sábado, 13 de outubro de 2012

A DÚVIDA E A FALTA DE CONFIANÇA


ESBOÇO 461
TEMA: A DÚVIDA E A FALTA DE CONFIANÇA
“...e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz,...” (Mc 11.23,24); “...não duvidando; porque o que duvida é semelhante a onda do mar, que é levada pelo vento...”(Tg 1.6)

A dúvida e a falta de confiança são impedimentos para o desenvolvimento humano. A incerteza leva o individuo a não tomar algumas decisões importantes, impreterivelmente somos responsáveis por essas decisões. A certeza ou a confiança em nós, sobretudo em Deus faz toda diferença. Discorreremos sobre a dúvida, a falta de confiança e esperança.

A dúvida
A dúvida e as decisões dizem muito a respeito do nosso desempenho ou fracasso tanto na vida secular quanto espiritual, por isso alguns cuidados devem ser tomados. Em determinados momentos somos advertidos para não sermos atropelados pelas dúvidas. É natural encontrarmos placas de advertências nas estradas “na dúvida não ultrapasse”. Há uma advertência mais austera nas linhas férreas “Pare, olhe e escute” tudo isso para que você não tenha dúvida, pois as indecisões podem causar-nos algumas desventuras. As nossas decisões devem ser tomadas seguramente na hora e momento certo. Os duvidosos permanentes não buscam os seus objetivos e não sabem o que querem.

A dúvida acontece por não conhecermos o nosso potencial, ela pode ocorrer em alguns momentos no individuo, porém não deve ser uma coisa permanente, mas, somente enquanto não definirmos o que realmente queremos. Ela não é tão danosa, ela faz a faculdade mental refletir e tomar iniciativa sobre aquilo que o individuo questiona, se vale ou não. Pois a incerteza e a falta de convicção fazem a pessoa focalizar os obstáculos ou as impossibilidades e não o alvo desejado.

Dúvida e a falta de confiança em Deus
Essas duas coisas não devem estar presentes no ser humano, principalmente sobre aqueles que crêem em Deus, pois a dúvida e a falta de confiança “fé” podem influenciar negativamente o nosso relacionamento com o criador. “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe” (Hb 11.6). Todo individuo deve conhecê-lo mais profundamente para que não haja dúvida e nem desconfiança a respeito do que ele faz. Nas escrituras há exemplos de pessoas que duvidaram e não tiveram fé em Deus, resultando em uma vida de fracasso.

A esperança e confiança
A esperança conforme a própria palavra ela está ligada ao futuro (Rm 8.24,25) ela não é um simples anseio por algo, mas uma numa certeza da alma, a esperança está vinculada a fé e não deve haver dúvidas (Rm 15.13; Hb 11.1). A esperança do cristão no Senhor é de tal de tal forma que não há confusão (Rm 5.5; Sl 22.4,5; Is 49.23), ela é uma âncora para o crente (Hb 6.19-20). São tidos por bem-aventurados aqueles cuja esperança é o Senhor ((Sl 146. 3,5; Jr 17.7).

A confiança, ela leva a pessoa acreditar em um desfecho feliz de algo que está em sua mente, quando olhamos determinadas coisas com desconfiança, é porque a dúvida está em ação. A confiança deve ser permanente no individuo, as escrituras enfatiza sobre essa confiança, sobretudo em Deus, essa confiança nEle deve ser sólida e bem segura nEle (Sl 33.21,22). “Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.” (Sl 125.1)

A firme confiança
A oração nos leva a entender melhor os propósitos de Deus, por isso depositamos toda a nossa confiança nele, mesmo que não aconteça o desfecho desejado na nossa mente (Hc 3.17,18), muitas vezes queremos usar uma confiança em Deus, de maneira que só ficarei satisfeito se ele fizer o que desejo. Habacuque desviou o seu foco nas coisas materiais mostrando que a sua confiança em Deus estava acima de tudo “...todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação.” (Hb 3.18b).

