segunda-feira, 2 de setembro de 2019

ESBOÇO 936 A LIÇÃO DE HUMILDADE


ESBOÇO 936
TEMA: A LIÇÃO DE HUMILDADE
TEXTO: JOÃO 13:4-12

Durante o ministério de Jesus Cristo houve alguns acontecimentos entre Jesus e seus discípulos, eles foram importantes e servem de exemplo até o presente. Desejo comentar um interessante episódio Jesus lavando os pés dos seus discípulos, embora eles não soubessem o porquê daquela ação, aquele foi um momento muito especial que vivenciavam os discípulos, além de ser uma lição de humildade era também a necessidade da limpeza espiritual através da palavra.

A páscoa
Sabendo Jesus que a páscoa se aproximava e também a hora de executar os planos do Pai resolveu deixar-lhes grande lição de humildade e amor no momento em que estava sendo servido um jantar (Jo 13:1-2). Judas já havia sido induzido pelo diabo para executar o seu plano, ele demonstrava está alheio ao que já havia planejado “a morte do seu mestre”.

Jesus lava os pés dos discípulos
“...assim, levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura. Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura. Chegou-se a Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, vais lavar os meus pés? Respondeu Jesus: Você não compreende agora o que estou lhe fazendo; mais tarde, porém, entenderá. Disse Pedro: Não; nunca lavarás os meus pés. Jesus respondeu: Se eu não os lavar, você não terá parte comigo". (Jo 13:4-8). Jesus mesmo Senhor era servo de todos, eles estavam sendo estimados com aquela atitude humilde de Jesus, inicialmente recusaram por não entenderem aquela ação de Jesus, pois somente ele sabia o que significado do que estava fazendo. Muitas vezes Deus está nos oferendo algo grande e melhor e nós preferimos continuar na mediocridade, infelizmente o ser humano é assim, quando se acostuma com algo inferior e alguém lhe oferece o melhor, ele prefere recusar e continuar com o inferior. Assemelham-se as crianças quando seus pais lhes oferece algo melhor ele prefere continuar com aquilo que é inferior. Deus tem algo melhor para nós, mas antes que isso aconteça há processos pelos quais não queremos passar, mas é necessário entender que tudo tem um preço. Deus opera em nós tanto o seu querer quanto o efetuar (Fp 2:13).

A lição de humildade foi dada a eles, e os mesmos deveriam saber que o maior não é aquele que é servido, mas aquele que serve (Mt 18:19; Lc 22:24-38; Mt 11:29). Lavar os pés dos discípulos foi a lição prática do que eles também deviam fazer. O ato de humildade não deve ser entendido como humilhação, ou demonstração de fraqueza, mas como um ato nobre.

A ambição pela grandeza e riqueza tem conduzido muitas pessoas a ser arrogante, essa ambição é reprovada por Deus e também pelas pessoas que praticam o gesto de humildade. O desejo de muitas pessoas é serem servidas, Jesus não veio para ser servido (Mt 20:28). As pessoas gostam de serem servidas e terem posições de destaque, isso aconteceu com os próprios discípulos, entre eles suscitou uma discussão para saberem qual deles seria o maior (Lc 9:46). O desejo de grandeza sempre esteve presente no coração humano, Maria Salomé foi uma discípula de Jesus, ela foi muito mais além ao pedir a Jesus que seus filhos tomassem assento no seu trono de trono celestial ao seu lado (Mt 20:20), algo impossível de acontecer, mas esse era o desejo dela. Ser humilde pode ter o preço do desprezo, mas vale apena aprender essa lição. A humildade não desmerece, não empobrece, nem gera despesas, apenas enobrece o homem. Sejamos servos uns dos outros (Gl 5:13; I Jo 3:16-18).

