quarta-feira, 27 de novembro de 2013

ESPERANÇA E CONFIANÇA




ESBOÇO 523
TEMA: ESPERANÇA E CONFIANÇA 
 “Ora, o Deus de esperança vos encha de toda alegria e paz na vossa crença, para que abundeis na esperança pelo poder do Espírito Santo” (Rm 15.13)

            Esperança e a confiança em algo que não alcançamos ainda estão intrinsecamente ligadas à fé, podemos baseá-las em três questões: Qual a ponto de vista do crente sobre a esperança conforme as escrituras? Em que está baseada a nossa esperança? E qual a esperança maior do crente? Para definirmos de forma simples dizemos que a esperança é o ato ou efeito de esperar algo que desejamos, ela está inclusa entre as três grandes virtudes “Fé, esperança e Caridade” (I Co 13.13). A esperança do crente é indispensável, sem ela jamais esperamos nas promessas de Deus.

Qual a ponto de vista do crente sobre a esperança conforme as escrituras?
A esperança, pela sua própria natureza, diz respeito ao futuro (Rm 8.24,25). Entretanto, ela abrange muito mais do que uma simples vontade ou anseio por algo futuro. Esta esperança consiste numa certeza na alma, uma firme confiança sobre as coisas futuras, porque tais coisas decorrem da revelação e das promessas de Deus. Noutras palavras, a expectativa bíblica do crente está profundamente atrelada a uma fé firme (Rm 15.13; Hb 11.1) e a uma sólida certeza em Deus (Sl 33.21,22). A esperança e a confiança caminham juntas, não há esperança sem confiança, a esperança firme do crente é tão firme que não trás confusão (Rm 5.5; Sl 22,4,5;Is 49.23), ela deve estar firmada como uma âncora (Hb 6.19,20). “Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio e cuja esperança está posta no Senhor seu Deus” (Sl 146.5; Jr 17.7).

Qual o fundamento da nossa esperança?
A nossa esperança tem como base, fundamento ou alicerce, ela está fundamentada em três verdades: (1) procede da natureza de Deus; (2) de Jesus Cristo; (3) Da palavra de Deus. Ela não está firmada em conceitos humanos, mas nas escrituras que mostram a fidelidade de Deus para com o seu povo no passado, presente e permanecerá no futuro, “Em ti confiaram nossos pais; confiaram, e tu os livraste” (Sl 22.4), mas quem não conhece a Deus não tem base para se firmar em esperança e confiança (Ef 2.12; I Ts 4.13). A revelação de Jesus através do novo concerto nos induz a ter uma esperança inabalável em Deus, essas verdades alimentam a nossa esperança e confiança no Senhor, embora o nosso inimigo tente arrancá-las de nós, mas não conseguirá porque até na morte o justo tem esperança (Pv 14.32).

Esperança através de Cristo
A nossa viva esperança foi gerada por Deus em nós por misericórdia através do seu filho, nos gerou novamente para uma viva esperança, “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (I Pe 1.3), sendo assim devemos depositar nele toda a nossa confiança (Rm 15.13); Cristo em nós, a esperança da glória (Cl 1.27).

A Palavra de Deus
É o terceiro alicerce da esperança. A palavra de Deus foi revelada por meio dos profetas e apóstolos no passado, Deus os inspirou através do Espírito Santo para escreverem de forma clara e sem erros (2Tm 3.16; 2Pe 1.19-21), pelo fato da sua palavra ser eterna e permanecer nos céus (Sl 119.89), sendo assim devemos depositar toda a nossa esperança e confiança na sua palavra (Sl 119.49, 74, 81, 114, 147; 130.5; At 26.6; Rm 15.4). Tudo quanto aprendemos a respeito das promessas de Deus é através das escrituras sagradas.

A nossa maior esperança não está focada nas coisas materiais, mas nas que estão acima das nossas expectativas, as quais foram preparadas por Deus e não se compara com as terrenas (2 Co 2.9), mas só as veremos com a manifestação de Jesus Cristo e quando todas as nossas tribulações cessarem aqui com a redenção do nosso corpo revestido da incorruptibilidade (Rm 8.18-25; Sl 16.9,10; 2 Pe 3.12; At 24.15), ter uma morada eterna nos céus (2Co 5.1-5; 2Pe 3.13;Jo 14.2). Temos também a esperança de recebermos a coroa da justiça (2Tm 4.8), de glória (I Pe 5.4) e da vida (Ap 2.10). Afinal, temos a esperança da vida eterna (Tt 1.2; 3.7); garantida a todos que esperam, confiam e obedece ao Senhor Jesus Cristo (Jo 3.16,36;6.47;I Jo 5: 11-13). Dessas promessas não temos dúvidas e dela podemos responder a aqueles que nos pedirem razão “Estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (I Pe 3.15). Não devemos ter nenhuma dúvida sobre nossa esperança, mostremos as pessoas que não a tem sobre a sua preciosidade, Portanto, aguardemos firmes as confissões da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu (Hb10.23).

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O PECADO DE ACÃ



ESBOÇO 522
TEMA: O PECADO DE ACÃ
“De que se queixará o homem, dos seus próprios pecados” Lm 3.39.

            O pecado é responsável por muitas desgraças no mundo desde o começo, mas com o aumento da populacional no planeta piorou a situação, porque a quantidade de pecadores aumentou “o pecado entrou no mundo por um só homem e passou a todos os homens e todos pecaram” (Rm 5.19). Por causa dessa ampliação a maldade e a violência permeou no mundo O pecado em desobediência a Deus é muito pior, porque o sentimento em relação a Deus e a vida religiosa são banidos do coração do homem “por se multiplicar a iniquidade o amor de muitos esfriará” (Mt 24.12). O ser humano obcecado pelo pecado é capaz de realizar todo tipo de crueldade, levando-o a própria desventura. Israel estava em grande dificuldade diante dos seus inimigos, mas nesse mote saberemos a razão.

O pecado
É a desobediência às leis divinas e humanas, ela é decorrente a não aceitação ou a quebra de uma determinação, o casal do Éden desobedeceram a Deus quebrando a ordem de não comerem do fruto da árvore da ciência do bem e do mal (Gn 2.17), com a descoberta do bem e do mal o homem se tornaria vulneráveis as tendências pecaminosas por serem tão atraentes. (quanto mais o homem peca, mas desejo ele tem de continuar pecando) (Sl 42.7a). “Não há homem justo sobre a terra, que faça o bem e nunca peque” (Ec 7.20).

Há muitos tipos de pecados, existem os menos e mais dolosos, contudo não deixam de serem pecados. No mundo cristão muitos têm uma ideia que pecar é somente cometer adultério, furtos e só, mas vai muito mais além, pecasse também por pensamentos, por palavras e por obras, inclusive as injustiças e todo tipo de cobiça que realizamos no nosso habitual, muitas vezes não são incluídas como pecado “O pecado, porém tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim todo tipo de desejo cobiçoso.” (Rm 7.8).

As consequências
O pecado tem ação poderosa e destrutiva com capacidade para atingir o mundo inteiro, alcançando pessoas, famílias e sociedade, todos finalmente podem ser afetados e terem as suas vidas comprometidas porque a natureza humana é propícia à iniquidade. O salario do pecado é a morte física e espiritual (Gn 2.17; 3.19; I Cr 10.13; Pv 11.19; Ez 18.4; Rm 5.12; 6.23), e a pior das consequências para o homem é a morte espiritual. A iniquidade pode tanto levar um individuo ao fracasso quanto uma nação inteira. As escrituras relada uma história de um homem que fez o povo de Israel perder uma batalha. Acã era um filho de Carmi, da tribo de Judá, este homem mesmo sabendo da proibição divina ele tomou os despojos do inimigo de Israel tomando para si, parecia que nada aconteceria, mas aquela atitude trouxe uma grande dificuldade para Israel, porque o seu pecado perante Deus fora visto como da nação inteira. Ai era uma Cidade pequena e fortificada na região montanhosa a noroeste de Jericó. Josué enviou espias para ver a Cidade e era de poucos habitantes e, portanto seria uma batalha fácil, bastaria apenas dois ou três mil para destruí-la (Js 7.3), e o que seria uma batalha fácil se tornou difícil, o que parecia poucos se tornou muito, Ai começou a derrotar os israelitas o desespero tomou conta, uma derrota inesperada, Israel virara as costas para os inimigos (Js 7.8), mediante a isso o desanimo tomou conta de Josué de forma que se prostrou sobre o seu rosto e lamentou profundamente, ele tinha certeza que uma derrota dessa natureza despertaria os demais inimigos de Israel, nada pior que uma derrota naquele momento, ela traria com certeza consequências irreparáveis e até ser desterrado o próprio nome de Israel a herança do Senhor (Js 7.8,9).
           
Orientação divina
Em todos os momentos o Senhor assistiu seus servos, ele anima a Josué dizendo: levanta-te, porque estás prostrado sobre o teu rosto? (Js 7.10), Israel pecou, transgrediram o mandamento do Senhor, tomaram despojos dos inimigos, um pecado não confessado pode prejudicar uma congregação inteira, e a única maneira de reverter o quadro era fazer o que Josué fez levar o povo à santificação para que fosse revelado o anátema (réprobo, condenado) que estava no meio deles (Js 7.13), somente a remoção do pecado levaria a Israel de volta á vitória. O pecado não confessado pode levar o cristão a uma vida de aflição e miséria, porque tudo o que o homem semear, isso ele ceifará (Gl 6.7), as consequências para Acã e a sua família e até o seus animais foram destruídos (Js 7.15). Deus orientou a Josué a checar tribo por tribo até encontrar o culpado e finalmente chegou a Acã que confessou o seu pecado. Vi entre os despojos uma boa capa babilônica e duzentos ciclos de prata e uma cunha de ouro do peso de duzentos ciclos cobicei-os, e tomei-os; eis que estão escondidos na terra, no meio da minha tenda, e a prata debaixo dela (Js 7.20,21).

            O pecado encoberto é a causa da improdutividade espiritual de muitos cristãos, às vezes o individuo está dentro da igreja, no meio do povo, mas a vida está arruinada, devemos nos lembrar de que Deus comtempla da sua morada os ruins e os bons, todos estão perante ele e nada é encoberto diante dos seus olhos. Deus é onisciente e onipresente, ele conhece a todos (Sl 139.1-13). Antes que o seu pecado prejudique outras pessoas que nada tem a ver, lance fora, por causa de Acã Israel estava sendo derrotado, outro episódio foi o de Jonas quando estava se escondendo no porão do navio, quase que toda tripulação pereciam, as bagagens foram jogadas no mar, até que se descobrisse onde Jonas estava. Tenha cuidado meu irmão, é melhor confessar, porque o que confessa as suas transgressões e deixam alcançará misericórdia.


Pr. Elis Clementino – Paulista-PE


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

PROVADO COM PROPÓSITOS



ESBOÇO 521
TEMA: PROVADO COM PROPÓSITOS
“Tu, ó Deus, nos provaste; tu nos afinaste como se afina a prata” Sl 66.10

Os propósitos de Deus na vida de uma pessoa começam cedo, sem que ele perceba, até o momento em que o Senhor comece a revelar-lhe, isso aconteceram com alguns homens de Deus. Discorrerei nesse mote sobre o trabalhar de Deus na vida do jovem José, e as etapas percorridas até chegar a Governador do Egito.

As revelações divinas
Deus muito cedo pode revelar algo que está no seu coração em relação a nós. Os planos de Deus são perfeitos e complexos, mesmo que nos esforcemos para entender não conseguiremos (Ec 11.5). Dentro desse comentário podemos mencionar alguns vultos importantes das escrituras, mas continuaremos a considerar José como o personagem em foco. Ninguém imagina o que pode acontecer na trajetória de uma pessoa que está nas mãos de Deus, entendemos que o Senhor dentro da sua vontade e permissão pode fazer com que alguns infortúnios aconteçam para chegar aonde Deus quer. José foi um moço que Deus tinha propósito para a sua vida, como tantos outros, ele enfrentou dificuldades até mesmo no seio da sua família, por não entenderem o que Deus queria realizar através dele. Há acontecimentos em nossas vidas que não sabemos definir, mesmo assim Deus executa a sua vontade direta sobre os seus, independentemente, da vontade de alguém.

Algumas etapas consideráveis fazem parte dos propósitos de Deus
Para que os projetos de Deus se cumpram em sua vida é necessário passar por alguns processos de preparação, esse é o que mais dói. As fases da vida de José foram terríveis, mas ele teve que ser preparado na fornalha da aflição. Essencialmente devemos compreender que o Senhor efetivamente prova o seu povo. "Tu, ó Deus, nos provaste; tu nos afinaste como se afina a prata" (Salmo 66:10). "Vossa fé ... é provada pelo fogo" (1 Pedro 1:7). "O Senhor prova o justo" (Salmos 11:5). Na vida secular o individuo é preparado nas faculdades, mas para obra Deus o preparo do individuo é no deserto, esse foi um dos métodos usado pelo Senhor com a finalidade de preparar alguns para exercer um ministério.

1. O ódio dos irmãos de José
 Um dos motivos foi a forma de ser tratado por seu pai, além disso, o presenteou com uma túnica de várias cores (Gn 37.3). José havia recebido algumas revelações, e na sua ingenuidade não compreendia os propósitos de Deus para ele e a sua família, espontaneamente ele contava ao seu pai, ao ouvi-lo seus irmãos o odiavam ainda mais (Gn 37.11).

2. A conspiração
É natural alguém ficar incomodado quando crescemos tanto na vida secular quanto espiritual. Os irmãos de José estavam desprovidos do amor e da misericórdia no seio familiar, é o que acontece muitas vezes, os inimigos do homem estão dentro da sua própria casa. “Porque o filho despreza o pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra: os inimigos do homem são os da sua própria casa (Mq 7.6). Quando você cresce aparecem os incomodados com o teu crescimento, e se pudessem te matavam (Gn 37.20).

3. A mentira
Onde o ódio predomina, existem ações de mentiras e acusações. Geralmente as pessoas que odeiam alguém não sossegam enquanto não lhe faz o mal, distanciá-lo para bem longe e até matá-lo, existem pessoas assim que não conseguem controlar seus sentimentos de inveja e ódio contra alguém. Os irmãos de José tiraram a sua túnica e a rasgaram, mas não as promessas divinas para ele. Não adianta tirar túnica ou rasgar de alguém que Deus tenha propósitos, com túnica ou sem, Deus fará a sua vontade.

4. Vendido como escravo
Para Judá seu irmão, matá-lo não era um bom negócio, pois não teriam proveito algum, mas disse vendemo-lo, isso é coisa mais comum nos nossos dias, “vender irmãos” vinte moeda de prata foi o seu valor (Gn 37.28,29), José foi levado ao Egito (Gn 37.36). Para seus irmãos parecia que tudo estava terminado, mas esqueceram que sobre José pairavam as infalíveis promessas de Deus, mas as provas não terminaram por ai, outras etapas piores José teria que passar, não importa quantas fases você tenha que sofrer, as encare com firmeza e determinação.

5. José na casa de Potifar
Um dos maiores desafios para um jovem é abdicar da prática sexual antes do casamento, mas o inimigo usa a lógica e procura um caminho mais curto para tentá-lo. José havia conquistado a confiança do seu senhor, esse deve ser uma das metas de um jovem cristão, galgar confiança dos seus superiores. José era um jovem que não desperdiçava oportunidades, pois existem algumas delas que são ímpares na nossa vida, ele não deixou passar, e o seu exemplo de vida o levou a adquirir alta posição na casa do seu senhor (Gn 39.4-6).

6. A sedução da mulher de Potifar
 José não contava com um obstáculo ainda maior, a sedução da mulher do seu senhor, por isso Salomão ressalta o jovem fugir da sedutora “José era formoso de aparência”. O inimigo peleja por todos os lados para destruir os projetos de Deus, ele se aproveita de alguns detalhes para facilitar ainda mais a destruição, a beleza, o físico e inteligência do individuo. A mulher do seu senhor tentou seduzi-lo, vejam os argumentos usado por ela (Gn 39.6-9ª), mas o compromisso que José com o seu senhor e, sobretudo com Deus o levou a recusar a proposta de se deitar com ela (Gn 39.9-10). A mulher por não conseguir na primeira ocasião, continuou a tentar (Gn 39.10). Cuidado! O nosso oponente sempre fica batendo na porta procurando lacunas para entrar e destruir, era uma bela oportunidade, ninguém estava em casa, era a ocasião exata para conseguir, porém José foi mais esperto, ele estava vigiando (Gn 39.11), resistiu a tentação “resisti o diabo e ele fugirá de vós” ele pagou um preço muito alto pela acusação da mulher, é assim, o diabo sabe como armar, ele tem as suas artimanhas. (Gn 39.12-18).   

7. A prisão de José
Há preço que se paga na vida sem merecer, mas isso faz parte do plano divino, é uma espécie de teste de fidelidade e nada adiantava porque o Senhor era com José. Preso sem merecer, mesmo assim ele prosperava, galgou confiança do carcereiro que o entregou todos os presos (Gn 39.21,22), José revela sonhos do copeiro e padeiro mor, eles estavam também na prisão (Gn 40.5-13). José pede para que o copeiro se lembre dele diante de Faraó (Gn 40.14).
O copeiro se esqueceu de José, as manobras humanas sempre fracassaram, a única manobra que deu certo foi a sua venda como escravo, porque Deus era com José.

Muitas vezes não temos a dimensão daquilo que Deus quer realizar em nossas vidas, portanto é preciso que tenhamos muita calma nos momentos em que estamos sendo preparados para algo que está na mente de Deus. José chegou aonde Deus quis, porque os planos de Deus não são abortados quando damos lugar e executamos a sua vontade. Não sabemos os processos usados por ele e nem os caminhos que teremos de percorrer para chegar à posição que Deus quer. Não importa o que você esteja passando, mas considere como uma preparação para algo muito maior que ainda há de ser-lhe revelado. Os planos de Deus para José não somente foi para beneficiar o Egito, mas também a sua própria família. (Deus ainda realiza o que quer, aguarde).

Pr. Elis Clementino – Paulista – PE