segunda-feira, 4 de novembro de 2013

UMA ALEGRIA QUE FINDOU EM TRAGÉDIA



ESBOÇO 518
TEMA: UMA ALEGRIA QUE FINDOU EM TRAGÉDIA.
"Após ter matado Saul o amalequita saí alegremente conduzindo em sua mão a coroa e o bracelete"  2 Rs 11.12

Nem tudo deve ser considerado um troféu, muitas vezes parece com uma das maiores conquistas, pode-se ver nas escrituras o resultado de uma alegria pela derrota de alguém, se o teu inimigo, não te alegres (Pv 24.17). Qualquer que se erguer orgulhosamente com a finalidade de tirar proveito de uma situação não ficará sem as penalidades divinas.

Saul perde a batalha
Saul estava perdendo a batalha para os filisteus, e seus filhos havia sido mortos, ele ficou acurralado e sem saída, para que não morresse nas mãos dos filisteus, que para ele seria a sua maior derrota pediu ao seu escudeiro que o matasse, e imediatamente recusou matá-lo, certamente houve temor no seu coração recusando fazer isso com o seu próprio rei. Algumas vezes o próprio Davi se recusou de matar Saul, preferiu não tocar no ungido do Senhor, talvez Davi soubesse que Saul já havia sido rejeitado pelo Senhor, mas até o último instante da sua vida ele ainda era um rei e ungido do Senhor, portanto devia ser considerado pelos israelitas. Para qualquer homem sensato saberia que não devia tocar naqueles quem Deus havia constituído como rei e sacerdote.

Há outros acontecimentos bíblicos que mostram a consideração que se deveria ter a um ungido do Senhor, sob pena das consequências divinas, Elizeu foi zombado por um grupo de rapazes e foram devorados pelos animais (2 Rs 2.23,24; I Rs 17.1); Um homem de Deus e profeta foi ao rei Jeroboão profetizar sobre o seu altar, mas quando o rei estendeu o braço para segurá-lo, o mesmo braço ficou enfermo (I Rs 13.1-7). O amalequita não pensou no que estava fazendo imediatamente atendeu ao pedido de Saul e o matou (2 Sm 1.9,10). Saul no começo do seu reinado o Senhor ordenara a ele que destruísse todos os amalequitas, porém Saul desobedeceu a ordem divina e terminou sendo morto por um filho de amalequita (I Sm 15), grande foi a vingança dos filisteus cortaram-lhe a cabeça de Saul, de forma cruel, o que Davi fizera com Golias.

A exibição de uma coroa
Após ter matado Saul o amalequita saí alegremente conduzindo em sua mão a coroa e o bracelete (2 Rs 11.12) essas insígnias eram usadas pelos reis,  para apresentar a Davi,  ele certamente seria como um troféu a ser exibido diante do rei, pelo menos três coisas seja possível: (1) O amalequita queria comprovar que havia assassinado o rei de Israel; (2) Queria obter algum favor de Davi; (3) Em trazer os adornos de Saul para Davi fosse uma forma de reconhecimento de Davi como rei de Israel. Atualmente há muito que esperam que um guerreiro em batalha tombe para que ele possa tirar proveito.

Davi com o amalequita
O desfecho desse encontro foi muito trágico para o amalequita, era o que ele jamais esperava acontecer, a atitude dele em trazer a coroa de Saul em suas mãos não agradou a Davi, mesmo sabendo que seria o próximo rei, e chegada à hora de substituí-lo, mas isso não era motivo dele se gloriar, mesmo sabendo a maneira brutal como fora morto Saul. Davi lamentou a morte de Saul e seus filhos rasgando as suas vestes, um sinal de consternação com choro juntamente com seus homens até ao pôr do sol (2 Sm 1.11). Davi perguntou ao amalequita: “Como não temeste estender a mão para matar o ungido do Senhor?” (2 Sm 1.14), para o amalequita matar Saul era o golpe da misericórdia, mas para Davi não era justo matar o ungido do Senhor, portanto ele achou que aquele moço não deveria mais viver. “o ungido do Senhor” ele agiu com um profundo sentimento religioso. Davi chama um dos moços que estavam com ele e manda matar o amalequita, porque a sua própria boca acabara de testificar contra ele próprio dizendo: “Eu matei o ungido do Senhor” (2 Sm 1.15,16).

