quinta-feira, 23 de junho de 2022

ESBOÇO 1185 O SILÊNCIO E O PODER DAS PALAVRAS.

 

ESBOÇO 1185
TEMA: O SILÊNCIO E O PODER DAS PALAVRAS.
TEXTO: JÓ 2:13; 13:5; SALMOS 39:2

INTRODUÇÃO:
O silêncio é o estado de quem se abstém de falar, pois é claro que a maior parte da nossa comunicação é verbal, ou seja, através da fala, embora haja outros métodos pelos quais as pessoas podem se comunicar, principalmente com pessoas especiais, elas se comunicam através de sinais ou libras. Desejo falar nesse assunto apresentando que as nossas palavras devem ser antes de tudo ponderadas e controladas levando em consideração o tempo e o modo (Ec 3:7).

I. A VOZ DO SILÊNCIO.
O silêncio fala por si só, ou seja, através dele o indivíduo manifesta algo em determinados momentos; ele pode ser compreendido como uma resposta; o silêncio pode ser uma maneira de não incomodar alguém, mas também pode ser usado como uma estratégia para alcançar um objetivo (Js 6:10). Do silêncio de alguém podemos extrair algo que desejamos, basta apenas prestar bem atenção ao momento e o tipo de silêncio. Alguns atos por si só já falam, a mulher que lançou perfume aos pés de Jesus, ela sem palavras expressou o seu sentimento (Lc 7:37), o mestre nada indagou sobre aquela mulher, mas o silêncio dela naquele momento também incomodou algumas pessoas.

No âmbito judicial o silêncio pode ser usado como arma de defesa do investigado, ele é orientado pelo advogado de defesa a não falar, isso faz parte do jogo processual, dessa forma o seu cliente não produzirá provas contra si. Em em outros lugares também se usam-se o silêncio, nos hospitais; em momento de profundo em morte de alguém, sentimento por algo ruim que alguém esteja passando, esses momentos geralmente nada temos a dizer como aconteceu com os amigos de Jó (Jó 2:13; 13:5). O silêncio ainda pode ser usado como prudência na presença de inimigos (Js 6:10); quando as circunstâncias requerem (Ec 3:7); em tempos maus (Am 5:13); na casa de Deus (Hc 2:20); na presença de Deus (Sf 1:7; Zc 2:13).

Para determinadas pessoas o silêncio é uma ameaça, principalmente quando se fala com uma pessoa e ela nada responde. O silêncio pode ser usado como uma das provocações, isso frequentemente acontecem com alguns cônjuges, isso o faz com que o interpelador se sinta incomodado. Jesus ao ser questionado na respondeu e isso incomodou algumas autoridades, ante o sumo sacerdote (Mt 26:62,63); na presença de Pilatos (Mt 27:14; Mc 15:3); perante Herodes (Lc 23:9; Jo 8:6) diante de uma mulher que estava sendo acusada poucas palavras resolveu a situação da mulher; seus últimos dias do seu ministério (Jo 14:30). O silêncio de Jesus e suas poucas palavras incomodavam, principalmente as autoridades que tentavam lhe acusar, eles tentavam fazer com que ele tropeçasse nas suas próprias palavras, pois o que eles prestavam atenção era se o que Jesus dizia estava conforme a lei de Moisés ou não. Muitas vezes somos obrigados pelas circunstâncias a não falar ou falar pouco., esse é um princípio de sabedoria (Pv 29:11; 10:19; 21:23).

II. CUIDADO COM SUAS PALAVRAS.
As pessoas devem exercer uma grande vigilância sobre o que falar, pois a nossa fala tanto pode nos condenar quanto absolver (Mt 12:36,37; 26:72-73; Jó 15:6). A maneira como expomos a nossa fala é importante, mas é preciso levar em consideração o momento e o modo de como nos expressamos, visto quer a nossa língua exerce um grande poder 

III. O PODER DA LINGUA.
A nossa língua tem o poder tanto para destruir como para edificar, infelizmente muitas pessoas não se ligam nesse detalhe, esse escrito atribuído a Salomão expressa o poder que tem a língua (Pv 18:21. O apóstolo Tiago descreve muito bem a respeito da língua (Tg 3:1-12). Jesus falou que do coração pode sair tanto coisas boas, quanto as más (Mt 15:19; Pv 4:23), a fala tem o poder de revelar o que está no coração. As palavras imprecatórias saem dos corações maus, assim como dos corações bondosos saem as palavras abençoadoras, Tiago disse que não pode sair de uma mesma fonte água doce e salgada (Tg 3:11-12).

As nossas palavras, além de ter poder, elas podem ir muito mais longe do que pensamos, por isso devemos ter o máximo de cuidado com as nossas palavras ou aquilo que pronunciamos, (Ec 10:20). É importante sabermos o tempo e o modo para falar em qualquer demanda. No nosso convívio cristão existem muitas pessoas necessitadas de uma palavra que o edifique, mas somente aqueles cujos os corações estão cheios de boas ações tem a capacidade de ajudar-lhes. 

Muitas vezes, apenas uma palavra pode ajudar alguém que cuja alta estima, está em baixa, embora essa palavra do profeta esteja direcionada a Cristo, mas podemos pedir a Deus uma boa palavra para aquele que está cansado e oprimido (Is 50:4). A nossa palavra deve ser agradável, temperada com sal, para que saiba como convém responder a cada um (Fp 4:6). Devemos saber como nos comunicar com cada tipo de pessoa, o tempero do sal é o controle, se o sal for em excesso fica salgado demais, se pouco, também não é bom, então o sal deve ser usado com moderação, assim são as nossas palavras.

Pr. Elis Clementino

terça-feira, 21 de junho de 2022

ESBOÇO 1184 A ALEGRIA DO ACHADO.

 ESBOÇO 1184
TEMA: A ALEGRIA DO ACHADO
TEXTO: LUCAS 15:8,9
 
Introdução:
Ninguém perde algo na vida para estar hílare, muito pelo contrário, ficará triste, mesmo que seja alguma coisa que não expresse muito valor. Podemos perder inúmeras coisas nesta vida, porém há perdas que podem deixar lacunas que às vezes são irreparáveis. A parábola de Jesus escrita por Lucas enfatiza a busca por algo precioso que havia perdido: “a dracma”. Nesse assunto, falaremos sobre os valores perdidos e a alegria do achado.
 
I. Valores perdidos.
Houve questionamentos e murmurações entre os fariseus e escribas porque Jesus recebera os publicanos e pecadores para ouvi-lo (Lucas 15:1,2). Ele estava no cumprimento da sua missão, buscando as ovelhas perdidas da casa de Israel. Por essa razão, ele proferiu as parábolas da ovelha e da dracma perdida. Os valores perdidos podem estar em nós, na sociedade e dentro da nossa própria casa, entretanto, aonde quer que eles estejam, devemos reavê-los. Há alguns tipos de valores que são verdadeiros referenciais e não podem ser perdidos; entre eles estão os valores morais, familiares e espirituais.
 
A. Os valores morais.
Quando os valores morais de uma sociedade são afetados, pode conduzi-la ao caos, em que a inversão e as perversões a contagiam. Há vários exemplos nas escrituras sagradas que confirmam isso. Sodoma e Gomorra foram moralmente afetadas, menos a família de Ló (Gênesis 19:4-28). Levemos em consideração que, mesmo em meio a uma sociedade corrompida, é possível viver moralmente. A família de Ló conservava seus princípios religiosos; ele conhecia o Deus de Abraão.
 
B. Os valores da família.
A família tem um valor sagrado; ela tem grande significado para Deus. A família é a primeira instituição do criador (Gênesis 2:18; 21,24; 12:3; 28:14). Por essa razão dizemos que ela é um projeto de Deus. Desde o começo foram criadas três instituições de valores: A família, o estado e a igreja. A família se destaca como a mais importante dessas instituições, porque, sem ela, as demais não existiriam. A família, sem a proteção do criador, enfrentará muitas dificuldades. Na sociedade atual, os valores da família estão sendo desprezados, nunca houve tanta vulgarização da família, pois suas bases têm sido afetadas, resultando na degradação da sociedade moderna. Um dos fatores que atribuímos é a ausência de amor e afeto por ela. Jesus, no sermão da montanha, apresentou como um dos sinais da sua volta: “por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará” (Mateus 24:12). Jesus mostrou naquele sermão que esse seria um dos sinais da sua volta: “por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará” (Mateus 24:12).
 
C. Os valores espirituais
Os valores espirituais são afetados diretamente pelas perdas dos valores morais do cristão e de qualquer instituição religiosa; basta apenas desprezá-los. Muitas igrejas estão arruinadas moralmente por causa dos seus líderes que se envolveram com uma série de coisas imorais comprometedoras. Quando perdemos os valores espirituais, as consequências são muito piores. Temos um exemplo notável, o de Davi, que arruinou a sua própria família por causa do pecado, pois, mesmo arrependendo-se, a espada divina, ou seja, as consequências, não se afastaram da sua casa. A vida de Davi se tornou um pesadelo, como: A morte do seu filho com Bate-Seba, a sua filha foi violentada por seu irmão, o assassinato entre irmãos. (2 Samuel 12:8-13; 13:1-14, 23-25).
 
II. Reavendo os valores perdidos
Os valores perdidos não podem ser olvidados e deixados para trás, mas quais os motivos que levam esses valores morais e espirituais a serem abandonados? A falta de amor, a ambição pelas coisas materiais, a mentira e a falta de respeito às leis divinas. Reaver esses valores é imprescindível; a parábola da ovelha e da dracma enfatiza essa busca. Aplicamos a atitude de buscar os valores em todos os sentidos, sejam na vida moral, familiar e espiritual. Jesus mostra a incessante busca da mulher pela dracma. Ela acendeu a candeia, buscando ter uma visão maior de onde havia perdido. Se você permanecer com uma mentalidade escura, sem ter a visão do valor da perda, não adianta procurar. Somente depois do reconhecimento do valor da dracma é que ela decidiu varrer a casa ou limpar a sujeira, pois, no meio das coisas impuras e sujas, você é impossibilitado de encontrar seus valores. Ela buscou diligentemente até achar a dracma perdida. Temos aí uma lição de persistência: não desista de buscar seus valores perdidos.
 
Conclusão:
Há uma profunda alegria quando recuperamos algo de grande importância que fora deixado para trás. Há valores extremamente importantes que, ao acharmos, fazemos questão de realizar banquetes. O texto descreve que houve alegria tanto do pastor ao encontrar a ovelha quanto da mulher que encontrou a dracma perdida; ambos se regozijaram. Ela convidou seus vizinhos para compartilhar daquela alegria, dizendo: "Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida." Os valores a serem restaurados podem ser morais, familiares e espirituais, os quais devem ser motivos de alegria quando restaurados. Para Cristo somos os maiores valores achados.
 


segunda-feira, 20 de junho de 2022

CONVIVENDO COM O QUE É VERDADEIRO.

 

ESBOÇO 1183

TEMA: CONVIVENDO COM O QUE É VERDADEIRO.

TEXTO: FILIPENSES 4:9-13.

            Uma das nossas tarefas mais difíceis é ser verdadeiro, a verdade deve estar presente na vida de todo homem, embora haja pessoas que não estão preocupadas com ela, no entanto, outras estão extremamente preocupadas com a sua postura moral e religiosa. Falaremos rapidamente sobre o tema.

I. DEFINIÇÃO DA VERDADE.

Verdade significa estar de conformidade com os acontecimentos, ou seja, é a realidade dos fatos. A verdade pode ser discutida e duvidada em certos momentos, porém jamais vencida. “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade” (2 Co 13:8). A verdade está oferecida e revelada para quem quer acreditar.

II. A VERDADE LIBERTA.

Somente a verdade liberta, quando você fala a verdade, ainda que não seja compreendida você se torna liberto do fardo da mentira. Libertar-se da mentira é muito prazeroso, mas isso somente será possível através da verdade, Jesus é a verdade que liberta.

III. JESUS, A VERDADE.

Aqueles que conhecem Jesus conhece a verdade, ela tem a capacidade de libertar “E conhecereis a verdade e ela vos libertará” (Jo 8:32), Jesus é a verdade que liberta. A mentira era combatida por ele, porque ela não provinha do pai, mas do diabo, o pai da mentira (Jo 8:44).

IV. SER VEDADEIRO.

Ser verdadeiro deve ser a laivo do cristão, Paulo enfatiza que os cristãos deviam ser verdadeiros em todos os aspectos, tanto social, quanto religioso, ele foi muito claro quando disse: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4:5-8). Paulo se apresenta como modelo, os cristãos deveriam tomar como modelo pessoal e espiritual “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai...” (Fp 4:9).

                No mundo atual os valores se inverteram, a mentira é sinônimo de verdade e ser verdadeiro é sinônimo de mentiroso. A mentira e a falsidade parecem prevalecer aos nossos olhos. O profeta Isaias descreveu como já viviam os povos daquela época; “Ai dos que usam o mal como sinônimo de bem e chamam o bem de mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, fel!” (Is 59:20); “A justiça é posta de lado, e o direito é afastado. A verdade anda tropeçando no tribunal, e a honestidade não consegue chegar até lá. A verdade desapareceu, e os que procuram ser honestos são perseguidos.” (Is 59:14-15).

Pr. Elis Clementino - prelisclementino@hotmail.com

sábado, 18 de junho de 2022

COISAS ESPANTOSAS ANDAM FAZENDO.

 

ESBOÇO 1182

TEMA: COISAS ESPANTOSAS ANDAM FAZENDO.

TEXTO: JEREMIAS 5:30-31

O pecado sempre foi praticado, desde a queda do homem no Edem, a partir dali o pecado passou a fazer parte da natureza humana, assim pelo pecado de um só homem contagiou a todos (Rm 5:12-17). O pecado contaminou até o sistema religioso do Antigo testamento, principalmente nos dias do profeta Jeremias do qual falarei brevemente nesse assunto.

I. QUEM ERA JEREMIAS?

Jeremias além de ser profeta era sacerdote, ele nasceu em Anatote no final do reinado de Manassés, em aproximadamente 650 a.C. Ele era filho de Hilquias, um dos sacerdotes de Anatote. Jeremias teve um chamado divino para uma grande missão, exatamente em um período de muita conturbação no Oriente Médio, ele alcançou vários reis, Josias, Joaquim e Zedequias. Jeremias profetizou o Exilio e condenado a conduta do povo mostrando-lhes a necessidade de voltarem-se para Deus.

II. A FALSIDADE DOS SACERDOTES.

Os sacerdotes se corromperam e profetizavam mentiras em nome de Deus, por isso houve a necessidade de Deus ter o enviado Jeremias como profeta, embora odiado até pela sua família, mesmo assim ele estava disposto a pagar o preço da sua missão por falar as verdades de Deus a um povo mergulhado no pecado da idolatria e as mentiras dos sacerdotes, porém Deus estava vendo tudo, principalmente as mentiras que faziam o povo errar ainda mais (Jr 5:31; 14:14; 23:25-26; Lm 2:14). A missão divina na vida de Jeremias lhe custou prisões, calabouço e cepo, isso por falar a verdade (Jr 37:16).

III. A CONTEMPORANEIDADE.

Jesus advertiu não somente os discípulos, mas também a nós que vivenciamos essa realidade ensinada por ele “Acautelai-vos quanto aos falsos profetas. Eles se aproximam de vós disfarçado de ovelhas, mas no seu íntimo são como lobos devoradores...” (Mt 7:15-17). Durante o ministério de Paulo, principalmente ao escrever a igreja de Coríntios ele advertiu os cristãos sobre os falsos, apóstolos, obreiros desonestos, fingindo-se ser apóstolos de Cristo (2 Co 11:13-15). O apóstolo Pedro lembrou aos cristãos dizendo: Assim como, no passado, surgiram falsos profetas entre o povo, da mesma forma, haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao cúmulo de negarem o Soberano que os resgatou, atraindo sobre si mesmos a repentina destruição...” (2 Pe 2:1,2).

IV. A PREPARAÇÃO PARA O ANTICRISTO.

O engano faz parte do governo do anticristo, que conforme Paulo escreveu aos crentes de Tessalônica “Ora, o aparecimento desse anticristo é de acordo com a ação de Satanás, com todo o poder com sinais e com maravilhas ilusórias...” (2 Ts 2:9-11). No presente tudo se encaminha para esse acontecimento, já podemos observar que as preparações se encaixam dentro daquilo que Jesus e os apóstolos falaram, o senário do anticristo está se preparando para um governo mundial, não se fala mais em outra coisa, a não ser a nova ordem, o mundo inteiro já está vivendo o pleno experimento através do controle social e muitos estão aderindo e até cristãos dando boas vindas apoiando os projetos satânicos.

V. OS CRISTÃOS DA ATUALIDADE.

A apostasia, muitos abandonarão a Cristo e aderirão tudo o que a Deus, vejam o que disse Paulo ao seu jovem obreiro Timóteo “Portanto, chegará o tempo em que não suportarão o santo ensino; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, reunirão mestres para si mesmos, de acordo com as suas próprias vontades” (2 Tm 4:3,4), na mesma carta ele descreve as características dos homens no fim dos tempos (2 Tm 3:1-13), no meu ponto de vista nada há de novo.

Coisas espantosas estão acontecendo nos últimos dias, a falsidade, a mentira estão em evidencia por toda parte, vivemos dias de engano e inversão dos valores morais e até espirituais. Muitos estão profetizando por toda parte, Jeremias profetizava para correção, mas nos dias atuais muitos enganam as pessoas massageando o seu ego, enquanto o inimigo está ganhando terreno. Amados, vamos fazer o povo conhecer o que disse o profeta Isaías “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar” (Is 55:6,7). Tenhamos cuidado com as redes sociais, há uma sequência de profecias e só falam das coisas materiais e de vitórias, além disso quando se olha para os tais, eles precisam se converterem, entraram no mesmo caminho dos profetas do rei Acabe, nos dias de Micaias, está sobrando profetas e faltando Micaias (i Rs 22:14). Cuidado! Jesus as portas está, assim como foi nos dias de Noé será a sua vinda (Mt 24:37-39).

Pr. Elis Clementino – prelisclementino@hotmail.com

quarta-feira, 15 de junho de 2022

O QUEBRANTAMENTO DE DAVI.

 

ESBOÇO 1181

TEMA: O QUEBRANTAMENTO DE DAVI.

TEXTO: SALMOS 51

Todo homem tem uma consciência e essa é capaz de discernir o certo do errado, o reconhecimento de cada erro que cometemos é proveniente do conhecimento que temos da lei do Senhor, ela foi imposta para reger a nossa conduta. Quando o homem falha, o arrependimento é o único caminho para chegarmos a Deus.

I. A CONFISSÃO.

O homem é despertado através da consciência, as leis de Deus entregue por Moisés servem de regra para todo homem, e todos sabem, porque Deus não tem o culpado por inocente (Na 1:3). Todo homem sabe que há uma prestação de contas, mais precisamente aqueles que que lhes servem, “Nós teremos de prestar contas a Deus de tudo o que fizermos em segredo, seja o bem ou o mal (Ec 12:14) NTLH. Aqueles que pecam confissão e deixa alcançarão misericórdia, ou seja, “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia (Pv 28:13).

Muitas vezes o homem endurece a servis e continua com a sua vida pecaminosa como que nada esteja acontecendo, no entanto, as vezes faz-se necessário que Deus entre em ação como fez com Davi após o seu pecado com Bete-Seba, Davi foi repreendido por Natã o profeta que lançou em seu rosto o seu pecado e a sentença que ele receberia pelo mal que havia feito (2 Sm 12: 9,10). É um perigo resistir a cobrança divina, a consciência de Davi a arder e agora o seu pecado passou a fazer parte do seu cotidiano e disse: O meu pecado está diante de mim (Sl 51:3; 44:15); Pequei contra ti somente pequei, eu fiz o que era mal aos teus olhos, as vendas dos olhos caíram (Sl 51:4); Agora ele volta lá atrás e reconhece a sua natureza pecaminosa (Sl 51:5), Davi reconhece que em pecado concebeu a sua mãe, finalmente como disse Paulo, todos pecaram (Rm 5:12);

II. DAVI PEDE PERDÃO.

O indivíduo por chorar, sentir remorso, mas se não pedir perdão nada adianta, o verdadeiro arrependimento vem de dentro de um coração quebrantado, só com o perdão haveria purificação (Sl 51:7-9), Davi considerou com que seus ossos tivessem sido quebrados e dizia: esconde a tua face de mim e apaga as minhas iniquidades, então cia em mim, ó Deus um coração puro e renova em mim um espirito reto. Quem tem o temor a Deus, o mais duro é ser lançado fora da presença de Deus, esse temor Davi ele teve “Não me lances fora da tua presença, e em retires de mim o teu Espírito Santo” (Sl 51:11). Somente com a confissão a angústia e as tristezas do pecado desaparecem e a alegria da salvação que havia perdido, retornará.

III. SERVIÇO.

Após o processo de perdão e reconciliação com Deus, Davi se prontificou a fazer a obra de Deus, ensinar aos transgressores os caminhos do Senhor e louvarei o teu nome (Sl 51:13-15). Ele sabia que dali em diante o mais importante seria o coração quebrantado do que os sacrifícios (Sl 51:16-19).

Amados, o verdadeiro arrependimento gera mudança na vida do perdoado, pois chorar, ou derramar muitas lagrima se emocionar, nem sempre quer dizer arrependimento há pessoas que pensão que choro significa arrepender-se. O verdadeiro arrependimento traz mudanças e é através dela sabemos que houve um real quebrantamento de espírito. Deus está exigindo de nós um coração puro e quebrantado. Quando recebemos o perdão, Deus deixa para trás das suas costas os nossos pecados como disse Ezequias (Is 38:17).

Pr. Elis Clementino – prelisclementino@hotmail.com