quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

TEMA: EVANGELHO, PODER QUE SALVA

ESBOÇO 415
TEMA: EVANGELHO, PODER QUE SALVA
“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crer,...” Romanos 1.16a

Introdução
Atualmente estamos vivendo momentos difíceis, até mesmo no que diz respeito à pregação do evangelho. Coisas parecidas com o evangelho se propagam a cada dia; e o evangelho genuíno está sendo substituído por elas de maneira muito grosseira e perceptível. A pregação das boas novas “evangelho” está cada vez mais ficando parca, a mensagem do evangelho está sendo simplesmente deixada de lado e substituída pelo “ter”, e com esse desejo o indivíduo enfoca a sua visão somente no materialismo, nas riquezas, bens, e tantas outras coisas.

Não só de pão viverá o homem
A ansiedade leva as pessoas a buscarem apenas as coisas desta vida, como se as estas fossem tudo para que o homem seja feliz. Até mesmo os discípulos estavam interessados mais nas coisas fúteis e terrenas do que nas espirituais (Mt 6.25). Jesus mostrou-lhes oito razões por que eles não deviam ficar preocupados:

1. A vida vale mais que mantimento;
2. O corpo é mais do que as vestes;
3. O homem é mais importante que as vestes;
4. Os discípulos são mais valiosos que as aves do céu que se alimentam sem trabalhar;
5. Que a preocupação não consegue mudar o corpo;
6. Os homens são mais importantes que as plantas que não se preocupem com o vestuário;
7. A provisão de Deus está sobre toda sua criação, por isso eles não deveriam se preocupar;
8. Devemos esbulhar-nos de toda preocupação, elas só atrapalham (Mt 6.25-32).

As inquietações pelo “ter” levam o indivíduo a não dar prioridade às coisas espirituais; para muitos, o “ter” é mais interessante do que o “ser”. “Não é o corpo mais do que o alimento”. “Não só de pão viverá o homem”. Asafe, por ver a prosperidade dos ímpios ficou extremamente preocupado e quase perdia a fé (Sl 73.1-17). Neste texto verificam-se 4 maneiras de se desviar: (1) Invejar a prosperidade dos outros; (2) Ficar triste e desanimado por não prosperar como os ímpios; (3) Menosprezar as bênçãos de Deus; (4) Murmurar contra a sorte da vida (Sl 73.14-16; Hb 12.5-13).

A prioridade
Jesus orienta os discípulos sobre o que eles deveriam fazer, ao invés de ficarem ansiosos e preocupados por todas essas coisas “Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.” (Mt 6.33). Observem a frase Mas buscai primeiro o reino de Deus, ora, muitos pregadores deixam de enfocar essa busca para enfatizar a busca pelas coisas, como prioridade. A busca pela salvação da alma deixou de ser prioridade, essa mensagem para eles é ultrapassada, e só se consegue mover multidões na base das promessas de curas e riquezas materiais. Ouvi, certa vez, um pregador que dirigia perguntas aos ouvintes, dizer: “quer ser empresário bem sucedido, conseguir carro, casa e saúde, é somente vir aqui na minha igreja, aqui a gente dá jeito a tudo.” Mas, quem não quer ser rico ou empresário? É claro! quem não quer sair da pobreza? Esse é o evangelho das facilidades e não da renúncia, e nem do novo nascimento (Mt 19.16-26; Jo Jo 3.3-12). No entanto seríamos os mais miseráveis se esperássemos em Deus somente nesta vida (I Co 15.19). A ansiedade pelas coisas desta vida tira a paz do coração do homem. Os discípulos entraram em discussão para saber quem seria o maior entre eles (Mt 20.24; Mc 10.41; Lc 9. 46-50; 22.25,26).

Os sofrimentos
O evangelho não nos isenta das consternações dessa vida, pois elas passaram a nos afligir após a queda do homem, então o homem é o culpado por todo sofrimento (Lm 3.39). Muitos cristãos no mundo tiveram as suas vidas ceifadas de maneira trágica, foram capazes de dar a vida por amor do evangelho que abraçaram pela fé, uns morreram ao fio de espada, outros apedrejados, outros queimados em fogueiras, mediante tudo isso eles suportaram até os últimos momentos e não negaram a fé. Entre eles destacamos Paulo, que aprendeu a se amoldar às diferentes situações. Podemos extrair desse texto dez lições importantes para as nossas vidas: (1) Ele contentava-se com o que tinha; (2) Sabia estar abatido; (3) Sabia ter abundância; (4) Aprendeu a viver bem em toda maneira; (5) Instruído para enfrentar todas as situações; (6) Soube ter fartura; (7) Ter fome; (8) Ter abundância; (9) Padecer necessidade; (10) Na fortaleza de Deus ele podia todas as coisas. (Fp 4.11-13), e, finalmente ele morreu ao fio de espada em Roma.

Considerações finais
Jesus sabia muito bem que os cristãos sofreriam neste mundo, entretanto consolou-os com estas palavras proféticas “...Tenho vos dito isto, para que em mim tenham paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo 16.33). Deus não está obrigado a dar nada a ninguém, mas temos obrigação de dar-lhe do bom e do melhor das nossas ofertas.

Pr Elis Clementino - Itapissuma - PE

terça-feira, 29 de novembro de 2011

TEMA: O FERMENTO DOS FARISEUS

ESBOÇO 414
TEMA: O FERMENTO DOS FARISEUS
“Acautelai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia” Lc 12.1b.

Introdução

Nas escrituras, o fermento sempre foi símbolo do pecado. O termo usado para figurá-lo, pela primeira vez, foi em (Ex 12.15). Vale ressaltar que a ausência dele na massa significava pureza espiritual, ou seja, isento de iniquidade, pois nenhuma oferta de manjares ao Senhor deveria contê-lo (Lv 2.11). Discorreremos nesse mote sobre o seu significado, como ingrediente que corrompe, e a sua mistura.

1. Significado
O fermento é um agente capaz de produzir levedação na massa. Ele altera suas propriedades levando-a a ficar volumosa, para ser usada naturalmente em pães, bolos etc. "O fermento dos hebreus constava de uma porção de massa velha em alto grau de fermentação, introduzida na massa fresca'' (Enciclopédia Bíblica O. S. Boyer). Esse termo foi citado em algumas parábolas de Jesus referindo-se aos fariseus. Jesus acusava-os de hipócritas. A palavra “hipocrisia” vem do teatro, e das máscaras que os personagens usavam durante uma peça teatral, e sobre ela Jesus disse: “Nada há encoberto que não seja descoberto” (Lc 12.2). Fingimento, impostura, mentira e falsa devoção eram tudo que os fariseus possuíam. Pode ser possível, agora, disfarçar motivos e valores sob uma capa de piedade, entretanto um dia a máscara será removida e cada um será conhecido como realmente o é.

2. Sentido espiritual
Como um dos símbolos do pecado, espiritualmente o fermento é um ingrediente que corrompe. O SENHOR ordenou aos israelitas que o tirassem das suas casas (Ex 12.15). Jesus em sua parábola disse: “Acautelai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia” (Lc 12.1b); Paulo em suas cartas advertiu os crentes para que não fossem contaminados por esse grupo “Não é boa a vossa jactância. Não sabeis vós que um pouco de fermento leveda a massa toda?” (I Co 5.6; Gl 5.9). O pecado e a hipocrisia não se limitavam apenas aos fariseus daquela época, mas também têm alcançando gerações, e vêm se estendendo até os dias atuais.

3. A mistura de massa com fermento
Após a mistura desses dois ingredientes, não podemos facilmente separá-los; da mesma maneira é o que acontece na parábola do "trigo e o joio" (Mt 13.29,30). Jesus mostrou que essa levedura podia contagiar uma coletividade e desviar toda nação. A maldade e a hipocrisia têm atingido toda humanidade. Jesus sabendo que isso aconteceria, advertiu primeiro os seus discípulos. Literalmente, o fermento é um ingrediente que faz com que a massa cresça, e não é proibido nenhum crente usar normalmente em suas casas na confecção de pães, bolos etc. Sendo ele símbolo (do pecado) tem causado tantos problemas, por isso devemos fazer a nossa parte tirando-o das nossas vidas, e não dos pães e bolos. - “Mas agora despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca.” (Cl 3.8; Ef 4.22; I Pe 2.1). Despojar-se é uma forma de rejeitar, decisivamente, qualquer expressão do velho homem em favor do novo. “Pois que já despistes do velho homem com seus feitos e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” (Cl 3.9,10). “Alimpai-vos, pois, do fermento velho. Paulo recorre ao AT para fazer uma ilustração importante. Quando uma dona de casa no século I fazia pão, ela usava o fermento para fazê-lo crescer. A maior parte dessa massa era cozida, mas uma pequena porção era guardada e misturada com novos ingredientes. Durante a noite, o fermento penetrava na nova mistura, e o processo era repetido diversas vezes. Na época da páscoa, cada pedaço de fermento velho era lançado fora, e Israel novamente celebrava a sua redenção e um novo começo. E assim Paulo lembra aos coríntios. Cristo é o nosso Cordeiro pascal. Ele nos deu um início totalmente novo; e, afastando-nos das coisas “velhas” como a malícia e a maldade, devemos nos tornar novos homens e novas mulheres, renovados em Jesus para vivermos uma vida de sinceridade e verdade.” (I Co 5.6-8).

Considerações finais
Devemos ter muito cuidado com o fermento, ele representa as falsas doutrinas ou preceitos de homens. Tiremos das nossas vidas as hipocrisias, sejamos uma nova massa em Cristo.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

terça-feira, 22 de novembro de 2011

VINHO NOVO EM ODRES VELHOS

ESBOÇO 413
TEMA: VINHO NOVO EM ODRES VELHOS
“Ninguém põe vinho novo em odres velhos;” (Lc 5.37).

Introdução
Essa é uma das parábolas de grande significado para todos e especialmente os seguidores do sistema religioso antigo. Com essa missiva, Jesus não queria simplesmente falar dos sabores dos vinhos da época e nem dos odres onde se punham os vinhos, mas, enfatizar a necessidade de algo novo através do evangelho; pois o sistema religioso antigo já estava ultrapassado, os extremistas religiosos não interpretavam bem a lei e com isso eram intolerantes impiedosos. A partir desse tema discorreremos sobre o vinho novo, odres velhos e o significado.

Vinhos e odres
Os vinhos nos tempos antigos eram armazenados em odres, esses consistiam de couro de cabras costurados nas extremidades formando uma bolsa, e neles se punha o vinho. A razão de não poder pôr o vinho novo em odres velhos, era que quando o vinho fermentasse os odres velhos não suportaria e rompiam-se (Lc 5.37); no entanto, todo vinho novo por não haver passado pelo processo de fermentação, deveria ser posto em odres novos.

O Vinho velho. Comumente se diz que é o mais delicioso, esse é um conceito natural a respeito dos vinhos que passam por um longo processo de apuração e envelhecimento. Jesus estava apenas dizendo que o vinho novo era o melhor, e ninguém poderia contrariar o que ele estava dizendo, porque era algo figuradamente explícito, ou seja, seria apenas mais um aprendizado. Jesus tratava de algo novo “o evangelho”, e o vinho velho, o sistema religioso antigo. Muitas pessoas estavam acostumadas com o vinho velho e diziam ser o melhor (Lc 5.39). “Muitos se agarram tragicamente ao que é bom quando Deus quer dar-lhes o melhor”. Os religiosos da época indagavam a doutrina de Jesus, mas estavam apegados às tradições antigas. Hoje em dia ocorrem às mesmas coisas, muitos conhecem as verdades do cristianismo, mas rejeitam preferindo as tradições antigas.

Jesus oferece o novo
Jesus abona o melhor “o vinho novo”, embora muitos ainda prefiram o vinho velho “as tradições”. Atualmente muitas pessoas continuam rejeitando as novas do evangelho apegando-se às tradições e preceitos religiosos dos seus antepassados. A fidelidade às tradições antigas podem impedir que as pessoas desenvolvam a sua fé no evangelho de Cristo. O evangelho não pode se moldar às tradições, o novo não pode combinar com os padrões antigos; no entanto, o evangelho não combinava com os sistemas legalistas das religiões.

Entendemos que o evangelho apresentava a graça; o judaísmo, a observação das leis, bem como às regras. Jesus veio trazer o perdão e a reconciliação do homem por meio do novo “evangelho”.

“A igreja cristã nunca pretendeu ser uma seita ou uma adaptação do judaísmo. Em lugar disto, Cristo cumpriu o intento da escritura do AT. A lei revela a natureza e a vontade de Deus, Jesus Cristo revela a natureza e a vontade de Deus. Mas enquanto a lei podia apenas destacar o pecado e condenar as pessoas, Jesus Cristo deu a sua vida para trazer o perdão dos pecados e a salvação”.

Considerações finais
Quando Jesus realizou o primeiro milagre em Caná da Galiléia, foi em uma festa de casamento, o vinho velho acabou. Ele milagrosamente fez surgir um novo e melhor, sem ele não havia vinho novo. Realmente as novas do evangelho são incomparavelmente o melhor, e dispensa qualquer outro representado pelas tradições humanas e legalismo das religiões. “Jesus é o melhor”.

Pesquisa:

Comentário novo testamento CPAD

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

FAZENDO O MELHOR PARA CRESCER COM EXCELÊNCIA

ESBOÇO 412
TEMA: FAZENDO O MELHOR PARA CRESCER COM EXCELÊNCIA
“E enviei-lhes mensageiros a dizer: Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?” (Ne 6.3).

Introdução
Existem pessoas com vontades e estilos diferentes. Algumas não sabem aproveitar as belas oportunidades que recebem, algumas fazem ou crescem de maneira desordenada; outras, porém, fazem e desenvolvem com qualidade. Produzir e crescer com excelência é uma necessidade de todo indivíduo em qualquer empreendimento da vida, principalmente na espiritual. Discorreremos nesse mote como procedem algumas pessoas em relação ao desenvolvimento da vida.