                Algumas lições importantes devem ser aprendidas nessa história (1) O escudeiro de Saul temeu matar o seu rei, o escudeiro era o seu protetor e não o seu assassino, esse foi um belo exemplo (1 Sm 31.4); A atitude néscia do amalequita em matar Saul, para ele parecia grande ser motivo de aplauso da parte de Davi (2 Sm 1.10); A lamentação de Davi e de seus homens, para ele não seria momento de glória, mas de tristeza (2 Sm 1.11), para ele o amalequita cometera um sacrilégio em matar o ungido do Senhor. O assassino de Saul foi julgado e condenado pelas suas próprias palavras, tenhamos cuidado, muitos estão por todos os lados se aproveitando para não matar literalmente, mas com mentiras e difamações infundadas, a flecha da língua é pior do que a espada do amalequita que matou Saul. O dia de amanhã não nos pertence, você não sabe o que virá e a medida com que medirdes vos medirão também. Mantenha sempre o autocontrole, sobretudo reconhecendo que Deus está no controle de tudo.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ADAPTANDO-SE A VERDADE



ESBOÇO 517
TEMA: ADAPTANDO-SE A VERDADE
“Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não podeis suportar agora” (Jo 16.12).

            As limitações humanas não permitem conhecer detalhadamente os propósitos de Deus (Rm 11.33), muitas vezes queremos tentar entender e não conseguimos, mas somente aqueles que são reveladas (Dt 29.29), a não ser que aos poucos sejam revelados, nem todas as verdades podem ser ditas ao indivíduo de forma direta (2 Sm 12.1-7). Em relação ao aprendizado, ele se desenvolve de maneira cadenciosa, uma criança aprende primeiro a formar traços, juntar linhas, figuras e depois as vogais, assim vai até a conclusão do nível superior, da mesma maneira acontece com o aprendizado espiritual, só há uma diferença em relação ao aprendizado secular, o indivíduo nunca conclui e nem se aperfeiçoa definitivamente devido as profundidades das riquezas divinas (Jó 5.9; I Co 2.16;

A fraqueza humana
O ser humano não suportaria saber de maneira mais direta as verdades de Deus, por isso Jesus lhes disse que nem tudo podia contar para eles, pois eles não suportariam “Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não podeis suportar agora” (Jo 16.12). Em outra ocasião como prova de amor a Jesus, após ser confirmada por Pedro ele pediu que Pedro apascentasse aos cordeirinhos, mas expressou uma verdade importante, amar primeiro a Jesus, sem amá-lo jamais se apascentará cordeirinhos, entendemos também que ele estava dizendo a Pedro que os cordeirinhos eram frágeis e necessitavam de cuidados, eles não suportavam qualquer alimento (Jo 21.15).

A imaturidade espiritual
Ela não permitia que Jesus ensinasse aos discípulos de forma mais direta, usava as parábolas para expressar aos poucos algumas verdades, “com muitas parábolas semelhantes lhes dirigia a palavra, segundo o que podiam compreender. Sem parábolas não lhes falava. Mas tudo explicava em particular aos discípulos” (Mc 4.33,34), eles teriam que aos poucos se adaptarem as verdades de Deus. Os crentes imaturos não podiam suportar as verdades a não ser de uma forma mais simples, mas somente depois que eles estivessem maduros poderia receber toda a verdade, pois seria para eles um alimento mais sólido. “Com leite vos criei, e não com alimento sólido, pois ainda não estais prontos para isso. Com efeito, ainda agora não estais prontos (I Co 3.2). Essa lição foi aplicada por Jesus durante a sua vida ministerial, ele compreendia que os discípulos ainda não estavam prontos para ouvir todas as verdades (Jo 16.12). Na Igreja sempre haverá cristãos incapazes de absorverem as verdades mais profundas, eles não desenvolvem como devem “Com efeito, devendo já ser mestres, por causa do tempo decorrido, ainda necessitais de que vos torne a ensinar os princípios elementares dos ensinamentos de Deus; e vos tornastes como necessitados de leite, não de alimento sólido” (Hb 5.12), ainda hoje é assim muitos passam anos na igreja e não desenvolvem, permanecem criança no entendimento todo tempo. Os meninos deixam de serem meninos e passam a ser adultos (I Co 13.11; 14.20a; Ef 4.14), portanto só há uma necessidade de continuar menino, na malicia. “...mas sede meninos na malicia, e adulto no entendimento (I Co 14.20b), embora Paulo tenha falado a respeito dos dons espirituais, mas podemos aplicar em relação ao desenvolvimento de forma geral.

Exemplo Paulino
Paulo compreendia que nem todos entenderiam a sua linguagem em relação à pregação do evangelho, porém ele usou estratégias para alcançar o seu objetivo “Fiz-me fraco para com os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns...” (I Co 9.19-23), ou seja, ele se moldava a vários tipos de ouvintes, no entanto devemos ter cuidado para não entender que precisamos nos conformar ao sistema pecaminoso mundano de alguém com a finalidade de ganhá-lo para Cristo, ou seja, para ganhar um pecador para o evangelho não tenho que praticar as mesmas obras pecaminosas deles.

            Amados busquem conhecer mais profundamente ao Senhor (Os 6.3) e aos poucos vá descobrindo a justiça de Deus (Rm 1.17), de etapa a etapa, de fé em fé, sempre crescendo na graça e no conhecimento de Deus (2 Pe 2.18). Nisso adquirimos maturidade espiritual, assim estaremos aptos para nos aprofundar nas verdades espirituais, e mais profundamente no conhecimento de Deus.

Pr. Elis Clementino-Paulista/PE

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

AS OBRAS DE DEUS



ESBOÇO 516
TEMA: AS OBRAS DE DEUS
 “Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas” (Ec 11:5)

Neste versículo são aludidas três coisas que Salomão fez questão de afirmar: Não sabermos “o caminho do vento, como se formam os ossos no ventre da que está grávida e as obras de Deus, que faz todas as coisas”. Estaremos versando sobre a terceira parte deste versículo, que é o trabalhar de Deus em nossas vidas.

A LIMITAÇÃO HUMANA
A brevidade da vida nos limita a ter maior conhecimento sobre Deus (Jó 8.9; Sl 73.22), como também a respeito do nosso futuro (Ec 8.7), da mesma maneira os imprevistos males futuros (Ec 9.12), e sobre o mistério da vida (Ec 11.5) e os mistérios que envolvem a nossa espiritualidade ((Jo 3.8). Por mais que o homem se esforce não conseguirá entender o trabalhar de Deus (Ec 8.17) e tão pouco enumerar (Sl 40.5).

O TRABALHAR DE DEUS
Deus opera em nós tanto o querer como o efetuar (Fp 2.13), no entanto devemos conhecer nas escrituras sobre alguns personagens conhecidos como heróis da fé, Abraão, José, Moisés e muitos Profetas e Reis que deixaram legados que marcaram a história da humanidade (Hb 11.). Abrão foi tirado da sua terra do meio da sua parentela para que todas as nações fossem beneficiadas pelo seu exemplo de fé; José desde menino recebia revelação divina sobre a sua exaltação; Moises foi constituído por Deus para libertar os israelitas da escravidão. Todos estes passaram por muitas dificuldades que lhes pareceriam não superar, mas isso fazia parte dos planos de Deus na vida deles.

PARA VER O AGIR DE DEUS É PRECISO:
(1) Um viver diário do exercício da fé (Hb 11.1,6; (2 Co 5.7); Mt 8.5-13); (2) Depender inteiramente do Senhor (Sl 16.1; 18.2; 71.1; I Pe 2.6); (3) Crer que não está só (Sl 37.28; Sl 23, Mt 28.20); (4) Crer que Ele trabalha ininterruptamente por você (Is 40.28); (5) Orar para receber revelações divinas (Jr 33.3); (6) Ter a certeza que Deus está agindo, mesmo que não entenda os caminhos dele, e nem os seus pensamentos (Is 55.8,9); (7) Não desanimar, mas receber o encorajamento divino (Is 7.4; 2 Co 4.8).

O AGIR DE DEUS
Houve momentos que o agir de Deus entrou em ação para prover sustento e dar livramento a seu povo. O senhor fez as águas do mar se tornarem doce (Ex 15.23-25); Deus alimentou no deserto o seu povo com o maná (Ex 16.35); Fez sair água da rocha (Ex 17.6); Moisés venceu os Amalequitas com as mãos levantadas (Ex 17.11-13); O Profeta Elias após a perseguição de Acabe foi sustentado pelos corvos (1 Rs 17.6); Elias estando na caverna ouviu um som suave lhe tranquilizando (I Rs 19.12,13). Muitas vezes não temos a dimensão do agir de Deus porque não apuramos a nossa visão na providência divina, Geazi não tinha essa visão (2 Rs 6.15-17).

Amados, Deus não está obrigado a fazer tudo o que eu queira, é muito natural vermos os deterministas querendo forçar a Deus realizar as suas vontades, no entanto essa tratativa é muito comum em nossos dias que “coloque Deus na parede” essa não é a maneira correta, Deus agir quando nos humilhamos (1 Pe 5.6). Deus não é secretário particular, nem empregado de quem quer que seja. Deus é insondável e soberano em seus propósitos, grande em poder, inalcançável em sua soberania, somos limitados, sobretudo diante da magnitude dele a quem servimos, ele está a contemplar os enfraquecidos e contritos (Is 57:15), se não entendemos agora o trabalhar de Deus, fiquemos tranquilos certamente entenderemos depois.

“Desde a antiguidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que trabalhe para aquele que nele esperam” (Is 64:4).

Pr. Elis Clementino – Paulista - PE

terça-feira, 8 de outubro de 2013

CORRENDO COM PROPÓSITO



ESBOÇO 515
TEMA: CORRENDO COM PROPÓSITO
 “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos na verdade, correm, mas só um leva o premio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo aquele que luta de tudo se abstém; eles fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar” (I Co 9: 24-26).

