sábado, 11 de maio de 2024

ESBOÇO 1358 TEMA: ANDANDO POR FÉ E NÃO POR VISTA.

ESBOÇO 1358
TEMA: ANDANDO POR FÉ E NÃO POR VISTA.
TEXTO: “Porque andamos por fé, e não por vista” 2 CORINTIOS 5:7
 
A tendência do homem é acreditar naquilo que vê, ele admira e deseja tudo o que contempla com seus olhos.  A confiança e a esperança estão nos olhos de quem vislumbra algo. Vislumbrar, verbo transitivo direto que indica a visão de algo admirável pelas suas qualidades e virtudes, todavia, há também os que não se contentam em ver apenas pelos olhos naturais, mas se satisfazem em ver através dos olhos da fé. A visão do Apóstolo Paulo era o futuro e em algo que nos espera e não no que se vê.
I.                 O que é a fé?
Na carta escrita aos hebreus há uma clara descrição da fé, e o que ela representa quando temos relacionamento com Deus “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se não veem” (Hb 11:1). Confiança e certeza são sinônimos de fé, sem a qual é impossível acreditar na existência de Deus, e muito menos agradar-lhe; “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia na sua existência e poder, e que Ele é galardoador dos que o buscam” (Hb 11:6). Essa fé precisa ser mantida em todas as circunstâncias por piores que elas sejam (Hc 3:17,18). A fé não é vista, mas é percebida nas pessoas quando as suas atitudes demonstram ter confiança “fé” no sobrenatural. Ela é sentida pelo cristão através da sua confiança, a qual não pode ser abortada pelas circunstâncias.
 
II.                Confiança e Esperança:
a.      Confiança ou fé é o combustível da nossa esperança, ela precisa ser renovada assim como as águias. “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão e não se fadigarão” (Is 40:31). A nossa esperança, em algumas ocasiões, pode ser considerada como uma raiz numa terra seca ou algo que jamais seja possível acontecer (Jó 14:7-9). Devemos entender que a nossa confiança nos conduz a uma vida vitoriosa em Deus, mas que a nossa fé não desfaleça até alcançar a promessa final (2 Cr 15:7; Hb 10:35-37). Alimentemos a nossa fé na certeza de que para Deus nada é impossível (Gn 18:14; Mt 19:26; Lc 1:37). A fé é o adustível que nos faz esperar, mesmo quando tudo parecer sem solução. Uma esperança adiada os faz adoecer os ossos (Pv 7:22; 13:12; 14:30), mas para aqueles que confiam no Senhor, não! A esperança do crente é alimentada pelas promessas de Deus, confirmadas em Cristo, e dele já temos o amém! (2 Co 1:20), pois Deus não é o homem para mentir e nem o filho do homem para se arrepender (Nr 23:19). A nossa fé e esperança devem estar ancoradas em Deus por meio de Cristo e nas suas promessas (Hb 6:9).
 
b.     Esperança é uma expectativa vinculada a fé, pois é impossível um indivíduo ter confiança e não ter esperança. A esperança que temos em Deus vai além de uma simples expectativa, porque ela ultrapassa fronteiras intransponíveis ao homem.  Aqueles que tem convicções na sua esperança não precisam ver para crer (Jo 20:29).
 
III.              Quando a Esperança Acaba.
A confiança precede a esperança, quando o indivíduo perde a fé ou a confiança, toda a esperança que ele tem vai embora.  A fé é a base da nossa esperança, pois quando a fé desaba, só sobram ruínas, desalento, tristezas e pessimismo. Essa é a visão que o indivíduo passa a ter:
a. Um espírito negativista e pessimista.
b. O desengano toma conta da mente.
c.  Depressão, ela exige cuidado.
d. Desespero, ele é a luz de alerta, o indivíduo pode atentar contra a sua própria vida por não ver cumprido os seus desejos.
 
Precisamos ter muito cuidado com as frustrações, elas podem nos conduzir a uma situação bastante delicada ao ponto de desejar a própria morte, pois vários homens de Deus tiveram o mesmo desejo de morrer, eles chegaram a ponto de pedirem a morte para não ver o seu próprio fracasso (Nr 11:10-15; I Rs 19:4; Jó 3:1; Sl 38:6-8; 2 Sm 18:33; Jr 20:14-18; Jn 4:3). Isso pode acontecer com qualquer um independentemente da sua vida devocional com Deus.
 
