segunda-feira, 3 de abril de 2017

ESBOÇO 749 VIVENDO PELA FÉ

ESBOÇO 749
TÍTULO: VIVENDO PELA FÉ
TEMA: "O JUSTO VIVERÁ DA FÉ" Hc 2:4.

                O que se entende sobre viver pela fé? Muitos cristãos na sua simplicidade pronunciam estou vivendo pela fé, quando ele não tem a mínima idéia do que é realmente viver somente pela fé (Hc 2:4), muitas vezes expressando isso rodeado de privilégios, viver pela fé é permanecer firme crendo em Deus quando todos os recursos humanos se esgotarem, e o crente não ver mais saída “nem pão e nem água no odre”, daí ele passa a viver unicamente pela fé esperando na provisão divina. Viver pela fé foi também uma expressão paulina quanto a sua teologia da justificação (Rm 1:17; Gl 3:11; Hb 10:37-38), palavras que motivam todo crente a viver pela fé, principalmente nos momentos mais difíceis da vida. “A fé é o alimento da alma e a esperança da vida” Sebastião Wanderley.

1. A definição da fé conforme a Bíblia
1.1. Na carta aos hebreus a fé é definida como o firme fundamento e a certeza das coisas que não se vêem (Hb 11:1). A fé é uma das três virtudes teologia, amor, fé e esperança. A fé consegue enxergar o que os olhos naturais não conseguem, ela é a ancora da alma (Hb 6:19). “Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado.” Roberto S. “Tudo é possível ao que crer”.

1.2. A fé governa o nosso relacionamento com o Senhor, ou seja, ela é quem intermédia essa ligação entre o indivíduo e Deus, sem fé é impossível agradá-lo (Hb 11:6), porque é preciso que a pessoa creia que Ele exista e recompensa os que os buscam. O justo vive em contraste com os ímpios vivendo pela fé.

2. A fé do profeta
A fé em ação supera todas as dificuldades e expectativas humanas, mediante os castigos divinos, provavelmente toda nação sofreria, e a escassez seria inevitável, mas devemos ter em mente que nada abalará uma fé fundamentada
em Deus. Habacuque ao orar recebeu encorajamento divino, ele sentiu-se tão encorajado por Deus que nada mais ele temeria, e em quaisquer circunstâncias permaneceria firme Hc 3:17). Não há motivos para abandonarmos a Deus, venha o que vier, por isso é necessário tomar como exemplo a atitude de Habacuque, (1) Ainda que a figueira não floresça; (2) E não haja fruto na vide; (3) Ainda que o produto da oliveira falhe, não produzindo o azeite, isso tornava a região mais pobre; (4) De modo geral os campos não produzam mantimento, ou a agricultura falhe; (5) As ovelhas da malhada sejam arrebatadas, produção da lã comprometida para as vestes; (6) E nos currais não haja vacas, irmãos tudo isso é o que sustenta uma nação, esses são os principais produtos para manter a vida, sem isso seria somente miséria e fome. Concluiu a sua oração com a seguinte expressão: “Toda via eu me alegrarei no Deus da minha salvação.” Isso significa manter firme a sua fé em Deus.

                Quando depositamos a nossa fé em Deus e cremos que ele é o grande provedor, descansemos em suas promessas, pois sabemos que para ele nada é impossível. Irmãos não há motivos para que a nossa fé seja abalada, pois nada servirá de motivos para abandonarmos a Deus. A nossa fé não está fundamentada nas coisas materiais, embora o materialismo tenha tomado conta dos corações de muitas pessoas. Paulo de maneira muito segura enfatiza que nada nos separará do amor de Cristo (a) A tribulação, ou a angústia; (b) A perseguição; (c) A fome; (d) A nudez; (e) O perigo; (f) A espada. Em qualquer situação devemos permanecer fieis a Deus. Na realidade sentimos abalos por conta das circunstancias, porém não com o desejo de abandonar a fé. Devemos permanecer firmes, porque algo muito maior e melhor nos espera.

Pr. Elis Clementino – Paulista
AD Excelência


quinta-feira, 30 de março de 2017

ESBOÇO 748 PROTEGENDO-SE DO INIMIGO

ESBOÇO 748
TEMA: PROTEGENDO-SE DO INIMIGO
TEXTO: “Sede sóbrios; vigiais; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramindo como um leão buscando a quem possa tragar.” I Pe 5:8

                Em qualquer tipo de luta nessa vida é preciso o indivíduo estar preparado para os combates, caso contrário será derrotado. Na vida cristã além das batalhas do cotidiano enfrentam-se ainda os combates espirituais. O Apóstolo Pedro com muita propriedade ele descreveu que o crente deve ser sóbrio, porque o adversário tenta constantemente o destruir (I Pe 5:8), por outro lado o Apóstolo Paulo descreveu a maneira de combatê-lo (Ef 6: 10-18). Dentro desse contexto de maneira sucinta serão comentados alguns detalhes importantes.

1. A batalha espiritual
A idéia que se tem de uma guerra com intensos combates durante os confrontos humanos são bem parecidos com uma batalha espiritual, porém as estratégias e as armas são bem diferentes das usadas no duelo humano. Ao definir uma batalha e outra logo se tem uma idéia que a guerra espiritual é muito mais perigosa, pois as conseqüências vão muito mais além, podendo comprometer o destino da alma.

2.  As fortalezas do inimigo
Satanás monta as suas fortalezas em volta do crente para tentar destruí-lo, essas fortalezas não podem ser destruídas facilmente, pois são dos seus fortins que ele ataca firmemente lançado as suas setas com o desejo de alcançar o crente. O contra-ataque não surtirá efeitos se não forem com as armas adequadas para essa peleja.

3. Quais são as armas da peleja?
O Apóstolo Paulo escrevendo a igreja de Coríntios ele mostrou que para lutar contra as fortalezas do inimigo somente deve ser usadas as armas do Espírito, “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim, poderosas em Deus, para a destruição das fortalezas” (I Co 10:4).
4. Estratégias de defesa
4.1. Não dês lugar ao diabo (Ef 4:27).
4.2. Fortalecer-se no Senhor;
4.3. Tomar toda armadura de Deus;
4.4. Cingir os lombos com a verdade;
4.5. Vestir a couraça da justiça;
4.6. Pés calçados;
4.7. Tomar o escudo da fé;
4.8. Tomar o capacete da salvação;
4.9. Tomar a espada do Espírito;
4.10. Vigiar em oração (Mt 26:41; Ef 6;18).

5. A desatenção do cristão
Sabe-se que em uma guerra ninguém deve está desatento, a desatenção faz com que muitos guerreiros sejam feridos e até mortos. Em uma guerra espiritual o cristão necessita de muito mais atenção, pois o inerte será facilmente alvejado, porque o diabo anda a procura de oportunidades e o descuido é uma delas, “Sede sóbrios; vigiais; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramindo como um leão buscando a quem possa tragar.” (I Pe 5:8). Um cristão desatento no seu cotidiano com certeza sofrerá os prejuízos, já em relação à batalha espiritual as perdas serão maiores, porque o inimigo não vem somente para roubar, mas também destruir (Jo 10:10).

                Os maiores inimigos dos cristãos são os espirituais, que invisivelmente armam laços de maneira sutil para prender os pés daqueles que dão ocasião. O indivíduo com os pés presos não caminha e nada produz, por isso a nossa luta não é contra a carne e nem contra o sangue (Ef 6:12). Estejamos preparados com as armas do Espírito para vencê-lo, pois estamos engajados nessa peleja e não podemos recuar. Todo preparo nos foram oferecidos por Deus para vencermos.

“O destruidor subiu contra ti. Guarda tu a fortaleza, vigia o caminho, fortalece os lombos, reforça muito o teu poder.” NAUN 2:1

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE

AD Excelência

terça-feira, 28 de março de 2017

ESBOÇO 747 DETERIORAÇÃO ESPIRITUAL

ESBOÇO 747
TEMA: DETERIORAÇÃO ESPIRITUAL
TEXTO: “Tua prata tornou-se escórias, o teu vinho se misturou com água.” Isaías 1:22.

                A deterioração acontece a través da mistura entre duas ou mais substâncias. As fusões de alguns materiais podem dar certo, outras não, principalmente quando se trata de idéias e pensamentos humanos. A junção entre dogmas e credos religiosos com rituais africanos não dão certo. De maneira simples e sem pormenores exponho o meu ponto de vista ao refletir um pouco sobre sincretismo, e ecumenismo religioso e os resultados dessa mistura.

1. Sincretismo e Ecumenismo religioso
1.1. Há dois caminhos para enfraquecer uma denominação cristã, o sincretismo e o ecumenismo, compartilhar doutrinas e credos diferentes é praticamente impossível dar certo. Martinho Lutero ao reconhecer as verdades bíblicas sobre a fé, entre outros acontecimentos que fugiam dos princípios bíblicos fez a reforma protestante finalizada com as 95 teses em 31 de outubro de 1517.

1.2. O sincretismo é a junção de dogmas e credos como já foi dito, no Brasil começou logo após a sua descoberta no século XV, devido à grande miscigenação das religiões, a mistura de catolicismo com os rituais africanos se deu por causa dos escravos.

1.3. O ecumenismo é o apelo à unidade de todos os povos contido na mensagem do evangelho, ou a união de todas as igrejas cristãs. A visão do catolicismo está voltada para as igrejas cristãs separadas dele, as Igrejas Ortodoxas e as protestantes, no entanto a visão principal é abrir diálogo entre as religiões cristãs, certamente há uma intenção por trás desse movimento “um só povo um só rebanho”, mas quem liderar esse movimento?

2. As profecias bíblicas
O sincretismo foi criado pela igreja católica, o ecumenismo ela incorporou através do Papa Paulo IV em 1964 definindo como um movimento gerado pela graça do Espírito Santo, daí algumas igrejas começaram a aderir e juntar-se ao movimento, porém outras não, as que não participam tem uma visão sobre o que está escrito em (Ap 13:11,12), sobre o falso profeta, esse entendimento surgem mais por parte dos pentecostais e neopentencostais. É necessário entender que com a junção acontecem as perdas de valores, isso é imprescindível para o catolicismo e outras religiões (As fusões de elementos enfraquecem as suas essências, mas evidenciará a criação de outra). A hibridez está conquistando espaço em todo mundo, inclusive nos veículos que funcionam a combustível e energia, no entanto uma dos dois elementos prevalecerá em funcionamento, assim é a fusão entre religiões, e até quando usam as mesmas siglas, mas com credos diferentes.

3. Resultado das misturas
As misturas de religiões geralmente resultam em problemas. O povo hebreu quando se uniam a outras religiões eles aderiam os mesmos costumes, onde Deus exigia separação espiritual (Lv 20:26), as associações inconvenientes resultava no desvio de conduta do povo de Deus. Na mensagem do profeta Isaías o povo de Deus estava completamente misturado com os pecados dos demais povos, a partir dessa mistura aderiram também o culto aos deuses pagãos “idolatria”, ai está o perigo de uma fusão religiosa (Is 1:22; Jr 7:26; Ez 22:18). A recomendação paulina é não se associar “Não vos prendais a um jugo desigual” (2 Co 6:14; I Jo 1:1-10).

                A separação espiritual é necessária, uma das exigências de Deus para o seu povo é não se misturar com os ímpios (Ex 23:2; 34:2; Sl 1:1; Pv 1:15; 14:14; 22:24; 23:6; 24:1; I Co 5:9,11; 2 Co 6:14). As associações más devem ser evitadas por todos quantos desejarem viver uma vida em Cristo, estes devem aparte-se da injustiça, “Que comunhão há entre as trevas e a luz?” É necessário entender que essa separação seja de maneira inteligente sem fanatismo, e isenta de qualquer tipo de agressividade a essa ou aquela denominação, o normal é que todos tenham a liberdade de escolha, essas sejam respeitadas. A contenda de qualquer natureza é prejudicial e culmina com o radicalismo religioso, se assim for não amará o próximo por essa diferença. As denominações cristãs devem respeitar-se, é um principio cristão, não importa se essa ou aquela denominação, a paz é imprescindível para esse equilíbrio. É triste saber que todos os pastores se digladiarem quando a maioria deles é de denominações co-irmã, muitos deles intrigados um com outro, isso é vergonhoso, Deus nos guarde sempre desse mal.

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE
AD Excelência


domingo, 26 de março de 2017

ESBOÇO 746 FILADÉLFIA, UMA IGREJA DIFERENTE.

ESBOÇO 746
TEMA: FILADÉLFIA, UMA IGREJA DIFERENTE.
TEXTO: APOCALIPSE 3:7-11

            Nada há mais difícil do que a manutenção da fé em Deus, principalmente em tempos difíceis, entre todos os combates esse é o mais abstruso, porque nessa batalha não podemos usar as armas que são comumente usadas nas guerras. A batalha espiritual é diferente, usamos as armas do Espírito conforme registrou Paulo na sua carta a igreja de Efésios (Ef 6:12). Quero destacar nesse assunto a Igreja de Filadélfia pelas suas qualificações, por ser uma Igreja que pelejava pela fé em Cristo, e pela sua fidelidade recebeu a aprovação do Senhor conforme descreveu João Evangelista na carta.

1. A missiva divina
João, o Evangelista estava exilado na Ilha de Pátimos, vítima das perseguições do Império Romano, lá no exílio teve uma grande revelação de Jesus Cristo sobre o que estava acontecendo com as igrejas da Ásia e sobre as últimas coisas. Foi ordenado que João escrevesse cartas as sete igrejas, elas eram vistas pelo Senhor como as sete estrelas e os sete castiçais de ouro, o que representava as igrejas e seus pastores “Escreve ao anjo da igreja de Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro:” (Ap 2:1). As mensagens das cartas continham conteúdos diferentes, e cada uma delas correspondiam com a situação moral e espiritual das igrejas. A que mais se destacou no seu teor foi à dirigida a Filadélfia, e pelas suas qualidades recebera elogios do Senhor.

2. As características da Igreja de Filadélfia
Na carta expedida por João Evangelista à igreja de Filadélfia o Senhor revelou particularidades íntimas referente à sua situação moral e espiritual, uma carta magnífica cujas revelações somente o Senhor sabia, eu suponho que os cristãos ficaram surpreendidos e glorificaram a Deus por descobrirem o quanto o Senhor amava aquela igreja.

3. Conhecimento divino
3.1. Eu sei as tuas obras;
3.2. Guardaste a palavra da minha paciência;
3.3. Não negastes o meu nome.

4. A recompensa pela sua fidelidade
4.1. Uma porta que ninguém pode fechar;
4.2. Farei que te reconheçam;
4.3. Farei com que se próstem aos teus pés;
4.4. Saibam que eu te amo;
4.5. Livramento da hora da tentação.

5. A vinda do Senhor
As boas qualidades que possuía a Igreja de Filadélfia deveriam ser guardadas para não perder o galardão. A fidelidade a Deus é o meio pelo qual chegaremos à presença de Deus, não somente a igreja de Filadélfia, mas a todos os cristãos no mundo, as igrejas contemporâneas devem seguir o mesmo exemplo da igreja de Filadélfia.

            Em meios as turbulências da vida somada aos ataques de Satanás é uma grande batalha para manter a vida de santidade e permanecer de pé na presença de Deus. Devemos nos revestir de toda a armadura de Deus e guardar os nossos valores que são exigidos por Deus para chegarmos ao final da carreira, e finalmente alcançar a coroa da justiça que o reto Juiz nos prometeu. “Guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa.” (Ap 3:11). Se formos fieis ao Senhor ele nos recompensará como fez com a igreja de Filadélfia, abrindo portas e nos exaltando perante os nossos inimigos.

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE

AD Excelência

sábado, 18 de março de 2017

ESBOÇO 745 O BOM SAMARITANO

ESBOÇO 745
TEMA: O BOM SAMARITANO
TEXTO: “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” LUCAS 10:29-37; GÁLATAS 5:14;

            A mensagem de Jesus enfatiza a importância da prática do amor ao próximo, ele foi interrogado por um homem a respeito da entrada no reino de Deus, Jesus respondeu-lhe que ele devia amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo, sem entender e inconformado com a resposta ele interroga novamente, mas quem é o meu próximo? Naquele momento Jesus através de uma parábola mostrou-lhe quem seria o próximo.

1. Personagens envolvidos na narrativa
A essência central era o amor ao próximo, nela Jesus apresenta quatro personagens, dois religiosos, um samaritano e o quarto homem um sujeito desconhecido onde a história girou em torno dele.

2. A parábola
Descia um homem para Jerusalém, esse caiu nas mãos dos salteadores os quais o desposaram, e espancando-o deixou quase morto, consideremos que são nos momentos mais difíceis da vida que conhecemos onde está o nosso próximo, ora! Exercer o amor ao próximo independe de quem quer que seja.

3. Atitudes do sacerdote, do levita e do samaritano
3.1. Um sacerdote descendo pelo caminho nada fez pelo homem caído como morto e nada fez por ele, embora os sacerdotes tivessem atribuições importantes como: Cuidar do altar, dos sacrifícios e do povo perante Deus, havia uma relação entre sacerdotes e levitas enquanto eles representavam a religião os sacerdotes e a prática da religião. O exercício do amor ao próximo é um dever abrangendo a todos, inclusive os sacerdotes e levitas que tinha o dever até de socorrer os animais (Dt 22:4; Hb 5:1). Naquele sacerdote faltou a compaixão. O sacerdote passou e nada fez em prol daquele homem. O sacerdote passou e olhou, mas não com sentimento de compaixão e dor pelo próximo e passou a passos largos.

3.2 O Levita
Os atributos do levitas eram cuidar dos sacerdotes, das orações, da limpeza, dos suprimentos, da música e das ofertas, levita fala das boas obras, tanto o sacerdote quanto os levitas não podiam estar alheios a situação daquele homem. Não podemos ser apáticos nos nossos olhares para com os necessitados e aflitos, não olhemos somente com os olhos, mas também com o coração (Mt 13:15; Ef 1: 17,18). Não devemos agir como aqueles dois religiosos, mas estender as nossas mãos aos necessitados.

4. O bom samaritano
Ele é a figura central desta parábola, ele simboliza a misericórdia divina através de Jesus Cristo (At 10:38), mas em que consistiu a bondade daquele Samaritano? (1) Não serviu a si mesmo; (2) Chegou perto; (3) Olhou com o coração; (4) Desceu ao nível do necessitado; (5) Untou as suas feridas com azeite; (6) Pôs o homem sobre a sua cavalgadura; (7) O conduziu a um hospital para ser cuidado; (8) Valorizou mais a vida do que o dinheiro.

            Esse texto evidencia a misericórdia de Deus através de Jesus Cristo e o seu amor para conosco quando estávamos caídos e enfermos espiritualmente. O maior ato de solidariedade é estender a mão ao próximo no momento que mais ele precise, pois há muitas pessoas nas mesmas condições daquele homem, caído à beira da estrada e pessoas como o sacerdote e o levita que igualmente passavam por perto e não demonstraram a compaixão de Deus para com aquele pobre homem. O bom samaritano é a expressão do amor e da misericórdia ao próximo, por isso Jesus o qualificou de bom, qualidades que poucas pessoas atualmente têm, vamos fazer alguma coisa pelos que sofrem, independentemente de cor, raça, religião entre outros.

Pr. Elis Clementino – Paulista –PE
AD Excelência