I. Tipos de pessoas
1. As que nada fazem. Essas pessoas cruzam os braços, nada produzem e levam à vida inteira na ociosidade, têm talento, mas não usam (Mt 25.14-30), são verdadeiras árvores sem frutos (Hb 6.8). Esses indivíduos desejam que as coisas boas venham parar em suas mãos sem nenhum empenho. O preguiçoso nada tem (Pv 6.8; 12.27); quem não quiser trabalhar, não coma (2 Ts 3.10-12); Não devemos viver às custas dos nossos irmãos (Gn 3.19; I Ts 2.9). Sempre houve pessoas assim, nada fazem por si e nem pelos outros (Pv 24.30,31). Paulo exorta os cristãos a trabalharem, haja vista que naquela época havia pessoas na igreja que não queriam trabalhar. No entanto todos necessitam, tanto no âmbito secular quanto no espiritual; e os que trabalham devem gozar dos seus frutos (2 Tm 2.6).

Temos um exemplo considerável nas escrituras. Os companheiros de Neemias não se importaram com o que havia acontecido na sua terra: muros derrubados e portas queimadas; parece assistirem a tudo o que ocorrera sem tomar nenhuma posição para reconstruir o que fora destruído. Não espere que outros façam, faça você!

2. Aqueles que atrapalham os que fazem. Os espias enviados por Moisés, que infamaram a terra (Nr 13.27-32; 14.1-8); Os soldados, que foram afastados da tropa de Gideão; os antagonistas de Neemias que queriam fazê-lo parar a obra da reconstrução dos muros de Jerusalém que foram derrubados, e as portas que foram queimadas pelos inimigos (Ne 6.2,3). Outras pessoas nas escrituras também enfrentaram oposições quando realizavam obras importantes, algumas delas citaremos em outra ocasião.

3. Os que fazem
Assim como os que nada fazem estão em todo lugar, os que fazem também estão e superam qualquer desafio para realizar algo que desejam. “Os otimistas fazem, os pessimistas apenas param”. Neemias fez uma grande obra, pois não pense você que ao realizar algo importante na vida, fará sem oposições. Os antagonistas não cruzaram os braços para se oporem ao que ele fazia (Ne 2.10). Entretanto o coração dele estava firme e forte, ele respondia aos seus opositores dizendo: - “O Deus do céu é quem nos fará prosperar. Nós os seus servos, nos levantaremos e reedificaremos” (Ne 2.20). Os que se levantam contra os que fazem, não terão nenhuma recompensa (Ne 2.20b). Não vale a pena se levantar contra algo de bom que alguém faz.

II. Crescimento
1. Os que não crescem: essas pessoas nada fazem para crescer na vida, apenas ficam paradas no tempo esperando que as outras façam por ele (a).

2. Aqueles que atrapalham os que crescem. Os tais quando percebem que você tem capacidade para crescer, logo procuram pôr obstáculos para que a sua estrela não brilhe. José e Daniel foram vítimas.

3. As que crescem desordenadas. Existem os que não ordenam o seu crescimento, quem cresce desordenadamente está fadada ao fracasso. Você conhece a parábola da casa construída sobre a areia? (Mt 7.26,27).

4. Os que crescem com excelência. Estes desenvolvem as suas habilidades com excelência, isso é exigido em todos os aspectos da vida. Vejamos o exemplo de José no Egito, ele foi próspero em todas as etapas da vida, na família, escravo no Egito, na prisão e no palácio. E na vida cristã devemos também crescer em tudo (Pe 3.18).

Considerações finais
Reflita um pouco sobre esse assunto e faça uma análise. Em que grupo você se enquadra bem? Nos grupos: a) Entre os que nada fazem e não crescem; b) Entre os que atrapalham; c) Os que crescem desordenados; d) ou os que fazem e crescem com excelência? A cada um foi-nos dado talentos para serem investidos em coisas boas, tanto para si quanto para os outros. Aproveitem e faça tudo com EXCELÊNCIA, dessa forma segue uma reflexão para você!

“O Pedreiro”
Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar. Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto, como um favor.

O pedreiro não gostou, mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados

Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída. Depois de inspecioná-la, deu a chave da casa ao pedreiro e disse:

"Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você".
O pedreiro ficou muito surpreendido. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente...O mesmo acontece conosco...Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na sua construção.

Depois, com surpresa, nos descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.

Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tabuas e constróis paredes. Alguém já disse que: "A vida e um projeto que você mesmo constrói".

Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" em que vai morar amanhã. Portanto construa com sabedoria!

Fonte: www.rivalcir.com.br.”

“E, tudo o que fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens” (Cl 3.23,24).

“Em 2012 faça o melhor que puder”

FELIZ NATAL

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil