quinta-feira, 11 de julho de 2013

O MENSAGEIRO SEM SUCESSO

ESBOÇO 500
TEMA: O MENSAGEIRO SEM SUCESSO
“Então disse o rei: Vai bem com o jovem, com Absalão? Disse Aimaáz: Vi um grande alvoroço, quando Joabe mandou o servo do rei, e a mim, teu servo; porém eu não sei o que era”. (2 Sm 18.29)

Em todos os lugares existem pessoas que se antecipam em para realizar algo que não lhe pertença, às vezes tomando o espaço de outros. A Bíblia sagrada tem um belo exemplo sobre Cusi, o cuxita, o emissário e Aimaáz o oferecido, para entregar ao rei uma mensagem que não lhe pertencia. Às vezes o desejo de realizar algo é mais forte, embora não se saiba como fazer, Aimaáz queria ser o mensageiro para trazer as novas ao rei. As pessoas se sentem prazerosas em dar noticias principalmente quando é uma pessoa influente ou um líder, mas existem também outros que podem fazer o mesmo serviço. Aimaáz era um homem de bem e considerado pelo rei (2 Sm 18.27), mas isso não significa que todas as vezes que necessitasse de um o mensageiro deva ser ele, no entanto quando uma pessoa toma a frente para fazer que não seja para ele geralmente torna-se uma pessoa antecipada. Falaremos nesse assunto sobre esses dois mensageiros, um enviado e o outro oferecido.

Os dois mensageiros
Existem tarefas que são destinadas a determinadas pessoas, mas é necessário saber se essa ou aquela estará apta a cumpri-la, porém, cabe ao individuo esperar a sua ocasião, quando isso não acontecer vem às preterições, e as consequencias podem ser imediatas. O enviado para levar ao rei a mensagem da morte de Absalão era Cusi (2 Sm 18.21), mas Aimaáz não se conteve em ficar no seu lugar, quis também ser o mensageiro de Joabe, porém ele achou que Aimaáz não seria a pessoa ideal para ser o mensageiro naquele momento e sim Cusi (2 Sm 18.22b), observamos ai uma carreira cansativa e sem propósito, um sacrifício sem sucesso. Atualmente acontecem as mesmas coisas, pessoas se adiantam para fazer algo que não lhe é mandado, podia ser que ele soubesse do acontecimento, mas o que eu questiono aqui é que Aimaáz não fora diretamente enviado para dar a mensagem, porém ele perante o rei não sabia o que dizer sobre o acontecimento, apenas ficou enrolando “eu vi um grande alvoroço, quando Joabe mandou o servo do rei, e a mim, teu servo; porém não sei o que era” (2 Sm 18.29).  A imprudência de Aimaáz fez com que o rei o deixasse de lado (2 Sm 18.30), o mais interessante naquele momento era a mensagem e não o mensageiro.

Existem pessoas que são antecipadas para determinados tipos de coisas, entretanto nem todas elas estão aptas para fazê-las, as mesmas coisas sucedem em relação às pessoas piedosas, nem todos têm os mesmos tipos de tarefas e dons, entretanto é necessário entender que cada um tem uma missão especifica de conformidade a sua capacidade, tanto nos talentos naturais, quanto nas tarefas espirituais e dons ministeriais (Ef 4.11). Às vezes as pessoas têm vontade de fazer algo mais, talvez para agradar alguém, pode ser que esse seja o caso de Aimaáz, que numa forma de ajudar acabou não ajudando em nada. Devemos entender que mesmo sendo um mensageiro, não significa que a mensagem esteja com ele. Devemos ter a consciência que Deus tem outros portadores para anunciar a palavra, embora tendo a chamada, mas nem sempre a palavra, portanto mensageiro é aquele que ver e escuta, mas não poderá falar nada se nada tem. Cada um tem o momento da sua oportunidade, Cusi “negro” era o mensageiro da vez. Portanto há determinadas coisas que somente devemos fazer quando nos for ordenados.

