quinta-feira, 7 de novembro de 2019

ESBOÇO 954 * TEMA: A LEI DO RETORNO.

ESBOÇO 954 *
TEMA: A LEI DO RETORNO.
TEXTOS: MATEUS 7:2; MARCOS 4:24-25; LUCAS 6:37,38; JUÍZES 1:7.
Autor: Pr. Elis Clementino.
 
Introdução:
Antes é bom ler os textos acima, depois, necessariamente, atentar bem para o que eles falam, pois já ouvi pregadores direcioná-las somente para as ofertas e as doações que se fazem nos cultos. No entanto, eles nos levam a refletir muito mais além, como o amor ao próximo, os julgamentos que fazemos sobre as outras pessoas e a recompensa dos nossos atos. De maneira ligeira, discorrerei sobre a lei da semeadura
 
A insensibilidade do espírito humano não leva em consideração o que Jesus falou, pois, as suas palavras foram abrangentes, alcançando a todos, tanto cristãos como não cristãos, sem distinção, ou seja, é para todos.
 
1. A lei da semeadura:
Aquilo que o homem semear, isso também ceifará (Gálatas 6:7); todos hão de colher o que plantaram (Provérbios 14:14), sem acepção de pessoas. Nos textos, Jesus adverte a todos sobre o sentimento vingativo que muitas vezes afloram dos nossos corações. Esse é um ensino que enfatiza o amor ao próximo (Lucas 6:27, 31). Em seguida, ele fala sobre a importância desse amor ao próximo (cf. Lucas 6:32-36). Depois, ele nos alerta a respeito do julgamento insensato: “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.” Daí. E ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a medida com que medirdes também vos medirão de novo” (Lucas 6:37,38).
 
2. A medida cheia:
A capacidade de uma vasilha é medida pela quantidade que ela suporta. Há produtos que as vasilhas de medir precisam sacudir. Aqui no Brasil, lembro muito da “cuia”, que era usada nos comércios para medir cereais, como farinha, feijão, arroz etc. Elas seriam bem medidas quando o vendedor sacudia, prensava de maneira que o produto derramava sobras às bordas das vasilhas. Assim, a medida estaria completa, de maneira que transbordava sobre o seu próprio colo. Assim, a medida com que medirdes recairá sobre vós. Quando se usa a generosidade, também receberá generosamente quem julga, pois, da mesma maneira, o julgamento dos nossos próprios atos nos leva a ser submetidos à mesma medida.
 
3. Adoni-Bezeque.
Colhemos aquilo que plantamos, não tem como escapar da lei do retorno, em quaisquer que sejam as finalidades. Semear é opcional, mas colher é obrigatório, ou seja, você planta se quiser, mas fique certo da colheita. Se fizeres o mal, receberás o mal que fizeste, mas, se fizeres o bem, receberás o bem que fizeste. Adoni-Bezeque prendeu setenta reis, cortou-lhes os polegares das mãos e dos pés e os fez comer das migalhas que caíam debaixo da sua mesa, uma atitude humilhante para com aqueles reis. O fator tempo se encarrega de preparar o retorno daquilo que fazemos. Adoni-Bezeque pagou na mesma moeda: “Então disse Adoni-Bezeque: Setenta reis, com os dedos polegares das mãos e dos pés cortados, apanhavam as migalhas debaixo da minha mesa; assim como eu fiz, assim Deus me pagou.” E levaram-no a Jerusalém, e morreu ali” (Juízes 1:7). Ele reconheceu a justiça divina sobre ele; hoje não será diferente.
 
Conclusão:
Amados, são necessários refletirmos todos os nossos atos em relação ao próximo. Não se regozije quando teu irmão cair. “Se teu inimigo cai, não te alegres com isso, e não exulte teu coração se ele tropeçar, para que Yahweh, o SENHOR, não veja isso, fique aborrecido contigo e retire sobre ele o seu castigo” (Provérbios 24:17, 18). Se a desgraça do meu inimigo me fez sorrir ou me alegrou intimamente, ou ainda se as provações pelas quais passou me geram prazer... (Jó 31:29-30); “Contudo, assim que tropecei, eles se alegraram e contra mim se ajuntaram-se às ocultas para me atacar e grandemente sem cessar” (Salmo 35:15); “Quem zomba dos pobres revela desprezo pelo criador deles; quem se alegra com a desgraça dos outros não ficará muito tempo sem castigo” (Provérbios 17:5). É isso aí, a dura lei do retorno. Deus nos guarde de fazermos juízo sobre os outros, principalmente os que se dizem cristãos. O que nos parece é que esse sentimento está desaparecendo.  O desrespeito está prevalecendo; parece que não estamos usando a palavra de Deus como regra de fé. Deus nos guarde, saiba que tudo o que você fizer, seja agravou ou não, receberá a justa recompensa.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019


ESBOÇO 953
TEMA: O CAMELO E O FUNDO DA AGULHA.
TEXTO: “E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha de que entrar um rico no reino de Deus” MATEUS 19:24

Entre as parábolas existentes nas escrituras sagradas, aludo uma muito simples e com uma admirável, a parábola ressalta a necessidade de o homem largar algo que possa deixá-lo fora do reino de Deus. Jesus sabia muito bem o que queria alcançar com essa parábola, pois a sua missão era agregar as pessoas ao reino dos céus.

O jovem rico
Aproximou-se de Jesus um moço rico interessado em saber a respeito da vida eterna, e como faria para alcançá-la, nesse momento Jesus usou uma figura de linguagem para expressar as verdades que os discípulos também precisavam ouvir. Não devemos interpretar na fala de Jesus que os ricos não entrarão no reino de Deus, mas por se tornarem muito ricos amariam mais as prioridades e as riquezas do que o reino dos céus, por essa razão Jesus ilustra como algo impossível de acontecer. As riquezas podem ser grande impedimento para a entrada na vida eterna (Mc 10:17-31; Lc 18:18-30). 

O camelo no fundo da agulha
Essa foi uma expressão figurada que seus discípulos ainda não haviam ouvido, ela parecia ter um toque de humor “um camelo passar no fundo de uma agulha”, mas como entender sobre o que Jesus falou? Algumas pessoas em suas pregações até aludem ser realmente uma agulha de costurar o que não se adéqua bem a realidade da fala de Jesus. Há outra possibilidade ao se referir a uma pequena porta chamada de agulha ao lado da porta principal de Jerusalém, por ela o camelo somente passaria se ajoelhando e o empurrado, por ser o camelo um animal de grande porte daquela região, embora sobre essa porta não se tenha alguns pormenores sobre. Se Jesus se referiu a essa porta estava dizendo que o rico teria dificuldade em deixar de lado todas as suas riquezas e se dobrar humilhadamente perante Deus, maneira que o conduziria entrada no reino dos céus, no entanto essa interpretação pode ter certa harmonia com o que ele falava. Assim não importa muito, mas o que ele se refere é deixar o fardo do pecado.

Existem muitas outras coisas que são verdadeiros impedimentos para a entrada no reino dos céus, por isso faz-se necessário à renúncia delas como: (1) Entrar pela porta estreita (Mt 7:13; Lc 13:24); (2) Não amar mais as riquezas (Mt 19:21); (3) Renunciar tudo (Lc 14:33; (4) Negar-se a si mesmo (Lc 9:23); (5) Deixar o fardo de pecados (Mt 11:228-30); (6) Amar mais a Deus (Mt 10:30; Mt 19:29; Lc 14:26). Os nossos pecados constitui-se um grande fardo que deve ser deixado para entrar na porta estreita, precisamos abandonar tudo aquilo que nos impede de entrar no reino dos céus. Há muitas coisas que precisamos deixar, por exemplo, alguns costumes e atitudes que desagradem a Deus e ao próximo, o amor às riquezas materiais e o dinheiro por onde começam os males (I Tm 6:10.

Pr. Elis Clementino

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

ESBOÇO 952 PERDOAR, UMA TAREFA DIFÍCIL.


