quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A INTOLERÂNCIA

ESBOÇO 424
TEMA: A INTOLERÂNCIA

“Senhor meu, proíbe-lo” Nr 11:28b; Mt 21:15

A intransigência é um dos males que afetam muitas pessoas, ela está presente em todos os lugares. A intolerância tem gerado muitos males em todas as camadas sociais e culturais no mundo em todas as épocas. Falaremos sobre intolerância e as suas consequências.

Intolerância
Ela está relacionada ao preconceito, extremismo, fanatismo, absolutismo, inclemência e inflexibilidade. A intolerância gera exclusivismo, ciúme, discriminação, perseguição e violência. Ela está presente em todas as camadas sociais, inclusive, todos nós fomos vítimas.

Exemplos de exclusivismo
1. A intolerância exclui pessoas. Os egípcios não comiam com os hebreus, eram totalmente separados por ser isto considerado abominação ao Senhor (Gn 43:32).

2. A mulher samaritana dizia: como me pedes de beber sendo eu mulher samaritana? (Jo 4:9).

3. Em uma revelação divina a respeito de Cornélio, Pedro dizia: Mas vós bem sabeis que não é lícito a um judeu ajuntar-se, ou chegar-se a um estrangeiro (At 10:28).

4. A intolerância condenava Jesus por ser hóspede na casa de pecador ( )

Ciúmes
1. Nos dias de Moisés, Josué foi intolerante para com Eldade e Medade, só porque profetizavam fora do arraial (Nr 11.28).

2. A intolerância gera ciúmes. O discípulo de Jesus chamado João, lhe disse: Mestre nós vimos um homem que em teu nome expulsava demônios, e nós lhe proibimos porque não nos segue. (Mc 9:38).

3. Trouxeram as crianças para que tocassem em Jesus, mas os discípulos as repreendiam, os intolerantes excluem pessoas para se tornarem exclusivos (Mc 10:13).
4. Os discípulos de João disseram lhe disseram: aquele homem do qual deste testemunho (dele) está batizando mais discípulos do que tu, uma multidão está lhe seguindo (Jo 3:26).

Perseguição e violência
Efraim era a tribo mais poderosa do norte do país, entretanto, ela queria comandar as outras tribos; por isso houve conflitos entre os gibianitas e efraimitas, e para não deixar os efraimitas fugirem atravessando o Jordão, ao encontrá-los os gibionitas perguntavam: vocês são efraimitas? Se eles dissessem que não, eles pediam que pronunciasse a palavra “chibolete”, porém, eles não pronunciavam bem a palavra, chamavam “sibolete” por isso foram mortos quarenta e dois mil efraimitas. (Jz 12:6).

Os intolerantes não perdoam, eles são insensíveis aos sentimentos alheios. Muitas tragédias deveriam ser evitadas se não houvesse tanta inflexibilidade, da qual Jesus também foi vítima; entretanto, cada um deve fazer a sua parte esbulhando-se de toda intolerância, desrespeito ao próximo e agressividade, para que tenhamos uma sociedade melhor.

Os intolerantes não constroem ambiente de paz, fazem guerras. “Os intolerantes acabam sozinhos”

Cuidado para esses males não nos atingirem. A intolerância, o preconceito, o ciúme, a discriminação, o exclusivismo, e a perseguição devem ser banidos dos nossos corações; principalmente quando em relação à intolerância religiosa; ela é pior do que qualquer outra. Paulo nos ensina a suportar os mais fracos, entender as diferenças, sem, contudo deixar de mostrar-lhes as verdades, sendo coerente com a palavra de Deus. “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais encaminhais o tal com espírito de mansidão olhando por ti mesmo para que também não sejais tentados” (Gl 6:1; Cl 2:8; 1 Tm 4:16).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O QUE HÁ NO TEU CORAÇÃO?

ESBOÇO 423
TEMA: O QUE HÁ NO TEU CORAÇÃO?
“O homem bom, do bom tesouro do seu coração, tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração, tira o mal, porque da abundancia do seu coração fala a boca” Lc 6.45.

Coração, na bíblia, quase sempre se refere à vida do ser humano. No sentido literal é indispensável, ele faz o bombeamento do sangue para todo o corpo. Existem dois órgãos vitais e importantes para a vida do corpo: o coração e os rins. Todo sangue é filtrado pelos rins. Para que toda impureza seja tirada do nosso ser; a nossa mente deve filtrar tudo o que passa por ela antes de descer ao coração, o coração não pode se contaminar espiritualmente, mas estar limpo (Mt 5.8). Discorreremos sobre: o coração fonte de vida, o que procede dele, quem o conhecerá, coração como templo de Deus, o coração engana.

I. Coração fonte de vida e morte
O coração é fonte de vida e morte, física e espiritual, nele o indivíduo processa as coisas para a morte e vida. Do coração procedem as saídas da vida (Pv 4.23). Ser ele substituído ou transplantado não altera a mente humana, você continua sendo a pessoa que é. Um coração abatido pode levar o sujeito à morte física (Pv 17.22), o coração contaminado pelo pecado leva o homem a morte espiritual.

“Porque o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23ª); “Ora, o aguilhão da morte é o pecado”. (I Co 15.56ª); “O pecado, uma vez consumado, gera a morte”. (Tg 1.15b).

II. Quem o conhecerá?
1. Ninguém o conhece (I Sm 16.7; Jr 17.9,10);
2. Somente Deus (At 1.24; 15.8; Rm 8.27ª);
a) Ele conhece as intenções do coração (I Cr 28.9);
b) Ele julga as aspirações e pensamentos do coração (Hb 4.12).

III. O que procede dele?
1. As coisas más e boas (Lc 6.45);
Maus pensamentos (Mt 15.18,19; Mc 7.20-23); O ódio; Ira; Vaidade; Orgulho; Adultérios; Inveja; Engano, mentira (Sl 101.7); Perversidade (Sl 101.4). Amor, caridade, benevolência, mansidão, paz, humildade, fé e temperança essas coisas devem proceder do coração do homem. O apóstolo Paulo considerou essas riquezas como fruto do Espírito (Gl 5.22).

O que está dentro do coração é revelado pela boca, e isso é o que contamina o homem (Mt 12.34; Mt 15.11,18; Tt 1.15; Pv 17.20). Ele mostra o que a pessoa é (Pv 27.19b); As nossas atitudes revelam o que está dentro do coração.

IV. Não se engane o seu coração
1. O homem pode ser condenado pelo seu próprio coração (I Jo 3.20);
2. Podemos adorar a Deus de lábios e não de coração (Is 29.13; Mt 15.8,9; Mc 7.6,7);
3. O coração do homem pode estar nas riquezas (Mt 6.21);
4. A maior beleza do homem não é a exterior, mas a que está no coração (I Sm 16. 7a; I Pe 3.4);

V. Coração, templo de Deus
O nosso coração deve estar preparado, saudável e limpo, para que seja habitação do Senhor (I Co 3.16; 6.19; 2 Co 6.16; Ef 2.21,22). Somente os que têm o coração limpo verão a Deus (Mt 5.8).

Um coração santificado é uma porta aberta para as bênçãos de Deus nos alcançar, com um coração puro e contrito podemos dar a nossa contribuição para um mundo melhor. Um coração saudável é desprovido de todo ódio, rancor, inveja, arrogância, maledicência. No entanto sejamos ricos em paz, harmonia, em amor ao próximo, alegria e vida, pois estas coisas são frutos de um coração com Deus.

Não deixe a tristeza ou raiz de amargura tomar conta do seu coração, ela pode lhe matar (Pv 17.22).
Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A CHAMADA DE DEUS TEM UM PREÇO

ESBOÇO 422
TEMA: A CHAMADA DE DEUS TEM UM PREÇO
“Tu, pois, cinge os lombos” (Jr 1.17a)

Qualquer tarefa designada por Deus para o homem há um preço e sacrifício a pagar para mantê-la. Os homens de Deus da antiguidade, quando foram escolhidos e chamados para um propósito divino pagaram um alto preço. Se fizermos uma avaliação da vida dos profetas, iremos concordar com o que disse o escritor aos Hebreus, quando fez um pequeno relato a respeito da vida e chamada deles. Passaram por padecimento, provações, perseguições, e até tiveram as suas vidas ceifadas (Hb 11.32-34). Os discípulos, apóstolos e todos quantos até hoje foram chamados para a obra de Deus pagam um alto preço por esse serviço prestado ao Senhor (Hb 11.36-38). Discorreremos neste comentário sobre os sofrimentos, como preço para no exercício do ministério cristão.

Propósitos de Deus
Nem sempre entendemos os propósitos de Deus na vida de uma pessoa, devido à complexidade e tipo de chamada, por exemplo, os irmãos de José não entendiam os propósitos de Deus na vida dele (Gn 37.5-10), apenas o seu pai entendia que havia algo diferente e preferiu guardar em silêncio no seu coração (Gn 37.11). Tudo estava dentro dos planos divino, não sabemos e não entendemos a forma e nem a fórmula da operação divina (Ec 11.5; Rm 8.28). Os propósitos de Deus resultaram não somente na conservação da sua família (Gn 45.5). Outros homens de foram chamados por Deus para Sacerdotes, Reis e Profetas para cumprirem os propósitos de Deus.

Processos por que passa um homem chamado por Deus
Os profetas: Faremos um pequeno comentário sobre alguns deles.

Elias, um profeta zeloso enviado a profetizar contra a idolatria. Por causa dessa missão ele foi odiado e procurado, Deus o usou poderosamente e ficou conhecido como homem de Deus, o profeta de fogo. Destacou-se pela sua bravura em falar as verdades de Deus aos reis idólatras, mesmo o Senhor estando com ele não estava isento de perseguições e de ser afetado por um estado depressivo, tendo como o final do seu ministério naquele momento (I Rs 19.2-4).

Jeremias, um profeta chamado desde o ventre (Jr 1.5). O seu ministério profético foi dirigido ao Reino do Sul de Judá, profetizou a uma nação que se rebelou contra o Senhor, Jeremias conclamava o povo a arrepender-se dos seus pecados, advertindo-os que não escapariam dos castigos de Deus e por causa da sua mensagem ele enfrentou oposições e sofrimentos, mas Deus promete estar com ele (Jr 1.8). A sua mensagem continha partes ligadas a juízo como também restauração a nação desviada de Israel (Jr 1.10).

A prosperidade dos ímpios e o pedido de Jeremias:
1. Jeremias enfrentava sofrimentos, enquanto os ímpios prosperavam (Jr 12.1-4);

2. Jeremias se justifica diante de Deus e pede a ele para impelir os seus inimigos (Jr 12.3). Quando ele apresentava as suas razões e clamava por alívio a resposta de Deus foi; “Se você considera essa situação difícil, o que fará quando ela se tornar realmente ruim? (Jr 12.5). Até os da sua própria família haviam conspirado contra ele (Jr 11.9).

Os sofrimentos de Jeremias aumentavam ainda mais, e ninguém queria ouvi-lo profetizar (Jr 18.18). Ele sofreu nas mãos de Pasur “esse era o título do encarregado de manter a ordem no templo” (Jr 20.1,2; cf 29.26), ele fere Jeremias e manda amarrar os seus pés no tronco, esse fingiu ser profeta, mas Jeremias não deixou de entregar aquilo que o Senhor havia mandado, embora depois o desespero toma-se conta do profeta, e mediante essa situação ele expressa a sua revolta no sentido de abandonar a Deus, estou decepcionado contigo (Jr 20.7,9).

Muitos têm em mente que ser um chamado por Deus para uma obra é estar cercado de privilégios, títulos e reconhecimento do trabalho, entretanto nada sabem a respeito das entrelinhas da vida de um obreiro, o que não é visto nem manifestado no seu cotidiano, ou seja, o que acontece nos bastidores do seu ministério (2 Co 11.23-28). Basta ler o texto de Coríntios a respeito do espinho na carne descrito por Paulo, ele nos dá a ideia de sofrimento (2 Co 12.7), por isso Paulo ficou perturbado e por ele orou três vezes, e a resposta foi: “A minha graça te basta...” (2 Co 12.9). Saiba que para o homem executar os propósitos de Deus é necessário percorrer caminhos difíceis e tenebrosos, mesmo assim devemos continuar comprometido com Deus e a sua obra mesmo que as coisas não estejam boas.

“Ninguém destrói o ministério de um chamado por Deus, a não ser ele próprio” CLEMENTINO

Querido irmão não pense que os sofrimentos irão destruir os projetos de Deus na sua vida, antes pelo contrário ele edificará ainda mais o seu ministério. Não devemos desanimar mesmo quando as situações se tornarem ainda mais complexas, se o trabalho parecer perdido e as orações não forem respondidas a tempo, fica tranquilo (a), isso não significa que o SENHOR não esteja com você.

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o pai das misericórdias e o Deus de toda consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também a nossa consolação sobeja por meio de Cristo” (2 Co 1.3-5).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma - PE

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

RIQUEZAS QUE NÃO ACRESCENTAM DORES

ESBOÇO 421
TEMA: RIQUEZAS QUE NÃO ACRESCENTAM DORES
“A bênção do SENHOR é que enriquece, e não acrescenta dores.” (Pv 10.22).

Há muitas riquezas que o ser humano contrai, e muitas delas não provêm de Deus por serem mal adquiridas. Entretanto, essas opulências acrescentam problemas e dores, mas as bênçãos do Senhor não são assim. Por isso vale mais o pouco que o justo tem, do que as riquezas de muitos ímpios (Sl 37.16).

Riquezas materiais
Elas não trazem felicidade, mas perturbações e angústias. O medo de perdê-las inquieta os homens, e as aspirações de querer mais não os deixa dormir. A sua busca, incessantemente, pode levar o indivíduo à tentação para pecar e fazê-lo cair na desgraça (I Tm 6.9,10,17). Não podemos dizer que não é normal o indivíduo adquirir bens materiais: casas, terras, carros, ou seja, gerar patrimônios para a sua posteridade, porque também isso é Dom de Deus, no entanto devemos ser cautelosos (Ec 5.19).

A busca desordenada pelas riquezas tem levado (a) muitos a adquirirem riquezas e fama; em contrapartida, essas coisas mal adquiridas terminam em tragédias. “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviam da fé e se transpassam a si mesmos com muitas dores” (I Tm 6.10, Ec 5.10). “A riqueza adquirida às pressas diminuirá, mas quem ajunta pouco a pouco terá aumento” (Pv 13.11). Esses desejos intensos de ter levam o indivíduo a esquecer que, antes do ter é ser. Devemos ter ciência que a nossa existência vale mais do que qualquer outra coisa. Jesus mostrou aos discípulos que eles eram mais valiosos que as coisas; os discípulos naquele momento não pensavam que seriam tão importantes (Mt 6.19-34). Existem coisas mais relevantes do que as riquezas. Jesus mostrou ao moço rico que a salvação estava acima de tudo (Lc 18.22,23). “Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas” (Lc 18.24,25).

A Prosperidade
As pessoas desejam que os seus bens sejam multiplicados, no entanto devemos pensar o seguinte: “Quando os bens se multiplicam, também se multiplicam os que deles comem. Que mais proveito tem aos seus donos do que os ver com os seus olhos?” (Ec 5.11). Mesmo assim os seus donos sentem prazer em tê-los. Quando os bens se multiplicam muitas vezes não se sabe a razão. “Semeou Isaque naquela terra e, no mesmo ano recolheu cem vezes mais, porque o Senhor o abençoava.” (Gn 26.12-14). Deus é quem conduz o homem à prosperidade, quando este lhe dá lugar (Gn 26.2;39.2,3; Js 1.8;I Cr 22.13;Dt 29.9; Sl 1.2,3). O segredo de toda prosperidade foi a obediência de Isaque. Por essa razão muitos ficam preocupados com o desenvolvimento de algumas pessoas e dizem: Como pode ser isso?

Nem sempre a prosperidade está relacionada ao dinheiro e bens materiais. Existem pessoas que nada têm, entretanto são ricas, outros são ricos, porém pobres (2 Co 6.10; Tg 2.5). A riqueza interior “caráter” e espiritual são as maiores. Outra coisa que necessitamos saber é que a pobreza nem sempre está relacionada ao pecado e maldição. Jesus, dono de tudo, se fez pobre (Mt 8.20). Em um jantar em Betânia em casa de Lázaro, Jesus viu alguém com uma falsa piedade pelos pobres e disse: Porque os pobres sempre tendes convosco (Jo 12.8). O Senhor fez todas as coisas para determinados fins, fez tanto o rico, quanto o pobre (Pv 22.2). Os ricos devem ter muito cuidado para não oprimir o pobre, pois o Senhor defenderá a sua causa (Pv 22.22, 23), os ricos que assim procedem receberão a justa condenação (Tg 5.1-7).

A bênção divina traz prazeres e júbilos em vez de tristeza. Citamos anteriormente que as bênçãos espirituais são grandes riquezas de Deus para seus filhos. Muitos servos de Deus partiram, e materialmente nada tinham, no entanto foram consolados. Temos uma parábola importante a qual envolve relacionamento entre o pobre e um rico, nele o rico desprezava o pobre, e Deus não se agradou das atitudes daquele rico e deixou-lhe fora do paraíso divino, enquanto Lázaro gozava no seio de Abraão (Lc 16.19-31; Mt 5.4). Pobreza não é maldição, mas circunstâncias, Jesus não desprezou nenhum deles. “Levantando ele os olhos para os seus discípulos, disse: Bem-aventurados vós, os pobres, pois vosso é o Reino de Deus” (Lc 6:20). Os pobres na esfera divina são valiosos. “Ouvi, meus amados irmãos: Porventura, não escolheu Deus aos que são pobres aos olhos do mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam?” (Tg 2:5).

“Digo aos ricos deste mundo tratem os pobres com dignidade, e aos ricos de espírito enriqueçam os pobres”

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil