sexta-feira, 20 de março de 2020

ESBOÇO 981 VISÃO ESPIRITUAL.

ESBOÇO 981 *
TEMA: VISÃO ESPIRITUAL.
TEXTO: “...não atentando nós às coisas que se veem, mas às que não se veem; porque as que se veem são temporais, e as que não se veem são eternas” (2 Coríntios 4:18).
Autor: Pr. Elis Clementino
 
Introdução:
Os nossos olhos são a luz do nosso corpo, eles nos guiam em todos os trajetos que fazem os nossos pés. Os olhos são fontes de luz que refletem todo aquilo que está diante de nós, sem eles certamente teríamos dificuldades e passaríamos a depender das outras pessoas. Os olhos são órgãos fundamentais devido à sua importância no nosso corpo; os homens e animais se dispõem dessa luz. Devemos levar em consideração que dispomos de dois tipos de visões, são elas: a natural e a espiritual. Sem muitos pormenores, falarei delas nesse mote.
 
1. A visão dos olhos naturais.
Os olhos naturais são a nossa autodefesa, por meio dela, aprecia-se as coisas ruins e boas da vida, nos dando a oportunidade de nos desviarmos das coisas aparentemente ruins. Os olhos nos fascinam, pois é um verdadeiro encanto ver a luz do sol e tudo o que está em volta de nós. Jesus disse que os olhos são a candeia do corpo (Mateus 6:22,23). Se os olhos não estiverem bons, todo o corpo será arruinado, por isso eles são admiráveis.
 
2. A visão espiritual, os olhos da fé.
Essa visão é sobrenatural e nem todos têm; ela consegue enxergar o que os olhos naturais não conseguem (2 Coríntios 4:18). A visão espiritual é de longo alcance; ela está vinculada à fé, que a considero um telescópio de longo alcance (Hebreus 11:1). A exemplo dos faróis altos dos nossos veículos, pelos olhos da fé, enxergamos o que muitos, por não terem, não conseguem.
 
Necessariamente não é preciso ter uma visão natural saudável para ter a visão espiritual perfeita. Por meio desta visão, o crente consegue identificar algo não revelado em sua volta. Temos um exemplo típico: Aias. Esse profeta, devido à idade, estava cego, mas, por meio da sua visão espiritual, conheceu o desface da mulher de Jeroboão (1 Reis 14:6). A visão espiritual consegue ver o verdadeiro caminho por onde trilhamos em direção a Deus. A pior cegueira é a espiritual. Pois bem, vivemos em uma humanidade cega que não enxerga os perigos que estão em sua frente. Essa cegueira atribui-se ao deus desse século, que, conforme Paulo, é satanás, o príncipe das trevas, para que não enxergue a verdadeira luz (2 Coríntios 4:4). Assim, facilmente o povo tropeça como os que andam à noite (João 11:10).
 
3. A visão espiritual nos conduz ao maior alvo.
Os crentes em Deus enxergam os que muitas pessoas não conseguem; ela é ampla e é vista por meio do telescópio da fé. Focar no alvo, a exemplo de um atleta na competição (1 Coríntios 9:24), não podemos desviar o nosso foco das grandezas de Deus; a nossa fé tem a capacidade de remover montanhas (Mateus 17:20). Tudo em volta de você pode estar dando errado, mas a sua fé diz que vai terminar tudo certo, essa é a nossa confiança em Deus.
 
Conclusão: 
A visão espiritual é adquirida por meio da oração e da comunhão com Deus; Ele revela as coisas grandes e firmes que não sabemos (Jeremias 33:3). Os profetas tiveram visões espirituais bastante aguçadas pelo seu estreito relacionamento com Deus; basta apenas ler um pouco sobre a vida de Elias e Eliseu, Daniel, entre outros, homens cheios de fé e de visões espirituais. Por meio da sua fé, muitos milagres foram realizados. Atualmente, a nossa fé vem pelo ouvir a palavra de Deus (Romanos 10:17). Nas nossas orações, devemos pedir a Deus que abra os nossos olhos espirituais para enxergar os perigos espirituais que são ocultos em volta de nós, bem como a sua grandeza sobre as nossas vidas.

 


terça-feira, 17 de março de 2020

ESBOÇO 980 CONHECENDO A ARVORE PELO FRUTOS


ESBOÇO 980
TEMA: CONHECENDO A ARVORE PELOS FRUTOS.
TEXTO: MATEUS 7:16; LC  6:44

Existem várias maneiras de identificar algo se real ou não, sejam concernentes aos minerais, vegetais, animais e seres humanos. Tudo o que existe tem as suas características próprias que permitem se identificadas por elas se são boas ou más, no entanto entre todas elas a mais difícil de entender é o ser humano. É sobre ele que irei falar sobre os seus frutos em um breve comentário.

