quarta-feira, 17 de março de 2010

LEVANDO A SUA PRÓPRIA CRUZ

ESBOÇO 325

TEMA: LEVANDO A SUA PRÓPRIA CRUZ.

“E Jesus chamando a multidão com os seus discípulos, disse-lhes se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz e sega-me.” (Mc 8.34)


INTRODUÇÃO

Jesus Cristo se apropriou de um símbolo muito usado na época “CRUZ”, e atraiu para si multidões a fim de mostrar-lhes que não importa quão grande seja os obstáculos, mas o importante é segui-lo, embora não se tratasse literalmente de uma cruz de madeira, ferro ou quaisquer outros materiais. Esse tipo de cruz a qual Jesus se refere é algo muito mais pesado, pois a luta é constante e o sofrimento é continuo. Neste comentário veremos o significado, a decisão do crente em carregar a cruz, seis classes de sofrimentos, e o cireneu que lhe ajudará carregá-la.


Significado

- Um instrumento de tortura, usado para execução de pessoas (criminosas e escravos) (Lc 23:33;).

- Símbolo de sofrimento e morte (1 Pe 2:21;4:13; At 10:39).

- Sinal de vergonha, onde Cristo sofreu a mais terrível dor (Hb 12:2).

- Zombaria; Na cruz que Jesus foi zombado pelos seus algozes (Mt 27:39).

- Rejeição (1 Pe 2:4).


Decidindo carregar a cruz.

O cristão deve decidir carregar a sua cruz voluntariamente, pois esse é o preço do discipulado. Negar-se a si mesmo faz parte do esforço para conduzi-la até o fim, isso também significa dizer não, a qualquer coisa que venha comprometer a sua caminhada cristã.


Seis classes de sofrimentos

O cristão deve estar ciente que enfrentará por toda a sua vida seis classes de sofrimentos. “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições: mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33b). No entanto tenha cuidado com a seguinte expressão: PARE DE SOFRER.


1. Negar-se a si mesmo: Por amor a Cristo e abrindo mão de tudo como: casa, família, bens materiais, e tantas outras coisas que são vultosas, estes não devem ser mais amados e estimados (Lc 14:26,27).


2. Lutar contra o pecado, pois é uma das metas principais para quem quer seguir a Cristo (I Pe 4:1,2; Rm 6.2) crucificando as suas concupiscências (1 Pe 2:11,21-14; Gl 2:20; 6:14; Rm 6:8,13; Tt 2:12).


3. Lutar contra Satanás e os poderes das trevas: Permanecer firme e sem olhar para trás (2 Cor 10:4,5; 6:7; Ef 6:12; 1 Tim 6:12), enfrentando todo tipo de hostilidade do adversário e das hostes infernais (2 Cor 6:3-7; 11:23-29; 1 Pe 5:8-10). Nessa luta jamais devemos ser perdedor.


4. Perseguição: Por resistir aos falsos mestres que distorcem o verdadeiro sentido do evangelho (Mt 23:1-36; Gl 1:9; Fp 1:15-17).


5. Opróbrio: Ódio e todo escárnio do mundo (Hb 11:25,26; Jo 15:18-25), rejeitando todo tipo de imoralidade (1 Cor 12.1-27).


6. A cruz: Carregá-la até o último instante da vida (Mt 16.24).


O cireneu

Talvez este termo seja estranho, pois se tratava de um cireneu chamado Simão, (natural de Cirene Cidade da Líbia) que provavelmente vindo do campo e estava em Jerusalém no período da páscoa, este fora constrangido a carregar a cruz de Cristo (Lc 23:26). Deus não constrange ninguém carregar a cruz (Mc 8.34), mas a todos quanto quiserem carregar, Deus dará a capacidade e o consolo para chegarmos até o fim.


Nada façais para tornar a sua cruz mais pesada, ao mesmo tempo, não se pendure nas dos outros.


CONCLUSÃO

Devemos pedir a Deus que sempre nos capacite de acordo com o peso da nossa cruz. Precisamos saber que elas não são iguais, cada pessoa tem a sua e de tipos diferentes, mas tanto uma como a outra o Senhor nos ajudará, Ele é o nosso cireneu. A renuncia pessoal é imprescindível, por isso carreguemos a nossa cruz até o último instante da vida (Mt 16:24).


Pr. Elis Clementino Itapissuma - PE

quarta-feira, 10 de março de 2010

TEMA: AS MÁS COMPANHIAS

ESBOÇO 324

TEMA: AS MÁS COMPANHIAS

“Filho meu, se os pecadores, com blandícias, te quiserem tentar, não consintas. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas. Porque os pés deles correm para o mal e se apressam em derramar sangue” (Pv 1.10;15,16).


INTRODUÇÃO

As más companhias têm causado sérios transtornos para o indivíduo tanto para a vida moral quanto a espiritual. As influências más são consideradas biblicamente como o fermento velho ou peçonha mortal. Há muitas pessoas que até a presente data nunca conseguiram se livrar dos detrimentos originados pelas más companhias. Atualmente as preocupações dos pais com relação aos filhos são exatamente esta. Discorreremos neste resumido comentário sobre as preocupações, resultados das más associações, advertências e referências gerais de boas companhias.


As preocupações

Estamos vivendo numa época em que o ser humano está cada vez mais vulnerável as influências negativas de certas amizades, principalmente os nossos filhos, crianças, adolescentes e jovens, o mais grave ainda é que tem aumentado o número de pessoas idosas envolvidas em situações difíceis por causa das más companhias. As seduções são cada vez mais tentadoras envolvendo crianças, adolescentes e jovens, no uso de bebidas alcoólicas, uma droga considerada lícita, que sem dúvidas servirão de porta de entrada para outros tipos de drogas mais nocivas. Não faz muito tempo que as crianças podiam brincar na rua com os amiguinhos sem inspirar muitos cuidados aos pais, as amizades eram mais tranqüilas, no entanto hoje tudo mudou. Atualmente se faz debates e mais debates tentando descobrir como evitar os nossos filhos contraírem más companhias, mas já surgiu um oponente muito mais poderoso e este não está simplesmente nas ruas, mas dentro de casa, às vezes dentro do quarto do seu filho ou lugar mais sagrado da casa “INTERNET”, no entanto sabemos que toda ferramenta tem os seus malefícios e benefícios, a faca que prepara o bife para saborearmos é a mesma que fere o dedo da mão, ou seja, tanto pode ser benéfica como maléfica, os cuidados devem ser constantes principalmente em relação aos filhos, e ao que eles estão compartilhando. CUIDADO!


As más associações podem levar o individuo a corrupção moral e espiritual

A corrupção Moral ocorre quando o individuo contrai más companhias. O salmo primeiro apresenta a distinção entre os justos e os ímpios. Numa visão cristã os crentes verdadeiros podem ser conhecidos pelas coisas que praticam; pelos lugares que freqüentam e pelas pessoas que convivem. Ninguém pode provar as bênçãos de Deus sem evitar as coisas prejudiciais e destrutivas (Sl 1.1). Salomão ressalta; - “Anda com os sábios e serás sábios, más o companheiro dos tolos será afligido” (Pv 13.20; 16.29).


Corrupção Espiritual acontece quando as pessoas separadas do pecado e compromissadas com Deus se misturam com os ímpios, ou seja, com aqueles que não temem e nem conhecem a Deus. Entretanto todo aquele que tem compromisso com o Senhor necessariamente não deverá caminhar com esses tais, para que não seja corrompido tanto na conduta moral quanto a espiritual (I Cor 15.33,34; I Co 5.6), entendemos que não necessita muita coisa para o homem se corromper, basta apenas uma pequena influência má, pois é como um pouco de fermento. “Um pouco de fermento leveda toda massa” (Gl 5.9).


Exemplos de más associações

Já sabemos que as más companhias se constituem uma grande ameaça para o individuo, principalmente a quem serve a Deus, no entanto citaremos poucos exemplos que certamente nos alertará. Sansão amou a Dalila e teve um fim trágico (Jz 16.4); Salomão amou as mulheres estranhas e na sua velhice teve o seu coração pervertido para servir a deuses estranhos (I Rs 11.1-4); Jeosafá fez aliança com Acabe não se saiu bem, e o Senhor o reprovou por causa daquela união (2 Cr 19.2).

Os estreitos relacionamentos entre justo e ímpio nunca deram certo. Deus dá mandamento a Moisés para não fazer concerto com o povo da terra que iria possuir (Ex 34.12).


Advertências bíblicas

Não seguir a multidão, existe pessoas que seguem a maioria para cometerem maldades (Ex 23:2; Ex 23:33). Deus recomenda que não façamos aliança ou associações com pessoas más (Ex 34:12; 23.32; 2 Cor 6:14) e nem trilhar os seus caminhos atraentes, pois são como armadilhas para o justo (Sl 1:1; Pv 1:15; Pv 4:14; Pv 22:25; Pv 23:6). Além do mais não devemos ter inveja da prosperidade deles, isso pode destruir a esperança daquele que confia em Deus. Cuidado! (Pv 24:1; Sl 37.1). Asafe ficou perturbado e quase seus pés escorregavam enquanto olhava a prosperidade dos ímpios (Sl 73.2,3,16). Todavia foi na oração que entendeu o fim deles (Sl 73.17).


As boas companhias

As boas companhias edificam e constrói, temos registros nas escrituras de grupos de jovens que se agregaram diante de situações difíceis como os que foram levados cativos por Nabucodonosor para Babilônia, ele se tomaram decisões conjuntas importantes e se edificavam nas orações, comunhão e compartilhavam espiritualmente para não perderem a sua comunhão com Deus (Dn 1.1-17). Não podemos viver sozinhos, boas amizades são imprescindíveis, porque elas nos ajudam. “Porque, se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois caindo, não haverá outro que o levante” (Ec 4.10-12; Isa 41.6).


CONCLUSÃO

Nada melhor que as boas amizades, porque elas nos edificam, e os maus companheiros infelizmente têm uma maneira muito perspicaz em envolver as pessoas em situações difíceis até dentro da própria igreja, principalmente aqueles que não querem obedecer à palavra o apóstolo Paulo recomenda-nos o que fazer (2 Ts 3.14,15; I Co 5.9,11). Seja amigo e companheiro desde que essa amizade seja saudável (Sl 119:63). Não se esqueça de selecionar bem os seus amigos.


Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE

quarta-feira, 3 de março de 2010

UMA ATITUDE DE AMOR SEM PALAVRAS

ESBOÇO 323

TEMA: UMA ATITUDE DE AMOR SEM PALAVRAS.

“E eis que uma mulher da cidade, pecadora, sabendo que ele estava à mesa na casa de fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento; e estando por detrás, aos seus pés, chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com os próprios cabelos; e beija-lhe os pés e os ungia com ungüento” (Lucas 7.37,38).


INTRODUÇÃO

O relacionamento não flui apenas através de palavras, mas também com atitudes que falam. A bíblia nos relata sobre uma mulher que sem linguagem alguma demonstrou um profundo sentimento de amor. Conseqüentemente nas entrelinhas da história haveria uma forte razão, ela sabia que não se tratava de uma pessoa qualquer, mas do Mestre, de quem ela poderia obter o perdão, e como se sabe que para cada ação há uma razão e uma reação, os indivíduos reagem diferentemente em situações semelhantes. Neste breve sermão discorreremos sobre o amor, ingratidão e gratidão em dois fatos registrados por Lucas (Lc 7.36-39). E João (12.1-8).


A ingratidão.

