domingo, 14 de julho de 2019

ESBOÇO 924 AVAREZA


ESBOÇO 924
TEMA: AVAREZA
TEXTO: “Um homem dá liberalmente, e se enriquece; outro retém mais do que é justo, e se empobrece.” PROVÉRBIOS 11:24

Há algumas práticas humanas abomináveis aos olhos do Senhor, avultarei apenas três delas nesse assunto, a avareza, a cobiça e a altivez de espírito, essas coisas se abrigam nos corações das pessoas fracas e pobres de espírito. Veremos nesse assunto sobre a avareza, a cobiça e a altivez de espírito.

Avareza
Um termo que tem vários sinônimos e todos eles significam pessoas que vivem para si financeiramente, pessoas assim não partilham nada com ninguém, avarentos, sovino, mesquinhos e pão-duro, essas pessoas são capazes de passar fome para não gastar o dinheiro.

As atitudes somíticas
(1) Os avarentos amam o dinheiro e retém para si seus próprios tesouros (Ec 5:13; Is 43:23; Ml 3:8),
(2) Os avarentos tapam os ouvidos para não ouvir o clamor dos pobres (Pv 21:13);
(3) Os avarentos são insensível as necessidades dos outros;
(4) Esconde os olhos do pobre (Pv 28:27a);
(5) O avarento não quer que as outras pessoas sejam abençoadas, ou seja, não suporta ver a prosperidade dos outros (Mt 26:7,8; Jo 12:5);
(6) O avarento retém as suas ofertas a Deus (2 Cr 29:7);
(7) O avarento ao invés de contribuir fala mal de quem contribuem (Is 43:24);
(8) O avarento dificulta a vida dos sacerdotes e seus sustentos (Ne 13:10);
(9) Os avarentos negam de dar a Deus o direito que lhe pertence (Ml 3:8; At 5:1,2).

As decorrências da avareza
(1) Nada aproveitará nesta vida e quando morre deixa tudo para os outros usufrutuarem (Sl 49:10b, 17)
(2) Não será ouvido quando clamar (Pv 21:13a).
(3) Será amaldiçoado (Pv 28:27b);
(4) Não entrará no reino dos céus (Mc 10:17-22; Lc 18:18-23);

A avareza, a cobiça e a altivez de espírito, são males que Deus abomina desde a antiguidade (Jr 6:13; Mq 2:2; Hc 2:9; Lc 12:15; Ef 5:3; I Tm 3:3; Hb 13:5), segundo o apóstolo Paulo essas práticas precisam morrer ou ser banidas dos nossos corações (Cl 3:5).

Liberalidade é um princípio exigido por Deus ao seu próprio povo que seria para a confecção do tabernáculo (Ex 35:22; 36:5), a construção do templo (I Cr 29:3,4), é também um princípio cristão, eles davam conforme as suas posses (At 11:29; 2 Co 8:12). Quando entendemos essa realidade devolvemos a Deus parte daquilo que recebemos dele, não deve ser a sobra, mas as primícias “honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” (Pv 3:9), o dízimo é esse ato de gratidão, pois é através dele que Deus abençoará o teu pão e a tua água (Ex 25:5; Ml 3:10). Devemos pedir a Deus para que esses males como: a avareza, a cobiça e o orgulho não abrolhem em nossos corações. A sua liberalidade em dar para a obra de Deus fará com que as portas se abram diante de você, ou seja, abençoados com as provisões divinas, portanto seja um abençoador da obra, nunca siga o avarento, pois ele nada tem pra ele e nem para os outros e ainda criticam aqueles que por amor a obra de Deus fazem as suas contribuições, desses afastem-se, pois eles nada têm a te oferecer.

Pr. Elis Clementino

quinta-feira, 11 de julho de 2019

ESBOÇO 923 OS COICES DE JESURUM.