ESBOÇO 952
TEMA: PERDOAR, UMA TAREFA DIFÍCIL.
TEXTO: “O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte, e tais contendas são como os ferrolhos dum castelo.” PROVÉRBIOS 18:19

Na vida existem coisas que são difíceis de fazer, mas não impossíveis, pois cada pessoa tem a sua capacidade emocional diferente, de maneira que uns tem a capacidade de suportar e encarar algo mesmo que venha mexer com seus sentimentos, sem, contudo alterar a sua conduta, mas existem outras pessoas que são sensíveis e capazes de se abalarem facilmente por razões às vezes muito simples. O que discorrerei nesse assunto algo que menos as pessoas gostam de fazer, pedir perdão, perdoar e desculpar quando ofendem e são ofendidos.

O perdão
Muitas vezes Jesus foi questionado sobre o perdão (Mt 18:21-22), o perdão significa indultar ou anistiar alguém que ofende ou é ofendido por outra pessoa. Ouvimos falar em perdoar, mas praticar não é tão fácil como se pensa, o perdão está acondicionado ao amor, por isso é impossível perdoar sem praticá-lo, aquele que pouco ama, pouco perdoa (Lc 7:47). Não devemos deixa o sol se por sobre a nossa ira. Irai-vos, mas não pequeis (Ef 4:14,26). Devemos levar em consideração o perdão divino para com as nossas ofensas, assim devemos retribuir conforme o perdão que recebemos de Deus, para entender melhor é necessário ler o texto de (MT 18:23-32).

Um irmão ofendido
A tarefa mais difícil é reconquistar alguém que ofendemos, seja por palavras ou por ações, para isso é preciso muita paciência para reconquistar, entre os provérbios diz que um irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte (Pv 18:19). Necessariamente é preciso buscar a sabedoria divina para reconquistar a quem ofendemos, mas se o ofendido não quiser perdoar o que fazer? Essa é uma pergunta que de vez enquanto ouvimos de alguém, nesse caso o que ofendeu deve procurar alguma maneira de se dirigir ao ofendido e se reconciliar, e se ele não quiser? O irmão será penalizado por isso? Creio que não, porém a responsabilidade ficará com o indivíduo que não se dispõe a perdoar. A lição de Jesus ao ser interrogado sobre quantas vezes (Lc 17:3,4). A prática do perdão facilita a aceitação das nossas ofertas perante o altar (Mt 5:23; 18:15-71; %:25). “Perdoe, mesmo que o indivíduo não mereça, mas para que você tenha paz.”

O perdão resulta:
A aceitação da oferta que é levada ao altar depende da nossa convivência com os irmãos (Sl 133). Perdoar resulta em sensação de alívio e de um dever cumprido. O perdão é uma via de mão dupla, ambas as pessoas serão beneficiadas, ou seja, tanto o que perdoa quanto o que recebe o perdão será aliviado. O perdão nos leva de volta a comunhão com Deus, isso resulta em muitos benefícios, promovendo saúde, paz e felicidade.

Irmãos, perdoar é uma necessidade universal, a humildade é o condutor que nos leva a perdoar. Devemos entender que no mundo pecaminoso em que vivemos é impossível viver sem aborrecer e ser aborrecido, ofender e ser ofendido, no entanto devemos perdoar quantas vezes seja necessário. O orgulho, o ódio, a prepotência, a insensibilidade são as únicas coisas que leva o homem a não perdoar. Não deixe que o sentimento de ódio, rancor, ira prevaleça em seu coração, a oração é o melhor caminho para esvaziar os nossos corações do ódio e da ira.

Pr Elis Clementino

quinta-feira, 31 de outubro de 2019


ESBOÇO 951
TEMA: CORAÇÕES PROVADOS.
TEXTO: O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o Senhor é quem prova os corações. Provérbios 17:3

Tudo o que existe no mundo, tanto coisas quanto pessoas são avaliadas, medidas e provadas, as pessoas serão aprovadas ou não de acordo com as suas obras, atitudes, tanto aqui perante os homens quanto diante do grande Deus juiz dos vivos e dos mortos (At 10:42). Não há como conhecer o coração humano, não ser que seja revelado através das suas atitudes, pois do coração procedem as saídas da vida (Pv 4:23-27), mas quanto provar o íntimo dos corações somente Deus, ele é quem examina (Rm 8:27).