Não servimos a Deus por ele ter algo a nos dá, mas pelo que ele é. Habacuque declarou está disposto a servir a Deus em todas as circunstancias, pois seriamos os mais miseráveis entre os homens se esperássemos somente nas coisas dessa vida, porém há nas escrituras algumas expressões que enfatizam fazermos uso da fé. Não devemos somente servir a Deus nos momentos confortáveis, quando tudo se movimenta em nosso favor, mas em todas as circunstancias.

            Devemos ser abastecido de conhecimentos para diminuirmos a nossas dúvidas, e, sobretudo a confiança em Deus, certos disso as nossas esperanças estarão firme na certeza que Deus fará a sua vontade em nós. Tiremos das nossas mentes todas as dúvidas e falta de confiança no divino, porque essas coisas não geram esperanças.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma –PE/Brasil

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

OS FALSOS PROFETAS



ESBOÇO 460
TEMA: OS FALSOS PROFETAS
“Eis que sou contra os profetas, diz o SENHOR, que usam a língua e dizem: Ele disse” (Jr 23.31).

A comunicação entre o criador e o homem foi perfeita e bem entendida pelos seus primeiros ouvintes (Gn 2.16). Mas, Satanás fez uso das palavras que o Senhor havia falado ao homem apresentando dois argumentos, para conseguir convencer a mulher a desobedecer a Deus. Não somente Satanás, mas, as pessoas também podem colaborar com ele desvirtuando e transformando as verdades de Deus em mentira. Comentaremos rapidamente sobre os profetas verdadeiros e os mentirosos e as advertências.

I. O engano da serpente
No diálogo entre a serpente e a mulher ela diz: (1) Se vocês comerem da árvore da ciência do bem e do mal, não morrem. (2) Deus sabe que, no dia que comerem se abrirão os vossos olhos para conhecer o bem e o mal. Depois desse episódio, as pessoas, e não mais a serpente, ficaram encarregadas de dar continuidade ao propósito de Satanás, levando o homem a desobedecer a Deus, e a transformar as suas verdades em mentiras. O engano permeou toda humanidade, os homens iludem e são iludidos.

II. A voz de Deus
A Bíblia nos diz que na antiguidade Deus falava diretamente com seus servos como falou com Abraão, Noé, entre outros, depois constituiu Moisés para ser “um grande profetas e mediador” entre Deus e os homens. O Senhor continuou constituindo profetas, que, através do seu Espírito Santo, retransmitiam ao povo as suas verdades. Na história dos hebreus nunca ninguém influenciou tanto quanto os profetas, eles eram porta-vozes de Deus, falavam em nome do SENHOR DOS EXERCITOS.

III. O que era ser profeta?
Era uma pessoa escolhida e chamada por Deus para o ofício mais importante em muitas culturas antigas. Comumente se fala que o profeta é uma pessoa que prever o futuro, no entanto, os profetas bíblicos eram diferentes, eles anunciavam o que iria acontecer no futuro. Mas estes não eram os aspectos mais importantes da sua missão. O profeta tinha um compromisso e estavam a serviço de Deus para falar às nações seu estado espiritual, e anunciar o castigo divino sobre elas.

Há duas categorias de profetas: os canônicos e os não canônicos. Os canônicos são aqueles que escreveram, mas, não foram reconhecidos como canônicos, ex: Moisés não fora reconhecido; mas, Isaias é classificado como canônico.