Sem Corr.
Pr Elis Clementino – Itapissuma - PE

quinta-feira, 4 de julho de 2013

CELEBRAÇÃO AO SENHOR

ESBOÇO 499
TEMA: CELEBRAÇÃO AO SENHOR
“Celebrai com júbilo ao Senhor...” Salmo 100.1-5
           
O salmista conclama a todos para celebrarem ao SENHOR, neste salmo encontramos doze exortações expostas pelo seu escritor. É importante saber que a nossa celebração a Deus não deve ocorrer somente nos momentos faustosos das nossas vidas, mas também nos momentos obscuros, nas adversidades quando ninguém nos contempla, mas somente Deus. Devemos levar em consideração dois momentos durante a nossa vida aqui, o dia da prosperidade e o dia da adversidade (Ec 7.14), na prosperidade goze bem e festivamente, mas com equilíbrio, e na adversidade pondere, reflita sobre as suas atitudes. Nesse comentário razoaremos sobre a celebração, como as pessoas reagem quando celebramos a Deus e o valor que se deve dar a adoração.

Celebrar
Festejar ou solenizar, pois quando abrimos os nossos corações para celebrar ao Senhor é porque reconhecemos a magnitude da sua grandeza, além de tudo àquilo que ele tem realizado em nosso favor. Na nossa maneira de expressar esse festejo nos leva até a exceder um pouco a ponto de chamar a atenção de outras pessoas e elas ignorarem, isso não foi diferente com Davi quando trazia a arca do Senhor para Jerusalém, ele quebrou preceitos para festeja a volta da arca adorando ao Senhor (I Cr 15.27,28), mas para Mical sua mulher aquela maneira de adorar ao Senhor era vergonhosa, um rei dançar alegremente no meio do povo trazendo arca era uma aberração; vejam a sua expressão sobre aquele episódio (I Cr 15.29), mas qual a razão para Davi fazer tudo aquilo? (1) Na presença de Deus há alegria, pois a arca da aliança representava a presença de Deus, e no lugar em que a arca estivesse ele seria abençoado (I Cr 13.14); (2) Pouco importava o desprezo por louvar ao Senhor (3) Deus havia feito muito mais do que ele merecia. A formalidade nos dias atuais tem feito com que muitos não abram mais o seu coração para glorificar a Deus, isso para não ser ridicularizado pelos formais, cuidado com o formalismo.

Celebrar ao Senhor incomoda
Qualquer atitude de celebração a Senhor pode incomodar pessoas, Mical sentiu-se incomodada com a atitude de Davi em pular e dançar diante da arca, ela o desprezou, mas somente celebram ao Senhor aqueles que reconhecem seus benefícios (Sl 116.12,13). As escrituras registram também duas ocasiões em que mulheres trouxeram em suas mãos vasos com unguento e depositavam aos pés de Jesus, no entanto as ações delas incomodaram a muitos naqueles momentos, mesmo debaixo das criticas e dos olhares repugnantes, elas não desistiram de adorar, cada um tem a sua maneira de agradecer, louvor e adorar, a mulher que entrara na casa do fariseu e a do jantar na casa de Lázaro, traziam consigo unguentos preciosos e lançavam sobre o seu mestre (Lc 7.39; Jo 12.3).

Valor da adoração
Quem adora, adora sem reservas, ou seja, para elas não importavam o valor monetário das especiarias, mas o sentimento de gratidão, elas ofereciam com um coração sincero. Dê o melhor do coração para Deus, seja gemendo ou chorando, com lagrimas ou sem, dê o melhor! O sentimento de adoração vai muito mais além de uma oferta ou mesmo festejar e cantar, é envolver-se nos mistérios de Deus em espírito e em verdade, “Importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4:24), com espírito, alma e corpo, ofereça ao Senhor o melhor do seu nardo, cujo teor seja a essência da gratidão. No coração daquelas mulheres havia esse sentimento que valia muito mais do que regar-lhes os pés com lágrimas, muito mais do que enxugar com os cabelos. Para o mestre o mais valioso naquele momento não era o que estava sobre a mesa, como os alimentos e em volta muitas pessoas, mas sim, a atitudes das mulheres que quase não se viam, no entanto Jesus via nelas um real sentimento de adoração e agradecimento, diferentemente de muitos naquela época que adoravam de lábios e não de coração (Mt 15.7-9).

             A formalidade tem tomado conta de muitas igrejas pentecostais, algumas delas tem tornado-se mornas e frias, fazendo com que muitos crentes sintam saudades dos cultos fervorosos como eram os da igreja primitiva, há! Que saudade dos tempos antigos quando os crentes davam glórias a Deus e ledice. A chama pentecostal não pode ser apagada das nossas vidas. Atualmente os olhares se voltam para aquelas pessoas que ainda glorificam a Deus e dão aleluias. Devemos pedir a Deus que esse sentimento de gratidão jamais desapareça do nosso meio. Muitos cristãos dizem que estão louvando e adorando a Deus, quando na verdade estão apenas massageiam o ego das pessoas, fazendo-as focar somente naquilo que lhes tragam benefícios ou favorecimentos “eu quero estar lá em cima no pódio mais alto e te contemplar lá em baixo” isso não é louvor a Deus, mas às vezes um desabafo direcionado à alguém. Da mesma maneira existem indivíduos que cantam somente para irritar seus vizinhos fazendo pouco dessas pessoas, quem disse que isso é estar louvando a Deus? O Senhor nos guarde desse tipo de adoração. A Bíblia não nos ensina a adorar dessa maneira, mas com um coração humilde e sincero desejando que até os nossos inimigos restaurem em tudo a sua vida e vivam bem da mesma maneira que nós.


Pr. Elis Clementino - Itapissuma


terça-feira, 25 de junho de 2013

SENTIMENTO DE IGUALDADE MÓRBIDO


ESBOÇO 498
TEMA: SENTIMENTO DE IGUALDADE MÓRBIDO
“E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados norte. Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao altíssimo” (Is 14.13,14) 

Cada pessoa é chamada para desempenhar um propósito. Quem é soldado será honrado como soldado, quem é rei será como rei, quem é sacerdote será reconhecido como sacerdote. Porém, um soldado não poderá ser honrado como rei, e muito menos como um sacerdote, cada um receberá a honra de sua posição. O ciúme e a inveja e fazem com que esses valores não sejam reconhecidos por muitas pessoas. Assim se constitui uma indisciplina. O desejo de igualdade foi a causa da queda de Lúcifer. Esse anseio tem levado muitas pessoas à desventura. O indivíduo que tem esse sentimento geralmente complica a própria vida e a dos outros. A pessoa é capaz de fazer qualquer coisa para alcançar o mesmo sucesso que as demais.

Lúcifer e o sentimento de igualdade
O sentimento de igualdade leva à cupidez, ou seja, à ambição, à cobiça e aos questionamentos para ser igual à àqueles que estão na liderança, esse tipo de gente nunca se satisfaz ou se contenta com o que tem. Satanás era rodeado de privilégios, mas isso só não lhe bastava, queria mais, “subirei acima das estrelas e serei semelhante ao altíssimo” (Is 14.12-14). “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor”. (Ez 28.17). O orgulho leva o indivíduo a ter um sentimento de igualdade. Com esse sentimento Lúcifer não somente agravou a si, mas a terça parte dos anjos e a humanidade inteira (Ap 12.3-4)

O sentimento de igualdade conduz ao desrespeito
Devemos levar em consideração que não existe igualdade sem respeito, quando isso acontece é porque não reconhecemos os nossos limites. Mirian e Arão queriam ter as mesmas primazias de Moisés (Nr 12.2-8); Os filhos de Coré se rebelaram contra Moisés e Arão; o sentimento de Coré era ter a mesma liderança que tinham os dois irmãos (Nr 16.3-5); O rei Saul teve esse sentimento de igualdade, quis ser sacerdote, por não esperar que Samuel oferecesse o sacrifício (I Sm 13.8-10); Abisalão queria usurpar o trono do próprio pai (2 Sm 15.1-11); O rei Uzias havendo-se já fortificado exaltou-se o seu coração e quis ser sacerdote, entrou no santuário e quis oferecer incenso (II Cr 26.16-20); Simão, “o mágico”, queria comprar o poder do Espírito Santo que havia em Pedro (At 8.18-20); Os filhos de Ceva queriam ter a mesma autoridade de Paulo para expulsar demônios (At 19.13-15). As pessoas que são chamadas por Deus, para exercer uma função ministerial, não galgam essa posição através de dinheiro, mas por misericórdia e soberana vontade de Deus (Rm 9.14-17) da mesma maneira, os dons ministeriais (Ef 4.11).

O sentimento de igualdade é um engano
O sentimento de igualdade mórbido é perigoso porque leva o sujeito ao engano. Não me refiro aqui ao sentimento de igualdade do que falam Pedro e Paulo sobre os membros da igreja de Cristo, o que estes pregam é um sentimento de amor ao próximo, fraternidade e união (I Pe 3.8,9), e não de interesses pessoais como aconteceu na igreja de Corinto, cada um puxava a autoridade daqueles que eles queriam como seu líder (I Co 1.10-13). O sentimento de igualdade leva o homem a ter uma autoridade artificial, por isso Paulo disse: fui eu crucificado por vós? Ou fostes vós batizados em nome de Paulo? (I Co 1.13).

As consequências
Quando a pessoa entra pelo caminho do sentimento de igualdade, ela acha que todos são iguais a si, ou seja, não reconhecendo aqueles que estão em posição de autoridade sobre o outro; entretanto, as consequências virão, como citamos anteriormente. Os filhos de Coré tiveram as suas consequências (Nr 16.31-33); Mirian ficou leprosa (Nr 12.9-10); O rei Saul, perdeu o reinado (I Sm 13.13,14); Absalão recebeu a recompensa pelo que fez com seu pai (2 Sm 18.9); O rei Uzias, morreu leproso (2 Cr 26.21); Os filhos de Ceva “os exorcistas” levaram uma surra (At 19.16); Simão “o mágico” custou-lhe uma repreensão de Pedro (At 8.20-22)

Pessoas que não tiveram sentimento de igualdade
Existem algumas personagens nas Escrituras que não foram levados por esse sentimento, mas reconhecem as suas funções. Moisés não teve sentimento de igualdade quando informaram a ele que Eldade e Medade profetizam no arraial (Nr 11.25-29); Davi, sabendo que fora escolhido para ser rei, esperou o seu tempo reconhecendo a autoridade de Saul que reinava. Deus tinha dado duas vezes a vida de Saul nas mãos de Davi, mas ele se achou indigno de matar Saul, seu rei, ainda chamando-o de senhor (I Sm 24.4-6; 26.8-11); Jesus não teve o sentimento de ser igual a Deus, embora sendo Deus, mas tomando forma de servo se humilhou (Fp 2.5-8).

            O sentimento de igualdade mórbido “doentio” é desaprovado por Deus, porque desrespeita as autoridades e leva o indivíduo a criar caminhos e gerar consequências para si próprio. O exemplo de Lúcifer deixa claro isso: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (I Pe 5.5b). Devemos entender e respeitar a posição e a autoridade daqueles que são constituídos por Deus, mas tomar como exemplo aquelas pessoas que não tiveram sentimento de igualdade doentio. Reconhecer que o soldado é honrado como soldado, um rei será honrado como rei, um sacerdote terá a honra de um sacerdote, mas cada um fique na vocação em que foi chamado.