               Portanto, a fé é o pilar da nossa crença e esperança em Deus, ela vê o que os olhos naturais não veem. A fé é o oxigênio da nossa esperança, pois precisamos mantê-la em todas as circunstâncias. Se vivermos somente pelo que vimos, seríamos os mais miseráveis desta vida. O profeta Habacuque em momentos difíceis, ele entendeu que mediante os sofrimentos pelas duras consequências do pecado do povo, ele temeu pelo que podia acontecer, mas na sua oração ele disse: ainda que a figueira não Florença, não haja fruto na videira, o produto da oliveira minta, nos currais não haja vacas, todavia eu me alegrarei no Senhor e exultarei o Deus da minga salvação (Hb 3:17,18). Não podemos perder a visão da fé, creia que tudo é possível quando confiamos em Deus.
 
Pr. Elis Clementino.


segunda-feira, 6 de maio de 2024

ESBOÇO 1357 TEMA: O JUSTO E O ÍMPIO.

 

ESBOÇO 1357
TEMA: O JUSTO E O ÍMPIO.
TEXTO: SALMO 1:1-6
 
No salmo primeiro o rei Davi, define muito bem a conduta dos que servem a Deus e os que não servem. Essa bela ilustração é muito importante no presente. Este salmo nos ajuda a entender a diferença entre essas duas classes de pessoas “o justo e o ímpio” bem como as decorrências delas.
 
I.                     O Justo e o Ímpio:
Davi, inicia o seu salmo destacando três coisas que são fundamentais para o crente:
a.       Feliz é o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, mas o que significa andar nos conselhos dos ímpios? Davi descreve a maneira de como se comportar diante deles e nem compartilhar das suas ideias. Este salmo serve de modelo para todos os crentes da atualidade.
b.       Não se detém no caminho dos ímpios, ou seja, não lhe permitir parar com a sua atenção, não desvie o foco ou não se desviar do compromisso que você tem com Deus.
c.       Nem se assentar na roda dos escarnecedores, ou seja, estar em grupos que escarneçam da nossa fé.
 
II.                   Qual a Associação entre o Justo e o Ímpio?
Não devemos nos associar as pessoas que zombam de Deus, da nossa fé e dos nossos princípios cristãos, os tais são considerados escarnecedores, embora isso não signifique que você tenha que se afastar dos seus amigos não crentes com o pretexto de julga-los ímpios, porque existem pessoas não crentes que são respeitosas e não causam danos a nossa fé. Os verdadeiros ímpios têm seus pensamentos deturpados e não há como comungar com eles e nem compartilhar seu estilo de vida, seus pensamentos e caminhos divergem dos nossos, nós somos luz e não há comunhão entre as trevas e a luz ( Mt 5: 13-16; 2 Co 6:14,16).
 
III.                 A Prosperidade dos Ímpios.
Jamais devemos avaliar a prosperidade dos ímpios em comparação a nossa fé em Deus e nem o questioná-lo porque os ímpios prosperam, para que a nossa fé não se abale. Alguns servos de Deus no passado olharam para a prosperidade dos ímpios como: Jó refuta a ideia dos seus amigos a respeito da prosperidade dos ímpios (Jó 21:7-16). Davi faz uma avaliação entre o justo e o ímpio (Sl 37:1-40). Asafe via a prosperidade dos ímpios enquanto os justos sofriam e seus pés quase escorregavam (Sl 73:1-28). Muitas vezes nos esquecemos que a prosperidade dos ímpios é como a moinha que o vento espalha, isso fala de fragilidade ou inconsistência naquilo que eles têm (Sl 1:3-6). O que temos é mais valioso do que as riquezas dos ímpios, temos um tesouro em nós que nos enriquece em tudo (I Co 4:7).
 
IV.                A Felicidade e a prosperidade dos Justos:
A felicidade e o prazer do justo é meditar na lei do Senhor, e nela medita de dia e de noite (Js 1:8; Sl 1:1,2). O Justo é como a árvore plantada junto a ribeiro de água, a qual dá seu fruto na estação própria, as suas folhas não cairão e tudo o que fizer prosperará (Sl 1:1-3). A felicidade do justo não depende de riquezas materiais, mas pelo fato dele servir a Deus, pois a prosperidade pode vir de várias maneiras, não dependemos de riquezas para sobreviver espiritualmente com Deus, Jó foi o maior exemplo, ele comprovou que não adorava a Deus pelo que o havia concedido em termos de bens materiais, mas pelo alto conceito que ele tinha de Deus.
 
                Amados, o que está preparado para os justos é algo impressionante, jamais a mente humana pode alcançar conforme descreveu Paulo em sua carta a igreja de Corinto (I Co 2:9; 2 Co 12:1-4). O nosso alvo é naquilo que está preparado na eternidade, por isso suportamos os vitupérios nesta vida, pois seriamos os mais miseráveis se focássemos a nossa visão nas coisas terrenas, elas são importantes, são, mais não é tudo, porque elas não nos dão nenhuma garantia sobre o melhor de Deus para nós “Se esperarmos em Cristo só nesta vida, seremos os mais miseráveis de todos os homens” (I Co 15:19).
 
Pr. Elis Clementino.

terça-feira, 30 de abril de 2024

ESBOÇO 1356 TEMA: CONSULTEM A DEUS AS VOSSAS DEMANDAS.

 

ESBOÇO 1356
TEMA: CONSULTEM A DEUS AS VOSSAS DEMANDAS.
TEXTO: 2 SAMUEL 5:23-24; I CRONICAS 14:15.
 
No passado era muito comum algumas pessoas que temiam a Deus acreditarem que ele podia intervir na vida do homem de várias maneiras, para elas Deus estava no controle de tudo, maiormente, nas grandes decisões dos servos, reis e profetas. Muitos sinais eram dados quando esses homens o buscavam, nos ruídos das amoreiras, quando parou o sol, quando fez o relógio de Acaz atrasar e adiantar, no entanto, parece que tudo ele fazia no passado, mas hoje, você crer que ele é capaz de fazer o mesmo?
 
I.                     O Que são Sinais de Deus?
São eventos milagrosos que demonstram o poder de Deus, eles podem ocorrer sobre os homens e na natureza de diversas maneiras. Esses sinais anunciavam algo que Deus estava confirmando. Alguns eventos de extrema importância foram sinalizados, aos servos, profetas, sacerdotes e reis.
 
II.                   Porque Hoje Vimos Poucas Evidencias Desses Sinais?
Eles acontecem sim, mas de outras maneiras, muitas das quais não percebemos porque nos afastamos de Deus, deixando de consulta-lo em nossas demandas, entretanto, os sinais de Deus estão mais vivos entre nós do que pensamos, só que atualmente ele mudou o jeito de nos dar esses sinais, e não mais como ele sinalizou a Moisés entre as sarças (Ex 3:2); Numa nuvem (Ex 19:9), e tanto outros profetas, porém nos últimos tempos ele tem nos falado pelo seu filho através da sua palavra (Hb 1:1). Deus continua falando e dando sinais, quem tem ouvido ouça o que ele tem falado (Mt 13:9; Ap 3:6). Os religiosos fariseus e escribas pediam a Jesus um sinal no céu para crer nele, vejam o sinal que ele mostrou, o sinal de Jonas (Mt 16:1-4).
 
Hoje o Senhor dar sinais, mas o pecado cegou o entendimento, não só dos incrédulos, mas também de alguns crentes para que não compreenda os mistérios de Deus, e nem a luz do evangelho (2 Co 4:4). Entendemos também que muitos cristãos não consultem a Deus e nem busquem, por essa mesma razão, eles não estão vendo nem mesmo os sinais dos tempos que sinalizam a sua vinda.
 
III.                 Consultando a Deus.
Consultar a Deus antes de tomar uma decisão era   fundamental para alguns reis e profetas. Eles confiavam em Deus e entendiam que esse era o meio pelo qual obteriam vitórias antes de qualquer batalha, eles consultavam a Deus, se iriam ou não há uma batalha contra os seus inimigos. Houve alguns casos característicos que faço questão de destacar, entre eles apenas dois:
1.       Josafá que pede para consultar a Deus mediante a proposta de Acabe (I Rs 22:5), a Josafá o Senhor deu a resposta através de Micaias que não fossem a batalha, mas eles insistiram e não se saíram bem, Josafá quase morre na batalha (I Rs 22:32), mas Acabe pela sua desobediência morreu nessa peleja (Is 22:34).
2.       Davi consultou a Deus e ele lhe dá um sinal antes de entrar na batalha contra os filisteus (2 Sm5:23-25; I Cr 14:15-6), observem que tanto Josafá, quanto Davi, tiveram de Deus respostas e porque você não tem? Precisamos mudar alguns conceitos para que Deus torne a se revelar na sua vida como dantes.
 
IV.                O Perigo de não Consultar a Deus.
Amados, o segredo da nossa vitória está em consultar a Deus. Muitas vezes deixamos de andar na presença de Deus e queremos dele respostas das nossas demandas e consultas como aconteceu com Saul, ele com medo dos inimigos foi consultar ao Senhor e não teve respostas nem por Urim e nem Turim, no hb “luzes e perfeições” era um tipo de consulta para saber se era da vontade de Deus ou não, portanto, ele e nem respondia a Saul por profetas, nem por sonhos e nem por revelações, assim o desespero tomou conta dele, porque não ouvia mais a voz do Senhor. Saul estava sem proteção espiritual, estava caído e Samuel seu líder espiritual já era morto. Quando o homem sai de debaixo de uma proteção divina ele fica vulnerável aos ataques dos inimigos e ser enganado, Saul rejeitado por Deus, se disfarçou e foi a casa de uma pitonisa para consulta-la (I Cr 10:13; Lv 19:31). Portanto a desobediência de Saul custou-lhe a vida. Uma desobediência pode ser fatal.
 
Queridos, não devemos e nem podemos ouvir qualquer coisa, o espírito de engano está por toda parte, até aonde você menos se espera. A pitonisa enganou Saul fazendo surgir o suposto Samuel, a quem Saul consultava nas suas necessidades. O diabo se aproveita nessas ocasiões das fragilidades e mais precisamente dos servos de Deus para confundir. Infelizmente, irmãos, há muitos que enganam. Davi consultou ao Senhor, que lhe deu o sinal das amoreiras, “o barulho por sobre as amoreiras”. Deus é o mesmo, ele diz: “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jr 33:3; Sl 34:17-20; Tg 5:16-18). Não tome certas decisões sem a aprovação de Deus. “Quando ouvires o som de uma subida nas copas das amoreiras, então deverás agir.” Deus estava dizendo a ele, Vai que dá certo!
 
Pr. Elis Clementino.

domingo, 28 de abril de 2024

ESBOÇO 1355 TEMA: CUIDADO COM A ANSIEDADE PELAS COISAS

 

ESBOÇO 1355
TEMA: CUIDADO COM A ANSIEDADE PELAS COISA
TEXTO: 2 CRONICAS 1:11-12; JÓ 36:18-19; MATEUS 6:19-21; EFÉSIOS 1:19-19.
 
Irei discorrer neste assunto sobre as riquezas ou bens materiais. Atualmente, quase não se difunde a respeito das prioridades fundamentais para o homem, senão prosperidade. Escutamos muito falar sobre ela como acúmulo de bens, no entanto, as maiores riquezas basilares para o homem estão sendo olvidadas ou deixadas de lado, principalmente a busca de Deus.
 
I.                 As Riquezas Materiais.
a.      Deus deu a todo homem a oportunidade de desfrutar dos bens dessa vida através do seu trabalho, o que ele conseguir será fruto dele, entretanto, é preciso levar em consideração o que foi dito por Salomão (Ec 5:19). As riquezas justas são abençoadas pelo Senhor, por isso precisamos ter muito cuidado, embora seja verdade o que Eliú dizia a Jó, mas era num momento inoportuno falar-lhe algo sobre as riquezas de Jó, pois não era a realidade de Jó naquele momento de dor (Jó 36:18-19; Pv 11:4).
b.      Não corra atrás das riquezas - A Bíblia recomenda a todos que não devemos correr desenfreadamente atrás das riquezas “Não esgotes suas forças tentando ficar rico; tenham bom senso! As riquezas desaparecem assim que as contempla; elas criam asas como águias pelo céu” (Pv 23:4,5). “Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com seus rendimentos...” (Ec 5:10-12). Aqueles que confiam nas riquezas cairão (Pv 11:28), porque, quem deseja ficar ricos caem tentações (I Tm 6:9-11). É preciso ter cuidado, pois há quem disseminem mensagens sobre prosperidade a todo custo e até por meios injustos, mas vejam o que acontece (Jr 17:11).
c.       A preguiça também empobrece o homem (Pv 10:4), pois há aqueles que não trabalham, mas querem se valer das riquezas dos outros (2 Ts 3:10-12; Pv 6:6-9). Isaque através do seu trabalho árduo na terra deGerar colheu cem por um, cresceu tanto que os preguiçosos o invejaram (Gn 26:12-14). Se cresce na força do trabalho, e não na força da preguiça (Pv 6:6-11).
d.      A arrogância dos ricos e as incertezas das riquezas podem irem embora antes que o homem morra “Ordene aos que são ricos no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham as suas esperanças na incerteza da riqueza, mas em Deus, que tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação” (I Tm 6:17).
e.      A avareza é uma pobreza de espírito, “o avarento coloca a sua família em apuros” (Pv 15:27). Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza (Pv 11:24). O avarento não prospera, esse pecado se contrapõe aos princípios cristãos sobre a generosidade, compaixão e solidariedade. O avarento combate aquilo que devolvemos para Deus, os DÍZIMOS E AS OFERTAS. Todos devem entender que Deus é quem enriquece, porque tudo é dele (Dt 8:17-18; Ag 2:8-9). No dia que você entender que tudo o que é seu provém de Deus, você compreenderá que tudo o que é seu também é dele.
 
II.                 Riqueza, Sabedoria e Conhecimento.
A sábia oração de Salomão, ele não pediu a Deus riquezas, nem bens, nem honra e nem a morte dos seus inimigos, mas sabedoria e conhecimento, duas coisas suficientes para que ele reinasse bem, porém em resposta a sua oração, Deus ainda lhe acrescentou o que ele não o havia pedido “riquezas e honra” (2 Cr 1:11-12). “A recompensa da humildade e do temor do Senhor são a riqueza, a honra e a vida” (Pv 22:4).
 
III.              A Riqueza do Bom Nome.
O bom nome vale mais que as riquezas (Pv 22:1; Ec 7:1), há quem não se preocupe com a sua reputação porque não tem a dimensão do que ela representa, pois o bom nome vale mais que a prata e o ouro. O profeta Samuel, na sua transferência de cargo para Saul, deu uma declaração pública da sua integridade e reputação (I Sm 12:3-5). A sua reputação foi reconhecida pelo povo, e a sua? Jesus perguntou aos discípulos o seguinte: quem dizes os homens que eu sou? Embora Jesus não estivesse se referindo à sua reputação e nem a respeito da sua fama, mas o que o povo dizia ser Ele, (Mc 8:27-30).
 
IV.              As Riquezas Espirituais.
A maiores riquezas são espirituais e a maior delas é a obediência a Deus, pois dela demanda todas as outras bençãos (Dt 28:1-6). Jesus instrui os discípulos sobre as riquezas (Mt 6:19-21), portanto, as verdadeiras riquezas apresentadas na Bíblia são as espirituais, visto que os bens materiais são passageiros. O mestre ainda enfatizou considerar como prioridade as riquezas espirituais, “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas” (Mt 6:36). A nossa rica e glorioso herança é incomparável (Ef 1:18,19). Há quem se faça ricos espirituais estando pobre (Ap 3:17-18), outros, pobre possuindo tudo e enriquecendo a muitos (2 Co 6:10). Não se preocupem e não tenham inveja das riquezas dos ímpios que prosperam “É melhor o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios (Sl 37:16-17.
 
               Amados, devemos nos esforçar para conseguir bens com a força do nosso trabalho, mas pedindo a Deus sabedoria e conhecimento, sem os quais não desenvolveremos. Devemos lembrar que o bom nome vale mais que inúmeras riquezas. Considere que a sua maior riqueza não está aqui, essa não se pode comparar à que está preparada para nós, essas são espirituais e estão escondidas em Cristo, o nosso Senhor, a coroa da vida, sobrepuja todas as riquezas terrenas. Glorifiquemos a Deus pelo que ele tem preparado para nós, e não são a todos que essas coisas são reveladas (I Co 2:9).
 
(Quando valorizamos as coisas mais do que as pessoas, usaremos as pessoas como coisas.)
 
Pr. Elis Clementino.

segunda-feira, 22 de abril de 2024

ESBOÇO 1354 TEMA: O JOVEM E OS DESAFIOS.

 
ESBOÇO 1354
TEMA: O JOVEM E OS DESAFIOS.
TEXTO: ECLESIASTES 11:9; 12:1-3.
 
Ninguém vem a este mundo simplesmente para mostrar que existe, mas para nele escrever a sua história de vida e deixar um bom legado para as gerações futuras. A juventude é uma faixa etária que deve ser aproveitada em muitos aspectos da vida, principalmente na busca de conhecimento. A vida de uma pessoa jovem só será bem vivida se ele tiver propósitos e confiança em Deus de alcançá-los. O jovem deve se lembrar de Deus na sua mocidade, buscando agradar-lhe em tudo (Ec 11:9; 12:1-3).
 