IV. As características do verdadeiro profeta
Os profetas eram pessoas escolhidas por Deus, e muitas vezes, antes do seu nascimento (Jr 1.5), para transmitirem as suas verdades espirituais ao povo. Eles tinham uma missão especifica, também eram chamados de videntes ou homem de Deus (I Sm 9.6,9). Eram pessoas simples, viam uma vida consagrada e sem prerrogativas, separados da contaminação do pecado, eles estavam a serviço de Deus.
V. Todos os profetas eram confiáveis?
Não, somente aqueles que tinham uma vida totalmente comprometida com Deus. Os profetas eram humanos sujeitos às falhas, porém, eles também eram cobrados, Deus exigia que eles fossem fiéis em transmitir a sua palavra. Havia também naquela época profetas que furtavam para conseguirem algum proveito pessoal, eram procurados e consultados para profetizar se os reis poderiam ir à guerra ou não, se perderiam a batalha ou não (I Rs 22.6), mas também existiam profetas que só falavam a verdade, Micaías era um deles (I Rs 22.7,8). Um profeta poderia enganar outro e ser enganado, embora as consequências fossem trágicas (I Rs 13.1-26)

VI. Advertências
 O povo de Deus foi advertido pelo profeta Jeremias sobre esses tais. O que é falso e verdadeiro está por toda parte, isso é mostrada em toda escritura sagrada, até hoje esses profetas vem disseminando o erro no meio do povo de Deus. O profeta Jeremias adverte aos seus servos dizendo: Não deis ouvidos a eles (Jr 23.16). Deus não tem responsabilidade com quem fala e diz: ele disse sem que seja Deus, muitos têm sido envergonhados porque profetizam em nome de Deus, quando na verdade não é Ele (Jr 23.).

VII. Recomendações no novo testamento
No Novo Testamento não há ofício de profeta, mas o dom de profecias; muitos se aproveitam e dizem ser profeta e até enganam o povo. Os cristãos imaturos são enganados porque não fazem nenhum julgamento, contraindo muitos problemas para si. As igrejas, desde os primeiros séculos. foram afetadas por esse mal. Jesus falou “acautelai-vos dos falsos profetas” eles estão espalhados por todo mundo, o espírito de engano continuará operando na vida de muitos na igreja até o último instante dela na terra.  O apóstolo Paulo também ensinou à igreja não somente sobre o uso do dom de profecia, na igreja, mas também sobre os falsos mestres. As falsas profecias inquietaram muitos lideres da igreja, não somente naquela época, mas até hoje.

VIII. Os cuidados com os falsos profetas
“Satanás pode imitar a manifestação dos dons espirituais, ou levantar falsos crentes disfarçados como servos de Cristo podem fazer o mesmo (Mt 7.21-23; 24.11,24; 2 Co 11.13-152 Ts 2.8-10). O crente não deve dar crédito a qualquer manifestação espiritual, mas deve ‘provar se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (I Jo 4.1; cf. I Ts 5.20,21)B.E.P. Para os cristãos novos e imaturos são necessários os cuidados.

                Devemos ter muito cuidado para não sermos levados por qualquer mensagem falada por alguém, pois a maior profecia é a palavra de Deus, essa é infalível, as pessoas comprometidas com Deus não se ariscam ao ouvir qualquer mensagem, que dizem vir da parte de Deus, tenhamos cuidado, duas coisas são imprescindíveis: avaliar o conteúdo da mensagem e o mensageiro.

Pr. Elis Clementino – Itapissuma-PE/Brasil

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A INTOLERÂNCIA



ESBOÇO 459
TEMA: A INTOLERÂNCIA
“Então correu um moço, e o anunciou a Moisés, e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial. E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus mancebos escolhidos, respondeu, e disse: Senhor meu, Moisés, proíbe-lo.” (Nr 11:27,28).

A intransigência é um dos males que tem afetado desde a antiguidade. Nos dias de Moisés, Josué foi intolerante para com  Eldade e Medade, dois homens que profetizavam fora do arraial, dizendo: Meu senhor proíbe-os, porque profetizam. Disse-lhe Moisés: tens ciúmes por mim? Oxalá que todo povo do Senhor fosse profeta (Nr 11:27-29). A intolerância tem causado muitos males na sociedade e na igreja.