Pr. Elis Clementino


terça-feira, 27 de agosto de 2019

ESBOÇO 935 A DÚVIDA


ESBOÇO 935
TEMA: A DÚVIDA
TEXTO:  “...o que duvida é semelhante à onda do mar, que levada pelo vento e lançada de uma parte para outra parte.” TIAGO 1:6

A imprecisão pode prejudicar o desenvolvimento do indivíduo, a indefinição faz com que ele não tome decisões muitas vezes importantes, porém a certeza é determinante para que a pessoa realize até grandes coisas. Tanto a dúvida quanto a certeza a existência são indispensáveis no ser humano, elas nos acompanham até o final da vida. A dúvida e a certeza, entre uma e outra há um ponto de equilíbrio que nos leva a investigar antes de tomarmos qualquer decisão.

Dúvida
É a incerteza que se tem entre o confirmar ou negar algum fato, ou seja, se a pessoa aceita ou não algo. A dúvida está presente em todo homem, no meu ponto de vista é o período entre o gir ou não agir de cada indivíduo, pois ele é responsável por suas próprias decisões, que ele tome ou deixe de tomar. Os efeitos delas dependem da maneira como o indivíduo toma as suas decisões, por isso é preciso ter muito cuidado para não ser atropelado pela dúvida, e assim deixar de agir no momento preciso, outra coisa que devemos ter em mente, não transferir para as outras pessoas se as nossas decisões não forem acertadas. Muitas vezes somos alertados antecipadamente, nos cruzamentos, principalmente nas linhas férreas os seguintes dizeres: “na dúvida não ultrapasse”, em uma estrada de mão dupla, também somos advertidos para não tomarmos prejuízos com as nossas imprecisões, no entanto se tomarmos as decisões, que elas sejam tomadas no momento e hora certa. As pessoas não devem estar permanentemente duvidosas, pois assim elas passam a desacreditar nelas próprias (Tg 1:6).

Confiança e desconfiança em Deus.
Confiança também está relacionado ao crédito em pessoas e a crença em algo que temos certeza que não falha. Na vida devocional não devem prevalecer à desconfiança ou a falta de fé, pois elas influenciam de maneira negativa no seu relacionamento com o criador “Ora sem fé é impossível agradar-lhe” (Hb 11:6), por essa razão o cristão deve conhecê-lo profundamente para que não haja dúvida ou desconfiança em relação aos propósitos de Deus. A nossa fé em Deus deve permanente e bem sólida (Sl 33:21-22), a confiança em Deus não permite que sejamos abalados (Sl 125:1). Tomemos como referencia a expressão o profeta Habacuque em sua oração (Hc 3:17-18), ele desviou o seu foco das coisas terrena e focalizou a sua fé  na confiança em Deus.

Esperança
A esperança vai muito mais além que uma simples confiança, pois ela está ligada diretamente ao futuro (Rm 8:24-25), ela não é uma simples inspiração por algo do futuro, pois ela está vinculada a fé e não deverá haver dúvida (Rm 15:13; Hb 11:1). A esperança do cristão no Senhor deve ser total (Rm 5:5; Sl 22:4-5), a expectativa do cristão deve ser semelhante a uma âncora (Hb 6:19,20), pois são bem-aventurados aqueles cuja esperança é o Senhor (Sl 146:3-5; Jr 17:7-8).

Devemos depositar toda a nossa confiança e esperança em Deus e não permitir que a dúvida retire de nós essa credibilidade no Senhor, porque ele e´capaz de nos abençoar em todas as maneiras, seja no desenvolvimento social ou espiritual. A nossa confiança no Senhor deve sobrepujar quaisquer situações, principalmente nos dirigimos a ele em orações (Tg 1:6).

“Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se abalem pela sua braveza” (Sl 46:2).

Pr. Elis Clementino

domingo, 25 de agosto de 2019

ESBOÇO 934 O ENCONTRO DA LEI E A GRAÇA


ESBOÇO 934
TEMA: O ENCONTRO DA LEI E A GRAÇA
TEXTO: JOÃO 8:7

A lei e a graça existem desde a formação humana, elas e se destacam em toda escritura sagrada, culminando com a salvação do homem. A primeira foi proclamada a Moisés no monte Sinai para que o povo fosse regido por ela, a lei serviu de aio “preceptor” até que a graça fosse manifestada. No decorrer desse assunto e de maneira sucinta sobre a lei e a Graça.

A lei.
Ela é chamada de o “antigo concerto” pacto firmado entre Deus para o povo, nela continha princípios que condenava severamente quem a violasse, contudo ela também protegia quem a ela obedecesse, embora não ela não fosse perfeita, mas perdurou até a chegada da graça. A lei exigia: (a) Ela não permitia que o homem pecasse (Dt 24:16; Ez 18:4,20; (2) A lei era uma espécie de fardo ou jugo pesado a ser conduzido (Gl 5:1; Mt 11:29; At 15:10; I Tm 6:1); (c) Dependendo do tipo de pecado o indivíduo era apedrejado (Jz 7:24-26); (d) A lei condenava severamente, quem matasse morreria (Ex 21:12; Lv 24:17; Nr 35:30; Mt 26:52); (e) A lei também protegia os pobres, órfãos, viúvas e estrangeiros (Dt 12:4-7; Sl 146:9; I Tm 5:3).

A graça.
O termo graça é entendido como: favor indébito, indulto, absolvição, perdão, clemencia e remissão, ela estava também inserida na lei de Moisés, o livramento e os cuidados divinos sobre os que obedecessem e trouxe muitos benefícios para a humanidade como: (a) A lei protegia e amparava o cidadão indefeso; (b) O direito da viúva e dos pobres era amparada pela lei; (c) O órfão tinha direitos garantidos pela lei (Ex 22:21-24); (d) O estrangeiro era amparado pela lei, a ele era dado o direito da subsistência (Dt 10:18),; (e) A lei garantia o descanso da terra (Lv 25:1-7, 8-34), o ano jubileu e o anos sabático (f) O direito a vida (Ex 20:13; Dt 5:17; Mt 5:21; Rm 13:9); (g) A lei conduzia a Cristo e a fé (Gl 3:11, 19; Rm 10:4).

A graça é o dom sobrenatural concedido por Deus como meio de o homem se salvar, ela teria ao seu tempo “Quando, porém, chegou a plenitude do tempo, enviou Deus o seu filho, nascido de uma mulher, nascido sob a lei” (Gl 4:4), é o momento “plenitude do tempo”, indicando chegou o verbo, é um tempo novo, encerrou o tempo de espera, era chegada a novidade trazida pelo Messias (Mc 1:15; At 1:7; Rm 13:11; I Co 10:11; 2 Co 6:2; Ef 1:10; I Pe 1:20), está cumprido o tempo. Outras declarações importantes (Jo 1:14,17; Tt 2:11; Rm 5:21). A graça é a manifestação da misericórdia divina trazendo grandes benefícios aos não merecedores “os homens”, ela se manisfestou trazendo (a) salvação (Ef 2:5-8); (b) Vida; perdão; reconciliação, regeneração e Justificação (Ef 2:5-8; Rm 3:20,24; 5:18; Tt 3:7; Gl 2:16). Justifica é um dos maiores atos de misericórdia da graça na Bíblia Sagrada, uma pessoa pecadora será justifica (Jo 8:1-11). A lei diz para a graça, eu sou maior que você, eu posso matar, porém a graça responde dizendo: Eu sou maior que você, porque enquanto você mata, eu dou a vida. Onde abundou o pecado superabundou a graça (Rm 5:20,21).

A graça, porta pela qual temos acesso a Deus (Hb 10:19-22), ele abriu a porta do santuário, o véu que nos separava foi tirado por Cristo, “a graça”, foi através dela que nos tornamos novas criaturas (2 Co 5:17). Usar a lei no tempo da graça é desconsiderar os sacrifícios de Cristo, porém a graça não nos isenta da condenação se sairmos do amparo dela, “vá e não peques mais”. Não podemos testemunhar da graça vivendo na escravidão do pecado, não podemos servir a dois senhores como fazem muitos que se dizem cristãos. O julgamento divino está preste a vir cada um veja como anda.

Pr. Elis Clementino

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

ESBOÇO 933 PROSPERIDADE & ADVERSIDADE.


ESBOÇO 933
TEMA: PROSPERIDADE & ADVERSIDADE.
TEXTO: ECLESIASTES 7:14

Duas coisas completamente antagônicas, tanto uma quanto a outra encontramos durante a nossa vida, independentemente de progênie, cor ou grupos sociais, embora elas possam ter efeitos curtos ou prolongados, as decorrências delas alteram o nosso modo de vida. A adversidade é uma fase da vida que se pudéssemos pulávamos essa etapa, quanto à prosperidade gostaríamos que ela prevalecesse por todo o nosso viver, mas temos que aprender a conviver com essas as duas fases (Ec 7:14). Tudo o que passamos aqui são consequências do que fizemos e do que deixamos de fazer, portando não culpemos as outras pessoas por esses estágios em nossas vidas.

Adversidade
Ela causa sofrimentos e consequentemente uma série de inconveniências que jamais gostaríamos de passar, isso pode ser doenças, problemas nos relacionamentos, financeiros, desemprego, família entre outros. Na adversidade muitas vezes nos sentimos como se estivesse no deserto, e lá gritamos por socorro e ninguém escuta, nesse momento começamos nos lembrar dos momentos bons, portanto não queremos aceitar. Temos vários exemplos na Bíblia de pessoas que passaram por esses momentos, eles também demonstraram esse desconforto e fizeram os seus questionamentos (Jó 3:11,21,22)   “Porque aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece...” Jó 3:25), ou seja exatamente aquilo que mais temia desabou sobre mim, quando eu esperava o bem, me sobreveio o mal.

(“A vida é como uma escada rolante, um desce e outro sobre”, dessas duas coisas temos que experimentar um pouco.)

A prosperidade
É o que todos desejam porque ela causa prazer e alegria, essa é a melhor fase, nela você está no tôpo das regalias e muitas vezes os banquetes são sucessivos, pois esse é o período que mais temos amigos, isso é muito legal e todos gostam não importando de que classe social o indivíduo seja. Jó tinha muitos amigos na prosperidade a sua casa era cheia, os banquetes fazem parte do seu cotidiano, quem tem convida os que têm, pois nos momentos sofrimentos e dores seus amigos desapareceram voltaram depois para conferir a sua desgraça e acusá-lo.

Muitas pessoas também começam a vida sofrendo e mesmo enfrentando as dificuldades com a força do seu trabalho elas crescem, vejam o caso de Isaque na terra de Gerar (Gn 26:1-15). Atribuímos os momentos de faustosos quando a prosperidade bate a nossa porta como favores divinos. 

O homem, principalmente o temente a Deus deve aprender a lidar com as adversidades, como também nas prosperidades. “Quando os dias forem bons, aproveita-os bem; mas, quando forem ruins, considere: Deus fez tanto um quanto o outro...” (Ec 7:14) NVI. Não ignoreis essa realidade para não blasfemar contra Deus, não olhem para a prosperidade das outras pessoas, ou até mesmo a do homem ímpio que prospera em seu caminho como fizeram alguns servos de Deus (Jó 21:1,7,13); Asafe (Sl 73:3); pois não sabes os caminhos de Deus ao teu respeito (Ec 11:5; Jo 3:8). “Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade.” (Sl 37:1), pois as adversidades também surgirão na vida deles. Irmão esteja certo que Deus trabalha por aquele que nele espera, Deus tem muitos meios pelos quais te abençoará (Is 64:4). O Apostolo Paulo enfatizou a necessidade de aprender a conviver tanto com a prosperidade quanto a adversidade (Fp 4:10-14), aprendamos a ser agradecidos “E tudo daí graças” (I Ts 5:18) e contente-se com as posses, não sendo ambiciosos (I Tm 6:8,9; Rm 12:16), aprendendo a confiar no Senhor. A doutrina da prosperidade ensinada hoje nas igrejas pentecostais tem sido um perigo para a fé dos crentes, principalmente os inseguros.

Pr. Elis Clementino

domingo, 18 de agosto de 2019

ESBOÇO 932 AS NOSSAS DECISÕES.


ESBOÇO 932
TEMA: AS NOSSAS DECISÕES.
TEXTO: LUCAS 15:11-22

Todas as ações praticadas pelo homem têm resultados, sejam elas bons ou ruins (Pv 1:31; 14:14). O ser humano é alertado a ponderar bem seus atos “Pondera as veredas dos teus pés e todos os seus caminhos sejam bem ordenados” (Pv 4:26), assim todo ser humano precisa tomar cuidado antes de tomar as suas decisões.

I. As nossas decisões
1. Precisamos ter muito cuidado com as nossas decisões antes de tomá-las, pois as consequências podem deixar marcas para o resto da vida. Há decisões que ao tentarmos revertê-las muitas vezes podem causar estragos ainda maiores.

2. Tenha cuidado, pois as suas decisões podem também envolver outras pessoas, mesmo que tente isentá-las causarão danos a elas. Quando tomamos decisões isoladas isentamos algumas pessoas, mais não todas, somente as pessoas mais ligadas, isso pode ser menos mal, mas não deixam de haver sequelas.

3. Não se deve atribuir as pessoas e, sobretudo a Deus quando fizer más escolhas, ou seja, não transfira a sua culpa as outras pessoas, assuma o seu erro. E se todas as suas decisões estão dando certo isso não significa que as futuras decisões continuarão dando certo, mas caso aconteça de diante algumas derem errado não se frustre, corrija com cuidado e refaça o caminho de maneira mais adequada.

4. Cuidado com incentivos sem base para fazeres alguma escolha, ninguém deve escolher por você, qualquer incentivo ou algum parecer que alguém lhe der sobre alguma decisão que você deva tomar, tome cuidado.

A parábola expressa por Jesus fala sobre um filho que pediu parte da herança que lhe cabia e partiu para uma terra longínqua para viver dissolutamente (Lc 15:11-13), para ele aquela foi a melhor escolha, porém há caminhos que parece direito aos nossos olhos, mas são caminhos de morte (Pv 14:12; 16:2, 25). Aquele filho desperdiçou a herança, e sobrou-lhe somente abandono dos amigos, fome, desengano e sofrimento, tudo por uma atitude impensada.

II. A oportunidade para reaver valores
A todos é dada a oportunidade de reaver valores perdidos, só que ela pode ser uma oportunidade impar e não pode ser desperdiçada. O filho pródigo na hora da dor parou para pensar sobre a escolha que fez “Na casa de meu pai há empregados e eu aqui padeço de fome” (Lc 15:17). Muitas vezes não é importante somente pensar no erro, mas tomar atitudes (Lc 15:18-21) que possa pelo menos reaver parte dos valores desperdiçados, embora alguns pode esquecer, eles servirão de lições para o resto da sua vida.

O resultado das tuas escolhas somente tu as suportarás. Muitas vezes mesmo voltando atrás o indivíduo há de suportar algumas consequências que são inevitáveis, o filho pródigo voltou, o pai recebeu, mas seu irmão mais velho não quis aceitá-lo (Lc 15:28-30). Na igreja acontece o mesmo, por isso devemos ter cuidado para não agirmos como o irmão mais velho, rejeitando aquele que se volta para a casa do pai, que ainda há de pagar pelos seus pecados sendo punido severamente pelos seus líderes que não se colocam em lugar de pai acolhendo seus filhos.

Pr. Elis Clementino