sábado, 4 de janeiro de 2014

VENCENDO BATALHAS SEM ARMAS



ESBOÇO 531
TEMA: VENCENDO BATALHAS SEM ARMAS
“As arma da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para destruição das fortalezas.” (2 Co 10.4)

Arma, instrumento mais comumente usada para defesa nos combates ou guerras e caça. Os homens sempre confiaram em suas armas, embora haja momento que elas não sejam suficientes para garantir-lhes a vitória. As armas usadas pelo homem podem destruir vidas humanas, entretanto há uma arma muito mais poderosa do que qualquer outra. Essa não se conhece pela aparência de arma comum que qualquer ser humano use em guerras. Discorremos com brevidade sobre a confiança nas armas usadas pelo homem, mostrar que as armas do Espírito são poderosas e eficazes destruindo as fortalezas dos inimigos invisíveis nas batalhas espirituais (Ef 6.10-12)

A confiança nas armas
As armas sempre deram ao homem a sensação de segurança e poder, por isso algumas pessoas com uma arma na mão se torna audaciosa sentindo-se muitas vezes altamente capaz de enfrentar qualquer ataque inimigo e se defender. Houve pessoas que apesar de confiar em Deus fez uso de arma ao realizar uma obra numa mão e a outra mão no trabalho (Ne 4.17). Uma arma grande ou pequena não deixa de ser uma arma, ela pode tanto defender o homem, como tirar a própria vida do seu dono. Saul foi morto com a sua própria arma de guerra (2 Sm 1.9,10). Davi usou uma arma que aos olhos seria insignificante para destruir o gigante que atormentava Israel, mas as armaduras que lhes foram oferecidas por Saul não seriam a ideal, elas atrapalharia por serem pesadas para ele usá-las (I Sm 17.38,39), Aquelas armas oferecidas por Saul não seriam elas que derrotaria o gigante, Davi as rejeitou por serem pesadas não poder manuseá-las. Os propósitos de Deus são inconfundíveis, Davi venceria não com a sua força e nem através da sua habilidade, mas pela intervenção divina. Há alguns textos nas escrituras que mostram que não são as armas humanas capazes de guerrear e vencer os inimigos, no entanto para outros as fontes de segurança são os carros (Is 31.1; 36.9), cavalos (Sl 33.17; 147.10) e a menção do nome do Senhor é a maior arma de defesa “Uns confiam em carros outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor” (Sl 20.7).

A peleja não é nossa
Os métodos de Deus para dar vitória ao seu povo fogem totalmente da razão humana, quando confiamos nele acontecem grandes resultados por essa confiança “Uns confiam em carros outros em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, o nosso Deus.” (Sl 20.7). Amplas vitórias Deus deu ao seu povo sem fazerem uso das armas de guerra, Josafá rei de Judá, temendo os desafios dos inimigos pôs-se a buscar a ajuda ao Senhor (2 Cr 20.1-4), “Elevo meus olhos para os montes; de onde me virá o socorro? O meu socorro
vem do Senhor que fez o seu e a terra.” (Sl 121.1; 124.8). Essa é a maneira mais acertada para quem quer vencer, Oração e Jejum (2 Cr 20.5-13). A resposta da oração foi imediata, pois foi através dessa decisão de Josafá que o Senhor se revelou de forma poderosa através do Espírito Santo, ensinando como ele deveria fazer (2 Cr 20.14-18). O rei Ezequias estava sendo desafiado pelo exército de Sanaqueribe (2 Cr 32.1,2), A confiança de Ezequias estava mais em Deus do que nas armas de guerras (2 Cr 7.7,8). O Senhor enviou um anjo que destruiu todos os homens do exército da Síria (2 Cr 32.21,22).

A estratégia para a vitória
Josafá exorta o povo a ter fé em Deus e em seus profetas, ele ressalta o louvar ao Senhor, pois era um momento decisivo para Judá, a palavra daquele líder foi contagiante diante de Judá (2 Cr 20.20,21). Quando Deus está na peleja não adianta os inimigos se levantarem “Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa senão de Deus.” (2 Cr 20.15b). Muitas vezes nos assustamos com o rugido do gigante, mas quem tem a pedra que o mata não deve temer, (você tem as pedras que matam os gigantes). A oração, jejum, louvor e adoração são armas capazes de destruir as fortalezas dos inimigos, é somente se revestir das armaduras de Deus (Ef 6.10-18). Quando Deus resolve dar vitória ele faz com que até a música influencie na vitória. Na batalha os cantores iriam à frente louvando a Deus com os seus instrumentos, e os armados atrás (2 Cr 20.21,22), foi um mover do Espirito, ninguém entendia, os inimigos se destruíram-se entre si, não precisou Josafá usar as armas (2 Cr 20.23-25). Cumpriu-se a profecia vinda da parte de Deus a Jaaziel, moço que deu lugar e com muita coragem entregou uma mensagem de vitória para Josafá. “...Não temais nem vos assusteis por causa dessa grande multidão, pois a peleja  não é vossa, mas de Deus.” (2 Cr 20.15b), quando Deus está na causa a vitória é certa.

            Devemos cumprir alguns requisitos exigidos por Deus para alcançarmos a vitória, a oração e jejum são os meios pelos quais venceremos, mas devemos estar atentos à voz de Deus, mas entendemos que é necessário seguir o exemplo de Josafá, que orou confiantemente e fervor fazendo menção da fidelidade de Deus para com Abraão (2 Cr 20.3-7). Deus continua o mesmo, a sua fidelidade é de geração a geração (Sl 100.5; 117.2; 119.90; Lm 3.23). A vitória é para todos os que  buscarem a Deus. Nos momentos de lutas deve-se seguir o mesmo exemplo na busca do Senhor com oração e jejum, se fizermos assim certamente Deus nos dará vitória também. “que o Senhor te ouça no dia da angústia; e o nome do Deus de Jacó te proteja.” (Sl 20.1).

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

CONHECENDO A DEUS






ESBOÇO 530
TEMA: CONHECENDO A DEUS
“Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor” Os 6.3.

Quando falamos sobre Deus, julgamos ser ele um ser criador de todas as coisas, é impossível definir a sua pessoa, eternidade e divindade com detalhes. Dele emana uma imensidão de princípios que comprovam a sua existência, Deus é a causa de tudo que existe e sem ele nada existiria (Gn 1.1). A Bíblia apresenta Deus um ser infinito, eterno e auto existente e a causa primária de tudo quanto existe (Sl 90.2). Ele precede a toda criação da terra e independe dela (1 Tm 6.16; Cl 1.16), ele revelou a sua imagem como um ser pessoal quando criou Adão e Eva (Gn 1.27;26), tanto o homem quanto a mulher foram a criação especial e não um produto da evolução (Gn 1.27; Mt 19:4; Mc 10:6). Eles foram criados a “imagem” e “semelhança” de Deus, somente dessa forma eles poderiam comunicar-se e ter comunhão com o seu criador. Deus pode ser conhecido verdadeiramente (Jo 17.3), ainda que não possa ser conhecido inteiramente (Sl.139.6; Rm.11.33-34).

I. O que nos leva a crer em Deus?
(1) Toda obra tem um autor, a natureza é umas das obras que confirma a existência de um ser sobrenatural, glorificamos a Deus por criar todas as coisas de forma tão bem ordenadas (Sl 74.16; Sl 19.1-6; Sl 118.24; Jr 27.5); (2) As escrituras nos revelam a sua grandeza (Mt 22.29; Jo 5.39);  (3) A fé, é através dela que confirmamos a sua existência, de fé em fé o descobrimos se m nenhuma comprovação científica (Jo 4.24; Hb 11.1,2; Rm 1.17).

II. Os atributos exclusivos de Deus
(1) O que chamamos de atributos? Aquilo que é próprio ou peculiar de alguém ou de alguma coisa, sinal ou distintivo, qualidade que se dá ao sujeito (homem, pessoa, indivíduo); (2) Os seus atributos exclusivos, ou seja, atributos que ninguém tem, só Ele (Sl 139.7,8).

III. Quais são esses atributos exclusivos de Deus?
a) Onipresença, onipresente ou ubíquo significa que Deus está em todos os lugares a um só tempo (Sl 139.7-12; Jr 23.23,24; At 17.27,28); b) Onisciência é saber de todas as coisas (Sl 139.1-6; 147.5); Ele conhece não somente nosso procedimento, mas os nossos pensamentos (1 Sm 16.7; 1 Rs 8.39; Sl 44.21; Jr 17.9,10); Quando a bíblia fala da presciência de Deus, fala que ele conhece com precisão a condição de todas as coisas do passado, presente e futuro. A presciência de Deus não é um determinismo filosófico, ele é plenamente soberano e poderoso para tomar decisões e alterar seus propósitos no tempo e na história segundo a sua própria vontade e soberania. Ele não é limitado a sua própria presciência (Nr 14.11-20; 2 Rs 20.1-7); c) Onipotência, isso indica que ele detém o poder total sobre todas as coisas (Sl 147.13-18; Jr 32.17; Mt 19.26; Lc 1.37) devemos entender que Deus não usa o seu poder em totalidade em todos os momentos e nem indiscriminadamente, muitas coisa Deus não opta por não fazer, temos um exemplo anterior em (Nr 14.11-20), Deus muda de acordo com o coração do homem quando se arrepende; d) Transcendente, Ele transcende a todas as coisas, ou seja, está acima de tudo (metafísico) indiferente e independe de qualquer coisa por ele criada (Ex 24.9-18; Is 6.1-3; I Rs 8.27; Is 66.1,2; At 17.24,25). e) Eterno, indica que ele é de eternidade a eternidade, Deus não é, e nunca foi limitado ao tempo do homem (Sl 90.1,2; 102.12; Is 57.12; Sl 90.4; 2 Pe 3.8; Ele é o “EU SOU” Ex 3.14); Jo 5.8); f) Imutável, significa que Deus não muda e seus atributos não são inalteráveis; perfeições e propósitos sobre a raça humana (Nr 23.19; Sl 102.26-28; Is 41.4; Ml 3.6; Hb 1.11,12; Tg 1.17), isso não significa que Deus não altere seus propósitos temporários ante o proceder humano ver (Jn 3.6-9). Deus pode alterar sim os seus propósitos temporários em relação ao homem, quando este se arrepende, ou seja, é condicional (2 Cr 7.14); g) Perfeição e santidade, Deus detém toda santidade, ele é absolutamente isento de pecado e perfeitamente justo (Lv 11.44,45; Sl 85.13; 145.17; Mt 5.48). A única coisa que o homem não herdou de Deus foi o pecado, porque Deus não peca (Nr 23.19; 2 Tm 2.13; Tt 1.2; Hb 6.18). A sua santidade está incluída nos seus propósitos para com o homem; h) Ser trino e uno, Ele é um só Deus (Dt 6.4; Is 45.21; 1 Co 8.5,6; Ef 4.6; 1 Tm 2.5), isso é manifesto em três pessoas, Pai, filho e Espírito Santo (Mt 28.19; 2 Co 13.14; 1 Pe 1.2), Cada pessoa é plenamente divina e igual, não são três deuses, e sim um só (único) Deus. (MT 3.17; Mc 1.11).

IV. Os atributos morais de Deus.
Os atributos de Deus têm certa semelhança com as qualidades humanas, é claro que os atributos de Deus existem em grau infinitamente superior aos dos homens.

V. Quais são os atributos morais de Deus?
1. Bondade, o Senhor é bom para todos (Sl 25.8; 106.1; Mc 10.18); 2. Amor (Rom 5.8; Jo 3.16; 1 Jo 4.8) a sua maior manifestação de amor foi enviar o seu filho para morrer em lugar dos pecadores (1 Jo 4.9,10; Jo 16.27); 3. Misericordioso e clemente é Ele quem nos perdoa (Ex 34.6; Dt 4.31; 2 Cr 30.9; Sl 103.8; 145.8); 4. Compassivo significa sentir tristeza pelos sofrimentos alheios com desejo de ajudar (2 Rs 13.23; Sl 86.15; 111.4; Sl 78.38); 5. Paciente (Ex 34.6; Nr 14.18; Rm 2.4; 1 Tm 1.16) Deus é paciente para com toda humanidade, e concede oportunidade a todos que se arrependem (2 Pe 3.9); 6. Verdade, Deus é a verdade, e a sua verdade foi revelada aos homens por Jesus, Eu sou o caminho, a verdade e a vida (Jo. 14.6); 7. Fidelidade, Deus é fiel em todas as coisas, a sua fidelidade é para sempre e principalmente para com aqueles que guardam a sua palavra.

Louvamos a Deus pelo esclarecimento que a sua palavra nos trás ao seu respeito, isso é um verdadeiro alimento espiritual, devemos conhecer a Deus para que tenhamos mais aprofundamento na nossa comunhão e intimidade com Ele. Podemos ver em parte o que nos leva a crer em Deus, a trindade, atributos exclusivos de Deus e os atributos morais. Deus é insondável e muito pouco se sabe dele.

Pr. Elis Clementino – Paulista – PE



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

ATLETISMO ESPIRITUAL



ESBOÇO 529
TEMA: ATLETISMO ESPIRITUAL
 “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos na verdade, correm, mas só um leva o premio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo aquele que luta de tudo se abstém; eles fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar” (I Co 9. 24-26).

Todo atleta deve ter ALVO e lutar por ele até alcançar, isso faz parte da competição atlética em um estádio, além do alvo ele necessita de cumprir alguns pré-requisitos para alcança-lo. O apóstolo Paulo, em sua carta a Igreja de Coríntios, fez uma alegoria entre a corrida de um atleta em uma competição num estádio com a carreira espiritual, ele expõe que tanto um como o outro deve fazer para alcançar o premio. É impossível falar de atletismo sem discorreremos sobre o Esforço, o preparo físico, superação, prosseguir sem perder o alvo, conhecer as estratégias dos antagonistas, a chegada ao final e o premio. O atletismo espiritual é mais preciso do que qualquer outra concorrência.

I. Esforço para alcançar o prêmio
Um dos segredos da vitória é o esforço do competidor, pois é exigido de cada muito empenho e dedicação, para não correr em vão (I Co 9.24; Gl 2,2), o atleta deve fazer valer todos os seus esforços. ”Uma coisa que você aprende em corridas é que os outros nunca esperam por você.”

II. Preparo físico para superar os obstáculos
O atleta deve ser uma pessoa forte o suficiente para superar os obstáculos, o preparo físico é essencial para que ele correr bem, pois é preciso que antes da competição ele absolva todos os nutrientes necessários para não correr em vão (Gl 5.7; Fp 2.16), abstendo-se também de qualquer coisa que por ventura venha lhe prejudicar na carreira (I Co 9.25). Os atletas precisam ter domínio próprio, muitas vezes se abstém da esposa, dos filhos, amigos, alguns alimentos e se concentram naquilo que vão fazer. Da mesma maneira é o preparo espiritual os atletas espirituais devem deixar todo embaraço lhes rodeiam e avançar (Hb 12.1).

III. Prosseguir para o alvo
Em direção ao alvo ele não pode se desviar, um pequeno desvio pode fazê-lo perder o prêmio (Fp 3.14). Todos os atletas no estádio buscam, mas um só leva o premio, eles buscam uma recompensa efêmera, nós, porém uma muito mais preciosa e incorruptível que durará para sempre, ou seja, eterna (I Co 9.25), isso é o que faz toda diferença, cada um de nós estamos engajado na grande batalha da fé (Jd 1.3b), em todos os significados da vida devemos lutar com afinco e determinação sem perder os nossos objetivos, pois muitas pessoas têm perdido o seu objetivo não sabendo mais o que realmente querem, pararam no meio do caminho, desanimaram e deixam de lutar. “Abandonar o alvo é deixar de lutar”, “Vencer é lutar; parar é perder.” Três coisas são indispensáveis para os atletas, principalmente o espiritual: PERSISTÊNCIA, DOMÍNIO PRÓPRIO e ABNEGAÇÃO.

IV. Conhecer as estratégias dos adversários
Numa competição atlética, todos têm interesse em saber quais as estratégias usadas pelos seus antagonistas. Por isso eles têm muita cautela e não serem obsessivos a ponto de prejudicar-se. Jamais devemos nos dar por seguros, mas saiba, que por mais fraco que o seu adversário, ele é o seu adversário e tem estratégias e busca oportunidade (I Pe 5.8). Cuidado com a autoconfiança! O inimigo luta para desestabilizar, espiritualmente nós somos seus adversários, devemos ter cuidado para não nos tornarmos presas fáceis. Seja cauteloso diante das suas estratégias. Neemias, na reconstrução dos muros de Jerusalém estava diante de grandes inimigos, eles zombavam dele (Ne 4.2,3) com a finalidade de interromper a obra e fazê-lo desviar o alvo. Esses inimigos agem atualmente da mesma maneira. Quantos querem ver o nosso fracasso?; Quantos menosprezam aquilo que fazemos? Irmãos, estamos engajados em uma grande batalha espiritual e não podemos perder o nosso alvo. (Fl 3.14). Existem pessoas que estão desapontadas e descrentes porque perderam o alvo de tudo da vida.

V. O final da carreira
Estamos certos que chegaremos ao final da carreira, é grande a nossa luta para chegar ao final, mas com o revestimento da força do Senhor (Ef 6.10), revestindo-se de toda a armadura de Deus e lutar contra nosso arqui-inimigo “o Diabo” (Ef 6.11-13), estando firme, vigilante e perseverante (Ef 6.14-18). Após o termino de toda luta e carreira, chegaremos e cruzaremos a linha de chegada “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé (2 Tm 4.7)

Após cruzar a linha de chegada, o atleta aguardará com muita expectativa o momento da coroação “o prêmio” que se dará num momento solene, na presença dos seus competidores. Paulo partiu na certeza de ser coroado (2 Tm 4.8), “Igualmente, o atleta só não é coroado, se não lutar legitimamente.” (2 Tm 2.5). O “prêmio” que Paulo se refere é a coroa incorruptível, a vitória da salvação eterna, o alvo precioso da vida cristã. Lutemos até o fim para alcançar o nosso também.

Na próxima semana o esboço último será o 530 e fim

Pr. Elis Clementino – Paulista-PE