A intolerância exclui pessoas
Raabe foi uma prostituta e morava em cima do muro da cidade de Jericó, foi poupada por abrigar os espias de Josué em sua casa (Js 6:7). O escritor aos hebreus disse que Raabe foi justificada por essa ação (Hb 11:31). Tiago escreveu dizendo que a meretriz Raabe foi justificada pela fé em Deus (Tg 2.25). Na visão de muitos, jamais ela poderia fazer parte na genealogia de Jesus Cristo (Mt 1:5).  A mulher samaritana no poço de Jacó: Jesus conhecia a situação da mulher, mesmo tendo possuído cinco maridos, e o que tinha não era dela, mesmo assim não foi desprezada por Jesus, pelo contrário, e isso resultou em ela levar muitas pessoas ao conhecimento de que Jesus era o salvador do mundo, e testificavam perante a mulher: Já não é pelo teu dito que nós cremos; porque nós mesmos temos ouvido, e sabemos que este é verdadeiramente o salvador do mundo (Jo 4:39-42). Uma mulher (que) foi apanhada em ato de adultério e a trouxeram à presença de Jesus, para que fosse feito conforme a lei de Moisés (Lv 20:10; Dt 13:9). Ela deveria ser morta apedrejada; “a intolerância não permite que se tenha um espírito perdoador”. A pobre mulher ficou em pé no meio do grupo que a acusava, cada um com uma pedra na mão, e todos queriam ouvir o que Jesus dizia. A palavra de Jesus após escrever no chão foi: Aquele que dentre vós não tiver pecado atire a primeira pedra (Jo 8: 4,5,7), após eles se retirarem Jesus se dirige a mulher e lhe faz a seguinte indagação: onde estão os teus acusadores, ninguém te condenou? Nem eu te condeno, vai em paz e não peques mais (Jo 8: 11). Para os intolerantes de hoje jamais essas pessoas teriam oportunidade.

A intolerância torna grupos exclusivos
No livro de Gênesis há o relato de que os egípcios não comiam com os hebreus, se alimentavam totalmente separados por ser abominação ao Senhor (Gn 43:32). No Novo Testamento vemos comportamentos semelhantes: A mulher samaritana disse : como é que me pedes de beber sendo eu mulher samaritana? (Jo 4:9); - Pedro, na visão que Deus lhe deu sobre a casa de Cornélio: Mas vós bem sabeis que não é lícito a um judeu (se) ajuntar-se, ou chegar-se a um estrangeiro (At 10:28); - Josué, (nos dias de Moisés foi intolerante para com) em relação a Eldade e Medade, como já foi citado anteriormente (Nr 11.28,29); - Os discípulos de João que disseram: Aquele homem que estiveste com ele além do Jordão, e deste testemunho dele, está batizando, e o povo o segue (Jo 3.26,27); - Proibiram as crianças de tocar em Jesus (Mc 10:13-16); - O discípulo de Jesus chamado João, lhe disse: Mestre, nós vimos um homem que em teu nome expulsava demônios, e nós lhe proibimos porque não nos segue.  (Mc 9:38-40). “A intolerância exclui pessoas e torna outras exclusivas”.

Ultimamente acontecem as mesmas coisas. Líderes religiosos ficam indignados por verem, às vezes, outros grupos religiosos surgirem fazendo os mesmos trabalhos que eles, evangelizando, indo em busca das almas para Cristo, às vezes pertencentes ao mesmo seguimento religioso; mas não aceitam somente porque não os seguem, outros, por problemas pessoais discriminam; isso tem gerado muitos transtornos para a igreja. Infelizmente cada um se sente como se fosse dono da igreja, manipulando os seus membros como seus escravos, além de ufanar-se por presidir uma grande instituição religiosa “a igreja”. Essas pessoas deveriam ter a mesma atitude de Moisés, quando disse: deixa que eles profetizem, porque seria bom que todos fossem profetas; a mesma atitude de João, quando os seus discípulos disseram que Jesus estava batizando, e a atitude de Jesus, quando respondeu aos discípulos sobre um homem que pregava em nome dele.