O que há no coração
É possível o ser humano esconder algo que está no seu coração, ninguém sabe o que há dentro dele a não ser o próprio; “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jr 17:9). Vejam o quanto é interessante o que Jesus falou “Não entendeis ainda que tudo o que entra pela boca desce para o estômago, e mais tarde é lançado no esgoto? Entretanto, as coisas que saem da boca vêm do coração e são essas que tornam uma pessoa impura. Porque do coração é que procedem os maus intentos, homicídios, adultérios, imoralidades, roubos, falsos testemunhos, calúnias blasfêmias...” (Mt 15:17-19). O nosso modo de vida depende do coração, pois dele há as saídas da vida (Pv 4:23), o seu coração determina a vida. Acho esse provérbio muito importante, portanto ao homem cabe controlar seus sentimentos e as suas vontades, pois o pecado começa no seu coração, ele reflete no seu caráter, na sua maneira de falar, você pode até fingir, ou esconder seus pensamentos, mas em determinada ocasião tudo será revelado.

O tempo revela
O tempo também faz a sua parte expondo o que há no coração em determinadas ocasiões, de maneira que se conheça o que realmente havia dentro dele. Uma árvore só se saberá se ela é boa ou má quando começar a produzir frutos (Lc 6:44). Muitas vezes nos deparamos com belas e frondosas árvores, mas nada podemos dizer a seu respeito sem que primeiro prove dos seus frutos na sua própria estação. Há um dito popular que diz: dá tempo ao tempo que ele mostrará o precisamos saber.

Deus conhece o coração
O coração de todos é conhecido, nada há encoberto perante Deus. “Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isso...” (Jr 17:10); Pode alguém esconder-se em esconderijos sem que Eu o observe? (Jr 23:24); “Não há escuridão nem densas trevas onde os que praticam o mal possam tentar se esconder” (Jó 34:22); Para onde poderia eu fugir do teu Espírito? Para onde poderia correr e escapar da tua presença?”(Sl 139:7); “Revela os mistérios profundos e enigmas ocultos; conhece o que jaz nas trevas, e a luz habita nele em todo o seu resplendor” (Dn 2:22). Deus conhece todas as coisas e pode revelar as ocultas do coração do homem.

Tudo será revelado, nada serão escondidos, os frutos aparecerão, eles apresentarão as suas qualidades. Muitas vezes é questão de tempo para que o homem se revele, quando o indivíduo não revela, Deus entra em ação e passa a revelar o que há dentro do coração do tal indivíduo. A quele que conhece a Deus deve saber que o seu coração é um depósito onde devem ser guardadas as coisas boas, pois elas facilitarão a sua vida. “Se procederes bem, não é certo que serás aceito?” (Gn 4:7). Deus espera justiça da nossa parte, dessa maneira estaremos certo que ele nos aceitará. Nós cristãos devemos produzir bons frutos e todos se alimentem dele, não devemos esquecer que somos luz e o sal da terra (Mt 5:13-15). Produzam bons frutos!

Pr. Elis Clementino

sexta-feira, 13 de março de 2020

ESBOÇO 979 MORRENDO PARA PRODUZIR FRUTOS,


ESBOÇO 979
TEMA: MORRENDO PARA PRODUZIR FRUTOS,
TEXTO: JOÃO 12:24,25.

Jesus fez uma ilustração baseada na natureza para explicar o que ele queria dizer no versículo anterior em (Jo 12:23). Uma semente vive, floresce e produz frutos em abundância quando ela for lançada no solo e morrer, senão ficará ela só. Foi isso o que aconteceu à vida de Jesus (Jo 12:25). Aquele que vive egoisticamente, e assim preserva a sua vida para si mesmo, não pode produzir qualquer beneficio, porquanto é uma semente que jamais foi plantada. Naturalmente Jesus salienta o auto-sacrifício como uma espécie de plantio do próprio “eu”, bem como uma forma de morte do “eu”. Esse é um princípio básico para o cristão que quer ter uma vida verdadeiramente produtiva. Jesus proferiu essas palavras em forma solene, e essa lição deve ser aplicada a nós mesmos.

Objetivo Geral
Produção espiritual, (frutos) o grão do trigo ilustrado por Jesus refere-se ao mistério da vida.
Produção material (o que se produz na vida) refere-se à vida humana.

1. O grão do trigo (Mistério da vida)
1. Destruição (morte)
2. Germinação (vida)
3. Árvore ou planta (existência)
4. Florescência (flores ou preparação para os frutos).
5. Frutificação e multiplicação (frutos)
Toda semente seca e morre, depois germina e em seguida produz frutos. (morrendo para produzir)

2. Qual o sentido da vida?
1. Vivê-la por intermédio de Cristo. (Gl 2:20)
2. Dedicar o amor ao próximo. (Jo 15:12,13)
3. Produzir frutos. (Jo 15:16)
4. Vivê-la com disciplina. ( Hb 12:11)
5. Preservar a sua vida para si mesmo. “auto-preservação é a lei da autodestruição”. (Jo 12:25a)
6. Quem, neste mundo, aborrece a sua vida. (Jo 12:25b). Aborrecer a própria vida, aqui, significa a atitude de valorizar os interesses celestiais e espirituais muito acima dos desta terra.

Os seguidores de Cristo dão pouca importância aos prazeres, filosofias, sucessos, valores, alvos ou métodos do mundo (Fil 1:21; 3:7,8; At 20:24). Os tais obterão a “vida eterna”, pois não existe nada tão precioso neste mundo que eles não deixem por amor ao Senhor. (Mt 16:25)
7. Egoísmo “eu” Visa seus próprios interesses. (Jo 12:25; Mt 19:21,22). Essa semente não foi sepultada no solo (Ela tão somente caiu na terra (Lc 8:6). Não produziu frutos, não morreu porque, ficou só.
8. Vida inútil. (Não pôde ser útil a ninguém, por causa do Ego).

4. Alcançando a vida eterna através dos frutos.
1. Do amar a Deus sobre todas as coisas. (Mt 10:37).
2. Do viver pela fé. (Hb 11:1)
3. Da autonegação. (Negar-se a si mesmo).
4. Do serviço cristão (Hb 6:10)

A vida não consiste apenas em produzir frutos espirituais, mas, produzir frutos materiais, contudo devemos ser sábio e sepultar a semente no solo, para que possamos produzir frutos. Pois “Quem ama sua vida, perdê-la-á; e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna.” (Jo 12:25). Quando morremos espiritualmente para o mundo vivemos para Deus e conseqüentemente produzimos muitos frutos. A vida humana não é diferente ela só terá sentido a partir do momento que o homem produzir alguma coisa.

Pr. Elis Clementino.

sexta-feira, 6 de março de 2020

ESBOÇO 978 JESUS CRISTO, A ARCA DA SALVAÇÃO.


ESBOÇO 978
TEMA: JESUS CRISTO, A ARCA DA SALVAÇÃO.
TEXTO: Noé fez a arca, Jesus Cristo a arca da salvação (Hb 11:7; 5:8,9).

Na vida fazemos escolhas, a nós foi facultado o livre arbítrio para fazê-las, escolhemos o bem ou o mal, a vida ou a morte, ser salvo ou não ser salvo, elas são totalmente pertinentes a nós, são escolhas que ninguém pode fazer em nosso lugar.

A arca da salvação, o propósito dela e a perda de oportunidade.
Com a multiplicação do povo os pecados aumentaram, Deus resolve ordenar a Noé a confecção, cujo Propósito era o de preservar a vida, todos morreriam (Gn 7:22,23), somente a família de Noé alcançou a graça divina porque era um homem íntegro, justo, preservar a sua família e os animais foi ordem divina. O Senhor sabia que o coração do povo estava obstinado a pecar (Gn 6:1-22). Na arca havia suprimentos necessários para a conservação da vida de todos que estivessem nela (Gn 6:21-22), assim é Cristo ele é tudo em todos (Cl 3:9-11).

As nossas escolhas devem ser feitas dentro de um determinado tempo, pois podemos correr o risco de não poder escolhê-las. A arca construída teria um tempo entre a mensagem proclamada por Noé e o dilúvio, arrepender-se era uma questão de escolha, entre encarar o dilúvio ou se arrepender. Deus e Noé podiam decidir pelo povo, pois ao povo foi lhe dado o livre arbítrio para escolher ou rejeitar. O tempo passa e as indecisões podem nos deixar fora de alguns propósitos da vida e de Deus.

A oportunidade perdida
A porta se fechou, o tempo de espera acabou, pois ninguém que estava do lado de fora podia mais entrar, mesmo que batesse a porta, isso foi o que aconteceu quando começou o dilúvio (Mt 24:37-39; 25:10-12), todos estavam de sobre aviso, o que lhes pertenciam era fazer as escolhas. Deve-se entender que os resultados das nossas escolhas recairão sobre nós mesmos (Ml 3:39; Gl 6:7).

A porta da salvação
Ela não é diferente, a grande arca é Jesus Cristo, ele se tornou o autor da salvação para todos que lhe obedecem (Hb 5:8,9), aquele que nele crer será salvo (Jo 3:16). Ele é a porta, quem entrar por ela será salvo (Jo 10:9). Na arca de Noé podemos ver a graça divina em ação, assim como Jesus Cristo a graça suficiênte para salvar o homem, ele é a porta da graça (Jo 10:9-10). Essa porta também irá se fechar e muitos procurarão entrar e não poderão (Lc 13:24).

A arca é o protótipo de Cristo, o evangelho a grande arca da salvação, todos os homens são convidados a entrar, e todos quantos abrirem o coração para a mensagem de Jesus entram na arca da salvação e sarão salvos (Ap 3:20), mas a escolha de entrar ou não será sempre nossa (At 16:31), o praso para entrar na arca é a recomendação (Jo 8:24). O mundo é um mar de pecado, sobre esse mar está Cristo a arca da salvação, a porta da arca está aberta para quem quiser entrar, mas a escolha é sua.

Pr. Elis Clementino

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

ESBOÇO 977 ANTIGAS PROMESSAS


ESBOÇO 977
TEMA: ANTIGAS PROMESSAS
TEXTO: SALMOS 132

No cântico de romagem Davi apresenta a necessidade da verdadeira adoração ao Senhor, bem como os votos ao poderoso Deus de Jacó. Neste texto apreciaremos a maneira como Davi lembra-se das promessas antigas em meio às aflições.

I. As provações
Davi foi provado desde a sua chamada, ele suportou as perseguições de Saul, dos povos inimigos e do seu próprio filho Absalão (I Sm 19:1; Sl 109:11,27; 2 Sm 16:2; 19:8). Davi teve dias sombrios principalmente quando o seu filho Absalão tentou usurpar o seu trono. “O inimigo estava dentro da sua própria casa.” (Mt 10:36), ou do seu próprio povo como foi Jesus.

II. Os votos de Davi
“Davi fez votos ao Senhor Deus de Jacó, dizendo: Não entrarei na tenda em que moro, nem subirei ao leito em que repouso” ele via a necessidade de um lugar para adoração, uma morada para o Deus de Jacó (Sl 132:2-4), embora a arca estivesse em Efrata “Belém”, ele dizia: entremos na sua morada, adoremos ante o estrado dos seus pés, essa era uma expressão usada para designar à presença de Deus sobre a arca, era como que Deus estivesse sentado e seus pés sobre a arca (Sl 132:7).

A entrada do Senhor no lugar do repouso seria a maior felicidade dos seus adoradores, não adianta adorar a Deus em lugar que ele não esteja, pois onde está à presença dele vestem-se de justiça seus sacerdotes, e seus fiéis exultem (Sl 132:7-9). O amor a Davi era a prova da realização das promessas. Davi desejava habitar na casa do Senhor todos os dias da sua vida (Sl 23:6; Sl 27:4; Sl 26:8; Sl 84:10; Lc 2:37).

III. O juramento do Senhor
O Senhor jurou a Davi com firme juramento (Sl 132:11; 2 Sm 7:12-16; I Cr 17:11-14; Sl 89:3,4; At 2:30) Ali farei brotar a força de Davi (Sl 132:17; I Rs 11:36). A fidelidade, o anseio em buscar ao Senhor e verdadeira adoração faz Deus renovar as suas promessas ao nosso favor, todas as promessas de Deus para o seu povo e a Davi permaneceram firmes e não seria revogada (Nr 23:19; Sl 33:4), ele vela para cumprir a sua palavra no tempo certo (2 Pe 3:9).

IV. Os verdadeiros adoradores
I. Onde estão os verdadeiros adoradores? Na casa de Deus é o lugar onde eles devem estar. Atualmente há muitos adoradores sem templos, são verdadeiros soldados sem quartéis e sem nenhuma referência cristã, adoram apenas de lábios, mas o coração distante do Senhor. Há também muitos pregadores fazendo-se de profetas de Deus que nada tem de Deus, são verdadeiros mentirosos e manipuladores de plateias, quanto mais à vida arruinada, mas oportunidades têm. Muitos que são sinceros e verdadeiros crentes são descredenciados, por isso o evangelho tem sido escandalizado por esses tais.

II. Quais as características dos verdadeiros adoradores? As qualidades morais e espirituais são imprescindíveis para os adoradores, eles devem ter seus corações puros e espírito reto (Sl 51:10), fora a isso ele não estrá apto para adorar. O verdadeiro adorador deve estar desprovido de qualquer orgulho, porque o temor e a humildade precede a honra (Pv 15:33).

Estar no lugar de adoração ao Senhor “casa de Deus” é o desejo dos que temem ao Senhor, o verdadeiro cristão tem prazer em habitar nos átrios do Senhor, isso é o que caracteriza o verdadeiro adorador. O adorador ele leva em consideração a sua base de adoração, lugar onde habita espiritualmente, se Deus elevar o indivíduo há patamares maiores ele não deve esquecer a sua base espiritual, ou seja, onde começou a sua fé, a falta disso tem conduzido muitos ao desvio de conduta, e isso arruína a vida espiritual e pode levar a queda.

Pr. Elis Clementino