ESBOÇO 923
TEMA: OS COICES DE JESURUM.
TEXTO: DEUTERONÔMIO 32:15-17

No cântico de Moisés o Senhor era rei de Jesurum, ele faz uma referência a Israel (Dt 32:15; 33:5; 33:26; Is 44:2). Nesse cântico podemos entender até que ponto pode alcançar o orgulho de um povo que sempre esteve aos cuidados do Senhor, o governo divino provia tudo o que era necessário para a subsistência do desse povo “Israel”. De maneira sucinta e simples desejo apresentar o que acontece quando o povo de Deus deixa seus caminhos.

Jesurum, uma cidade do leste da Turquia dos tempos de Moisés, cujo povo esqueceu-se de Deus, sendo injusto não reconhecendo os favores divinos (Dt 32:9-14). Israel viveu momentos bons sob os cuidados de Deus, mas infelizmente o povo não correspondeu com o que havia recebido da parte de Deus, a ingratidão sempre esteve presente no homem, Jesurum é a figura da ingratidão e da idolatria (Dt 32:15-17). Jesurum no hebraico significa “amado, reto”, porém o povo não fez jus ao seu belo nome, se orgulhando e abandonando a Deus, esse é a situação de um povo que se desvia dos mandamentos do Senhor. Quando não são reconhecidos os benefícios do Senhor, e elevando o seu coração vem a ruína (Pv 16:18,19).

Antes de morrer Moisés fez um cântico narrando às maravilhas do Senhor, nele é apresentado à infidelidade e as injustiças praticadas pelo seu povo. A expressão “Jesurum engordou e deu coices”, significa prepotência e a ingratidão do povo, ou seja, Jesurum engordou e engrossou pela fartura de todos os privilégios divinos, se orgulhou, abandonou e rejeitou a rocha que era o seu salvador. A ingratidão está por toda parte, até mesmo onde não deveria estar no meio do povo de Deus.

Exemplos de ingratidão
Entre muitos exemplos típicos de pessoas que se orgulharam e foram ingratos não correspondendo com os favores divinos, destaco dois que agiram orgulhosamente foram néscios contraindo toda honra e glória para eles. Uzias se fortificou e não foi humilde reconhecendo os benefícios do Senhor e recebeu a dura sentença pelo seu orgulho morrendo leproso por queimar incenso o que era permitido somente aos sacerdotes. (2 Cr 26:1-23; 2 Cr 26:19); Nabocodonozor atribuiu a si a glória e a honra pelos seus feitos, o orgulho foi a sua ruína (Dn 4:30), o castigo pelo seu orgulho foi pastar com os animais do campo; O rei Belsazar se engrandeceu e usou os cálices sagrados deixado por seus pais (Dn 5:2), todos estes foram severamente castigados pelo Senhor.

A ingratidão é a falta de consideração pelos benefícios recebidos, o que leva o indivíduo torna-se ingrato é o orgulho, da mesma maneira agimos quando não consideramos os benefícios que recebemos de Deus e das pessoas. Os ingratos são orgulhosos e gloriam-se das suas grandes obras, o orgulho leva os indivíduos a se sentirem poderosos e prepotentes com a capacidade de não reconhecerem que todas as boas dadivas provêm de Deus. Jesurum é o tipo de quem não reconhece os benefícios do Senhor, no entanto existem pessoas assim quando elas crescem na vida começa a pisar e dá coices, até naquele que o elevou, mas vale apena ressaltar que os humildes serão exaltados e os exaltados serão humilhados, cuidado! Não devemos ser orgulhosos, mas reconheçamos os benefícios do Senhor sobre as nossas vidas e incentivarmos as outras pessoas não serem ingratas.

Pr. Elis Clementino

quarta-feira, 3 de julho de 2019

ESBOÇO 922 OS PORQUÊS DA VIDA.


ESBOÇO 922
TEMA: OS PORQUÊS DA VIDA.
TEXTO: “Se o Senhor é conosco por que isso nos sobreveio?” JUÍZES 6:13B

Dentro da vontade permissiva de Deus há alguns acontecimentos ruins e bons em nossas vidas, os porquês deles sempre surgem em nossas mentes, porque as ocorrências estão além das nossas imaginações. Muitas pessoas questionam a Deus pelos seus momentos difíceis, mas esses questionamentos acontecem por não saberem qual será o desfecho das implicações. Nesse assunto de maneira simples e sucinta discorrerei sobre os nossos questionamentos a Deus.