Ela está presente em todos os lugares, entretanto quase todas as pessoas já foram vítimas da ingratidão, o próprio Jesus foi várias vezes, e sem muita delonga vejamos alguns exemplos; a cura dos dez leprosos e só um voltou para agradecer (Lc 17.14,15); o paralitico do tanque de Betesda (Jo 5.) entre outros. Porém ainda hoje essa prática continua. Quantas vezes pagamos o bem com a ingratidão?


Jesus, o convidado a jantar na casa de fariseu

Um fariseu convidara Jesus para jantar em sua casa, entrando tomou lugar à mesa, e de repente surge uma mulher com um vaso de alabastro com ungüento, o fariseu ficou irado com a receptividade de Jesus sobre a atitude daquela mulher que tocada pelo amor adorava o Mestre prostrada a seus pés. O mesmo aconteceu com Judas Iscariotes, que se irritou ao ver a irmã de Lázaro gastar tanto dinheiro com perfume para ungir os pés do Mestre (Jo 12.4,5). Você já notou que às vezes, quando elogiamos alguém que nos fez tanto bem, alguém se incomoda? A generosidade e o reconhecimento dos favores nos levam até agradecer de público, quantas vezes alguém sussurra dizendo: - Para que isso? Havia necessidade disso tudo? Foi o que pensou Judas Iscariotes e o fariseu que disse consigo mesmo: - “Se esse fosse profeta saberia qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora” (Lc 7.39). O fariseu estava enganado, Jesus sabia muito bem quem era aquela mulher. No entanto pessoas de igual natureza do fariseu e Judas, jamais tiveram a noção do valor de um grande benefício e a honra devida a quem merece.


O motivo da gratidão

Não faltam motivos para agradecermos a Deus a sua graciosidade para conosco, isso é o que nos motiva a sermos agradecidos “Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo?” (Sl 116.12). O amor ao Senhor é a força motivadora causando ações que aos olhos de alguém parece extrapoladoras mediante a maneira como agradecemos a Ele. A ação daquelas mulheres envolvia razões muito fortes para tal atitude (Lc 7.39; Jo 12.3).


A gratidão

A gratidão é o maior gesto de reconhecimento daquilo que se recebe sem merecer, somente os contritos de corações e agradecidos oferecem sacrifícios sem reservas, e se necessário envolvendo até valores como no caso de Maria Madalena (Lc 7.36-39) e o de Maria irmã de Lázaro (Jo 12.3), cujo perfume custara trezentos denários, correspondia aproximadamente a um ano de um trabalhador do campo, mas, sabemos que há favores que não há dinheiro que pague principalmente aqueles que recebemos de Deus, o perdão, salvação e tantos outros benefícios.


CONCLUSÃO

Será que algumas vezes não temos o mesmo pensamento? Será que quem faz algum benefício não espera um gesto de amor e gratidão? Agradeça não somente a Deus o que dEle tem recebido, mas as outras pessoas que lhes favorecem em alguma coisa. Você tem reconhecido o que Deus tem feito por você? E as boas ações das outras pessoas você tem sido agradecido? Aquelas ações trouxeram uma grande lição de consideração não somente para o fariseu, mas para a mulher pecadora, como também para nós hoje.


“Em verdade vos digo: onde for pregado em todo mundo o evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua” (Mc 14.9).


Pr Elis Clementino – Itapissuma - PE


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

CONSERVANDO O ALTAR ACESO

ESBOÇO 322

TEMA: CONSERVANDO O ALTAR ACESO

“O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará” (Lv 6.13)

INTRODUÇÃO

O altar é algo que está intrinsecamente ligado às questões espirituais, pois bem, é uma palavra muito usada nas escrituras sagrada, à primeira expressão sobre altar encontra-se em (Gn 8: 20) quando Noé edificou um altar ao Senhor, e a última em (Ap 16:7). Altar era o lugar onde se oferecia sacrifícios e ofertas pacíficas ao Senhor. Quando alguém erguia um altar certamente possuía uma oferta a ser oferecida, o ofertante esperava que tal fosse aceita e através dessa aceitação recebesse a benção e o perdão. Existiam altares que necessariamente deveriam estar aceso dia e noite (Lv 6: 9-13), como também as lamparinas ou candelabros dos templos. Neste breve comentário discorremos de forma simples sobre a importância e os ingredientes para manter o fogo do altar aceso.


