilhação implorando pelo perdão divino (Sl 51:1-19), ele tinha conhecimento que somente assim Deus trari a sua espiritualidade de volta e o abençoaria através do arrependimento. O que falta hoje em muitos crentes em Deus é um verdadeiro sentimento, arrependimento sincero e humildade.

Pr Elis Clementino