I. O crisol e o fogo
Essa duas figuras alegóricas foram empregadas nessa ilustração.
1. O crisol é um recipiente para manipulações químicas em que se tem que misturar ou fundir algumas substâncias como metais; cadinho, essa peça é apropriada para evidenciar as melhores qualidades de algo ou alguém.
 2. O fogo é usado pelos ourives para as manipulações e limpeza do ouro.

II. Deus conhece e prova os corações
O coração humano ninguém conhece, ele é enganoso mais do que todas as coisas (Jr 17:9), mas Deus através dos seus atributos não somente conhecem como acesso todas as coisas, tanto as visíveis quanto as invisíveis; (1) Onipotente (Gn 17:1; Mt 28:18); (2) Onisciente (Sl 139:1); (3) Onipresença (I Rs 8:27; Sl 139:7; Hb 4:13),

Nada há oculto para Deus
1. Deus revela o culto, ele está no alto e tudo vê (Jó 28:24; Sl 11:4; 33:13; Dn 2:22; Lc 12:2).
2. Nada há encoberto perante ele, todas as coisas estão desnudas diante dos seus olhos (Jó 26:6; Sl 44:21; Sl 139:7,8; Hb 4:12.13);
3. Deus revela os segredos aos seus servos, Eliseu descobriu que o rei da síria estava planejando atacar Samaria (2 Rs 6:8-17);
4. Geasi tentou enganar Eliseu, mas o Senhor revelou a Eliseu o que Geasi havia feito (2 Rs 5:24-27);
5. Mulher do rei Jeroboão tentou enganar o profeta Aías (I Rs 14:6);
6. Ninguém engana a Deus, ele conhece o homem por dentro e por fora (I Sm 16:7);
7. Deus conhece o orgulho e a exaltação do coração (Sl 138:6);
8. O Espírito Santo examina os corações (At 5:8; Rm 8:27).

Deus prova os corações
Embora se entenda por Deus conhecer os corações dos homens não haja necessidade de prová-lo, pois bem o Senhor sabe, mas nós precisamos conhecer o que há dentro dele por aquilo que ele manifesta pelas suas obras. Na Bíblia há relatos de Deus provando corações do seu povo no deserto “Que te guiou por aquele grande e terrível deserto de serpentes ardentes, e de escorpiões, e de terra seca, em que não havia água; e tirou água para ti da rocha pederneira; que no deserto te sustentou com maná, que teus pais não conheceram; para te humilhar, e para te provar para no fim te fazer o bem;” (Dt 8:15,16). Da rocha ele tirou água e deu de beber a todos, provar para fazer o bem, assim entendemos que por mais que seja a prova resultará em benção (Rm 8:27,28). Jesus fez provas com seus discípulos, podemos citar a pesca maravilhosa (Lc 5:1-5), os discípulos havia pescado a noite inteira e nada apanharam, eles voltaram quando já estavam lavando as redes, Jesus os mandam voltar outra vez para uma nova pescaria. Muitas vezes ele contrariava os pensamentos das pessoas para extrair  resultados melhores.

Todos nós somos medidos e avaliados pelas outras pessoas, provados como o ouro no fogo (Pv 17:23; I Pe 1:7), é a prova da fé, se somos provados assim cremos que Deus quer que algo melhor aconteça na sua vida. Devemos acreditar que Deus não nos prova além daquilo que suportamos (I Co 10:13), pois ele conhece a todos e as intenções dos corações “O Senhor é o único que conhece o homem que ele criou, ele sabe tudo que esquadrinha e conhece todos os pensamentos e intenções do coração.” (I Cr 28:9).

Pr. Elis Clementino

sábado, 26 de outubro de 2019

ESBOÇO 950 O PROFETA VELHO.


