sexta-feira, 11 de outubro de 2013

AS OBRAS DE DEUS



ESBOÇO 516
TEMA: AS OBRAS DE DEUS
 “Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas” (Ec 11:5)

Neste versículo são aludidas três coisas que Salomão fez questão de afirmar: Não sabermos “o caminho do vento, como se formam os ossos no ventre da que está grávida e as obras de Deus, que faz todas as coisas”. Estaremos versando sobre a terceira parte deste versículo, que é o trabalhar de Deus em nossas vidas.

A LIMITAÇÃO HUMANA
A brevidade da vida nos limita a ter maior conhecimento sobre Deus (Jó 8.9; Sl 73.22), como também a respeito do nosso futuro (Ec 8.7), da mesma maneira os imprevistos males futuros (Ec 9.12), e sobre o mistério da vida (Ec 11.5) e os mistérios que envolvem a nossa espiritualidade ((Jo 3.8). Por mais que o homem se esforce não conseguirá entender o trabalhar de Deus (Ec 8.17) e tão pouco enumerar (Sl 40.5).

O TRABALHAR DE DEUS
Deus opera em nós tanto o querer como o efetuar (Fp 2.13), no entanto devemos conhecer nas escrituras sobre alguns personagens conhecidos como heróis da fé, Abraão, José, Moisés e muitos Profetas e Reis que deixaram legados que marcaram a história da humanidade (Hb 11.). Abrão foi tirado da sua terra do meio da sua parentela para que todas as nações fossem beneficiadas pelo seu exemplo de fé; José desde menino recebia revelação divina sobre a sua exaltação; Moises foi constituído por Deus para libertar os israelitas da escravidão. Todos estes passaram por muitas dificuldades que lhes pareceriam não superar, mas isso fazia parte dos planos de Deus na vida deles.

PARA VER O AGIR DE DEUS É PRECISO:
(1) Um viver diário do exercício da fé (Hb 11.1,6; (2 Co 5.7); Mt 8.5-13); (2) Depender inteiramente do Senhor (Sl 16.1; 18.2; 71.1; I Pe 2.6); (3) Crer que não está só (Sl 37.28; Sl 23, Mt 28.20); (4) Crer que Ele trabalha ininterruptamente por você (Is 40.28); (5) Orar para receber revelações divinas (Jr 33.3); (6) Ter a certeza que Deus está agindo, mesmo que não entenda os caminhos dele, e nem os seus pensamentos (Is 55.8,9); (7) Não desanimar, mas receber o encorajamento divino (Is 7.4; 2 Co 4.8).

O AGIR DE DEUS
Houve momentos que o agir de Deus entrou em ação para prover sustento e dar livramento a seu povo. O senhor fez as águas do mar se tornarem doce (Ex 15.23-25); Deus alimentou no deserto o seu povo com o maná (Ex 16.35); Fez sair água da rocha (Ex 17.6); Moisés venceu os Amalequitas com as mãos levantadas (Ex 17.11-13); O Profeta Elias após a perseguição de Acabe foi sustentado pelos corvos (1 Rs 17.6); Elias estando na caverna ouviu um som suave lhe tranquilizando (I Rs 19.12,13). Muitas vezes não temos a dimensão do agir de Deus porque não apuramos a nossa visão na providência divina, Geazi não tinha essa visão (2 Rs 6.15-17).

Amados, Deus não está obrigado a fazer tudo o que eu queira, é muito natural vermos os deterministas querendo forçar a Deus realizar as suas vontades, no entanto essa tratativa é muito comum em nossos dias que “coloque Deus na parede” essa não é a maneira correta, Deus agir quando nos humilhamos (1 Pe 5.6). Deus não é secretário particular, nem empregado de quem quer que seja. Deus é insondável e soberano em seus propósitos, grande em poder, inalcançável em sua soberania, somos limitados, sobretudo diante da magnitude dele a quem servimos, ele está a contemplar os enfraquecidos e contritos (Is 57:15), se não entendemos agora o trabalhar de Deus, fiquemos tranquilos certamente entenderemos depois.

“Desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalhe para aquele que nele esperam” (Is 64:4).

Pr. Elis Clementino – Paulista - PE

terça-feira, 8 de outubro de 2013

CORRENDO COM PROPÓSITO



ESBOÇO 515
TEMA: CORRENDO COM PROPÓSITO
 “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos na verdade, correm, mas só um leva o premio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo aquele que luta de tudo se abstém; eles fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar” (I Co 9: 24-26).