Pr. Elis Clementino - Itapissuma-PE

sexta-feira, 21 de junho de 2013

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

A UNIÃO CRISTÃ



ESBOÇO 497
TEMA: A UNIÃO CRISTÃ
“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” Sl 133.1

            União é um mandamento divino, ponto de partida o crescimento do povo de Deus e para o desenvolvimento saudável de uma sociedade. O salmo 133 é parte da poesia hebraica, cuja mensagem incentivava o povo a manter a união diante da expansão e crescimento de Israel e para nós, os cristãos, é uma advertência divina em que todos são convocados a viverem em união. Esse também foi o desejo de Jesus na sua oração sacerdotal (Jo 17.11).

União, um mandamento divino.
Ao lermos as instruções divinas sobre o tabernáculo, vemos o que o Senhor disse a Moises: “Farás também cinquenta colchetes de ouro, e ajuntarás com estes colchetes as cortinas uma com a outra, e será um tabernáculo” (Ex 26.6). Pois o tabernáculo somente funcionaria quando todas as cortinas estivessem unidas umas às outras (Ex 26.3). Juntar as cortinas com os colchetes significa unir.

União um desejo de Cristo
De uma maneira muito simples, Jesus revelou em sua oração o seu principal desejo: a unidade entre os discípulos, estendendo-se a nós também (Jo 17.23). Essa oração foi confirmada por Paulo na sua carta aos efésios (Ef 4.4-6), porque ele tinha ciência de que a unidade fortalecia a igreja. Melhor entendemos quando lemos em At 4.32. Isso significa que no meio do povo de Deus as coisas só funcionam bem se estiverem em um mesmo espírito, ou seja, se houver unidade (I Co 6.17).

A união da Igreja
È impossível se constituir povo de Deus sem união. A igreja é o corpo de Cristo (I Co 12.12); sem essa unidade torna-se impossível realizar a obra de Deus (Lc 11.17). O segredo do crescimento da igreja primitiva era a unidade (At 2.44-47), mas para isso a igreja precisava estar em um só pensamento (I Co 1.10), e procurar manter esse elo (I Co 1.12,13). Não deve haver divisão de pensamento, pois isso atrapalha a obra de Deus (2 Co 10.5; Fp 4.8; Hb 7.24,25). Para o apóstolo Paulo, o seu prazer ou gozo somente seria completo se a igreja estivesse unida (Fp 2.2; Rm 15.5). Cada crente em particular é um membro do corpo de Cristo, e este não pode estar em desarmonia (I Co 12.20); e nesse corpo todos são importantes, até mesmo os mais fracos (I Co 12.13). Na unidade quando um é honrado, todos são também, se um padece, todos padecem também (I Co 12.26).

Resultado da união
O salmo ilustra algo que era muito preciso para os sacerdotes, “a unção com o óleo” (Sl 133.2). Para ele a união era como unção derramada sobre a cabeça dos sacerdotes, que descia sobre a barba e a orla das suas vestes. O sacerdote ainda hoje é a figura da união. A união traz bênção e vida, e orvalho; e rega e dá a existência (Sl 133.3; 63.1) e congrega o povo (Ed 3.1,3,4). Finalmente, a união na igreja resulta em força (I Co 12.8; 12.17ª; Ec 4.12), força essa promovida pelo Espírito do Senhor (I Cr 12.18). O resultado é crescimento, esse é o propósito de Deus (Ef 4.15; 4.13).

            Que a unidade seja o desejo intenso dos nossos corações no meio do povo de Deus. Esse é o desejo dele para com o seu povo. A união deve estar presente em nós não somente de lábios; o salmo 133 enfatiza a unidade do povo de Deus em todos os momentos, porque assim o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre (Sl 133.3).

Pr Elis Clementino – Itapissuma - Pe