1. Verdades que o Jovem deve ter em Mente.
a) O ideal de uma vida limpa (Sl 119:9).
b) A certeza de um dia de juízo (Ec 11:9);
c) O valor do autocontrole (Lm 3:27);
d) O poder da influência pessoal (1 Tm 4:12);
e) O valor da seriedade (Tt 2:6,7);
f) Entender que a força moral é superior à física (Pv 20:29; 1 Jo 2:13,14);
g) Saber que contrariando os bons princípios, todo o seu sucesso será comprometido.
 
2. O Jovem e seus Problemas.
Todo jovem tem suas dificuldades e não são poucas, muitos desses problemas ele não compartilham com seus familiares e por causa disso muitos se deprimem, embora tenham jovens que facilmente diluem suas ansiedades com os amigos, brincam se distraem e o tempo passa de maneira que a sua mente vai se adequando a essas realidades até as superar. Alguns fatores contribuem para o jovem estar deprimido, ou seja, triste, abatido e desalentado, como:
 
a)      O estresse, está ligado ao presente, a correria da vida, o cansaço físico e mental, estudos, as cobranças, tudo isso causa-lhes desgastes que se unem ao medo de fracassar. Todo jovem tem medo de malograr-se nalguma coisa na vida, isso é natural e está presente, não apenas nos jovens, mas também nas pessoas adultas. O medo muitas vezes é benéfico, mas em alguns casos não, ou seja, ele pode beneficiar ou atrapalhar os jovens a tomarem decisões importantes na vida.
 
b)      A ansiedade, tensão, temor, fadiga, esses males quando atingem o jovem, ele se sente inseguro e deseja querer tudo ao mesmo tempo, com medo de perder as oportunidades. A ansiedade está ligada ao futuro, isso pode lhe conduzir a uma área de instabilidade e insegurança em relação ao seu futuro, e até o fazer esquecer que Deus possa contribuir para serem concretizados seus projetos de vida.
 
c)      A depressão é um estágio muito delicado, ela está ligada ao passado. O estado depressivo na vida de um jovem é muito perigoso, ele se deprime e torna-se capaz de desacreditar em tudo, passando a ter sobre o seu futuro uma perspectiva pessimista, ele não vê saída e nem a possibilidade de superar os traumas. O estado depressivo é preocupante devido à taxa de suicídio no mundo, principalmente entre os jovens, e muitos deles sequer foram ouvidos e assistidos. Devemos estar atentos para os nossos jovens, vamos assisti-los para que eles tenham uma visão otimista da vida, ocupando as suas mentes com a palavra de Deus, bons livros, boas amizades, bons conselhos até que ele se ajuste nessa fase desafiadora, sobretudo, presentear-lhes a importância de uma vida devocional com Deus.  Jovens, não permitam que mate os seus sonhos e projetos.
 
3. Encorajamento (I Jo 2:14).
Todo jovem necessita receber estímulos, palavras de encorajamento e apoio, pois é a fase mais difícil e delicada da vida, mas de que fonte ele pode vir?
  1. O apoio familiar, ele é importantíssimo na vida do jovem.
  1. Dos amigos sinceros, pois é por meio de um bom relacionamento que pode vir o encorajamento, pois há muitos jovens que precisam de ser orientados para poder enfrentar e conseguir superar os obstáculos, bem como os traumas que surgiram durante sua vida jovem.
  1. O seu líder espiritual pode contribuir para que o jovem não seja vencido pela negatividade, ela é um mal que se esconde dentro do jovem, por isso ele precisa receber estímulos e palavras de otimismo e não pessimistas. Devemos ensiná-los que Deus pode fazê-lo vencedor em todas as batalhas, e que ele não deve desistir dos seus sonhos e projetos. Precisamos ensinar aos jovens a necessidade de eles estarem no centro da vontade de Deus, esse é o ponto de partida para tudo darem certo em sua vida. Deus pode fazer com que sejam concretizados todos os seus projetos.
Jovens, Deus é o maior interessado em vê-lo feliz. Todo jovem precisa saber que Deus é capaz, mesmo em meio às dificuldades e incertezas, Deus pode promover certezas para o seu coração. As incertezas não podem tomar conta dos corações de vocês. O Senhor está investindo em vocês em todos os aspectos, portanto, não declines em meio às dificuldades. O Senhor está no comando de tudo, entregue o seu caminho ao Senhor e ele cuidará de você. Vejam as palavras consoladoras do apóstolo João para os jovens da sua época (I Jo 2:14; Sl 148:12-13).
 
(Jovens, não deixem que as incertezas lhes façam refém dela, lutem sempre, nunca desistam, não percam o alvo.)
 
Pr Elis Clementino.