ESBOÇO 950
TEMA: O PROFETA VELHO.
TEXTO: I REIS 13:11

Os profetas tinham a missão de transmitirem as mensagens divinas ao povo, esse era um meio pelo qual Deus falava para os homens, mas precisamente aos reis quando estes pecavam, mas se o profeta não corresponde-se com o mandato do Senhor ele seria punido severamente. O exemplo que ressaltarei nessa questão é a indisciplina do rei de Judá Jeroboão, o profeta enviado para adverti-lo e o profeta velho.

O pecado de Jeroboão e o profeta
Jeroboão desobedeceu ao Senhor, tornou-se idólatra de maneira que chegou aos olhos do Senhor, de maneira que ele resolveu enviar um profeta contra o seu altar e advertir o rei. Deus ao enviar o profeta lhe fez algumas recomendações para que ele não se envolvesse com nada durante a sua missão, não comesse, não bebesse água e não voltasse pelo mesmo caminho (1 Rs 13:9), a sua missão era profetizar contra o altar de Jeroboão. Ao profetizar sobre o altar o rei se irou contra o profeta após ver que o seu altar fendeu-se ao meio, ele estendeu a mão contra o profeta, mas seu braço encolheu, e vendo ele seu braço havia encolhido rogou ao profeta para que o Senhor restaurasse os movimentos do seu braço (1 Rs 13:6). Toda desobediência a Deus tem um alto preço, devemos ter cuidado para não tocar nos ungidos do Senhor “Não toqueis em meus ungidos, não maltrateis meus profetas.” (Sl 105:15).

O rei oferece recompensa
O profeta rejeita e diz: Recebi ordem do Senhor para nada receber, nem beber e não voltar pelo mesmo caminho, mas havia em Betel um profeta velho, que ao tomar conhecimento do que houve através dos seus filhos mandou chamar o profeta novo para ir a sua casa e comer com ele, mas inicialmente ele resistiu o convite alegando ter sido advertido pelo Senhor (1 Rs 13:11-17), mas o poder da persuasão o fez mude de ideia, tenhamos cuidado com o poder da persuasão, muitas vezes somos tentados, por isso pelas vantagens oferecidas muitos sedem a tentação.

O profeta velho diz: Eu também sou profeta como tu, um anjo falou-me dizendo: Faze-o voltar para a tua casa para comer pão e beber água (mentiroso), assim ele enganou o profeta (I Rs 13:18), e o fez desobedecer a Deus e dá ouvido a voz do profeta velho de Betel, ele comeu pão e bebeu água na casa do profeta (I Rs 13:19). Estando ele a mesa veio à palavra do Senhor ao profeta que o tinha feito voltar e lançou-lhe em rosto a sua desobediência e consequentemente a sua sentença (I Rs 13:20-28).

Vivenciamos atualmente muitos tipos de enganos, há uma onda que diz: Deus me mandou dizer, eu não posso voltar para casa com a mensagem, Deus está me mostrando, e o pior é que em certos cultos se não houver esse tipo de coisa muitos crentes abandonam a congregação crendo que Deus não está nela. As profetadas estão por toda parte, no entanto o Senhor nada tem a ver com aquele o que diz: o Senhor me disse, isso é um perigo para a fé. Deus adverte o seu povo quanto a esse tipo de profeta (Jr 5:31; 14:14; 23:16,21,26,30-32; Ez 13:3), eles enganam além de tirar proveito até financeiro. Já na era cristã os crentes foram advertidos quanto a esse procedimento, pois eles estavam infiltrados na igreja do Senhor (2 Co 11:13), os novos convertidos precisam serem ensinados a se protegerem desses profetas do engano.

Amados devemos ter cuidado para não sermos enganados, pois há muitos falsos profetas, eles estão por toda parte enganando usando o nome do Senhor, Jesus falou também como um prenuncio da sua volta (Mt 24:5,11), por isso Paulo recomendou a igreja que eles mesmos ou um anjo viesse pregar outro evangelho se anátema (Gl 1:8,9). Muitos falsos profetas têm feito muitos dos nossos irmãos errarem, a ponto de se decepcionados e desviarem pela falta de cumprimento de tal profecia.

Pr Elis Clementino