As causas dos sofrimentos
Geralmente o ser humano não se conforma com os sofrimentos, na realidade eles causam profundos abatimentos, mesmo sabendo o que acontece com agente, também acontece com outras pessoas. A tendencia do sofrimento humano é aumentar a cada ano que passa, pois eles são as consequências pela falta de temor a Deus (Lm 3:39). Ora! Toda ação há uma reação, toda agressividade aos princípios divinos as decorrências são inevitáveis. O pecado de Israel resultou na opressão de outros povos contra ele, seus pecados sempre resultaram em males sobre o próprio povo, mas quando Israel se convertia ao Senhor ele agia em seu favor (2 Cr 7:14). (Os israelitas eram e são tratados por Deus de maneira diferenciada dos demais povos), pois eles foram escolhidos por Deus e se tornaram povo exclusivo e com as promessas feitas de Deus a Abrão (Gn 12:1-7).

Os propósitos de Deus
Jamais o homem entenderá os caminhos de Deus (Sl 103:9; Is 55:9; Ec 11:4), para cada indivíduo o Senhor tem propósitos diferentes, o único plano que de igual modo se estende aos demais povos é o da salvação, ele faculta a mesma oportunidade a todos, no entanto cada um tem o livre arbítrio para escolher ou não o caminho da salvação, os demais caminhos cada tem o direito de escolher, mas também tem a maneira de Deus tratá-lo. Podemos também entender que Deus escolhe pessoas para usá-las como seus instrumentos, mesmo assim por mais santificados que eles sejam não estão isentos dos sofrimentos desta vida, ou seja, todos os escolhidos por Deus sofreram, só que uns mais outros menos. Jesus disse aos seus discípulos que no mundo eles teriam aflições, mas que tivessem bom ânimo (Jo 16:33).

Não ignoreis os propósitos de Deus
Os modos de Deus realizar em nós o seu querer não devem ser ignorados, pois ele opera em nós tanto o seu querer quanto o efetuar (Fp 2:13). Dentro da sua vontade o que ele permitir certamente contribuirá para o bem (Sl 119:67; 71; Rm 8:28). Devemos pedir a Deus para entender os seus caminhos (Sl 119:27), pois os homens naturais não os compreendem (I Co 2:14). Gideão apesar de Deus está com ele não o isentava dos sofrimentos através do inimigo (Jz 6:13); Asafe não entendia porque os ímpios prosperavam, isso ele pensou até enquanto não buscou a Deus (Sl 73); Jó também via que os impios em tudo desenvolviam e progrediam (Jó 21:10); Davi via o mesmo, os ímpios prosperarem (Sl 37); Habacuque lamentava questionando a Deus o sucesso dos ímpios, mas ao buscá-lo viu que era bem diferente do o fim deles (Hc 3:1-18). O crente mesmo afligido entende que andando nos caminhos de Deus ele está protegido por aquele que tudo pode (I Pe 1:6-7). Devemos crer que de Deus vem a nossa vitória (Sl 20:7,8; Pv 21:31; 2 Cr 20:17-19), o nosso socorro vem do Senhor, ele é o socorro bem presente (Sl 46:1-10).

Pr. Elis Clementino


quinta-feira, 27 de junho de 2019

ESBOÇO 921 A ÁRVORE E SEUS FRUTOS


ESBOÇO 921
TEMA: A ÁRVORE E SEUS FRUTOS
TEXTO: LUCAS 13:6-9

Qualquer coisa que não dê resultado a intensão humana é de imediatamente descartar, porém em muitas ocasiões são descartados sem uma avaliação prévia e sem dar pelo menos uma oportunidade. Neste texto bíblico Jesus expressa uma parábola apresentando grandes verdades a serem apendidas no âmbito espiritual. Uma figueira foi plantada entre as videiras e nada produzia, no entanto ela chamou a atenção do senhor daquela vinha, que imediatamente vendo que ela não dava frutos mandou cortá-la. Nesse assunto destacaremos sobre a oportunidade que foi dada aquela árvore, e o que era necessário para ela produzir.