Intolerância radical
Quando os geliaditas tomaram os vaus que conduzem a Efraim, e quando os fugitivos de Efraim diziam: Quero passar; então os homens de Geliade lhes perguntavam: és tu efraimita? Porém eles diziam não, então diziam: Dize Chibolete; porém eles diziam xibolete, e morriam degolados, porque não podiam pronunciar Chibolete (Jz 12:6). Muitas pessoas se aproximavam de Jesus no templo, e ao ver os milagres acontecerem por seu intermédio, (dele) e ao observar crianças gritando dizendo: Hosana ao filho de Deus, os escribas e fariseus ficaram indignados (Mt 21:15). Os intolerantes não perdoam, antes excluem, são ciumentos, discriminam, murmuram e perseguem.

Os intolerantes não têm um espírito perdoador.
Os discípulos perguntaram a Jesus: até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus responde: setenta vezes sete (Mt 18:21,22); - O credor incompassível. Um homem devia dez mil talentos, e não tendo com que pagar, teria que entregar seus filhos para serem vendidos para pagar a dívida; implorando ele disse: Senhor, ser generoso para comigo e tudo te pagarei, então o senhor daquele servo perdoou a sua dívida (Mt 18:23 – 27); mas, aquele servo perdoado encontrou um dos seus conservos que também lhe devia cem denários, lançando mão dele sufocava-o e dizia: me paga o que deves, ele não agiu da mesma forma que fora tratado pelo seu senhor, antes foi encerrá-lo na prisão até que saldasse a dívida; e por causa dessa atitude sofreu as consequências (Mt 18: 28-34). Assim fará o meu pai celeste, se não perdoardes a cada um as suas ofensas. (Mt 18:35).

A intolerância religiosa
A intolerância religiosa sempre existiu (houve) e nos dias atuais tem se complicado ainda mais, porque eles estão em todos os lugares até dentro da igreja eles são “dente por dente, olho por olho”. A intolerância não permitia que Jesus entrasse em casa de pecador (Lc 19.7). Hoje é assim também: não na casa de tal, nem na igreja tal. O pior ainda é quando um irmão comete um delito “pecado”. Conforme Paulo, se um irmão fosse surpreendido nalguma ofensa, os crentes espirituais não os desprezassem, mas que encaminhassem o faltoso com espírito de brandura olhando por si mesmo para que também não fosse tentado (Gl 6:1; Cl 2:8; 1 Tm 4:16). Deixemos de lado todo orgulho e a intolerância, e usemos de misericórdia

Abandonemos qualquer tipo de intolerância para com as pessoas, não foi assim que aprendemos com o nosso grande Mestre Jesus, ele soube conviver com as diferenças, sem contudo, aceitar as práticas pecaminosas deles. A intolerância, o ciúme, a exclusão, discriminação, perseguição, crítica, murmuração e o exclusivismo sejam banidos dos nossos corações, pois Deus quer que tenhamos um coração perdoador e cheio de justiça. “Se a vossa justiça não exceder a dos fariseus e dos escribas, de maneira nenhuma entrareis no reino de Deus”  (Mc 5.20).

Pr. Elis Clementino – Itapissuma – PE/Brasil



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

AJUDANDO UNS AOS OUTROS


ESBOÇO 458
TEMA: AJUDANDO UNS AOS OUTROS
“...um ao outro ajudou e a seu companheiro disse: Esforça-te”(Is 41.6).

            Todos os membros de uma família mutuamente precisam ser ajudados, principalmente os membros da família cristã, pois o que assim não perpetra é pior do que o infiel. O texto escrito por Paulo aos Gálatas manifesta isso muito claro: (principalmente os membros da família cristã, pois o que assim não perpetra é pior que o infiel). “Porém aqueles que não cuidam dos seus parentes, especialmente dos da sua própria família, negou a fé e é pior do que os que não creem.” (I Tm 5.8). “A vida controlada pelo Espírito de Deus produz harmonia e unidade na comunidade cristã.” (Fp 2.3,4).
  
Relacionamento
A bíblia ensina que os cristãos vivam em união, porque é por seu intermédio que procedem as bênçãos divinas. “Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam, em união!” (Sl 133.1). É através dessa união cristã que advirão as bênçãos do Senhor (Sl 133.2,3).

O egoísmo
 A preocupação e o interesse consigo não permite que o indivíduo se relacione bem com as outras pessoas. Geralmente, os egoístas não pensam nas outras pessoas, mas somente em si. Os egoístas pensam ser tão importantes, quando, de fato, não são, e através desse pensamento enganam a si mesmos (Gl 6.3). Não devemos atentar somente para o que é propriamente nosso, mas para o que é dos outros; sentir as necessidades dos nossos semelhantes é um dever, cada pessoa examine o seu próprio modo de agir! Se o seu proceder for bom, então ele (a) pode se orgulhar do que faz, sem necessidade de comparar o seu modo de agir com os outros (Gl 6.4).

Ajudando pessoas
Necessariamente devemos ajudar às outras pessoas, embora essa ajuda nem sempre seja financeira. Mas também com atitudes e ações que as auxiliem, às vezes são mais importantes que o dinheiro, por exemplo, a cooperação dos irmãos para com o Apóstolo Paulo durante o seu ministério (Rm 16.4; Fp 1.5; 2 Tm 1.16).
  
Ajuda espiritual
Devemos nos dispor a ajudar os irmãos nas suas necessidades espirituais, conduzindo-os a Deus de maneira extraordinária, encaminhá-lo à correção, mas com espírito de brandura (Gl 6.1). Atualmente muitos cristãos não querem exercitar essa prática espiritual com comedimento e subserviência, mas agem sem nenhum amor (Gl 5.15). Paulo fez um grande bem espiritual e moral a uma pessoa que havia fugido do seu patrão, por tê-lo furtado: “O escravo Onésimo”. Nesse episódio Paulo apresenta uma profunda amizade com Filemom capaz de levá-lo a interceder pelo escravo convertido (Fm 8-21). Quantos Onésimos têm por ai necessitando de alguém com atitude de Paulo promovendo reconciliação e reintegração entre pessoas.

“Irmãos, se alguém for apanhado nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, corrigi o tal com espírito de mansidão. Mas olha por ti mesmo, para que também não sejais tentado.” (Gl 6.1)

Alegria dos crentes pelos seus irmãos
Devemos ter imensa alegria pelos nossos irmãos, pois Paulo sentia essa alegria e comunhão com o irmão Filemom (Fm 7); outra expressão de elogios de João para Gaio (3 Jo 2-5); De Paulo por Timóteo (I Tm 1.2; II Tm 1.1,4); Relacionamento espiritual de Paulo e Tito (Tt 1.4). Será que atualmente não dá para seguir esses exemplos? Pensem nisso!

As escrituras dizem que, quem pode fazer o bem e não faz, peca. E nada melhor do que você ser útil para com o próximo, principalmente os da fé. Levemos em consideração esse mandamento do Senhor e auxiliemos naquilo que está ao nosso alcance, tanto no material, quanto no espiritual. Ajudemos ao próximo sem visar retorno, porque Deus nos retribuirá de muitas maneiras.

“Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Reparte com sete, e ainda até com oito porque não sabes que mal haverá sobre a terra.” (Ec 11.1). Fazendo isso te sobrevirá as bênçãos do Senhor (Is 58.7, 10)

Pr Elis Clementino – Itapissuma - PE

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

AJUDANDO UNS AOS OUTROS




ESBOÇO 458
TEMA: AJUDANDO UNS AOS OUTROS
“...um ao outro ajudou e a seu companheiro disse: Esforça-te”(Is 41.6).

            Todos os membros de uma família mutuamente precisam ser ajudados, principalmente os membros da família cristã, pois o que assim não perpetra é pior do que o infiel. O texto escrito por Paulo aos Gálatas manifesta isso muito claro: (principalmente os membros da família cristã, pois o que assim não perpetra é pior que o infiel). “Porém aqueles que não cuidam dos seus parentes, especialmente dos da sua própria família, negou a fé e é pior do que os que não creem.” (I Tm 5.8). “A vida controlada pelo Espírito de Deus produz harmonia e unidade na comunidade cristã.” (Fp 2.3,4).
  
Relacionamento
A bíblia ensina que os cristãos vivam em união, porque é por seu intermédio que procedem as bênçãos divinas. “Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam, em união!” (Sl 133.1). É através dessa união cristã que advirão as bênçãos do Senhor (Sl 133.2,3).

O egoísmo
 (Ele) A preocupação e o interesse consigo não permite que o indivíduo se relacione bem com as outras pessoas. Geralmente, os egoístas não pensam nas outras pessoas, mas somente em si. Os egoístas pensam ser tão importantes, quando, de fato, não são, e através desse pensamento enganam a si mesmos (Gl 6.3). Não devemos atentar somente para o que é propriamente nosso, mas para o que é dos outros; sentir as necessidades dos nossos semelhantes é um dever, cada pessoa examine o seu próprio modo de agir! Se o seu proceder for bom, então ele (a) pode se orgulhar do que faz, sem necessidade de comparar o seu modo de agir com os outros (Gl 6.4).

Ajudando pessoas
Necessariamente devemos ajudar às outras pessoas, embora essa ajuda nem sempre seja financeira. Mas também com atitudes e ações que as auxiliem, às vezes são mais importantes que o dinheiro, por exemplo, a cooperação dos irmãos para com o Apóstolo Paulo durante o seu ministério (Rm 16.4; Fp 1.5; 2 Tm 1.16).
  
Ajuda espiritual
Devemos nos dispor a ajudar os irmãos nas suas necessidades espirituais, conduzindo-os a Deus de maneira extraordinária, encaminhá-lo à correção, mas com espírito de brandura (Gl 6.1). Atualmente muitos cristãos não querem exercitar essa prática espiritual com comedimento e subserviência, mas agem sem nenhum amor (Gl 5.15). Paulo fez um grande bem espiritual e moral a uma pessoa que havia fugido do seu patrão, por tê-lo furtado: “O escravo Onésimo”. Nesse episódio Paulo apresenta uma profunda amizade com Filemom capaz de levá-lo a interceder pelo escravo convertido (Fm 8-21). Quantos Onésimos têm por ai necessitando de alguém com atitude de Paulo promovendo reconciliação e reintegração entre pessoas.

“Irmãos, se alguém for apanhado nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, corrigi o tal com espírito de mansidão. Mas olha por ti mesmo, para que também não sejais tentado.” (Gl 6.1)

Alegria dos crentes pelos seus irmãos
Devemos ter imensa alegria pelos nossos irmãos, pois Paulo sentia essa alegria e comunhão com o irmão Filemom (Fm 7); outra expressão de elogios de João para Gaio (3 Jo 2-5); De Paulo por Timóteo (I Tm 1.2; II Tm 1.1,4); Relacionamento espiritual de Paulo e Tito (Tt 1.4). Será que atualmente não dá para seguir esses exemplos? Pensem nisso!

As escrituras dizem que, quem pode fazer o bem e não faz, peca. E nada melhor do que você ser útil para com o próximo, principalmente os da fé. Levemos em consideração esse mandamento do Senhor e auxiliemos naquilo que está ao nosso alcance, tanto no material, quanto no espiritual. Ajudemos ao próximo sem visar retorno, porque Deus nos retribuirá de muitas maneiras.

“Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Reparte com sete, e ainda até com oito porque não sabes que mal haverá sobre a terra.” (Ec 11.1). Fazendo isso te sobrevirá as bênçãos do Senhor (Is 58.7, 10)

Pr. Elis Clementino – Itapissuma/PE