Todo ser humano deve ter ALVOS, PROPOSITOS E METAS para alcançar o seu objetivo. O apóstolo Paulo, em sua carta a Igreja de Corinto, fez um paralelo entre uma corrida em uma competição atlética num estádio com uma carreira espiritual. Nessa carreira, cada um busca o seu próprio prêmio, mas para isso é preciso saber qual o seu alvo, ou seja, o que é que você quer e depois o propósito para alcançar, mas para isso são necessárias as metas, ou seja, o que você vai fazer para chegar lá. Dessa forma deve-se correr de tal maneira que se alcance. (I Co 9:24), além disso é exigido dos competidores esforço e dedicação, eles de tudo se abstém da esposa, filhos, amigos, certos alimentos e se concentram naquilo que vai fazer, porque ele tem metas a cumprir para poder alcançar o seu propósito. (I Co 9:25)

Em busca do prêmio.
O competidor faz valer todos os seus esforços, sem perder tempo (Ne 6:3; I Sm 17:3 ). Nesta vida devemos lutar com afinco (Vontade de continuar firme no que faz, assim como Davi criticado pelo próprio irmão Elíabe (I Sm 17.28), declarado inepto e incapaz, por Saul, Davi era muito jovem (I Sm17.33), considerou-o inexperiente, ele também foi menosprezado pelo duelista (Golias) foi amaldiçoado e ainda ameaçado de morte. (I Sm 17.42), Mesmo assim ele continuou firme porque tinha o propósito de vencê-lo). Para alcançarmos o que desejamos, na vida espiritual, significa batalhar pela fé (Jd 1:3b), visando receber algo que é mais precioso do que prata e ouro, “uma coroa incorruptível”. Em todos os significados da vida devemos correr com a certeza de alcançá-las (I Co 9:26).

Quero deixar bem claro que em relação à chamada de Deus é diferente, porque para galgar posições ministeriais ou responsabilidades na Igreja, da maneira que agente queira, pois não é dos que correm, mas sim daqueles a quem Deus escolhe (Rm 9:16; Ef 4:11,12).

Sem perder o objetivo.
Muitas pessoas têm perdido o seu objetivo não sabendo mais o que realmente querem, pararam no meio do caminho, desanimaram deixando de lutar. Lembre-se! “Vencer é lutar; parar é perder.” A bíblia nos afirma: se pararmos não alcançaremos os nossos objetivos (II Tm 2:5; Hb 12:1c), portanto quais são os seus? O que você pretende alcançar? Quais as suas metas para chegar lá? Seja persistente na busca daquilo que você deseja, porque Abandonar o alvo é deixar de lutar, é ficar no meio do caminho; saiba! Para conquistar algo importante na vida tem um preço, e principalmente quando se refere às questões espirituais.

Cautela na corrida
Numa competição atlética, todos têm interesse em saber quais as estratégias usadas pelos seus antagonistas. Por isso devemos ter muita cautela e não sermos obsessivos a ponto de prejudicar-se. (II Sm 18:22-23,29;). Saiba que por mais fraco que o seu adversário seja, ele é o seu adversário, (I Pe 5:8) cuidado com a autoconfiança! O inimigo luta para desestabilizar o indivíduo, podendo torná-lo presa fácil. Seja cauteloso diante das suas estratégias como Neemias, na reconstrução dos muros de Jerusalém. Ele estava diante de grandes inimigos, Sambalate, Tobias e de quebra Gesém que zombavam dele (Ne 4:2,3) isso com a finalidade de interromper a obra e fazê-lo desviar o alvo. O ensino de Paulo nos trás três lições importantes de: PERSISTÊNCIA, AUTO DOMÍNIO e ABNEGAÇÃO.

No sentido espiritual segue-se o mesmo caminho, quantos obstáculos e oposições tentam nos parar? Quantos querem ver o nosso fracasso? Quantos menosprezam aquilo que fazemos? Estamos engajados em uma grande batalha espiritual e não podemos perder o nosso alvo. (Fl 3:14). Existem pessoas que vivem vestidas de luto, como que Deus houvesse morrido, sendo tomadas por um profundo desapontamento e descrédito na possibilidade de melhoras.

O “prêmio” que Paulo se refere é a coroa incorruptível, a vitória da salvação eterna, o alvo precioso da vida cristã. Seja qual for à finalidade, na busca dos bens materiais ou espirituais não seja vencido pelo desânimo, Jesus nos ensinou a ter bom ânimo. Lute com coragem e determinação na certeza que você chegará aonde deseja. ”Uma coisa que você aprende em corridas é que os outros nunca esperam por você.” Cada um lute para alcançar o seu prêmio.

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE

terça-feira, 1 de outubro de 2013

DIÓTREFES, UM MAU OBREIRO



ESBOÇO 514
TEMA: DIÓTREFES, UM MAU OBREIRO
“Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura entre eles a primazia, não nos recebe...”. 3 João 9-11.

