quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A PARANÓIA ESPIRITUAL

ESBOÇO 419
TEMA: A PARANÓIA ESPIRITUAL
“Não sejais vagarosos no cuidado; mas sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor;” (Rm 12.11).

Paranóia é um tipo de doença da mente, capaz de prejudicar e causar grandes transtornos nas pessoas. Essa doença precisa ser tratada com muito cuidado, pois ela pode se apresentar com vários sintomas. Não quero abordar aqui sobre a demência, “paranóia” motivada por esse distúrbio da mente, mas, em relação às pessoas que parecem viver um estado de demência ou desligadas da vida, não se sentindo determinadas para tomar certas decisões importantes, tanto no cotidiano quanto no sentido espiritual. Mediante esse contexto quero despertar a atenção de alguns indivíduos que estão vivendo um estado de alienação, ou parados no tempo, sem tomar nenhuma atitude na vida.

Significado
“Segundo o Dic Online em português - Psicose caracterizada por um orgulho exagerado, egoísmo, suscetibilidade, desconfiança e mania de perseguição.” Sinônimos: demência e paranéia.

A paranóia espiritual é um tipo de demência, e atinge o indivíduo no seu crescimento com Deus. A pessoa atingida por esse mal jamais se dispõe a lutar pela sua sobrevivência espiritual. Para ele(a) tudo pode estar bem, não se dando conta, ignorando qualquer tipo de conflito espiritual. Muitos cristãos estão vivendo um tipo de demência assim; isso tem causado muitos problemas nas igrejas, os crentes não desenvolveram a sua maturidade o suficiente (I Co 3.1-3; 5.2). O cotidiano cristão não é somente ir e vir da igreja e estar nos cultos. A vida espiritual deve estar em constante movimento e renovação, para que possa permanecer ativa, protegendo-a de qualquer ação que venha comprometê-la.

A nossa vida espiritual está exposta aos perigos, o Apóstolo Pedro disse que o nosso adversário, o diabo, anda em derredor, rugindo como um leão, buscando a quem possa tragar (I Pe 5.8). A psicopatia espiritual pode levar o crente a uma desventura, entretanto devemos estar atentos (Jz 7.5,6) vigiando e orando pára não cair em tentação (Mt 26.36-41). “Não podemos nos descuidar”. O cristão alcançado pela demência do espírito não se engaja em nenhuma batalha espiritual, pois ignora qualquer tipo de conflito espiritual, essa é uma pura psicopatia, no entanto devemos despertar essas pessoas para a realidade descrita por Paulo aos romanos (Rm 7.23; Rm 8.5), necessariamente precisamos alertar-lhes a serem ágeis no cuidado, e fervorosos no espírito (Rm 12.11).

“Qualquer coisa que valha a pena ser feita, na vida cristã, é suficientemente valiosa para ser feita com entusiasmo e cuidado (Jo 9.4; Gl 6.10; Hb 6.10; cf Ec 9.10; 2 Ts 3.13). A preguiça e a indiferença não só impedem o bem, como permitem que o mal prospere (Pv 18.9; Ef 5.15-16). Fervor de espírito. Lit. “ferver no espírito”, essa expressão sugere muito calor excessivo para gerar energia produtiva adequada; porém, não um calor excessivo que faça a pessoa perder o controle (At 18.25; I Co 9.26; Gl 6.9”).

Conflito Espiritual
Devemos estar conscientes da nossa luta tanto no dia-a-dia quanto na realidade espiritual, para isso não devemos estar desprovidos das armas essenciais para esses combates. No cotidiano devemos ser arguciosos e criar estratégias para conseguir algo na vida, e quanto aos desafios espirituais, é necessário que lutemos com afinco e determinação, pois as armas da nossa milícia não são carnais (2 Co 10.4), basta essa declaração para entendermos que os nossos inimigos são invisíveis (Ef 6.12); eles não respeitam posições, nem tão pouco tempo de conversão. Temos um exemplo nas escrituras: o diabo pediu para cirandar com Pedro, como se peneira o trigo (Lc 22.31), por isso temos que lutar com tenacidade e consignação, agindo como Davi (I Sm 17.45). A vida cristã é de intenso combate que só terminará no final da carreira (2 Tm 4.7).

Recebendo ajuda divina
Nas pelejas e nas fraquezas da vida temos auxílio divino (Rm 8.26), portanto não desistiremos. Se Deus é por nós, quem será contra nós (Rm 8.31)?Com o Senhor somos mais que vencedores (Rm 8.37; Fp 4.13). Jamais devemos ficar parados diante das dificuldades, mas agir de maneira rápida, determinada e lacônica, não dando lugar à demência, essa é a parte que nos compete fazer: “lutar”.

Considerações finais
Não deixe que a paranóia tome conta de você, desperte, lute e vigie com toda firmeza e fé, seja forte (I Co 16.13), Seja ágil e prudente, mas sempre pondere a cada passo em direção às decisões. Não se apresse e nem pare, caminhe de forma que os seus passos não se embaracem. Seja uma pessoa otimista quanto ao futuro, lute pelos seus ideais e conquiste grandes espaços na vida, desenvolva as suas potencialidades e escale grandes espaços na vida secular e espiritual.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

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Em Breve!!!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS TEMPOS

ESBOÇO 418
Tema: A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS TEMPOS
“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos;” 2 Timóteo 3.1

Introdução
Enfrentamos muitas dificuldades em nossa trajetória, e essas esfinges caracterizam os grandes desafios da vida. Mas para vencê-los depende muito da maneira como encará-los. A busca por soluções para essas dificuldades são constantes, e às vezes nos expomos percorrendo caminhos difíceis. Discorreremos neste simples comentário sobre a maldade no coração do homem, violência, desafios e o que fazer.

A maldade nos corações
A maldade entrou nos corações dos homens, e as consequências são as mais terríveis, maldade gera maldade, violência gera violência, e assim vão de mal a pior, o que Paulo classificou como dias trabalhosos. “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.” (2 Tm 3.1). Isso certamente se agravará a cada dia que passa, pelo simples fato: a multiplicação da iniquidade (Mt 24.12).

A violência
A quem atribuímos as mortes, os assassinatos, e todo tipo de violência? A resposta é dada pelo apóstolo Paulo: "...nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus." (2 Co 4.4). O Diabo é homicida e mentiroso (Jo 8.44); todo pecado e miséria procedem dele, além de viver na prática do pecado (I Jo 3.8); ele é o nosso maior adversário e devorador, por isso carecemos ser vigilantes (I Pe 5.8). A corrupção moral vai crescendo a cada dia, isso nada mais é do que o livre arbítrio que se tornou em libertinagem. Entretanto, por tudo isso há um preço a pagar, porque a lei da semeadura é uma realidade (Gl 6.7).

O maior desafio
Atualmente o nosso maior desafio é fazer o bem, porque vivemos no mundo de extrema corrupção, o entendimento dos homens está corrompido; no entanto, tudo se evolui e se aprimora, mas, o homem não consegue se aprimorar e nem controlar as suas emoções e desejos “...porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos e profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigo de Deus,” (2 Tm 3.2-4).

O que fazer?
Será que podemos ainda fazer alguma coisa? Acredito que só há uma maneira, se cada cidadão fizer a sua parte reconhecendo o seu estado pecaminoso e voltar-se para Deus. O povo de Deus quando pecava, logo lhe vinham as consequências. Em Is 13.11; 2.17 há uma profecia contra a Babilônia por causa das suas maldades. Hoje a situação é a mesma em relação ao pecado. “Ai desta nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptores; abandonaram o Senhor, blasfemaram do santo de Israel, voltaram para trás. Porque haveis de ainda ser feridos, visto que continuais em rebeldia? Toda a cabeça está doente, e todo coração enfermo. Desde a planta do pé até à cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, contusões e chagas inflamadas, umas e outras são espremidas, nem atadas nem amolecidas com óleo. A vossa terra está assolada, as vossas cidades, consumidas pelo fogo; a vossa lavoura os estranhos devoram em vossa presença; e a terra se acha devastada como numa subversão de estranhos (Is 1.4-7). Deus fala a uma nação pecaminosa, e fazendo uma alusão, vivemos dias parecidos com os de Sodoma e Gomorra. Deus não precisa mudar, os homens é quem tem que mudar, para que Deus os ouça (Is 1.15-17).

Os homens precisam rever alguns conceitos e mudar, muitos persistem em lutar por um mundo melhor. Embora a humanidade assustada se pergunta: aonde vamos parar? Estamos realmente avançando? Ou estamos na contramão de todo avanço? Vejam bem: os homens fazem grandes descobertas para salvar o ser humano das doenças, viabilizam meios que, pelos quais, eles alcancem longevidade; em contrapartida, o próprio homem está se destruindo. Isso acontece em todas as áreas da vida; e quando ouvimos os relatos dados pela imprensa escrita e falada, nos meios de comunicação, ficamos sobremodo alarmados com tantos acontecimentos.

Considerações finais
A imoralidade tem permeado o mundo e poucos são os homens que lutam para mudar, a crise se instalou em todos os seguimentos da sociedade: na política, economia, e na área religiosa. Os homens perderam o rumo. Será que não é hora de pensarmos que é chegado o fim dos tempos? Porventura, as mensagens proféticas na conversa entre Jesus e os seus discípulos no sermão da montanha, parte delas não está em evidência? Mediante tudo isso, Jesus ainda disse que seria, apenas, o principio das dores (Mt 24.7-8). Por causa dessas coisas Paulo disse que a humanidade sofreria com dores de parto (Rm 8.22).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

AJUDANDO UNS AOS OUTROS

ESBOÇO 417
TEMA: AJUDANDO UNS AOS OUTROS
“Meus irmãos, se alguém for apanhado em alguma falta, vocês que são espirituais devem ajudar essa pessoas a se corrigir. Mas façam isso com humildade e tenham cuidado para que vocês não sejam tentados também. Ajudem uns aos outros e assim vocês estarão obedecendo à lei de Cristo.” (Gl 6.1,2).

Introdução
Todos os membros de uma família mutuamente precisam ser ajudados, o texto escrito por Paulo aos Gálatas manifesta isso muito claro, principalmente os membros da família cristã, pois o que assim não perpetra é pior que o infiel “Porém aquele que não cuida dos seus parentes, especialmente dos da sua própria família, negou a fé e é pior do que os que não crêem.” (I Tm 5.8). “A vida controlada pelo Espírito de Deus produz harmonia e unidade na comunidade cristã.” (Fp 2.3,4).

1. Relacionamento
A bíblia ensina que os cristãos vivam em união, porque é através dela que procedem as bênçãos divinas. “Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam, em união!” (Sl 133.1). É por intermédio dessa união cristã que advirão as bênçãos do Senhor (Sl 133.2,3). No sentido essa união deve alcançar a todos sem distinção de raça, etnia e cor e etc. O ser humano está cada vez mais perdendo o modo de viver pacificamente; ao invés de se amarem estão cada vez mais se odiando, e por si multiplicar a iniqüidade o afeto e falta de amor se ampliam cada vez mais (Mt 24.12,25; 2 Tm 3.1-9).

2. O egoísmo
Ele não permite que o indivíduo se relacione bem com as outras pessoas, geralmente os egoístas não pensam nos seus semelhantes, mas somente em si. Os egoístas pensam ser tão importantes, quando, de fato, não são, e através desse pensamento enganam a si mesmos (Gl 6.3). Não devemos atentar somente para o que é propriamente nosso, mas para o que é dos outros (Fp 2.3-5; I Co 10.24,33). Sentir as necessidades dos nossos semelhantes é um dever, entretanto cada pessoa examine o seu próprio modo de agir! Se o seu proceder for bom, então ela pode se orgulhar do que faz, sem necessidade de comparar o seu modo de agir com os outros (Gl 6.4).

“Jamais ponha um jugo pesado sobre os ombros dos outros, quando nem mesmo você pode carregar.” (At 15.10).

3. Ajudando pessoas
Necessariamente devemos ajudar as outras pessoas, embora que essa ajuda nem sempre seja financeira, mas também com atitudes e ações que as auxiliem, às vezes são mais importantes que o dinheiro, por exemplo, a cooperação dos irmãos para com o Apóstolo Paulo durante o seu ministério (Rm 16.4; Fp 1.5; 2 Tm 1.16).

4. Ajuda espiritual
Devemos nos dispor a ajudar os irmãos nas suas necessidades espirituais, conduzindo-os a Deus de maneira extraordinária, encaminhá-lo à correção, mas isso seja feito com espírito de brandura (Gl 6.1). Atualmente muitos cristãos não querem exercitar essa pratica espiritual com comedimento e subserviência, mas agem sem nenhum amor (Gl 5.15).

Paulo fez um grande bem espiritual e moral a uma pessoa que havia fugido do seu patrão, ao tê-lo furtado, “O escravo Onésimo”. Nesse episódio Paulo apresenta uma profunda amizade com Flilemom, capaz de levá-lo a interceder pelo escravo convertido (Fm 8-21). Quantos Onésimos têm por aí necessitando de alguém com atitude de Paulo, que promova reconciliação e reintegração entre pessoas, cujos laços de amizades foram quebrados?

5. Alegria dos crentes pelos seus irmãos
A alegria de Paulo pela comunhão do irmão Filemom (Fm 7); Elogio de João a Gaio (3 Jo 2-5); De Paulo por Timóteo (I Tm 1.2; II Tm 1.1,4); Relacionamento espiritual de Paulo e Tito (Tt 1.4).

Considerações finais
As escrituras nos dizem que, quem pode fazer o bem e não faz, peca. Nada melhor do que você ser útil para com o próximo, principalmente os da fé. Procuremos ter o mesmo sentimento uns para com os outros (Fp 2.5; Mc 10.42-45).

Pr Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

TEMA: ORAÇÕES OUVIDAS E RESPONDIDAS

ESBOÇO 416
TEMA: ORAÇÕES OUVIDAS E RESPONDIDAS
“Antes que clamem, responderei; estando eles ainda falando, os ouvirei” (Is 65.24).

Introdução
A oração tem poder transcendental, mas é necessário usar a fé. O salmista falou sobre a atenção de Deus aos seus servos quando se dispõem a procurá-lo através da oração (Sl 91.15). O Apóstolo Tiago conhecia o valor da oração dos justos (Tg 5.14-18).

As condições
Para que as nossas orações sejam respondidas, são necessários alguns requisitos; inclusive, a palavra do Senhor a Salomão foi enfática sobre eles (2 Cr 7.14); (1) Relacionar-se com o criador; (2) se humilhar; (3) Orar; (4) buscar a sua face; (5) se converter dos maus caminhos, exemplos (Is 1.15; 59.1-3; Lc 18.11,12). Mediante esse contexto podemos citar o exemplo do rei Ezequias que ao receber a mensagem do profeta Isaías se dispôs a apresentar em oração a sua maneira de viver diante do Senhor (Is 38.2,3). Essa atitude de apresentar a Deus a nossa maneira de viver, fidelidade, e serviço, é comum entre nós. É muito importante ter algo a apresentar ao Senhor, não que isso venha a forçá-lo a realizar algo por nós, porque tudo depende da sua vontade (I Jo 5.14). Aprendemos isso quando Jesus nos ensinou a orar “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;” (Mt 6.10).

O tempo de resposta
As orações podem ser ouvidas e respondidas instantaneamente ou posteriormente (Dn 10.12). Para Deus todo tempo é tempo, porque ele é o eterno agora, ele está acima do tempo, o tempo existe para nós por sermos limitados a ele, nós é que temos que nos adequar ao tempo, e não sermos imediatistas, Deus sabe o momento certo para nos conceder aquilo que lhe pedimos, se demora um pouco persista (Lc 11.5-13); Elias orou no monte Carmelo pedindo chuva sete vezes (I Rs 18.42-45). Entretanto a resposta não foi tão rápida, quanto o seu pedido para não chover (I Rs 17.1-4; Tg 5.17,18). Se demorar não pense que a sua oração foi excluída (Hc 1.2). Lembre-se que Ana persistiu no seu pedido e alcançou (I Sm 1.27a). Davi expressou a sua paciência em esperar (Sl 40.1). Duas coisas acontecem quando oramos a Deus: Fica em silêncio (Gn 16.16; Gn 17.1; Jó 19.7; Sl 22.2; 83.1; Mt 27.46), e responde segundo a sua vontade (I Jo 5.14; II Co 12.9).

Orações respondidas
Citamos, anteriormente, as condições para que as orações fossem respondidas. Quando acolhemos alguns requisitos exigidos por Deus, Ele nos atende. Pois - “Os justos clamam, e o Senhor os ouve, e os livra de todas as suas angústias.” (Sl 34.17; Sl 20.7; Pv 21.31); “Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias.” (Sl 34.6; Gn 1.6,7; Hb 11.3). Um grande exemplo: - “Vai e dize a Ezequias: assim diz o Senhor; o Deus de Davi teu pai; Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; eis que acrescentarei aos teus dias quinze anos.” (Is 38.2-5); não importa a situação e nem o lugar que você esteja, Jonas orou em gritos desde o ventre do peixe (Jn 2.1-2). O SENHOR está atento as nossas orações.

“Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas escritas no teu livro?” (Sl 56.8).

Considerações finais
Valorizemos a oração em todas as circunstâncias, sempre apresentando condições favoráveis, ou seja, de forma humilde e sincera, como também aguardando a resposta, os seus ouvidos não estão agravados para que não possa ouvir (Is 59.1). Embora ele fique em silêncio, não desista de buscar (Is 55.6). Se você está sendo submetido a algumas provações na vida e Deus não responde a sua oração, isso resultará em coisas boas. “Porque ele livrará o necessitado quando clamar, como também o aflito e ao que não tem quem o ajude” (Sl 72.12).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil