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terça-feira, 26 de maio de 2020

ESBOÇO 995 VALORES SENTIMENTAIS SÃO INESTIMÁVEIS.



ESBOÇO 995
TEMA: VALORES SENTIMENTAIS SÃO INESTIMÁVEIS.
TEMA: “...que Acabe falou a Nabote, dizendo: Dá-me a tua vinha, para que me sirva de horta, pois está vizinha, ao pé da minha casa; e te darei por ela outra vinha melhor do que ela; ou, se parece bem aos teus olhos, dar-te-ei a sua valia em dinheiro. Porém Nabote disse a Acabe: Guarde-me o Senhor de que eu te dê a herança de meus pais.” I REIS 21:2-3

No mundo existem muitas coisas valiosas, mas existem aquelas que sobrepujam todos os valores monetários, elas não são epenas representadas pelo valor monetário, mas pelos valores sentimentais.

Valores sentimentais são aqueles guardados nos sentimentos das pessoas, esses valores são inegociáveis. Existem pessoas que acumulam bens como carros antigos, objetos e heranças como bens inestimáveis onde não há dinheiro que pague porque ele faz parte da história, muitas vezes familiar. Subtrair um bem de uma pessoa é como se alguém morresse e a sua história terminasse ali. Eu ouvi testemunhos de várias pessoas que possuíram fusquinha, um carro antigo produzido pelos alemães na década de 50, esse carro foi um sucesso por muitos anos, o tempo passou e muitos proprietários ainda o possuem como veículo de estimação por ser o seu primeiro carro, muitos deles estão em exposição e outros funcionando até o presente, isso é natural aqui no Brasil, por sinal muitas pessoas que compraram o seu primeiro quase sempre foram fusca. Há outros bens valiosos e raríssimos como quadro de famosos artistas plásticos, esses são comprados como bens valiosos cuja avaliação é feita de forma sentimental e nome dos artistas.

Os bens valiosos são cobiçados
A preciosidade do bem faz aguçar os olhos dos ambiciosos e invejosos, muitas vezes esses bens são tão desejados a ponto dos invejosos não se conterem e tentar subtrair do indivíduo aquele bem, isso sempre aconteceu e acontecerá. A Jezabel mulher do rei Acabe desejou a vinha próspera de Nabote, a vinha era parte da herança dos seus pais, pois a inveja é um dos anseios mais cruel no ser humano, não se sabe até que ponto pode chegar um indivíduo quando ele carrega dentro de si um sentimento de inveja, tem um ditado popular que diz: “A lavoura do vizinho é melhor que a nossa”. Desejar de maneira descontrolada é um pecado “Não cobiçarás as coisas as coisas alheias” esse é o décimo mandamento (Ex 20:15; Dt 5:1).

(Ao cobiçares alguma coisa do teu próximo cobiça também a cruz que ele carrega!)

Os nossos inimigos cobiçam as preciosidades que temos, Acabe tentado por sua mulher cobiçou a vinha de Nabote aquele pobre homem que muito valorizava seus bens. Jesus disse que o ladrão não somente vem para roubar, mas para matar (Jo 10:10), embora ele tenha falado sobre si, porém é uma pura verdade, o ladrão rouba e mata pela cobiça dos olhos. Acabe lançou uma proposta de compra à vinha de Nabote, ele imediatamente recusou a vendê-la, pois era uma herança dos seus pais (I Rs 21:3), porém Acabe em um ato de covardia matou Nabote para se apoderar da vinha.

            Amados, a cobiça não se refere somente a bens, mas outras coisas nesse mundo, porém esquecemos que temos algo muito mais especial do que todas as riquezas somadas daqui, essa é bastante cobiçada pelo inimigo das nossas almas “Pois tudo o que há no mundo: as paixões da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens não provêm do Pai, mas do mundo” (I Jo 2:16; Pv 27:20; Rm 13:14). O nosso maior bem é a nossa salvação, esse é um bem mais precioso do que todas as coisas, por essa razão se apegue a ela com todo amor. Salomão fala do amor dizendo: “As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam” (Ct 8:7), nada vale mais que o amor divino, a herança de Deus em Cristo, essa herança é como uma coroa do rei, não se vende e nem se negocia, ela é muito cobiçada pelo inimigo das nossas almas, portanto vigiemos e guardemos a nossa coroa até o fim (Ap 3:11; 2 Tm 4:7-8).

Pr. Elis Clementino

quinta-feira, 21 de maio de 2020

ESBOÇO 994 AS ARMADURAS ESPIRITUAIS


ESBOÇO 994
TEMA: AS ARMADURAS ESPIRITUAIS
TEXTO: EFÉSIOS 6:10-24

Além das batalhas do nosso cotidiano há ainda outra muito mais danosa e essa não podemos ser derrotados, a batalha espiritual, nela os nossos inimigos são imateriais onde a peleja é muito mais desgastante a qual não se peleja com as armas naturais aquelas usadas em combates ou guerras.

Fortalecer-se
Diante de qualquer batalha nesta vida usam-se os equipamentos bélicos para combater os inimigos. As estratégias usadas nesses combates são as mais sofisticadas levando em consideração o antagonista que também está preparado, mas somente as armas não serão suficientes, pois os convocados para a guerra precisam estar preparados tanto fisicamente como também o seu estado emocional e psicológico para em momento certo saber decidir o que fazer com as armas. O discernimento de cada combatente é essencial “E mais, se a trombeta não emitir um som claro e correto, quem se preparará para a batalha?” (I Co 14:8; Nr 10:9; Js 6:4-20; Jz 7:16-18).

Inimigos espirituais
Falamos sobre o preparo físico e emocional dos soldados convocados para a peleja, pois ele é essencial para iniciar um combate. No sentido espiritual o preparo é semelhante, pois ele tem que se preparar, porém toda aparelhagem para essa peleja é bem diferentes daquelas que estamos acostumados a ver. Os inimigos dessa peleja são invisíveis, pois dessa maneira o combate se torna muito mais perigoso, porém somente com o aparelhamento espiritual aos ditames divinos é que poderemos vencer (Ef 6:12).

Gideão venceu uma das maiores batalhas com 300 homens e contra a ele havia um contingente muito mais numeroso do que o seu exército, ele contava com 32.000 homens e Deus achou que era muito aqueles homens, pois via que muitos deles iam apenas atrapalhar, nota-se que houve uma estratégia comandada pelo Senhor até Gideão obter a vitória contra seus inimigos (Js 7:1-22), homens com cântaros e tochas acesas os armados na retaguarda.

O rei de Judá, Josafá e o seu exército estavam sendo intimidados pelos seus inimigos, pois o seu contingente militar era menos que o dos inimigos (2 Cr 20:1-2), diante do seu exército inimigo Josafá temeu, mas como servo de Deus não havia outra saída a não ser buscar ao Senhor (2 Cr 20:3-5). A estratégia que Deus deu a Gideão foi bem diferente da estratégia que ele deus ao rei Josafá. Deus disse a Josafá que pusessem os cantores na frente tocando seus instrumentos, parece algo sem sentido não é? Para cada indivíduo Deus têm uma estratégia diferente, as armas para a peleja que o Senhor te deu, outros pode não ter as mesmas, mas certamente eles terão outros tipos de estratégia dados pelo Senhor (2 Cr 20:1-22).

As armas da nossa milícia
Elas não são carnais, mas poderosa em Deus capaz de apagar todos os dados inflamados do inimigo (2 Co 10:4), por isso precisamos nos fortalecer espiritualmente para nos tornarmos capazes de vencer os nossos inimigos. Somente fortalecidos no poder divino é que podemos vencer as astutas ciladas do diabo (Ef 6:10-12). A descrição do Apóstolo Paulo foi baseada nas armaduras de um soldado romano preparado para a guerra (Ef 6:13-17). A fé e a espada do Espírito são as maiores armas pelas quais apagamos todos os dados inflamados do maligno, a oração e a vigilância não podem ser desvinculadas.

As preparações para as batalhas são extremamente importantes, pois a nossa vitória sobre o nosso adversário espiritual “o diabo e as suas potestades” eles somente serão vencidos com as armas do Espírito, no entanto qualquer outro tipo aparelhamento é contar com a derrota. Em Deus nos tornamos mais que vencedores (Rm 8:37), portanto busquemos nos revestir de todas armaduras de Deus para poder estar firmes porque a nossa luta não é contra a carne e nem o sangue, por isso precisamos estarmos aparelhados com essas armas do Espírito.

Pr. Elis Clementino