A fragilidade humana pode induzir o individuo a um comportamento que comprometa tanto a si quanto as outras pessoas, isso tem acontecido com muita naturalidade, principalmente no meio cristão, onde também existem pessoas de toda natureza, ambiciosas, egoístas e desobedientes etc. A Bíblia relata histórias de pessoas com essas propriedades, no entanto é através das atitudes delas que extraímos lições para o nosso cotidiano. Tomaremos como exemplo o procedimento do obreiro Diótrefes.

Quem era Diótrefes?
Um ambicioso obreiro cujo significado do nome era “alimentado por Júpter” ou Zeus, deuses da mitologia greco-romana, Diótrefes era cheio de superstições pagãs, e ambicioso por glórias humanas, ele cresceu orgulhoso, arrogante e apinhado de prepotência, incapaz de respeitar as autoridades, principalmente as da igreja na época, o apóstolo João foi uma delas. Diótrefes foi atraído pelo cristianismo e professou a sua fé em Cristo e tornou-se membro da igreja local, ele passou a ter uma grande influência na cidade até chegar a ser ordenado a Ministro do Evangelho. Elevou-se entre as lideranças da igreja, mas havia algo que estava guardado no seu coração, o ciúme doentio ao ver a influência do apóstolo João como líder da Igreja.

Todo individuo ciumento gosta exercer a primazia, Diótrefes sempre procurava estar em destaque, esse era o seu prazer, ele não punha em pratica os ensinamentos de Jesus (Mc 10.44), além do mais ele não estava disposto a sofrer pela Igreja, mas se ufanava através dos trabalhos fundados pelo outros. Demonstrava defender a justiça social, com isso ele promovia a justiça própria e não a divina.

Servia a si mesma
As pessoas com características de Diótrefes sempre busca aquilo que é do seu interesse, ele fingia que estava a serviço de todos, mas arquitetava a tomada do poder para sustentar a sua primazia, para isso ele tinha habilidade, influenciava as pessoas com a finalidade de alcançar a supremacia, usava a demagogia que se usa nos dias de hoje, só pensava em si, cuidava dos seus próprios interesses. Diótrefes era do tipo de obreiro que não comparecia nas reuniões que tivesse a frente outra liderança, e quando estava presente tratava com descaso quem estivesse liderando a reunião, como também os trabalhos organizados pelos outros colegas, ele desestimulava qualquer pessoa que tivessem interessadas ajudar no desenvolvimento da Igreja e do evangelho, o que ele mais gostava era de ser louvado, se fosse hoje ele gostaria de está na mídia, na televisão, jornais, nas redes sociais, ou seja, nos meios de comunicações sendo aplaudido por todos, entretanto o egoísmo estava arraigado no seu coração, e pessoas assim não se contenta com nada.

O desprezo a João
Obreiro egoísta despreza os colegas, subestima, contrariando todo o princípio cristão. Diótrefes não considerava João, mesmo sabendo que ele havia sido discípulo do Senhor, embora os demais membros da Igreja tivessem uma grande consideração a João como “pai espiritual” menos Diótrefes, principalmente quando o ouvia pregar, enquanto João pregava, ele resmungava, era um procedimento maligno, não aceitava os enviados de João, muito menos convidar João para pregar, e muito menos visitar a igreja, mas a admirável coragem de João não retrocedia e nem se intimidava com as atitudes de Diótrefes. João era obreiro de verdade e tinha convicção de sua chamada.

                Devemos ter muito cuidado para não agirmos da mesma maneira que esse mau obreiro “Diótrefes”. Considere os homens de Deus, deixe de lado toda arrogância e exaltação prefira o caminho da humildade, apreenda o que disse o apóstolo Paulo: - “cada um considere o seu irmão superior a si mesmo” (Fp 2.3), o obreiro tem a responsabilidade de servir de modelo para o rebanho. O obreiro Diótrefes não tinha atributos para viver em harmonia, era um dominador e brigão, ele não reconhecia a legitimidade de João como apóstolo de Cristo, pois ele queria ter a primazia de apostolo no lugar de João, em compensação havia na igreja dois obreiros elogiados por João por terem comportamentos excelentes Gaio e Demétrio, estes receberam elogios de João. Queridos obreiros o nosso bom exemplo deve contagiar os mais novos.

Pr. Elis Clementino – Paulista - PE


CRISTO DO LADO DE FORA



ESBOÇO 513
TEMA: CRISTO DO LADO DE FORA
“Estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo” Ap 3.20

A sétima carta endereçada ao anjo da igreja de Laodicéia, localizada na Frígia e perto da cidade de Colossos, na carta Jesus se apresenta como testemunha fiel e verdadeira, e o principio da criação (Jo 1.3; Ef 3,9; Cl 1.15-18), nela ele declara conhecer tudo quanto se passava com aquela igreja (Ap 3.14,15), na mensagem ao anjo declarava o estado espiritual de Laudicéia, apesar de não ser bom, o Senhor estava dizendo que queria entrar e se ele tivesse essa oportunidade ela experimentaria a presença de Jesus, mas para isso ele deveria dar lugar, ou seja, mudar a sua maneira de viver e abrir a porta para que Jesus pudesse entrar. Essa maneira dele se expressar indica que Jesus estava fora batendo na porta, mas, algumas verdades aquele anjo precisava ouvir. No conteúdo da carta mencionava quatro coisas que estava ocorrendo com aquela igreja (Ap 3.15).

Eu sei as tuas obras; (1) Não és frio e nem quente, na igreja de Cristo não há lugar para essa classe de pessoas, morno, nem é quente e nem frio. Esse estado espiritual tem levado muitas igrejas ao fracasso, notamos ultimamente que o fervor espiritual aos poucos está desaparecendo em muitas igrejas pentecostais, esse sentido figurado foi usando porque era a linguagem conhecida naqueles dias, a água morna provoca vômitos; (2) Soberbo e se satisfazendo em si próprio; (3) Uma igreja que desconhecia o seu próprio estado. (4) Laodicéia era indiferente, negligente e sem definição do que era, por isso a mensagem trazia a sua sentença, a palavra no Gr. emeo significa vomitar (Ap 3.15-16), para Deus não é importante o meio termo, há muitos cristãos vivendo esse meio termo, isso é perigoso, pois o Senhor é o mesmo e todas as nossas obras estão sendo pesadas na balança divina (Pv 16.11).

Encontramos também que nessa carta uma avaliação pessoal que dizia: (1) Sou rico; (2) Estou enriquecido (3) De nada tenho falta, não se dava conta que era pobre, cego e nu (Ap 3.17b). A altivez de espírito leva o individuo a se considerar satisfeito e completo, mas o Senhor dar-lhe cinco conselhos para que o quadro pudesse ser revertido; (1) Comprar ouro puro e provado no fogo; (2) Comprar roupas brancas; (3) Ungir os olhos com colírio para ver, nada pior do que a cegueira espiritual, ele não via a sua pobreza, cegueira e nudez espiritual; (4) Ser zelosa pela sua própria alma; (5) Arrepender-se (Ap 3.17,18,19; 2.5,16; 3.3); (6) e abrir a porta para que o Senhor pudesse entrar, esse era e é o desejo do Senhor, mas para isso foi imposta três condições: (1) Se alguém ouvir; (2) Se alguém abrir a porta; (3) farei um banquete, cearei com ele e ele comigo. O verbo entrar na terceira pessoa do singular indica de maneira clara que existia alguém que queria entrar, batia na porta, mas estava sendo impedido, por motivos já revelados anteriormente. Muitas vezes Deus quer algo mais de nós e não damos importância ao que ele nos pede.

A igreja de Laodicéia estava recebendo uma mensagem em uma linguagem clara e compreensível, Jesus usa uma linguagem humana, conhecidas por ela para mostrar-lhes as suas necessidades espirituais. A repreensão do Senhor é uma prova do seu amor “Eu repreendo e castigo a todos quanto amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te”. (Ap 3.20). Bemaventurado o que recebe a correção do Senhor (Jó 5.17; Hb 12.6).

Arrepender-se seria a porta para que o Senhor viesse conviver com a igreja “entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele comigo” (Ap 3.20) daí em diante seria participante das bênçãos divinas e honras eternas reservadas pára aqueles que fazem a vontade de Deus “Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono” (Ap 3.21)

Amados a igreja de Laodicéia precisa entender de uma forma transparente sua frieza espiritual, Jesus por intermédio de João mostra ao anjo daquela igreja que todas as suas práticas incoerentes com os mandamentos do Senhor estavam sendo reprovadas, e que precisavam urgentemente mudar para que pudesse desfrutar das bênçãos divinas, não importava as suas riquezas. Ela estava se gloriando das suas riquezas da sua lã, púrpuras e as suas comercializações com outros países. Ela tinha um centro bancário trocava de moedas, e tinha construído um posto de colírios para combater doenças nos olhos. Esta cidade era tão rica que ocorreu um grande terremoto destruindo muitas cidades da Ásia todas elas pediram ajuda de Roma menos Laodiceia, no entanto ela era considerada POBRE, CEGO E NU (Ap 3.17,18). Deus não é engodado por riqueza e gloria humana, tudo aquilo não passava de obstáculos no seu caminho espiritual e precisavam ser removidos. Devemos reconhecer o nosso estado espiritual diante de Deus, pôs a tempo ainda de restaurar, além de estarmos atentos aos conselhos divinos “aconselho-te que de mim compre ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os olhos com colírio, para que vejas”. (Ap 3.18). Essa carta é concluída com uma grande advertência “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”. (Ap 3.22).

Pr. Elis Clementino – Paulista – PE