Elementos pertencentes aos altares construídos para sacrifícios.

Altar: Havia altares de diversos materiais; terra; pedras; (Ex 20:2, 25), bronze; (2 Cr 1:4,5; 4:1) e madeira.


Lenha: Elemento indispensável para a manutenção do fogo, cuja tarefa competia aos sacerdotes.


Holocausto: A palavra se deriva de uma raiz que significa “ascender” e aplicava-se à oferta que era totalmente consumida pelo fogo cuja fumaça subia até Deus (Lv 6.12). O altar deveria ser construído de forma perfeita, se assim não fosse não seria aceito pelo Senhor, e não passaria simplesmente de uma fogueira.


Fogo: Elemento imprescindível para manter o altar abrasado. E quando fazemos uma analogia à vida cristã o fogo é símbolo de limpeza, purificação, e o zelo produzido através do Espírito Santo. (Isa 4.4; Mt 3.11, Lc 3.16, Lc 12.49,50).


Altares irregulares.

A perfeição sempre fez parte da santidade divina, os altares deveriam ser justamente de acordo com as exigências de Deus para que as ofertas fossem realmente aceitas por Ele, altares incompletos ou desajustados ou sacrifícios irregulares como fizeram Nadabe e Abiú que levaram fogo estranho para o altar (Lv 10.1). Entretanto, Deus rejeita qualquer coisa que não envolva a santidade.


Elementos para o altar da vida espiritual

Na dispensação da graça não há mais necessidades de construirmos altares de pedras, madeira e bronze, o nosso corpo quando entregue a Deus através do seu filho torna-se um altar, e muito mais, uma habitação de Deus (I Co 3.16; 6.19). Para mantê-lo não necessitamos de materiais: lenha, fogo e holocausto, mas uma santificação constante (Lc 1:75;Ef 4.24; 2 Ts 2.13; Hb 12.14) a palavra de Deus e oração, pois é através dela que nos relacionamos com criador (Rm 12:12; Ef 6:18).


No sentido espiritual esse altar passa a existir no momento que a pessoa se entrega totalmente a Deus através de Jesus Cristo o seu filho.

No altar da vida espiritual o holocausto deve ser o nosso próprio corpo em sacrifício (Rm 12.1; I Pe 2.5), pois somente dessa forma conseguiremos oferecer o melhor e agradar a Deus em tudo. Vida no altar é ser cheio da plenitude espiritual, isso fala de abundância, ser completo. O apóstolo Paulo desejou que os crentes de Éfeso fossem cheios de toda plenitude de Deus (Ef 3.19). Isso também significa ter um altar aceso e aprovado pelo Senhor. Deus não está interessado na quantidade dos sacrifícios oferecidos, mas na qualidade, pois Ele não aceita qualquer sacrifício.


Há muitas pessoas que oferecem a Deus sacrifícios inúteis, isso é notável nos cultos, quando não há reverência e as oferendas são de péssimas qualidades. No tempo da lei era representado pelos animais cegos e mancos, ou seja, maculados, isso se constitui sacrifício de tolo (Ec 5.1). Deus é um juiz e está atento a todos os nossos sacrifícios.


“porque o que mais alto é do que os altos para isso atenta; e há mais alto do que eles” (Ec 5.8b).


CONCLUSÃO

Devemos oferecer a Deus sacrifícios de qualidade e sem reservas sobre o altar da nossa vida espiritual, ofereça o melhor, tendo cuidado de manter o fogo aceso, para não oferecer sacrifícios de tolo. “Portanto, rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifico vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12.1). “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso de honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda boa obra” (2 Tm 2.21)


Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE