domingo, 26 de janeiro de 2014

A ALTIVEZ DE ESPÍRITO


ESBOÇO 539
TEMA: A ALTIVEZ DE ESPÍRITO
“O orgulho precede a ruína” Pv 16.18

O orgulho humano pode trazer muitas consequências, a empáfia tem encontrado abrigo no coração de muitas pessoas, o orgulho é pertinentes ao sentimento humano, muitos conseguem controlar, mas outros não. As pessoas podem ter algum tipo de orgulho, mas de maneira ajuizada e comedida, não permitindo que esse sentimento lhe conduza a infelicidade, o individuo pode se orgulhar daquilo que faz de bom, isso é natural é do próprio ser, porque ele carrega dentro de si esse sentimento. Todo homem adora de ser massageado e louvado pelas suas atitudes, uns se gloria das más obras, outros das boas.

Definição
“Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou anseio elevado de dignidade pessoal”. As pessoas orgulhosas se sentem altamente dignas de serem louvadas através das suas obras, e não se sentem bem quando outras pessoas estão sendo elogiadas, essa é uma das marcas do orgulhoso, eles são incapazes até de parabenizar o próximo quando são promovidas ou destacadas em algum evento. A humildade é o oposto, a pessoa humilde reconhece as suas limitações, ela é muitas vezes lisonjeada, mas não se ufana, e quando o próximo se destacar ele o parabeniza, esse é um gesto de humildade. Biblicamente, subtende-se a consciência das nossas fraquezas e a adesão de atribuir em imediato todo crédito a Deus e ao próximo por aquilo que realizamos. Deus rejeita o coração soberbo “Ainda que o Senhor é excelso, atenta todavia para o humilde; mas ao soberbo conhece-o de longe.” (Sl 138.6). Todo soberbo ficará só, - “Então tropeçará o soberbo, e cairá, e ninguém haverá que o levante..” (Jr 50.32a), há outros males promovidos pela soberba “É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas.” (I Tm 6.4)

Exemplos de pessoas orgulhosas
Há algumas comprovações bíblicas que o orgulho induziu muitas pessoas aos infortúnios, porque o homem na sua soberba é capaz de realizar coisas absurdas, humilhar e mutilar pessoas. O rei Adoni-Bezeque, prendeu setenta reis e cortou-lhes os dedos polegares das mãos e dos pés, além de fazer os reis prisioneiros comerem as migalhas que caíssem da sua mesa, submetendo-os aos mais baixos níveis de humilhação (Jz 1:6, 7). O rei Uzias, exaltou-se quando se fortificou e infringindo os mandamentos do Senhor, entrou no altar do Senhor para queimar incenso, deixando de lado a quem pertencia esse ofício (os sacerdotes), grande foi a sua altivez de espírito (2 Cr 26:16-20). O rei Nabucodonosor se orgulhou das suas obras e atribuiu toda glória a ele (Dn 4.30). Belzsazar com o seu grande banquete (Dn 5.23). Existem ainda outros orgulhosos espirituais: Eliú o último acusador de Jó sentia-se puro (Jó 33:9); O fariseu que orava em pé. (Lc 18:11); O inchado de coração. (1 Co 4:18); O rico que de nada tem falta. (Ap 3:17).

A recompensa dos orgulhosos
Todos esses foram recompensados pelo seu orgulho, porque tudo o que o homem semear isso ceifará (Jz 1.6; 2 Cr 16.20; Dn 4.16,25, 32,33; Dn 5.23; Gl 6.7) “A soberba é o abismo onde costuma desaparecer até o verdadeiro mérito” (Montalvo). A arrogância faz desaparecer todas as virtudes que um homem possa ter.

Deus não é levado por respeito humano, ele está acima de tudo, só a ele pertence toda autoridade e glória. As recomendações Bíblicas são evidentes quanto aos resultados das pessoas orgulhosas. Reconheçamos as nossas fragilidades, enquanto não fizermos isso as nossas virtudes não aparecerão. A humildade é o melhor caminho para quem quer receber aprovação divina (Mt 11.19). Tenhamos cuidado para não sermos atingidos pela altivez de espírito, pois esse mal que leva as pessoas a sentirem a sensação de grandeza e poder.

Pr. Elis Clementino – Paulista - PE

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O JOVEM E SUAS ESCOLHAS



ESBOÇO 538
TEMA: O JOVEM E A SUA ESCOLHA
Gn 24.1-9

Na contemporaneidade há muitas turbulências envolvendo crianças, adolescentes e jovens em todas as áreas da vida, em razão disso eles precisam serem orientados com o objetivo de encaminhá-los a fazerem as suas escolhas para que tenham um futuro promissor, tanto na área social quanto espiritual. Trataremos rapidamente nesse assunto sobre as escolhas.

Escolhas
A vida é feita de escolhas, e os resultados delas ficarão sob a nossa responsabilidade. Não devemos responsabilizar ninguém pelo resultado, as decorrências virão inevitavelmente, sejam boas ou más, principalmente em relação ao casamento, a moça e o rapaz devem fazer as suas escolhas conscientes das responsabilidades, além disso, eles não devem de maneira alguma transferir para Deus os fracassos das más escolhas (Lm 3.39; Pv 14.14).

Há escolhas que ninguém deve fazer por nós, entre elas eu considero três importantes (1) A profissão; (2) A pessoa com quem você vai casar; (3) A religião. Elas são exclusivamente decididas pela própria pessoa. Essas escolhas devem ser feitas levando em consideração alguns critérios para que posteriormente não venha de alguma forma se arrepender.

A escolha da pessoa com quem você quer casar deve ser feita levando em consideração alguns fatores que são fundamentais: (1) Seja um jovem equilibrado e de bom senso; (2) Que saiba controlar os seus impulsos, ou seja, manter o autocontrole; (3) Que seja afável, de respeito e humilde; (4) Que seja obediente aos superiores em todos os sentidos; (5) Que não ande com pessoas que não possa ser exemplo; (6) Não tenha amizade com pessoas que nada lhe acrescente; (7) Que conheça a si mesmo e suas limitações, considerando a sua área de limite; (8) Saiba que a força moral é superior a física.

Desenvolvimento social
Os jovens devem desenvolver as suas potencialidades em todas as áreas da seguinte forma: (1) Desenvolver socialmente procurando o seu bem estar e das outras pessoas; (2) Ampliar o seu grau de intelectualidade; (3) Ter projetos e propósitos e lutar com afinco por eles.

Escolha que influencia na vida espiritual
Há escolha que influencia diretamente na nossa vida espiritual, principalmente o casamento, por essa razão a escolha deve ser feita cuidadosamente para que não haja jugo desigual. O cuidado de Abraão com o seu filho Isaque foi para que ele tivesse um casamento abençoado e dentro dos padrões estabelecidos por Deus, a moça deveria ser da mesma linhagem, Abraão não desejava que a esposa do seu filho fosse da terra de Canaã, ele havia decidido que o seu filho não casaria com uma mulher cananéia, pois esse era o sistema patriarcal. Abraão manda Eliezer um servo de sua confiança ir aos seus parentes, em Harã, na Mesopotâmia para escolher uma jovem entre as mulheres de sua família que também adorasse ao Senhor Deus de Abraão (Gn 24.1-9), Eliezer recebeu uma missão que não podia ser fracassada.

Envolvendo Deus na escolha
Eliezer tomou dez camelos do seu senhor e partiu para a Mesopotâmia, a cidade de Naor (Gn 24.10), levou consigo presente e mantimentos, lá chegando ajoelhou seus camelos fora da cidade, junto ao poço, na hora em que as mulheres saiam para tirar água (Gn 24:11). Pôr-se junto à fonte orou e pediu sabedoria a Deus, dizendo: “Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, dá-me hoje, peço-te, bom êxito, e usa de benevolência para com o meu senhor Abraão. Eis que estou em pé diante a fonte, e as filhas dos homens desta cidade vêm saindo para tirar água; faze, pois, que a donzela a quem eu disser: Abaixa o teu cântaro, peço-te, para que eu beba; e ela responder: Bebe, e também darei de beber a teus camelos; seja aquela que designastes para o teu servo Isaque. Assim conhecerei que usaste de benevolência para com o meu senhor” (Gn 24:12-14). A sua oração foi respondida e antes de Elezier acabar de falar, eis que Rebeca, filha de Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, saia com seu cântaro sobre o ombro (Gn 24:15). Era uma moça muito formosa e não havia conhecido varão (Gn 24:16). Ela procedeu conforme a oração de Eliezer.

Escolhendo pessoas compromissadas com Deus
Os rapazes e as moças deverão escolher para si pessoas que tenham características importantes que resultem na sua edificação espiritual: (1) Que ele (a) conheça a existência de um Deus que rege todas as coisas; (2) Que tenha o desejo de ouvir a sua palavra; (3) Possua estreito relacionamento com Deus; (4) Que ele (a) sinta a doce presença de Deus, nos momentos de adoração; (5) Que viva em plena harmonia com as pessoas da sua comunidade cristã; (6) Que seja dedicado nas tarefas que lhe é confiada na igreja; (7) Que se mantenha puro, dando lugar ao Espírito Santo desenvolver nele uma obra; (8) Saiba que Deus tem para ele propósitos e projetos firmes; (9) Que Deus está investindo nele (a), e permita que os projetos de Deus sejam cumpridos.

            Deus ainda é o mesmo, e deve ser buscado não somente nas adversidades, mas nas nossas escolhas para que tudo dêem certo. Os jovens devem tomar como exemplo esses princípios para sua própria felicidade, se eles forem desprezados não certamente não terá sucesso, mesmo que ele (a) perca os prazeres efêmeros da vida. A ação de Eliezer em pedir a ajuda divina é um belo exemplo a ser seguido. Quando buscamos ao Senhor ele nos encaminha para uma vida vitoriosa, porque ele quer o melhor para seus filhos, muitas vezes ele quer nos dar o melhor e não queremos.

A impaciência e a precipitação são aliadas que pode nos conduzir a infelicidade.

Pr. Elis Clementino – Paulista -PE

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

FALTA-TE UMA COISA


ESBOÇO 537
TEMA: FALTA-TE UMA COISA
“Ainda te falta uma coisa” Lc 18.22

Conforme as escrituras todo indivíduo que não atentar para o evangelho jamais estará apto para entrar no reino de Deus (Rm 1.16). Sempre houve pessoas pensando que somente em fazer caridade facilita a entrada no reino dos céus, no entanto elas necessitam de ir muito mais além do que apenas a atitude de fazer caridade, pois a renuncia de si mesmo é o mais importante (Mc 8.35,35). O desprendimento das coisas como bens materiais, prazeres mundanos, entre outros são importantes para alcançar o reino dos céus, pois onde está o tesouro do homem está o seu coração, pois se o nosso coração está voltado para Deus nele está o nosso tesouro (Mt 6.19-21).

Condições favoráveis para a entrada no reino dos céus
O convite chave para a entrada no reino de Deus é a renúncia das nossas próprias vontades, essas e outras seriam as condições ideais para a sua chegada, negar-se a si mesmo, levar a cruz, renunciar tudo e deixar tudo é essencial para a sua chegada na eternidade (Mt 16.24; Lc 14.26; 14.33). Isso significa: a) Renunciar a si mesmo; b) Deixar lar e amigos (Mc 10.28; Lc 5.8); c) Os negócios (Lc 5.27,28). Isso não quer dizer que abandonemos lar, amigos, negócios literalmente, mas o pecado ou tudo aquilo que nos impedem de entrar no reino de Deus. Jesus mostra que essas coisas não são prioridades, elas não podem tirar a primazia do desejo dos nossos corações de entrar na vida eterna “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mt 6.33). As inquietações excessivas pelo dia de amanhã podem nos deixa fora do reino dos céus “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mt 6.34).

Recompensa prometida
Jesus prometeu recompensar todo aquele que deixar tudo para lhe seguir (Lc 18.29,30). A abnegação ou desprendimento de qualquer coisa que venham nos prender é indispensável (Hb 12.1). Deixar tudo por algo melhor, esse também foi um belo exemplo do Apóstolo Paulo, e deve ser seguido “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por quem sofri a perda de todas estas coisas as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo.” (Fp 3.8). Que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Lc 8.34-37).

            O convite de Jesus ainda está firme para aqueles que estão cansados, oprimidos e desalentados para o seguirem (Mt 11.28). Muitas pessoas estão abatidas, e sem nenhuma expectativa de uma vida vitoriosa, mas Cristo convida, para um encontro que muda toda a sua vida.

Pr. Elis Clementino- Paulista - PE



sábado, 18 de janeiro de 2014

INFLUÊNCIANDO COM A VIDA


ESBOÇO 536
TEMA: INFLUÊNCIANDO COM A VIDA
Sede meu imitadores, como também eu sou de Cristo
I Coríntios 11.1

O ser humano exerce um poder de influencia sobre indivíduos, sociedade local, na cultura, política, religião em todo mundo. O relacionamento do homem na sociedade é através da influência pessoal, dependendo de como ela se apresenta no meio dela. Existem muitas maneiras da pessoa influenciar numa sociedade, essa influência pode ser positiva ou negativa. O homem pode influenciar no mundo inteiro até após a sua morte através do seu legado. Comentaremos sobre o poder da influência.

O poder da influência pessoal
Não sabemos avaliar o quanto somos capazes de influenciar, consideremos o que ela é capaz. Na história da humanidade encontramos exemplos de indivíduos que influenciaram com grandes efeitos. Na idade antiga vários filósofos deixaram o seu legado como: Tales de Mileto, Heráclito de Éfeso, Protágoras, Sócrates, Antístenes e Platão.  Na idade média Agostinho, Tomás de Aquino, Abelardo, as suas idéias continuam influenciando. Qualquer pessoa por mais ínfima que seja produz palavras e atitudes podem causar tais efeitos, “Um pai pode arruinar ou salvar um filho; uma mãe pode erguer ou degradar uma filha”, então a influencia de um único homem se propaga, não como uma corrente, e sim como um incêndio, fagulha após fagulha, saltando de vida para vida atravessando continentes, e cruzando séculos. Um cristão chamado Estevão, verdadeiro servo de Deus, que até a pessoa de Saulo participou da sua morte, jamais se podia ter a idéia de como aquela morte trágica de apedrejamento influenciaria na vida de Paulo (At 7.58). Os homens não fazem à mínima ideia disso, toda influência humana pode ser calculada e predita como fator importante. Até que ponto Estevão poderia prever e influenciar na sua história? Ele perdeu a vida ainda muito jovem por confessar a sua fé em Jesus (At 7. 54-60), após a sua morte parecia que a sua memória desapareceria com aquela geração, mas não, seu nome ainda continua vivo e atualmente vem alimentando a fé de muitos cristãos.

Saulo, a sua conversão e influência no cristianismo
Paulo de Tarso foi um homem que dedicou a sua vida perseguindo os cristãos do primeiro século, foi um dos mais influentes escritores da Igreja primitiva, era um homem culto, mas em uma das perseguições para prender e maltratar cristãos, com a última viagem ele viveu uma experiência que jamais havia tido, o encontro dele com Cristo na estrada de Damasco (At 9.1-9). Quando buscava os cristãos e levarem presos para Jerusalém. Os seguidores de Cristo sabiam muito a respeito de Paulo, por essa razão Ananias inicialmente ofereceu resistência para orar por ele (At 9.13). Após a sua conversão ele iniciou a sua batalha em defesa dos cristãos e do evangelho, afim que todos os homens pudessem também ser salvos, ele deixou o seu belo exemplo para que todos os homens seguissem, ele entendia que através da sua vida exemplar pudesse alcançar a salvação de muitos, por isso fez de tudo para todos (I Co 9.21,22; I Co 10.33). Ele olhava o beneficio espiritual dos outros e não agradava a si mesmo, pouco importava o seu conforto físico, muito pelo contrario ele se desgastava todas as suas energias para obter a vantagem espiritual para si e para os outros. (At 20.24; At 21.13). O exemplo de Paulo pode ser seguido ainda hoje? As suas cartas dão prova disso (I Co 4.16; 11.1). O Senhor Jesus foi o exemplo supremo e inspiração dos ensinamentos de Paulo. (Mt 11.29; Mt 16.24; Mt 13.15; Rm 15.5; 2 Co 10.1; Fil 2.5; Cl 3.13; Hb 13.1; Hb 12.2; 1 Pe 2.21; 2 Ts 3.9; 1 Tim 4.12; Tg 5.10. Os maus exemplos devem ser repelidos, porque eles contrariam as escrituras (Lv 20.23; Pv 22.24,25; Hb 4.11; 2 Pe 3.17).

Imitadores de Deus
Será que podemos imitar a Cristo e a Paulo? Em que?
(1) Paulo usa uma expressão que somente é usada em (Ef 5.1), embora a idéia de imitarmos a Cristo seja comum. Paulo também convidou a outros para que o imitassem, porquanto ele era um modelo para os cristãos (I Co 4.16; 11.1; Fil 3.17; Hb 6.12; 12.2); (2) A ideia de imitarmos a Cristo contém os seguintes elementos: a) Imitemos seu exemplo moral, cumprindo suas exigências sobre a santidade (Mt 5.48), quanto mais buscarmos a sua santidade tanto mais imitaremos a sua natureza moral; b) Busquemos também imitar as suas virtudes espirituais através do Espírito (Gl 5. 22,23), fazendo assim avançaremos espiritualmente; c) Procuremos imitar a Deus vivendo a lei do amor, pois Deus é supremamente, amor. O amor é a maior prova revelação divina (I Jo 4.7; Jo 3.16).

Partindo desse principio, podemos com a nossa maneira de viver influenciar de forma positiva na vida de muitas pessoas, Cristo nos deixou esse grande exemplo a ser seguido, na perfeição, (Hb 7.26); na santidade (I Pe 1.15); na pureza (I Jo 3.3), na humildade (Fl 2.5,7); na obediência (Jo 15.10). A influência de Jesus Cristo no mundo há dois mil anos passados continua. Você tem seguido o exemplo dele? Que Deus ilumine a sua mente para que compreenda a necessidade de ser exemplo de Cristo.


Pr. Elis Clementino – Paulista – PE