Figueira e videira no mesmo solo
Os figos são os frutos que tem características totalmente diferentes da videira, ela também tem o seu lugar apropriado dependendo da região, tipo de solo, clima, adubos e irrigação, cada árvore tem a sua terra aonde ela mais apropriadamente se desenvolve e produz frutos. A figueira não produz figos em qualquer lugar, pois seus nutrientes e adubos devem ter características apropriada para ela, o que se percebe é que ela estava plantada no solo não adequado onde os nutrientes não teriam a capacidade para fazê-la produzir fruto, pois o solo estava preparado para a plantação de vide e não para a figueira.

É preciso levar em consideração alguns fatores que contribuem para o desenvolvimento de uma árvore, como solo, região, clima, irrigação, podagem e adubos.

Vendo o senhor da vinha que a figueira não produzia frutos deu ordem ao vinhateiro para que ela fosse cortada, pois assim ela estaria apenas ocupando espaço, na realidade é o normal quando uma árvore não dar frutos, ser cortada e lançada no fogo (Mt 7:19; 3:10; 21:19,20; Jo 15:2), os métodos de cuidadosos são aplicados em ambas as parábolas, e é normalmente como agem os agricultores.

Há também outros processos pelos quais uma planta ou mesmo uma videira produza, é um tratamento de podagem, pois muitas vezes o problema não está na árvore e sim o tipo de solo, clima e maneira como ela foi plantada, se você cortar e plantar outra no mesmo lugar certamente ocorrerá o mesmo, ocasionando tempo e trabalho perdido.

A ordem era cortar, mas o vinhateiro disse ao seu senhor, não cortemos agora, dê mais um ano até que eu cave ao redor dela, esterque ou adube, se ela não der fruto cortaremos. Tudo tem um tempo determinado (Ec 3:1-), não corte a árvore antes do tempo, dê uma oportunidade.

Problemas
A falta de fruto pode ocorrer por alguns fatores (1) A árvore pode ser estéril, Jesus aladiçoou uma figueira que não produzia frutos (Mc 11:12-14); (2) O tipo de solo árido; (3) Falta de adubo ou nutrientes; (4) falta de chuvas.

Outra coisa importante para quem planta, não mude de lugar varias vezes uma planta, cada vez que for mudada ela sofre e não desenvolve bem retardando a época de dar fruto, no sentido espiritual ocorre com o crente que não tem paradeiro, ele muda de igreja constantemente indo para onde for mais conveniente para ele, ai não criar raizes, nem se estabiliza e consequentemente não dar frutos e sim trabalho.

As lições espirituais do Mestre são aplicadas nessas duas parábolas em (Lc 13:6-9; Jo 15:1-8). Quando fazemos um paralelo, em ambas as parábolas foram dadas oportunidades para que elas frutificassem, uma foi para dar oportunidade e estercar e a outra foi efetuar um processo de podagem, esses métodos de tratamentos são comuns entre os agricultores. Espiritualmente eles são aplicados na igreja do Senhor, embora existam cristãos e até líderes que não conhecem nenhum dos dois métodos aplicados nos referidos textos, o cristão que não produz fruto, o seu líder espiritual deve primeiro nutri-lo com a palavra de Deus, não existem outros métodos mais eficiente que este, e tudo o que for aplicado, seja corrigir ou disciplina se forem necessários serem aplicados que sejam dentro dos padrões da palavra de Deus. Não corte ou exclua, antes dê oportunidade a oportunidade, mas sempre usando os fertilizantes da palavra de Deus, portanto não se deve cortar da comunidade cristã um membro que cometeu um delito, embora muitos líderes tenha mais prazer em desligar do que restaurar, pois tanto o membro quanto o líder estão no menos caminho, assim tanto um quanto o outro pode passar pelo mesmo, porém as recomendações paulinas para o líder é essa (I Tm 4:16) e no geral (Gl 6:1), pois todos merecem oportunidades e serem tratados, regados, podados e nutridos com a PALAVRA de Deus.

Pr. Elis Clementino

sábado, 22 de junho de 2019

ESBOÇO 920 SALVAÇÃO, PLANO DIVINO.


ESBOÇO 920
TEMA SALVAÇÃO, PLANO DIVINO.
TEXTO: ATOS 4:12

A salvação é um ato gracioso e soberano de Deus para toda humanidade, todos os homens devem se interessar e buscá-la, ela é uma doutrina fundamental do cristianismo, não existe salvação fora do cristianismo, ou seja, fora de Cristo (At 4:12). Após a salvação outras bençãos acompanharão como, eleição, regeneração e predestinação, que são frutos de um genuíno arrependimento dos pecados, destacando que a predestinação não precede a salvação como alguns penssam se assim fosse Deus seria injusto determinando uns para a salvação, ou seja, para vida eterna e outros para a perdição ou morte eterna. A predestinação é para a salvação, ou seja, Deus numa visão escatológica através de sua onisciência contempla aqueles que serão salvos por meio do sangue de Jesus (Rm 8:29,30). A salvação é para o mundo inteiro (1 Jo 2:2), independedentemente de progênie e classe social.

1. Etimologia
a) Segundo a raiz a palavra salvação, significa: Libertação de um perigo iminente, ato e processo pelo qual Deus livra a pessoa da culpa e do poder do pecado e a introduz numa vida nova, cheia de bênçãos espirituais, por meio de Cristo Jesus, só assim há restituição do homem a plena comunhão com Deus (Lc 19:9-10; Ef 1:3,13); b) Numa definição teológica é a doutrina segundo a qual Deus através do seu insondável amor entregou seu filho unigênito para salvar (Jo 3:16), pela graça e por intermédio da fé aos que aceitam Jesus como o seu único e suficiente salvador (Ef 2:8-10).

Infelizmente a salvação é um assunto desprezado nos púlpitos de muitas igrejas pentecostais, as mensagens têm sido substituídas por outras que tem a finalidade de massagear o ego das pessoas, além disso, nada é exigido da parte dos supostos cristãos ou seguidores de Cristo, quando o próprio Jesus diz para os que desejam seguí-lo “negar-se a si mesmo” (Lc 9:23), se nos omitirmos de falar sobre a salvação estaremos estamos impedindo de falar sobre o poder e a eficácia do evangelho, pois somente ele promove mudanças de uma velha criatura para uma nova (2 Co 5:1), essa mudança é vista no testemunho de vida das pessoas que se convertem a Cristo, “andar em novidade de vida” (Rm 6:4b).

2. Aspectos da salvação.
2.1. É um ato exclusivo de Deus (Sl 68:20).
2.2. É dom de Deus (Ef 2:8);
2.3. Não vem das obras para que ninguém se glorie (Ef 2:9);
2.4. Provem da sua graça (Tt 2:11; Ef 2:5);
2.5. É um ato de fé (Rm 1:16).

3. A ação da trindade no ato da salvação.
3.1. O pai envolve o pecador. Disse Jesus: Ninguém pode vir a mim, se o pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no ultimo dia (Jo 6:44,45).
3.2. O Espírito Santo convence. E quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16:8-11).
3.3. Jesus salva por meio da fé, mas a fé vem pelo ouvir, e ouvir pela palavra de Deus (Rm 10:17).

4. Processos da salvação.
A salvação, não se limitada ao ato da aceitação, mas é um processo continuo que perdura por toda vida do salvo.
4.1. Eleição (Ef 1:4,5);
4.2. Regeneração (1 Jo 3:9; Jo 3:3);
4.3. Justificação (Rm 8:33; Tt 3:7);
4.4. Adoção (1 Jo 3:2; Ef 1:5).
4.5. Santificação Ef 1:4.

A salvação é um dos maiores mistérios de Deus, pois não está limitada a povos, nações ou raças. É para todos, seja branco ou preto, pois não descrimina classes sociais. É fruto do insondável AMOR de Deus para toda humanidade.

Pr Elis Clementino