Todo ser humano deve ter ALVOS, PROPOSITOS E METAS para alcançar o seu objetivo. O apóstolo Paulo, em sua carta a Igreja de Corinto, fez um paralelo entre uma corrida em uma competição atlética num estádio com uma carreira espiritual. Nessa carreira, cada um busca o seu próprio prêmio, mas para isso é preciso saber qual o seu alvo, ou seja, o que é que você quer e depois o propósito para alcançar, mas para isso são necessárias as metas, ou seja, o que você vai fazer para chegar lá. Dessa forma deve-se correr de tal maneira que se alcance. (I Co 9:24), além disso é exigido dos competidores esforço e dedicação, eles de tudo se abstém da esposa, filhos, amigos, certos alimentos e se concentram naquilo que vai fazer, porque ele tem metas a cumprir para poder alcançar o seu propósito. (I Co 9:25)

Em busca do prêmio.
O competidor faz valer todos os seus esforços, sem perder tempo (Ne 6:3; I Sm 17:3 ). Nesta vida devemos lutar com afinco (Vontade de continuar firme no que faz, assim como Davi criticado pelo próprio irmão Elíabe (I Sm 17.28), declarado inepto e incapaz, por Saul, Davi era muito jovem (I Sm17.33), considerou-o inexperiente, ele também foi menosprezado pelo duelista (Golias) foi amaldiçoado e ainda ameaçado de morte. (I Sm 17.42), Mesmo assim ele continuou firme porque tinha o propósito de vencê-lo). Para alcançarmos o que desejamos, na vida espiritual, significa batalhar pela fé (Jd 1:3b), visando receber algo que é mais precioso do que prata e ouro, “uma coroa incorruptível”. Em todos os significados da vida devemos correr com a certeza de alcançá-las (I Co 9:26).

Quero deixar bem claro que em relação à chamada de Deus é diferente, porque para galgar posições ministeriais ou responsabilidades na Igreja, da maneira que agente queira, pois não é dos que correm, mas sim daqueles a quem Deus escolhe (Rm 9:16; Ef 4:11,12).

Sem perder o objetivo.
Muitas pessoas têm perdido o seu objetivo não sabendo mais o que realmente querem, pararam no meio do caminho, desanimaram deixando de lutar. Lembre-se! “Vencer é lutar; parar é perder.” A bíblia nos afirma: se pararmos não alcançaremos os nossos objetivos (II Tm 2:5; Hb 12:1c), portanto quais são os seus? O que você pretende alcançar? Quais as suas metas para chegar lá? Seja persistente na busca daquilo que você deseja, porque Abandonar o alvo é deixar de lutar, é ficar no meio do caminho; saiba! Para conquistar algo importante na vida tem um preço, e principalmente quando se refere às questões espirituais.

Cautela na corrida
Numa competição atlética, todos têm interesse em saber quais as estratégias usadas pelos seus antagonistas. Por isso devemos ter muita cautela e não sermos obsessivos a ponto de prejudicar-se. (II Sm 18:22-23,29;). Saiba que por mais fraco que o seu adversário seja, ele é o seu adversário, (I Pe 5:8) cuidado com a autoconfiança! O inimigo luta para desestabilizar o indivíduo, podendo torná-lo presa fácil. Seja cauteloso diante das suas estratégias como Neemias, na reconstrução dos muros de Jerusalém. Ele estava diante de grandes inimigos, Sambalate, Tobias e de quebra Gesém que zombavam dele (Ne 4:2,3) isso com a finalidade de interromper a obra e fazê-lo desviar o alvo. O ensino de Paulo nos trás três lições importantes de: PERSISTÊNCIA, AUTO DOMÍNIO e ABNEGAÇÃO.

No sentido espiritual segue-se o mesmo caminho, quantos obstáculos e oposições tentam nos parar? Quantos querem ver o nosso fracasso? Quantos menosprezam aquilo que fazemos? Estamos engajados em uma grande batalha espiritual e não podemos perder o nosso alvo. (Fl 3:14). Existem pessoas que vivem vestidas de luto, como que Deus houvesse morrido, sendo tomadas por um profundo desapontamento e descrédito na possibilidade de melhoras.

O “prêmio” que Paulo se refere é a coroa incorruptível, a vitória da salvação eterna, o alvo precioso da vida cristã. Seja qual for à finalidade, na busca dos bens materiais ou espirituais não seja vencido pelo desânimo, Jesus nos ensinou a ter bom ânimo. Lute com coragem e determinação na certeza que você chegará aonde deseja. ”Uma coisa que você aprende em corridas é que os outros nunca esperam por você.” Cada um lute para alcançar o seu prêmio.

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE