quinta-feira, 15 de outubro de 2020

A SÍNDROME DA RIQUEZA.

 

ESBOÇO 1038

TEMA: A SÍNDROME DA RIQUEZA.

TEXTO: Há quem se faça rico, não tendo coisa nenhuma, e quem se faça pobre, tendo grande riqueza. Provérbios 13:7. 

Há muitas particularidades nas pessoas que devem ser observadas e consideradas, entretanto há algumas características que não deviam existir nelas, mas existem motivadas pelas próprias fraquezas humanas. Desejo destacar uma delas que é a ambição, desejo ou a pretensão do ter e a ostentação.

Síndrome da riqueza.

“Segundo a medicina é um conjunto de sinais e sintomas notáveis em várias metodologias patológicas distintas e sem causa especifica. No sentido figurado são características que, em uma associação crítica são passíveis de despertar insegurança e medo”. Pois bem essas coisas podem trazer mudanças no comportamento da pessoa, fazendo-as sentirem sensações diferentes e até tentarem parecer o que não são, mas isso também pode até ocorrer no sentido espiritual, “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;” (Ap 3:17).

A verdadeira grandeza.

O que enobrece o homem não são os bens que ele possua, mas pelas suas boas qualidades e atitudes. Muitos entendem por grandeza, fama, fortuna e intelectualidade quando na verdade não é. Os discípulos ainda não entendiam do que significava a verdadeira grandeza (Mc 9:33-39; 10:13-16,42-45). Devemos pensar um pouco sobre o ignificado da verdadeira grandeza. “A única coisa que te impede de ser rico é o pensamento pobre.” A verdadeira grandeza não está no ter e sim no ser.

Riqueza não é felicidade.

O homem emprega todas as suas forças para galgar a riqueza, mas deve saber que ela não lhe garante a felicidade, pois há muitos ricos infelizes, essa é a prova que riquezas não trás felicidade e sim uma melhora de vida, como pobre poderás ser mais rico do que um milionário. Quando eu fazia um programa de rádio eu ouvi uma senhora ao telefone e aos prantos dizer-me: eu tenho tudo do bom e do melhor, mas sou uma mulher infeliz. Eu sempre digo que há duas coisas que são caras e não se compra com dinheiro “paz e felicidade”.

Nada trouxemos e nada levaremos.

Aqui somos apenas administradores ou mordomos do que não é nosso, visto que: “Nada trouxemos para este mundo, e manifesto que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se transpassaram a sim mesmos com muitas dores. Mas tu ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão” (I Tm 6:7-11).

Amados, a síndrome do ter tem conduzidos muitos a pensar somente em si, muitas vezes por não termos condições financeiras nos consideramos pobres, pois nos enganamos quando pensamos assim, pois há uma frase do Apóstolo Paulo “Como contristado, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo” (2 Co 6:10). O anseio pelo ter pode gerar escândalos no meio cristão, principalmente quando se trata de líderes religiosos, que muitas vezes sem medir as consequências buscam a sua própria grandeza, e por isso vêm os escândalos, portanto Paulo diz: “Não dando escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado; (2 Co 6:3), essa é uma recomendação muito precisa de Paulo para os que são separados para o ministério cristão. Devemos viver de maneira humilde sabendo que a nossa recompensa final não está aqui, mas com o Pai celestial como disse Paulo no final da sua carreira  “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.” (2 Tm 4:7-8; Is 4:10; 58:11; Sf 2:10) 

Pr. Elis Clementino

terça-feira, 13 de outubro de 2020

A PERSUASÃO DE PAULO.

 

ESBOÇO 1037

TEMA: A PERSUASÃO DE PAULO.

TEXTO: 2 TIMOTEO 1:12

Quando se fala em persuasão entendemos que também se refere ao convencimento ou convicção na existência de algo, todo indivíduo tem as suas convicções em alguma coisa que ele tenha conhecimento e creia No âmbito espiritual sucede o mesmo, todo aquele que exercita a sua fé em alguma divindade é porque ele crer ou acredita na sua existência. No cristianismo os que creem e confessam a sua fé em Cristo afirma a sua crença nele. Nesse assunto desejo expressar sobre a convicção de Paulo e a nossa crença em Cristo e no seu evangelho.

A certeza do evangelho

A convicção é a confiança inabalável naquilo que você acredita, no entanto as pessoas que resolvem crer no evangelho de Jesus Cristo necessariamente precisam dar o seu testemunho público da sua convicção. O apóstolo Paulo demonstrou tal convicção, confiança e crença em Cristo e no evangelho (2 Tm 1:12).

Cristãos do século passado

No passado não muito distante se percebia que os cristãos exercitavam a sua fé em Deus de maneira completa e pública, eles respiravam Deus, ou seja, tudo que recebiam atribuíam a Deus, pois eram notáveis e constantes os agradecimentos a Ele, principalmente nas realizações dos cultos de ações de graça, quando se convidava a vizinhança para participar daquela graça alcançada, isso era quando conquistava um emprego, conquista de uma casa, do casamento, quando nascia um filho, o carro que comprava e até do dia da sua conversão a Cristo, esse dia era marcado com um culto de ação de graça, tudo era motivo de júbilo, pois tinham atitudes iguais à da mulher que achou a dracma perdida que chamou seus vizinhos para a gradecer (Lc 15:8-10), parecem-nos que naquela época os cristãos respiravam Deus, coisa que praticamente não acontece mais.

Cristãos no século presente

As práticas realizadas no passado foram sendo olvidadas e muitos cristãos começaram a atribuir aos seus próprios méritos àquilo que alcançam, todavia não se ouve mais os agradecimentos de maneira pública por aquilo que se recebem, sobretudo, as primícias dos frutos do seu trabalho (Gn 4:4). Muitos se esqueceram do que disse o Apóstolo Pedro em tudo daí graça (I Ts 5:18). Atualmente parece que os cristãos vivem mais para si, pois dificilmente alguém recebe algo e agradece publicamente nem na própria igreja sobre aquilo que ele alcançou da parte de Deus, a inexistência desses maravilhosos atos de gratidão é notável e isso vai passando para as novas gerações o que não é bom, em relação a isso como serão as futuras gerações se essas práticas não forem atualmente ensinadas no meio cristão?

Os cristãos das futuras gerações

Devemos viver de maneira que a nossa posteridade possa guardar os bons princípios que ensinamos hoje. Como será a geração futura de cristãos se não guardar os nossos ensinamentos? Temos um exemplo típico, os recabitas eram um clã fundado por Recabe, pai de Jonadabe “Segundo o Livro de Jeremias (cap. ... Na época do reinado de Jeoaquim, entre os anos de 609 a.C. e 597 a.C., Jeremias levou Jazanias ao Templo, juntamente com os seus irmãos e filhos, e lhes ofereceu taças de vinho, tendo eles se recusado a beber, demonstrando assim a fidelidade aos ensinamentos de Jonadabe.” (Jr 35:2-6). Uma geração que guarda os ensinamentos e a fidelidade a Deus será uma geração abençoada e próspera e as bênçãos divinas lhes serão garantidas.

Geração que conforma com este mundo

Paulo ensina os crentes a não viverem conforme o mundo, porque as práticas mundanas leva a apostasia. O cristão precisa ter uma vida separada do pecado e uma vida transformada pela renovação do entendimento através do Espirito Santo. A nossa convicção deve ser aquela de Paulo “Eu sei em quem tenho crido” (2 Tm 1:12). A convicção afasta as dúvidas caso ela se aproxime de nós, as nossas convicções nos levam a herdar a vida eterna. Irmãos, voltemos ao princípio da nossa fé, não deixem que a modernidade sufoque as suas convicções em Cristo.

Pr. Elis Clementino

 

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

A GRANDE TEMPESTADE.

 

ESBOÇO 1036

TEMA: A GRANDE TEMPESTADE.

TEXTO: E levantou-se grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia... Marcos 4:35-41

Tempestade é um estado climático promovido por ventos muito fortes, podendo acontecer em terra seca como conhecido como tornado, também pode haver tempestades de areia, neve, muitas vezes pode vir acompanhado com chuvas e causar grandes estragos, quando acontece no mar põem em perigo as pequenas embarcações. No texto entendemos como aconteceu no mar quando os discípulos navegavam. Mas nesse comentário não desejo simplesmente de tempestade, mas sobre um episódio onde Jesus demostrou o seu poder sobre a natureza. Esse acontecimento foi descrito nos três evangelhos sinóticos de Marcos, Lucas e Mateus.

Um barco agitado pelos ventos no mar.

Há momentos que não basta ter habilidade para superar momentos críticos que acontecem em nossas vidas. Parecia ser mais uma simples travessia no mar que os discípulos faziam naquela tardinha, havia outros barquinhos, mas havia um com os discípulos e nele Jesus estava, no entanto ele estava cansado e sobre uma almofada dormiu na popa do barco. A tempestade causou  nos discípulos agonia e pavor da morte, talvez os discípulos jamais tivessem experimentado acontecimento semelhante, os ventos sopravam os barcos, mas em um deles Jesus repousava na popa, o que já enchia de água e todos estavam em perigo. Os discípulos não viam outra saída senão avisar o mestre que dormia tranquilamente. É importante saber que Jesus sabia do que estava ocorrendo naquele momento, digo isso por ele ter um dos seus atributos importantes a (Onisciência), o que ele provou em vários momentos sobre a existência desse atributo (Lc 522), mas aquele foi apenas um teste para avaliar o grau de confiança dos discípulos, eles teriam que provar na prática esse grau de confiança, mediante a situação gritaram os discípulos! Mestre acorda! Não vês que estamos perecendo e o barco se enche de água?

Jesus reprende o mar e os ventos.

Levantando-se do repouso repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou e houve grande bonança. Em muitas ocasiões Jesus provou o seu poder sobre todas as coisas, inclusive sobre a morte, porém isso alimenta a nossa fé de que tudo é possível para ele (Mc 9:23) em qualquer circunstâncias. Diante das tempestades da vida só temos uma saída “JESUS”. Quando gritamos por socorro ele vem nos ajudar apaziguando as tempestades, não importa quão grande sejam as ondas do mar e a sua braveza.

            Os discípulos ficaram tão admirados e espantados gritaram que homem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? Jesus faz-lhe uma pergunta, porque sois tão tímidos? Ainda não tendes f? A timidez é um meio termo e isso não é bom, ou seja, vocês já viram tantos milagres e ainda não creem? A fé nele era indispensável para vencer qualquer obstáculo na vida, os discípulos vivenciaram isso no dia a dia. Amados muitas vezes acontecem coisas em nossas vidas que são verdadeiras tempestades e tsunamis, porém o que vale é que Jesus está conosco no barco da vida, pois estando ele no barco jamais naufragará, essa é a garantia da nossa vitória.

Pr. Elis Clementino

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

DUAS COISAS CARAS.

 

ESBOÇO 1035

TEMA: DUAS COISAS CARAS

TEXTOS: “Deixo a paz a vocês; a minha paz dou a vocês. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo”. (João 14:27; "Agora que vocês sabem estas coisas, felizes serão se as praticarem." João 13:17

 

Há duas coisas que o ser humano mais deseja e nenhuma outra coisa será mais estimável do que elas, por elas os homens são capazes de dar tudo o que tem. A paz mais completa é encontrada em uma única fonte “CRISTO” (Jo 14:27). Falaremos sobre a paz e a felicidade.

 

Paz

É calma, tranquilidade, sossego, quietude e no sentido negativo é a ausência de guerras ou de violência. A paz entre nações é obtida através das relações diplomáticas onde há interesses, não havendo conflitos trata-se de uma paz social baseada em tratados.

 

A paz promovida pelo homem

Quando é promovida pelo homem não é segura e nem duradoura, pois de repente pode se transformar em uma guerra “Quando vos afirmarem: “Paz e segurança” eis que repentina destruição se precipitará sobre eles assim como “as dores de parto” tomam uma mulher grávida, e de forma alguma encontrarão escape...” (I Ts 5:3). O homem busca a paz, mas promovem guerras, essa paz só há enquanto houver relações de interesses comerciais, “Paz é a situação e relação mútua vivida por aqueles que não estejam em clima de guerra.” “Trata-se, nestes casos, de uma paz social, onde são mantidas boas relações entre comunidades de indivíduos.”

A paz de uma nação pode ser refletida em outras nações “E procurai a paz da cidade, para onde vos fiz transportar em cativeiro, e orai por ela ao Senhor; porque na sua paz vós tereis paz” (Jr 29:7). Profeta fala sobre a paz do seu povo. 

Felicidade

É um estado de satisfação, bem-estar, contentamento ou alegria através de uma situação privilegiada. A felicidade formoseia o rosto. “O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate” (Pv 15:13). A paz e a Felicidade não consistem somente nas riquezas materiais, pois elas são transitórias. 

A perfeita paz e felicidade não se adquirem com dinheiro, pois não há valores para elas por isso se tornam valiosas. Existem pessoas que se possível daria tudo o que possui para adquirida, mas não conseguem.

Amados, Jesus oferece a perfeita paz, ela é duradoura e a única que é acompanhada da felicidade, a paz interior é um incomparável bem, por isso Jesus disse aos seus discípulos deixo-vos a minha paz para vocês; a minha paz dou a vocês. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo (Jo 14:27). Essa paz é tudo que o mundo precisa, principalmente nesse momento tão difícil que estamos atravessando. O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. (Nr 6:24-26).

Pr. Elis Clementino

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

FIDELIDADE AOS BONS PRINCÍPIOS.

 

ESBOÇO 1034

TEMA: FIDELIDADE AOS BONS PRINCÍPIOS.

TEXTO: JEREMIAS 35:6-10; MATEUS 5:20

Deus tem métodos para nos ensinar à altura daquilo que precisamos aprender. O Senhor precisaria ensinar princípios que o povo não estava levando a sério, pois eles eram fundamentais para identificá-lo como seu povo. Deus falava com o povo e ele não dava a mínima importância, ou seja, recusava a escutá-lo, portanto o Senhor resolveu fazer uma analogia entre dois grupos de povos, os recabitas e o seu povo Israel. Deus mostra ao profeta à necessidade de corrigir Israel aplicando sobre eles o modelo de vida dos recabitas e como eles eram obediêntes as ordens estabelecidas pelos seus pais (Jr 35:6-10). 

A mensagem profética.

Jeremias foi escolhido por Deus para transmitir as mensagens divinas ao povo de Deus, as suas mensagens enfatizam o arrependimento e a conversão a Deus, isso era um bom princípio para que as bênçãos divinas viessem sobre o seu povo Israel e o seu juízo se desviasse dele. O povo de Deus não estava dando importância à voz do Senhor e nem guardava os seus mandamentos, naquele momento Deus deu uma missão a Jeremias ir à casa dos recabitas e ver como eles procediam diante dos princípios deixados por seus pais (Jr 35:2), Deus iria mostrar a obediência dos recabitas e a desobediência de Israel.

Fidelidade a seus pais.

Um povo nômade estaria servido de lição para o povo de Deus por guardarem os princípios deixados por seus pais, e que deveriam guardá-los até o fim, estes eram: (1) Não beberem vinho; (2) Não edificarem casas; (3) Não semearem sementes; (5) Não plantar vinhas; (6) Habitar em tendas (Jr 35:6,7). Os recabitas obedeceram à risca tudo quanto Jonadabe filho de Recabe seus pais lhes ordenaram (Jr 35:8). O modelo de vida deles serviria seria uma lição de obediência para o povo de Deus, porque Israel não dava importância aos mandamentos estabelecidos por ele. O Senhor não havia exigido essas coisas a Israel, mas mostrar-lhe que a prosperidade se daria pela obediência e trabalho. Israel deveria ter uma vida exemplar e compromissada com Deus, no entanto isso não estava acontecendo, seu povo não queria obedecê-lo, isso ocorre ainda hoje com muitas pessoas que se dizem servir a Deus, mas não são fieis aos seus princípios, mesmo o conhecendo de perto. (Ora! Se a nossa justiça não exceder a dos recabitas e não leais aos principios divinos não chegaremos ao reino dos céus) (Mt 5:20).

Os recabitas tinham princípios deixados pelos seus pais e estes eram inegociáveis, a fidelidade a eles estava acima de tudo (bons princípios não se negociam). O profeta foi à casa dos recabitas para dar-lhes vinho a beberem, mas Deus já sabia qual a resposta dos recabitas, eles que não abriria mão das ordens deixadas por seus pais (Jr 35:6), essa seria uma boa lição para aqueles que conheciam a Deus e não guardavam os seus mandamentos.

O julgamento divino

Os israelitas muitas vezes foram julgados pelos seus atos de infidelidade ao Senhor, pois o mal que o Senhor Deus havia falado contra eles não removeria (Jr 35:17). Os recabitas foram abençoados por Deus com promessas pela fidelidade aos princípios dos seus pais (Jr 35:18,19), da mesma maneira o povo de Deus seria abençoado se obedecessem ao Senhor.

                Atualmente podemos notar que muitos cristãos não têm levado a sério a sua fidelidade aos princípios divinos, eles estão fazendo o contrário dos recabitas que guardavam as ordenanças dos seus pais. Existem pessoas não cristãs que tem testemunho e exemplo de vida melhor do que muitos cristãos, elas guardam o que aprenderam dos seus pais lhes passaram valores a respeito da sua moral e religiosidade. Deus estava mostrando a Jeremias que os recabitas obedeciam criteriosamente os ensinamentos que receberam, porém o seu povo não fazia caso algum dele e nem da sua palavra (Jr 35:14-16), assim o julgamento sobre o seu povo seria severo, Deus não retiraria o mal que havia falado contra o seu povo, enquanto aos recabitas sobre eles vieram as boas promessas divinas (Jr 35:17-19). Se formos fiéis a Deus certamente ele nos abençoará.

Obs. Aos que desejarem por E-mail é só solicitar prelisclementino@hotmail.com

Pr. Elis Clementino