terça-feira, 31 de julho de 2018

ESBOÇO 870 ORAÇÃO, UMA NECESSIDADE UNIVERSAL


ESBOÇO 870
TEMA: ORAÇÃO, UMA NECESSIDADE UNIVERSAL
TEXTOS: Jeremias 33:3; Zacarias 13:9

Buscar a Deus atravéz da oração é uma necessidade espiritual que jamais será preenchida por outra coisa, além disso, é uma necessidade universal dos crentes em Deus, pois todos os homens devem busccá-lo em oração, esse é um canal que Deus deixou para nos comunicar com ele.

I. O que é oração?
A oração é o meio pelo qual falamos com Deus, também é o processo que aproxima o homem de Deus. A primeira oração mencionada na Bíblia foi em (Gn 4:26), daí em diante as orações feitas com sinceridade e de coração foram respondidas, quem busca acha e quem pede recebe (Mt 7:8; Lc 11:10), buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto (Is 55:6), isso significa que o nosso tempo é curto e limitado, buscar antes que chegue a justiça divina e percamos a oportunidade.

II. A necessidade universal
Todos os homems precisam buscar a Deus em oração, seja na adversidade ou não (Is 65:2; Is 56:7). Jesus ensinou aos discípulos como orar, essa oração é universal, nela ele apresenta tudo o que é nnecessário para agradar a Deus (Lc 11:2).

III. A preciosidade das orações
As nossas orações são recebidas por Deus com preciosidade com taças de ouro cheias de insenso (Ap 5:8; Ap 8:3), isso significa que elas são recebidas como insenso diante de Deus, mas devemos entender que por elas serem tão preciosas não sarão respondidas ao tempo e o modo que desejamos, pois nem sempre a nossa vontade é o melhor para nós, muitas vezes Deus usa o silêncio como resposta as nossas petições, sem dúvidas é uma resposta positiva, indicando esperar e busccá-lo mais (Jr 29:13).

IV. Oração é ordenada
(1) Buscar continuamente (I Cr 16:11; Os 14:2);
(2) Pedir insistentemente (Mt 7:7);
(3) O Dever de sempre orar (Lc 18:1; 21:36);
(4) Orar todo tempo e persistentemente no Espírito Santo (Ef 6:18; Fp 4:6; Cl 4:2);
(5) Orar sem cessar (I Ts 5:17; 2 Tm 2:8);
(6) Vigiar e orar para não entrar em tentação (Mt 26:41);
(7) Pedir em nome de Jesus (Jo 16:24);
(8) A oração da fé pode salvar um doente (Tg 5:13).

V. O Espírito Santo auxilia na oração
Recebemos ajuda do Espírito Santo nas orações, porque não sabemos como convém pedir (Rm 8:26,27), ele sabe o que necessitamos urgentemente, o seu desejo é satisfazer a vontade de Deus e não as nossas, algo que somente ele faz, ezaminar os corações.

VI. Orações sem respostas
Quero citar apenas quatros motivos pelos quais Deus não atende as orações (1) Quando Deus vê que o seu pedido nada lhe acrescenta como dissemos anteriormente que ele conhece e sabe o melhor para nós (Rm 8: 26,27), ou não esteja conforme a sua vontade (Ex 33:20; Dt 3:26; 2 Sm 12:16; Ez 20:2; 2 Co 2:8); (2) Quando não perdoamos (Mt 5:23,24); (3) Quando o homem vive na pratica do pecado, mas se alguém é temente a Deus, e faz a sua vontade, a esse ouve (Jo 9:31; Sl 34:17-19); (4) O convívio conjugal sem harmonia é um impedimento para que as orações não sejam respondidas (I Pe 3:7).

VII. Orações respondidas e prometidas
Há na Bíblia muitos exemplos de pessoas que tiveram as suas orações respondidas, podemos citar algumas delas como exemplo: Moisés Ex 15:24,25; Gideão (Jz 6:39,40); Ana (I Sm 1:27); Samuel (I Sm 7:9,10); Salomão (I Rs 9:3); Elias (I Rs 18:37,38); Ezequias (2 Rs 19:19,20); Josafá (2 Cr 18:31; 32:21). No NT começou pela igreja, ela experimentou algo sobrenatural jamais recebido daquela maneira, os crentes oraram e foram cheios do Espírito Santo (At 4:31), esse acontecimento impulsionou os discípulos para expandir o evangelho em todo mundo. Se invocarmos a Deus ele nos responderá e nos pôe em segurança (Sl 91:15; Is 41:17; Is 58:9); ele respode ainda estando falando (Is 65:24; Jr 33:3; Zc 13:9; Lc 11:9; Jo 14:14; Jo 15:7; I Jo 3:22).

As nossas orações é o canal que conduzem a Deus as nossas necessidades, portanto também devemos compreender a necessidade de buscá-lo sempre, entendendo que as nossas orações são preciosissimas para Deus. Orar a Deus é uma necessidade universal, todos devem buscar a Deus em oração, a oração da fé pode remover as montanhas que dificultam a nossa vitória (Dn 10:12-14), a oração dos justos podem muitos seus efeitos (Tg 5:16). Vamos buscar a Deus enquanto é tempo, as nossas orações podem evitar muitos acontecimentos ruins neste mundo (2 Cr 7:14); VAMOS ORAR.

Pr. Elis Clementino – AD excelência


segunda-feira, 30 de julho de 2018

ESBOÇO 869 PREPARANDO PARA O USADO


ESBOÇO 869
TEMA: PREPARANDO PARA O USADO
TEXTO: ÊXODO 25:10-15

Existem coisas e pessoas que para ocuparem posições nobres necessitam serem bem preparadas. Nesse tema quero aludir um exemplo bíblico importante, a acácia é um tipo de madeira rústica e para alguns não tinha muito valor, ela se desenvolve em lugares ermos, esse tipo de madeira produzia belas flores. A acácia Gr. Akákios “inocente, sem maldade”, foi escolhida e indicada para ser usada em algo muito relevante e que representava a presença de Deus, mas antes que ela fosse usada deveria passar por alguns processos, como corte e alinhamento até produzirem tábuas, além de ser trabalhada ainda receberia outro tratamento especial, para então ser usada na confecção da arca da aliança e as outras peças do tabernáculo. A acacia também foi usada na arca de Noé, mas focaremos nesse assunto o seu uso na confecção da ARCA DA ALIANÇA, símbolo da presença de Deus.

I. Porque Deus escolheu a acácia?
Deus conhece todas as coisas, ele sabe quais delas podem ser úteis ou não, no entanto as coisas inermes ou fracas também são escolhidas por ele, embora elas sejam reprovadas pelo homem, mas Deus não vê como o homem vê, o homem conhece o que é aparente e Deus conhece a essência, até do próprio homem (I Sm 16:7). “Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;. E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;. Para que nenhuma carne se glorie perante ele.” (I Co 1:27-29). Antes que a acácia fosse usada foi preciso passar por alguns processos, realço que havia outros tipos de madeiras muito mais relevantes e preciosas, mas a que Deus indicou a Moisés a acácia (Ex 36:20,21), talvez essa madeira tenha sido escolhida por Deus pela sua simplicidade, pois tudo o que ele utiliza para realizar algo por mais frágil que seja para tem um rico significado, isso indica que para Deus não importa o valor quando ele próprio tem o poder de transformar e valorizar. No Brasil o valor pago pelas indústrias de celulose está abaixo do esperado, e para não perder dinheiro os agricultores vendem a acácia como lenha. www.agron.com.br.

Tudo o que Deus escolher aqui para ser usado é trabalhado por ele para alcançar padrões dignos da sua aprovação, assim (Deus escolhe coisas e pessoas que jamais teríamos coragem de escolher), entendemos que para Deus não importa o que seja. Em relação ao ser humano é importante que ele tenha no mínimo a predisposição de se entregar nas mãos de Deus para que seja realizado o seu querer.

II. Preparada para ser usada
A tábua da acácia depois de trabalhada as faces foram totalmente coberta com ouro puro (Ex 25:10,11). Qualquer coisa por mais simples que seja após receber um acabamento adquire valor. Deus tem a maneira de tratar e dar esse fenecimento, ele lapida as pedras, prepara madeira e amassa o barro com a finalidade de torná-lo vaso de honra, assim como as peças do tabernáculo e da arca da aliança foram preparadas antes de serem usadas por Deus, após esse preparo ele pode utilizá-las da maneira que ele bem quiser, porém, saiba que das coisas simples e humildes Deus tem o poder de transformá-las em coisas grandes, vejam os seguintes passos:

1. Houve um preparo da madeira bruta da acácia para receber algo que a valorizasse ainda mais.
2. Recebeu uma cobertura de ouro puro em ambas a faces;
3. A acácia foi usada na confecção da arca da aliança que representava a presença de Deus;
4. A acácia foi também usada em outras peças do tabernáculo como: a mesa dos pães da proposição, os adornos do tabernáculo, os varais, e o altar do incenso, a acácia também era chamada cetim e gofer (Ex 25:10).

Aprimorando os valores
1. Da prata foi tirada a escória.
2. A borra é tirada do ouro;
3. O vaso barro é quebrado e refeito;
4. O tesouro que enriquece o vaso;
5. As pedras são lapidadas para se tornarem preciosas.
Sempre há o que tirarmos de nós para melhorarmos os nossos caminhos, ninguém é perfeito.

Amados, nós estamos entre as coisas fracas e vis, porém Deus está tratando cada um com a finalidade de que ganhem valorização. O oleiro está processando o barro para depois ser utilizado conforme os seus propósitos; a acácia foi trabalhada e recebeu cobertura de ouro e ocupou lugar de honra “a confecção da arca da aliança”; o barro quebrou na mão do oleiro e foi refeito mais bonito e com qualidade; da prata se tira a escória e ela se torna pura (Pv 25:4); do ouro se tira a borra para se tornar puro; o barro trabalhado se tornou abrigo do tesouro “Cristo” (2 Co 4:7). Deus usa esses métodos para mostrar-nos que a glória não é do barro e nem do homem e sim de Deus para que ninguém se glorie (Jr 9:23,24; Rm 5:11; 2 Co 10:17). Essa é uma obra do Espírito Santo a qual ninguém pode fazer, é ele quem lhe prepara e capacita para ser usado na sua obra.

Você é a acácia que está sendo preparada para ser usada.

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

quinta-feira, 26 de julho de 2018

ESBOÇO 868 MURMURAÇÃO E INVEJA


ESBOÇO 868
TEMA: MURMURAÇÃO E INVEJA
TEXTO: “E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cuxita, que tomara; porquanto tinha tomado a mulher cuxita. E disseram: Porventura, falou o SENHOR somente por Moisés Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu.” (ARC) Números 12:1

Os pecados da inveja e murmurações estão presentes em todos os lugares e meios sociais em todas as classes de pessoas, esses tipos de pecados acompanham os indivíduos desde a queda do homem no edem. Na história dos hebreus há registros que durante a perigirnação no deserto houve murmurações, invejas e contendas, esses males aconpanharam o povo de Deus em toda a sua trajetória no deserto em direção a terra prometida, e até o presente, não somente eles, mas a toda humanidade. Esses pecados causaram muitos prejuísos não somente no desenvolvimento do povo quanto à espiritualidade dele.

Murmurações e inveja na família
Existem muitos problemas familiares, às vezes os nossos inimigos estão dentro das nossas próprias casas (Mq 7:2; Mt 10:36). As murmurações e as invejas sempre existiram desde inicio da história da humanidade. Encontramos na Bíblia vários exemplos de murmurações, invejas e contentas entre familiares, pois contendas em família não são fáceis de ser resolvido, e quanto mais à família cresce, os proplemas também. As esfinges familiares podem atravessar gerações, e acontecer por vários motivos, inveja e partilhas de bens, geralmente os herdeiros guerreiam entre si e até judicialmente, isso quando não acontecem coisas piores como mortes por essas desputas. Poderiamos citar alguns exemplos (Gn 4:8; Gn 37:23,24). Há muitos exemplos de irmãos matando o outro na fé e às vezes jogando os outros em cisternas velhas como fizeram os irmãos de José, outros exemplos certamente comemtarei em outra ocasião sobre as familias de Noé, Abraão, Isaac.

A família de Moisés
Moisés foi o maior líder da história dos hebreus, a sua liderança serviu de exemplo e espelho para toda humanidade devido à importancia do seu comando sobre o povo hebreu. Entre a nultidão estavam seus irmãos, Arão e Miriam, portanto a sua família não era perfeita como nenhuma outra é até o presente. Moisés teve problemas familiares sérios, mas vamos apenas citar os questionamentos e a inveja dos seus irmãos (Nr 12:1), (1) Eles discutiam a respeito do casamento de Moisés com uma mulher cushita, etiope; (2) Por ciume questionavam porque Deus falava com Moisés cara a cara e não com eles. É importante saber que quando Deus tem compromisso com um membro de uma família não significa que terá os mesmos compromissos com os demais membros daquela família. As particularidades e os mistérios de Deus não são prerrogativas nossas, mas das suas misericórdias, saiba que não são dos fortes e men dos que correm (Ec 9:11).

A Bíblia condena qualquer tipo de murmurações, invejas, contendas e falatórios contra os próprios irmãos, esses males além de detruir a família ainda destróiem a espiritualidade da igreja que aquela família faz parte (I Co 1:10-17; Tg 4:11-15). Muitos crentes não medem as consequencias em maltratarem líderes que foram constituídos por Deus para está à frente do seu povo, a falta de respeito, detratar e difama como se esses homens não fossem chamados por Deus para um propósito (Sl 105:15) é pecar contra o próprio Deus. Ao lermos com atenção entendemos que a Miriã foi punida pelo Senhor pelas suas atitudes (Nr 12:4-9) ”O SENHOR OUVIU” Deus está atento para tudo o que fazemos. Os conflitos entre famíliares envolvendo heranças podem se transformar em confrontos e até tragédias como se vê em todo mundo, podemos citar um exemplo notável, os israelenses e palestinos, eles lutam pelas demarcações das terras que foram prometidas por Deus a Abraão. O povo de Deus não deve alimentar essas questões e evitarem conflitos com familiares, principalmente entre os irmãos na fé, pois essas coisas são vistas e reprovadas por Deus, devemos evitar qualquer tipo de contenda entre os nossos irmãos, amemo-os incondicionalmente uns aos outros assim como o Senhor nos amou, Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união (Sl 133:1).

                As murmurações e a inveja estão presentes em todos os lugares, no entanto como servos de Deus devemos ter cuidados para que elas não se instalem em nossos corações e venhamos praticar as mesmas coisas que eram praticadas no passado contra os servos de Deus. É interessante levar em consideração que mediante todo levante contra Moisés “Deus ouviu”, Deus está atendo para os nossos passos e a cada palavra que pronunciarmos aqui, porquanto devemos ponderar as nossas palavras contra quem quer que seja principalmente contra a quem Deus constituiu como líder do seu povo. Miriã pagou o preço da desobediência ficando leprosa a porta da tenda, todos os nossos atos são vistos pelo Senhor, tudo o que o homem semear isso também ceifará (Gl 6:7).

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

quinta-feira, 19 de julho de 2018

ESBOÇO 867 O ESPÍRITO SANTO, FONTE DE RENOVAÇÃO


ESBOÇO 867
TEMA: O ESPÍRITO SANTO, FONTE DE RENOVAÇÃO
TEXTO: SALMOS 104:30; JÓ 26:13

Revigorar é trazer vida ao que está fenecendo, tudo na vida precisa de renovação, o próprio Deus estabeleceu princípios pelos quais todas as coisas serão renovadas, assim ele mantém tudo o que ele criou, mas infelizmente o próprio homem não tem cuidado da parte que lhe compete. Não devemos nos eximir da culpa e transferir para Deus as consequencias da nossa incopetencia em não dar continuidade aos cuidados por aquilo que o Senhor criou e deixou para nós como herança, por exemplo, a natureza constrói e nós destruimos.

A criação
Todas as coisas foramn criadas por Deus absolutamente perfeitas, tudo aquilo que ele estabeleceu nos céus e na terra, até o próprio homem ele criou perfeito (Ec 7:29), a perfeição o tornara a imagem e semelhança de Deus (Gn 1:27). Após a sua criação Deus pôs o homem em um lugar belo e com todas as regalias, além de comandar sobre os animais e preservar a natureza, finalmente foi o que o Senhor determinou para o homem.

A destruição
O homem não preservou no seu habitar as coisas que lhes favorecem, mas para tudo que existe tem um começo, e a destruição começou pela degradação espiritual, a desobediência a aquele que lhe fez tão perfeito, com isso as consequencias o homem não tem de quem se queixar a não ser dos seus próprios pecados “De que se queixa, pois o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados.” (Lm 3:39). O espirito de destruição está tomando conta da humanidade de maneira generalizada, o temor a Deus tem se tornado escasso até mesmo entre os cristãos, quando deveria ser diferente por conhecerem os principios estabelecidos por Deus para a preservação de tudo aquilo que fora criado por ele. O homem desmata, polui os rios, matam seus semelhantes, não como cadeia alimentar como fazem os animais, mas porque tem prazer matar, em contrapartida a natureza reage também com agrecividade, e por causa disso os dias do homem foram abreviados, além de produzir pouco (Jó 14:1-5).

Ainda há esperança?
O Espírito Santo é a água que rega a nossa esperança, mas para isso temos que fazer a nossa parte, se quiser mudar ainda há tempo, o arrependimento pode reconstruir tudo aquilo que é destruído pelo pecado, quando o povo de Deus pecava e se arrependia Deus restaurava “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os meus pecados, e sararei a sua terra.” (I Cr 7:14), essa é a melhor maneira de restaurar, e não é uma obra feita pelo homem, mas pelo poder do Espírito Santo. “Para a árvore pelo menos há esperança: se cortada, torna a brotar, e os seus renovos poderão envelhecer no solo e seu tronco morrer no chão; ainda assim, com o cheiro de água ela brotará e dará ramos como se fosse muda plantada.” (Jó 14:7-9), mesmo que o homem passe dias difíceis, mas se ele acreditar em Deus, assim como a árvore pode tornar a crescer, a agua “palavra” fará com que tudo se renove.

Deus quer restaurar o mundo presente, mas preciso que o homem abandone o caminho mau e busque ao Senhor quanto é tempo. Aquele que abandona o pecado e tem prazer na lei do Senhor é semelhante a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará (Sl 1:2,3; Jr 17:7,8). O Espirito Santo é a água que rega a nossa esperança, ele é a fonte de renovação.

Amados o povo de Deus tem a maior responsabilidade para que essas mudanças aconteçam, mas estamos deixando de buscar a Deus. O materialismo e a ansiedade pelas coisas têm nos feito abandonar a busca pela renovação divina em todos os aspectos da vida. Devemos buscar a Deus enquanto há tempo, pois se continuarmos pecando contra Deus, e cruelmente destruindo a naturaza amanhã pode ser tarde demais, pois a natureza responde pela ofensa que recebe. O homem destrói tudo aquilo que o Senhor pelo seu Espírito renova.

Pr. Elis Clementino – AD Excelência

ESBOÇO 866 OLHANDO PARA JESUS


ESBOÇO 866
TEMA: OLHANDO PARA JESUS
TEXTO: MATEUS 14:22-32; HEBREUS 12:2

Os nossos olhares observam tudo que estão ao nosso alcance, exceto aquele que não veem a luz, ou seja, aqueles que têm problemas visuais, no entanto em relação ao espiritual todos podem exergar, a não ser que o indivíduo não queira. Diz-se que o pior cego é aquele que não quer exergar, no mundo espiritual acontecem de cegos guiarem outros cegos, mas quando isso acontece ambos cairão no abismo (Mt 15:14; Lc 6:39).
O que acontece quando deixamos de olhar para Jesus?
Quando deixamos de olhar para Jesus perdemos o foco do reino dos céus, e estamos sujeitos a trilhar por caminhos que se contrapôem aos caminhos e aos desíguinios de Deus. Na Bíblia no AT temos vários exemplos de pessoas que deixaram de olhar para Deus e tomaram caminhos diferentes, quem deixa de olhar para Deus fere os princípios divinos. Miriã, irmã de Moisés deixou de olhar para Deus e se levantou contra o seu próprio irmão e líder, esse é o fruto da perda da visão divina (Nr 12:1); Saul deixou de olhar para Deus e desobedeceu a sua voz (I Sm 15:24); Davi deixou de olhar para Deus e caiu com a mulher de Urias (II Sm 11:1-4). O cristão que deixa de olhar para Jesus ocorre às mesmas coisas, Pedro deixou de olhar para Jesus, o negou perante uma criada (Mt 26:69-75). Quando deixamos de olhar para Cristo começamos a enxergar as coisas mundanas e cair nas suas armadilhas nos tornando presos pelos laços do pecado, nesses poucos exemplos que citamos entendemos que todos eles receberam as duras recompensas, Miriã ficou leprosa; Saul foi morto a espada; Davi, a espada divina não se afatou da sua casa; Pedro após negar a Jesus chorou amargamente. Quando deixamos de olhar para Jesus também começamos a olhar para a vida dos outros, nisso entra em ação o espírito de murmuração, de contenda, de falatórios vãos (2 Tm 2:16; I Tm 6:20), e disputas por posição de destaque e cargos causando muitos males à igreja (I Co 3:3-7), além disso, difamam e falam mal dos seus líderes espirituais (Tg 4:11-15).

O que acontece quando olhamos para Jesus?
Não perde a visão, entende seus propósitos, não murmura, é paciente, não é invejoso, é obediente, colabora com a obra de Deus, evita falatórios vãos que contamine os irmãos, é benção para a igreja, não perde a fé e nem a esperança.  Esse deve ser o modelo de vida de quem está olhando para Jesus, quem olha para Jesus não se embaraça com as coisas desta vida a fim de agradá-lo.

Jamais devemos perder a visão daquele que nos salvou Jesus Cristo, para uma nova vida, perder a visão dele é deixa de caminhar ao destino prometido por ele “o céu”. A nossa conduta deve fazer jus a nossa confissão de fé e de quem olhar para Jesus, se obeservarmos o que nos ensinou Paulo a respeito do atletismo espiritual veremos que não podemos perder o foco do prêmio que nos espera, aquele que luta para alcançar de tudo se abstém para alcançá-lo (I Co 9:24-27), deixemos para trás os encatos deste mundo e tudo aquilo que possa nos fazer deixar de olhar para Cristo.
Pr. Elis Clementino- AD Excelência