sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

ATLETISMO ESPIRITUAL



ESBOÇO 529
TEMA: ATLETISMO ESPIRITUAL
 “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos na verdade, correm, mas só um leva o premio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo aquele que luta de tudo se abstém; eles fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar” (I Co 9. 24-26).

Todo atleta deve ter ALVO e lutar por ele até alcançar, isso faz parte da competição atlética em um estádio, além do alvo ele necessita de cumprir alguns pré-requisitos para alcança-lo. O apóstolo Paulo, em sua carta a Igreja de Coríntios, fez uma alegoria entre a corrida de um atleta em uma competição num estádio com a carreira espiritual, ele expõe que tanto um como o outro deve fazer para alcançar o premio. É impossível falar de atletismo sem discorreremos sobre o Esforço, o preparo físico, superação, prosseguir sem perder o alvo, conhecer as estratégias dos antagonistas, a chegada ao final e o premio. O atletismo espiritual é mais preciso do que qualquer outra concorrência.

I. Esforço para alcançar o prêmio
Um dos segredos da vitória é o esforço do competidor, pois é exigido de cada muito empenho e dedicação, para não correr em vão (I Co 9.24; Gl 2,2), o atleta deve fazer valer todos os seus esforços. ”Uma coisa que você aprende em corridas é que os outros nunca esperam por você.”

II. Preparo físico para superar os obstáculos
O atleta deve ser uma pessoa forte o suficiente para superar os obstáculos, o preparo físico é essencial para que ele correr bem, pois é preciso que antes da competição ele absolva todos os nutrientes necessários para não correr em vão (Gl 5.7; Fp 2.16), abstendo-se também de qualquer coisa que por ventura venha lhe prejudicar na carreira (I Co 9.25). Os atletas precisam ter domínio próprio, muitas vezes se abstém da esposa, dos filhos, amigos, alguns alimentos e se concentram naquilo que vão fazer. Da mesma maneira é o preparo espiritual os atletas espirituais devem deixar todo embaraço lhes rodeiam e avançar (Hb 12.1).

III. Prosseguir para o alvo
Em direção ao alvo ele não pode se desviar, um pequeno desvio pode fazê-lo perder o prêmio (Fp 3.14). Todos os atletas no estádio buscam, mas um só leva o premio, eles buscam uma recompensa efêmera, nós, porém uma muito mais preciosa e incorruptível que durará para sempre, ou seja, eterna (I Co 9.25), isso é o que faz toda diferença, cada um de nós estamos engajado na grande batalha da fé (Jd 1.3b), em todos os significados da vida devemos lutar com afinco e determinação sem perder os nossos objetivos, pois muitas pessoas têm perdido o seu objetivo não sabendo mais o que realmente querem, pararam no meio do caminho, desanimaram e deixam de lutar. “Abandonar o alvo é deixar de lutar”, “Vencer é lutar; parar é perder.” Três coisas são indispensáveis para os atletas, principalmente o espiritual: PERSISTÊNCIA, DOMÍNIO PRÓPRIO e ABNEGAÇÃO.

IV. Conhecer as estratégias dos adversários
Numa competição atlética, todos têm interesse em saber quais as estratégias usadas pelos seus antagonistas. Por isso eles têm muita cautela e não serem obsessivos a ponto de prejudicar-se. Jamais devemos nos dar por seguros, mas saiba, que por mais fraco que o seu adversário, ele é o seu adversário e tem estratégias e busca oportunidade (I Pe 5.8). Cuidado com a autoconfiança! O inimigo luta para desestabilizar, espiritualmente nós somos seus adversários, devemos ter cuidado para não nos tornarmos presas fáceis. Seja cauteloso diante das suas estratégias. Neemias, na reconstrução dos muros de Jerusalém estava diante de grandes inimigos, eles zombavam dele (Ne 4.2,3) com a finalidade de interromper a obra e fazê-lo desviar o alvo. Esses inimigos agem atualmente da mesma maneira. Quantos querem ver o nosso fracasso?; Quantos menosprezam aquilo que fazemos? Irmãos, estamos engajados em uma grande batalha espiritual e não podemos perder o nosso alvo. (Fl 3.14). Existem pessoas que estão desapontadas e descrentes porque perderam o alvo de tudo da vida.

V. O final da carreira
Estamos certos que chegaremos ao final da carreira, é grande a nossa luta para chegar ao final, mas com o revestimento da força do Senhor (Ef 6.10), revestindo-se de toda a armadura de Deus e lutar contra nosso arqui-inimigo “o Diabo” (Ef 6.11-13), estando firme, vigilante e perseverante (Ef 6.14-18). Após o termino de toda luta e carreira, chegaremos e cruzaremos a linha de chegada “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé (2 Tm 4.7)

Após cruzar a linha de chegada, o atleta aguardará com muita expectativa o momento da coroação “o prêmio” que se dará num momento solene, na presença dos seus competidores. Paulo partiu na certeza de ser coroado (2 Tm 4.8), “Igualmente, o atleta só não é coroado, se não lutar legitimamente.” (2 Tm 2.5). O “prêmio” que Paulo se refere é a coroa incorruptível, a vitória da salvação eterna, o alvo precioso da vida cristã. Lutemos até o fim para alcançar o nosso também.

Na próxima semana o esboço último será o 530 e fim

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE

A DÚVIDA



ESBOÇO 528
TEMA: A DÚVIDA
“...o que duvida é semelhante à onde do mar, que levada pelo vento e lançada de uma parte para outra parte.” (Tg 1.6c)

A ambiguidade e a falta de confiança são impedimentos para o desenvolvimento do ser humano. Duvidar no gr. significa diakrino, duvidar, vacilar. A dúvida leva a pessoa a não tomar algumas decisões importantes na vida. A certeza naquilo que a pessoa tem na mente é determinante para ela realizar coisas boas, sobretudo em Deus, ela facilita a tomada de decisões admiráveis. Sucintamente escreverei sobre a dúvida, a esperança e a confiança.

A dúvida
As dúvidas não permitem determinar o que o indivíduo quer, pois o desempenho de cada um em todos os sentidos da vida depende muito das decisões que ele tomar, por isso o indivíduo precisa ter muito cuidado para não ser tomado pela dúvida e falta de confiança, pois cada um é responsável por toda decisão que tomar. Muitas vezes o indivíduo é advertido austeramente para que a dúvida não lhe cause grandes prejuízos “na dúvida não ultrapasse” principalmente nas linhas férreas. As decisões devem ser tomadas seguramente na hora e momento certo. (Os duvidosos permanentes não buscam seus objetivos). A dúvida acontece quando a pessoa não conhece o seu potencial, ela pode ocorrer em alguns momentos, porém não deve ser algo permanente, mas, somente enquanto não ela não define o que realmente quer. A dúvida não é tão danosa, ela faz o individuo refletir na mente antes de fazer a sua escolha, ou seja, sim ou não, vou ou não vou? É nesse momento o indivíduo deve avaliar bem, tanto as impossibilidades quanto as possibilidades com muito cuidado para então decidir.

Dúvida e a falta de confiança em Deus
As duas coisas não devem prevalecer no ser humano, principalmente sobre aqueles que crêem em Deus, pois a dúvida e a falta de confiança “fé” podem influenciam negativamente no seu relacionamento com o criador. “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe” (Hb 11.6). Todo individuo deve conhecê-lo mais profundamente para que não haja dúvida e nem desconfiança a respeito do que Deus pode fazer.

A esperança
A esperança conforme a própria palavra ela está ligada ao futuro (Rm 8.24,25) ela não é um simples aspiração por algo futuro, vai muito mais além; é uma certeza da alma. A esperança está vinculada a fé e não deverá haver a dúvida (Rm 15.13; Hb 11.1). A esperança do cristão no Senhor deve ser de tal maneira que não haja dúvida (Rm 5.5; Sl 22.4,5; Is 49.23). A expectativa do cristão deve ter a semelhança de uma âncora (Hb 6.19-20). São bem-aventurados aqueles cuja esperança é o Senhor (Sl 146. 3,5; Jr 17.7).

A confiança
A confiança, ela leva a pessoa acreditar em um desfecho feliz de algo que está em sua mente, quando a pessoa olha para determinadas coisas com desconfiança, é porque a dúvida está em ação. A fé deve ser permanente, sobretudo em Deus, ela deve ser sólida e bem segura (Sl 33.21,22). “Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.” (Sl 125.1). Deve-se tomar como exemplo a confiança do profeta Habacuque expressa na sua oração (Hc 3.17,18), muitas vezes o indivíduo só faz uso da confiança em Deus enquanto ele satisfaça seus desejos, no entanto, Habacuque desviou o seu foco nas coisas que eram fontes de riquezas, no entanto ele mostrou que a sua confiança em Deus estava acima de tudo “...todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação.” (Hb 3.18b).

Devemos nos despojar de toda dúvida e falta de esperança, e crer nas possibilidades de alcançar o que desejamos. A fé não deve está enfocada nas coisas materiais como a única fonte de recurso. A nossa confiança em Deus deve sobrepujar em todas as situações, principalmente quando estamos orando ao Senhor (Tg 1.6).

“Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se abalem pela sua braveza” (Sl 46.2).

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE


           

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O PERDÃO



ESBOÇO 527
TEMA O PERDÃO
“E quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que o vosso pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Se, porém, vós não perdoardes, também vosso pai, que está nos céus não vos perdoará as vossas ofensas” Mc 11.25,26

            É impossível falar de perdão se não levar em consideração o pecado e o arrependimento, eles sempre estão associados ao outro. Só existe arrependimento e perdão porque o pecado é uma realidade. A compunção é um sentimento que se tem quando o indivíduo comete uma falha, mas somente acontece quando ele reconhece o seu erro e deseja ser perdoado, a absolvição de uma culpa vem através de um perdão, seja divino ou humano. O caminho para se chegar ao perdão é o arrependimento e a humildade, portanto se alguém falhou contra alguma pessoa e se dirige a ela em busca do perdão deve ser perdoado ou absolvido do seu pecado, doutra maneira não estaremos sendo coerente com as escrituras sagradas e os ensinos de Jesus sobre o perdão. Jesus responde uma pergunta interessante dos discípulos a respeito do perdão (Mt 18.20-22), o que exercita o perdão deve fazê-lo não de lábios, mas de coração (Mt 18.35).

Fonte de perdão
Deus é o autor do perdão, foi ele quem primeiro que nos perdoou. Jesus Cristo, seu filho, através da sua morte provou na prática essa graça divina (Rm 5.8). O seu perdão alcançou toda humanidade caída pelo pecado de um só homem (Rm 5.12), com esse indulto o homem se tornou bem-aventurado porque se arrependido seus pecados não serão mais imputados (Rm 4.7,8). Quando o indivíduo busca e recebe perdão divino, ele passa pelo processo de restauração espiritual, daí ele começa produzir frutos para a santificação e uma grande promessa de vida eterna (Rm 6.22). Com o coração limpo ele reconhece que o perdão deve ser de coração e não de lábios, existem pessoas que diz perdoar, mas guarda no coração a oportunidade de vingança contra aquele que ele perdoou, ou seja, eu perdoei, mas não esqueci, mas aproveitarei na próxima oportunidade. Se formos perdoados das nossas dívidas devemos perdoar também aqueles que nos devem, reconhecimento do pecado gera perdão, é perdoando que se é perdoado (Mc 11.25,26) e não agir da forma que descreve a parábola do credor incompassível (Mt 18.23-34). Arrependimento é uma necessidade para obter perdão (Lc 13.1-5)

O salario do pecado
O pecado tem a mais dura recompensa “a morte” (Rm 6.23), ela não nos alcançará se estivermos morridos para ele (Rm 6.2), ou seja, se não vivermos mais uma vida pecaminosa. Há pessoas que continuam na prática do pecado mesmo após a sua conversão, nada sente quando peca contra Deus e versus alguém, pois o homem que permanece na prática do pecado é insensível, ele se deleita com a própria maldade de não perdoar, às vezes até pregando arrependimento e perdão nos púlpitos das igrejas aquilo que ele nunca vivenciou deixando de lado os belos ensinamentos (I Jo 3.4; 5.17a; 3 Jo 1.11), mentem e infamam sem pensar nas consequências, estes pecados estão incluídos entre aqueles que praticam as seis coisas que aborrecem a Deus e a sétima que ele odeia (Pv 6.16-19). A vingança, e o ódio não deve fazer parte dos nossos sentimentos ou emoções.

O perdão humano é ordenado
Jesus no ensinou que se tivermos alguma coisa contra a alguém, perdoai, para que também seja perdoado (Mc 11.25; Lc 11.4), deve-se perdoar tantas vezes sejam necessários (Lc 17.4). Paulo recomendou aos Efésios que deveriam ser compassivos e benignos uns para com os outros (Ef 4.32), “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13).

A melhor maneira de perdoar os nossos semelhantes é reconhecendo as nossas fraquezas e afastar de nós qualquer espírito de que venha tornar o nosso coração insensível que não perdoe, geralmente as pessoas que não perdoam vivem cercado de problemas, neles há perversidade na boca e no coração (Pv 6.12-14), a destruição deles virá sem que haja cura (Pv 6.15). A medida com que medimos as pessoas, seremos medidos também (Mt 7.1,2; Rm 2.1). As escrituras recomenda que o cristão deve ser forte suportando os mais fracos (Rm 15.1; Gl 6.1), se agirmos dessa forma estaremos fazendo aquilo que o Senhor nos manda. Existem pessoas que jugam, condena, matam sem primeiro ponderar (I Co 4.5), mas há um juiz que julga corretamente (Tg 4.12,13). Devemos pelo menos observar o que Jesus nos ensinou na oração dominical “Perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a qualquer que nos deve.” (Lc 11.4). Ultimamente não vejo nenhum pregador falar nesse assunto, ele faz parte das escrituras e é um belo ensinamento de Jesus.

Pr. Elis Clementino-Paulista - PE

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL



ESBOÇO 526
TEMA: DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL
“A vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”
 Provérbios 4.18.

Na vida tudo tem o seu desenvolvimento, os homens, amimais e plantas, todos crescem e se desenvolve naturalmente, o mesmo acontece no caminho espiritual do justo, ele sempre deve procurar desenvolver melhorar o seu nível espiritual, mas isso somente ocorre em decorrência à obediência a palavra de Deus, pois ela é a única maneira para se alcançar esse crescimento e aperfeiçoamento. Discorreremos brevemente sobre o crescimento ordenado por Deus, a necessidade de obtê-la, imaturidade espiritual, crescimento espiritual do justo e exemplos de pessoas que desenvolveram o seu potencial espiritual.

O crescimento espiritual é ordenado a todos:
(1) Em frutificação (2 Co 9.10); (2) Em Cristo (Ef 4.15; Cl 1.10); (2) Em amor (I Ts 3.12; 4.10); (3) Em perfeição (Hb 6.1); Na palavra (I Pe 2.2); Por acréscimo (2 Pe 1.5,6); Na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18).

A necessidade de obtê-lo
O Apóstolo Paulo escreveu em suas cartas mostrando os caminhos para esse crescimento espiritual aconteça: (1) Deixar as coisas de menino (I Co 13.11); (2) Cultivar o entendimento (I Co 14.20); (3) Buscar a ter a estatura de Cristo (Ef 4.13,15); (4) Buscar participar das verdades mais profundas do evangelho (Hb 5.14); (5) Vencer as tentações (I Jo 2.14).

A imaturidade espiritual
(1) A prematuridade espiritual é um estágio de aprendizado que deve passar conforme o alimento que irá recebendo, se o indivíduo permanecer ficará impossibilitado de receber os ensinamentos mais sólidos, ou mais profundos (I Co 3.1,2; 14.20); (2) Continuará sem estabilidade na fé (Ef 4.14); (3) Não conseguirá sair dos princípios rudimentares (Hb 5.12; I Pe 2.2).

Crescimento espiritual do justo
(1) O desenvolvimento do justo não acontece milagrosamente da noite para o dia, há processos pelos quais passo a passo ele alcançando (Jó 17.9); (2) É um crescimento continuo que se desenvolve de força e força (Sl 84.7); (3) As raízes e tronco de uma árvore vão crescendo e lhe dando estabilidade semelhante a palmeira do Líbano (Sl 92.12); (4) Esse Crescimento também é comparado a luz solar na sua aurora (Pv 4.18; 2 Co 3.18); (5) O nível espiritual do cristão irá se solidificando na proporção que ele vai aprendendo e guardando a palavra de Deus (I Tm 4.15).

Exemplos de crescimento espiritual
Nas escrituras temos vários exemplos de pessoas que tiveram o crescimento espiritual saudável, destacaremos alguns: Samuel (I Sm 2.26); João Batista (Lc 1.80); Jesus Cristo (Lc 2.40, 52); Paulo crescendo na constatação de que Jesus era o Cristo (At 9.22); Os crentes de Tessalônica (2 Ts 1.3) entre outros.

            Devemos desenvolver em todos os aspectos da vida, principalmente no espiritual, Deus quer que cresçamos em tudo, é promessa dele para os justos, mas esse crescimento somente será saudável na proporção que ele vai guardando os seus ensinamentos e buscando uma vida separada do pecado (Sl 1.3), fala-se de fruto espiritual e prosperidade prometido por Deus, portanto deixemos a imaturidade e busquemos estabilidade, maturidade e crescimento espiritual seguindo o exemplo dos nossos pais na fé.


Pr. Elis Clementino – Paulista - PE