quarta-feira, 8 de julho de 2020

ESBOÇO 1006 O AMOR.


ESBOÇO 1006
TEMA: O AMOR.
TEXTO: O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. I CORÍNTIOS 13:4-7

Nada há tão forte quanto o amor, ele foi posto por Deus nos homens com o propósito de que eles podes-se conviver e afeiçoar-se entre si, portanto esse é o mais forte sentimento na criatura, ninguém definiu o amor integralmente e com profundidade do que Paulo (I Co 13:4-7). É sobre esse assunto que falarei de maneira superficial, ou seja, sem profundidade sobre amor.

Definição
O amor é a forte afeição por outra pessoa. O amor puro e verdadeiro foi gerado no ser pelo próprio Deus que o criou como já dissemos anteriormente, o amor é a maior expressão do sentimento mais perfeito na criatura humana, por isso conforme a Bíblia foi Deus quem nos amou primeiro (I Jo 4:19). O afeto encontra-se também até na própria natureza, principalmente entre os animais o que é visível. O amor é expresso de várias maneiras, podemos destacar apenas quatro deles e sem muitos detalhes.

1. Eros
Esse tipo de amor é associado à atração e o desejo sexual ou romântico é um amor que leva a atração e amor físico por outra pessoa de diferente sexo, esse é o que mais se aproxima do amor descrito por Platão. Paulo adverte os cristãos quanto à imoralidade para que eles não dessem expansão aos desejos carnais (I Co 5:1,2; 6:12-20), embora o termo eros não se encontre no Velho  Testamento, más o cântico dos cânticos retrata a paixão do amor erótico. Os cônjuges devem procurar manter a chama desse amor sempre ativa para que tenha uma vida sexualmente ativa e saudável, e sem que deva um ao outro (I Co 7:3-4), em uma relação conjugal o amor é responsável pela maior parte da felicidade de ambos.

2. Storge - Esse é um tipo de amor que os pais têm para com seus filhos, é o amor conjugal e familiar, esse tipo de amor é que leva a família estar unida em um ambiente (I Jo 4:8), João se refere ao amor ágape. Quando não existe esse amor toda família está fadada ao fracasso. Numa família o amor deve ser enfatizado para que seja mantido entre seus membros, pois isso a tornará ainda mais forte e feliz.

3. Filia - Conforme a Bíblia é o amor íntimo, a prática desse amor entre os cristãos torna o vínculo emocional de amizades mais profundas, abrange também o amor ao próximo ou o amor fraternal, isso os identifica com o próprio Jesus que tanto nos amou (Jo 13:35).

4. Ágape – Esse é o maior dos quatros tipos, ele identifica o amor incomparável, incondicional e divino, ele é o amor mais perfeito, sacrificial e puro, esse amor foi demonstrado através da revelação divina quando Deus enviou o seu filho Jesus em favor do mundo (Jo 3:16). O interessante é que Jesus após a sua ressurreição ainda interpelou a Pedro sobre o seu amor para com ele (Jo 21:15-17). Esse é o amor que está em declínio até entre os cristãos, isso é um sinal de que estamos perto do fim, ou da volta do Senhor (Mt 24:12).

            O amor deve ser mantido em todos os aspectos, no amor não existem limites, ninguém descreveu de maneira tão bela e completa o amor quanto o apóstolo Paulo (I Co 13:4-7). A saúde espiritual da igreja consiste na manutenção do amor, sem a presença dele não haverá harmonia entre os irmãos. O amor Ágape envolve o perdão entre irmãos “Quando liberamos perdão àqueles que nos ofenderam, retribuímos a ofensa com o amor Ágape, que é o amor misericordioso e puro com o qual o próprio Deus nos amou.” Sonia Valério Costa. Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei (Jo 13:34; I Co 12:26,27), principalmente nos dias de hoje quando as pessoas mais odeiam do que ama. Devemos por em prática o amor mesmo para com aqueles que nos odeia, se agirmos assim seremos recompensados pelo Senhor.

Pr. Elis Clementino

sábado, 4 de julho de 2020

ESBOÇO 1005 LUTANDO COM PROPÓSITOS


ESBOÇO 1005
TEMA: LUTANDO COM PROPÓSITOS
 TEXTO: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos na verdade correm, mas um só leva o premio? Correi de tal maneira que o alcanceis.” I Co 9.24.
                                                          

Propósitos e metas são imprescindíveis para se alcançar os objetivos. O apóstolo Paulo, em sua carta a Igreja de Coríntios, fez alusão a uma competição atlética num estádio onde todos correm, mas só um leva o prêmio, deve-se, portanto correr de tal maneira que se alcance (I Co 9.24), mas para isso é exigido dos competidores muito esforço e dedicação, eles de tudo se abstém da esposa, filhos, amigos, certos alimentos e se concentram naquilo que vai fazer. (I Co 9.25).

Em uma competição os atletas fazem o possível para não perder o prêmio, fazendo valer todos os esforços. Nessa vida devemos lutar com afinco para alcançarmos o que desejamos, seja secular ou espiritual, neste último sentido significa batalhar pela fé (Jd 3b), visando receber a coroa incorruptível, em ambos os sentidos devemos correr com a certeza de alcançá-las (I Co 9.26).

Muitas pessoas têm perdido o seu objetivo não sabendo o que realmente almejam, empacaram no meio do caminho, desanimando e deixando de lutar. “Vencer é lutar; parar é perder.” CAMARGO. A Bíblia afirma que não devemos parar, caso contrário, não alcançaremos os nossos objetivos, portanto quais são os seus objetivos? O que você pretende alcançar? Seja você também persistente na busca daquilo que deseja. O resultado de quem deixar de lutar é perder o alvo, saiba que para se conquistar algo importante tem um preço, muito mais quando se refere às questões espirituais, no entanto lutem com cautela para não se tornarem obsessivos a ponto de prejudicar-se.

Esse ensino de Paulo nos traz lições importantes de persistência, autodomínio e abnegação. O “prêmio” que Paulo se refere é a coroa incorruptível, a vitória da salvação eterna, o alvo precioso da vida cristã. Seja qual for à finalidade, na busca dos bens materiais ou espirituais não seja vencido pelo desânimo, Jesus nos ensinou a ter bom ânimo. Lute com coragem e determinação na certeza que você chegará aonde deseja. ”Uma coisa que você aprende em corridas é que os outros nunca esperam por você.” PENSKE.

Pr. Elis Clementino

quinta-feira, 2 de julho de 2020

ESBOÇO 1004 A FÉ E A RAZÃO.


ESBOÇO 1004
TEMA: A FÉ E A RAZÃO.
TEXTO: I Corintios 2:14-16; Hb 11:1-6; I Ts 5:21

Vivemos em um momento difícil no mundo inteiro, contudo precisamos entender algo sobre a razão e a fé, cada uma no seu lugar de atuação. Sabemos que é necessário fazer uso da fé, mas também a razão, no meu ponto de vista elas não se atropelam, ambas foram geradas de uma mesma fonte a “divina”, mas cada uma com a sua peculiaridade.

A razão
Ela é a faculdade de raciocinar, compreender, aprender, ponderar, julgar; a inteligencia do ser humano. A razão nos permite fazer julgamentos das nossas atitudes e compreendermos quando é necessário o uso da fé, a razão e a fé, mesmo sendo diferentes atuam em harmonia, muitas pessoas religiosas usam a fé de maneira inconsequente, e isso tem causado muitos problemas tanto para ele, quanto para as outras pessoas e a igreja da qual ele faz parte. Eu vi um vídeo de um pastor fazendo a sua pregação com uma serpente com alta dose de toxina, ou seja, veneno letal, e durante a pregação ela o picou e ele morreu, exemplo de uma fé sem a razão “Não tentaras o Senhor teu Deus” (Dt 6:16; Mt 4:7), significa que não devemos por Deus a prova.

O que é a fé?
No sentido puramente bíblico ela é descrita com muita propriedade em um texto na carta aos hebreus (Hb 11.1). A fé na sua essência vai além da razão, não há capacidade humana para explicar o que e a fé, as coisas que vimos e a palpamos para provar não precisamos ter fé. A nossa fé está concatenada ao sobrenatural, sem ela é impossível agradar a Deus (Hb 11:6). O indivíduo pode ter a razão, mas não ter fé, no entanto outros têm fé, mas também faz uso da razão, a fé sem a razão é cega, isso observamos a todo o momento pessoas com a fé desmedida, espiritualizando tudo, portanto isso é muito perigoso, porque pode comprometer a própria fé do indivíduo.

Quando nos aproximamos de Deus primeiro funcionou a razão, por ela vem o conhecimento do pecado, ou seja, você raciocina em seguida a fé é gerada pela palavra, “a fé vem pelo ouvir e o ouvir a palavra de Deus” (Rm 10:17). Quem conhece a Deus e tem um perfeito relacionamento com ele sabe em parte como a fé funciona. Os milagres acontecem inexplicavelmente a través da fé, eu tenho testemunho pessoal de curas por meio da minha fé, mas isso não significa que somos imunes as doenças e os perigos da vida, podemos até por permissão divina sermos atropelados por alguma enfermidade, contudo a minha fé não será abalada, ir ao médico não significa menos ou nenhuma fé. Há uma frase de Jesus para expressar uma verdade espiritual, dizendo: os sãos não precisam de médicos e sim os doentes (Mc 2:17), ele sabia que era uma prática comum os doentes procurarem os médicos, cada um deve fazer a sua parte, se não usando a razão e a fé.

As consequências de uma fé sem a razão
A fé sem razão pode trazer muitos detrimentos tanto materiais como espirituais, messe mundo já vi muitas coisas desagradáveis em relação a religiosos que fazem uso da fé de maneira descabida. O fanatismo e o radicalismo religioso são ruins.

Deus não esta a disposição do meu querer, mas a dele, no entanto Deus pode usar alguém para nos alertar e muitas vezes não damos ouvidos porque achamos que temos muita fé e com ela podemos resolve tudo, não confunda fé com fanatismo.

                Amados, devemos ter cuidado quanto ao uso da fé com a razão, se forem usados de maneira correta teremos melhores resultados, ponderar bem e fazer uso da razão não é pecado, se fizermos uso da fé, que a razão não seja desprezada. Uma fé sensata e segura é boa. Um belo exemplo é em relação ao dom de profecia conforme Paulo, aquele que está sendo usado por Deus através desse dom sabe o que está proclamando, isso significa não perder a razão, o profeta pode não ter conhecimento da necessidade daquele que está sendo dirigida a mensagem ai somente Deus. Ele não é obrigado a aprovar o que eu faço ou o que digo fazendo uso da fé, na verdade devemos ter fé e pô-la em prática, “se tiveres fé como um grão do mostarda diz a amoreira arranca-te e transporta-te no mar e ela te obedecerá” (Mt 17:20; Lc 17:6).  Por menor que seja a nossa fé, ela tem a capacidade de crescer e alcançar patamares maiores na presença de Deus, onde os milagres acontecem. A fé pode tornar-lhe vencedor em grandes batalhas.

 Pr Elis Clementino

quarta-feira, 1 de julho de 2020

ESBOÇO 1003 OS DOIS FUNDAMENTOS



ESBOÇO 1003
TEMA: OS DOIS FUNDAMENTOS
TEXTO: MATEUS 7:24-27

Praticar é levar a efeito ou em consideração algo de grande relevância, principalmente aquelas que constroem em nós alguma coisa que nos edifique, entre elas está à palavra de Deus, ela é a base sobre a qual construímos não somente a nossa vida social, mas também o nosso edifício espiritual. Tudo o que se constrói nessa vida precisa de fundamento, base ou alicerce para que haja estabilidade. Jesus expôs uma parábola não simplesmente para falar de fundamentos ou alicerces, mas falar sobre as verdades espirituais que o povo precisava ouvir.  São sobre esses dois fundamentos que falarei neste breve comentário.

Os dois fundamentos
Se na vida social necessitamos de construir muitas coisas com estruturas, muito mais em relação à construção do nosso caráter e da nossa vida espiritual, todas as coisas devem ser construídas sobre alicerce ou fundamentos, enfim a vida é feita de construções. A estabilidade e segurança de tudo o que construímos depende dos alicerces, uma casa ou um edifício depende de que solo ou alicerce deve ser construído. Prestem bem atenção na parábola de Jesus sobre os dois fundamentos: “Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.” (Mt 7:24-27). Dois personagens de pensamentos adversos aparecem nessa parábola “o prudente e o insensato”, ambos construíram as suas casas, porém as diferenças nas construções estavam em seus alicerces.

O prudente – mas finalmente o que significa prudência? É a virtude que nos leva a prever as inconveniências e os perigos, prudência, precaução, cautela e sensatez são sinônimos. Jesus apresenta uma parábola onde um homem ouve as suas palavras e as pratica, esse ele o chamou de prudente por ter edificado a sua casa sobre a rocha, sabemos que qualquer construção está sujeita aos fenômenos naturais, como ventos, chuvas e inundações, mais se a casa for construída sobre a rocha ela não cairá, pois é exatamente o que acontece quando construímos uma casa sobre a rocha.

O insensato é aquele que não tem bom senso ou razão, Jesus comparou ao homem que construiu a sua casa sobre a areia, pois é aquele tipo de gente que não está preocupado com o que constrói, eu já vi muitos tipos de construções algumas delas jamais teria a confiança de ficar em baixo durante as chuvas e os ventos, isso prova que o indivíduo não teve nenhuma preocupação com a sua fundação ou alicerce, ele construiu sobre a areia. As chuvas os rios transbordaram, os ventos sopraram e deram com ímpeto contra aquela casa que caiu e grande foi a sua ruina.

As lições foram dadas, resta apenas por em prática, não somente na vida espiritual, mas também sobre a nossa família, nosso caráter, vida profissional, nossas amizades. A nossa vida espiritual deve ter como base a palavra de Deus, esse é o alicerce do qual Jesus se referia não serve somente para construir o nosso edifício espiritual, mais também à formação do caráter cristão. A nossa vida espiritual está ainda em fase de construção, por isso precisamos continuar edificando sobre a pedra principal ou angular como disse Paulo “...edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra angular desse alicerce. Nele, o edifício inteiro, bem ajustado, cresce para ser um templo santo no Senhor, no qual também vós, juntos, sois edificados para a morada de Deus no Espírito.” (Ef 2:20-22). A diferença entre o prudente e o insensato foi esta: O prudente ouviu a palavra e pôs em prática. O insensato ouviu a palavra e não pôs em prática.

Sobre qual alicerce você está construindo o seu edifício espiritual? Se estiveres construindo sobre essa rocha que é Cristo certamente o seu edifício crescerá ajustado e jamais será abalado pelos vendavais da vida. Pense nisso!

Pr. Elis Clementino

sexta-feira, 26 de junho de 2020

ESBOÇO 1002 O RELIGIOSO E O ESPIRITUAL.


ESBOÇO 1002
TEMA: O RELIGIOSO E O ESPIRITUAL.
TEXTO: MATEUS 23:23-28; LUCAS 18:9-14

O religioso e o espiritual, esse tema que merece certa atenção, visto que vivemos no mundo em que é preciso identificar o aparente do real. O engano está presente em todos os lugares, no entanto há coisas que são muito parecidas, por isso precisam ser analisadas criteriosamente. Temos obrigação de esclarecer sobre os perigos da equiparação daquelas igrejas que vivem apenas de uma fé aparente com a verdadeira igreja do Senhor, só lembrando que a Igreja é singular.

Características do religioso
1. O Religioso = Alguém que tem religião, que segue um credo.
1.1. O religioso segue a sua religião sem compromisso com a sua espiritualidade apenas ele cumpre os rituais, não basta apenas ser somente religioso;
1.2 O religioso também “louvam” a Deus apenas de lábios, mas o coração distante (Is 29:13);  
1.3 O religioso pode ser um hipócrita (Mt 23:23-27).

Característica do espiritual
2. O espiritual vai além da sua religião ele busca ser espiritual, ou seja, viver pelo Espírito, (Não basta apenas ser religioso é preciso viver pelo Espírito).
2.1 O espiritual discerne tudo, pois ele tem a mente de Cristo (I Co 2:15,16);
2.2 O espiritual considera o altar maior do que a oferta (Mt 23:19);
2.3 O espiritual aparenta santidade por que é santo (Gl 5:25; Tg 2:12).

Os verdadeiros adoradores
Eles não vivem uma religião formal somente de aparência, eles adoram a Deus em espírito e em verdade (Jo 4:23). Muitos confundem adorares com julgadores, os julgadores disputam para saber quem se apresentou melhor no culto. O fariseu e o publicano foram à sinagoga, o fariseu não teve o comportamento de um verdadeiro adorador, mas como julgador da vida alheia, ele não considerava o altar maior do que a oferta (Mt 23:19). O publicano teve atitude de um verdadeiro adorador, ele batia no peito sem olhar para o céu, mas dizia Senhor! Tem misericórdia de mim pecador.

A aceitação e a justificação
O que oferecemos a Deus será aceito ou não, porém nada melhor do que a aprovação e a justificação divina. Jesus expõe uma parábola de um publicano e um fariseu, este se auto-justificou a si mesmo, no entanto o seu culto terminara ali de onde ele já saiu justificado, porém o humilde publicano Deus o justificou (Lc 18:9-14). Muitos cristãos vão ao culto e lá fazem as suas exibições, apresentam o que eles têm e nada deixa sobre o altar do Senhor, falo isso não no sentido monetário, mas do espiritual. A maior oferta não é aquela que se põe no gazofiláçio, mas o sentimento adorador. Jesus observava que muitos ricos entravam no templo e depositavam as suas ofertas no gazofiláçio, essas eram maiores talvez por se ouvir o tinir das moedas, porém uma viúva deu tudo quanto tinha as suas duas únicas moedas, no entanto a maior oferta do culto foi a daquela viúva (Mc 12:38-44). Não se espante com o tamanho da oferta, pois a maior é aquela que feita com humildade e sinceridade do coração.

Há um universo de religiões e com isso as muitas confusões religiosas, há muitas pessoas que se dizem seguidoras desta ou daquela religião, uns se excedem no formalismo do falso cristianismo e outros no fanatismo de algumas religiões orientais. Procuremos de maneira racional crescer na fé, graça e no conhecimento de Deus (II Pe 3:18), não vivamos em função de rótulos, mas da essência da palavra de Deus. Irmãos, tenhamos cuidado para que não sejamos julgados por Deus pelas nossas atitudes que aparentam religiosidade o que não significa ser espiritual. Existem algumas características do verdadeiro espiritual (1) Reconhece que o altar é maior que a oferta; (2) A humildade como reconhecimento das suas fragilidades e dependência de Deus; (3) A sinceridade no servir cristão; (4) Tendo um caráter cristão. O que mais importa para Deus não é ser religioso, mas espiritual. Deus abençoe você para que o seu culto seja oferecido e recebido por Deus.

Pr. Elis Clementino