segunda-feira, 16 de setembro de 2024

ESBOÇO 1395 * ASSUNTO: O HOMEM DA BRECHA.

 

ESBOÇO 1395 *
ASSUNTO: O HOMEM DA BRECHA.
Texto: “E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei.” EZEQUIEL 22:30.
 
O assunto reflete a busca de Deus por uma pessoa justa que pudesse interceder pelo povo de Israel e evitar a sua destruição devido ao seu pecado. Havia uma escassez de homens justos que pudessem realizar esse serviço para Deus. Deus estava se utilizando desse profeta para encontrar o homem da brecha. Esse assunto pode ser trabalhado e aplicá-lo no cotidiano cristão como condições para realizar algo para Deus e proteção espiritual.
 
I. Significado.
Brecha lit. Significa fissura, abertura, buraco, fenda. Na Bíblia, ela também tem outros sentidos, como:
a. Abertura, fenda, rachadura, dar brecha, abrir um pequeno espaço.
b. Pode ser entendido como algo pela qual possa entrar ou sair (Gn 38:29).
c. Pode significar algo perigoso, principalmente quando se refere ao espiritual (I Pe 5:8).
d. Brecha, lugar que serve para observar algo (Ex 33:22).
e. Uma oportunidade que se enquadre em uma situação (Ez 22:30). A palavra "brecha" em português tem origem no grego e no latim. No grego, está relacionada ao verbo “brychein” que significa a ideia de quebrar ou romper. No texto, iremos aplicar no sentido de oportunidade.
 
II. O homem da brecha tem papel de intercessor.
Deus, através do profeta, procurava um homem disposto que estivesse na brecha para proteger e interceder pelo povo de Israel, mas não encontrou ninguém (Ez 22:30), pois o povo havia falhado e necessitava de um intercessor. Povos e nações precisam de que alguém interceda por eles. O apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo, exortou Timóteo para se fazer deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens (I Tm 2:1-2). 
 
III. Exemplo de intercessor.
·        Moisés intercedeu pelo povo para que ele não fosse destruído (Ex 32:11-14).
·        Abraão intercedeu por Sodoma e Gomorra (Gn 18:23-33).
 
IV. Características do homem da brecha.
1.      Comprometido com a justiça e a misericórdia (Mq 6:8).
2.      Que tenha forte relacionamento com Deus (Tg 5:16).
3.      Disposição para sacrificar-se em favor dos outros (Rm 9:3).
 
V. Homem que esteja na brecha.
Essa expressão indica ser uma pessoa que estivesse apta para executar algo para Deus em benefício de outros. Dissemos anteriormente que a escassez gera a procura. Deus procurava homens que se enquadrassem no perfil exigido por ele para executar uma missão específica (Ez 22:20). Em muitas ocasiões, Deus usou esse método para escolher rei, líderes, sacerdotes, servos e profetas. Na Bíblia há registros de como sucederam aquelas chamadas.
 
VI. Aplicando na atualidade.
Como a intercessão pode ser aplicada na vida pessoal e na igreja cristã? A responsabilidade é do cristão ser um intercessor através das orações e ações (Ef 6:18; Lc 22:32). A responsabilidade é nossa (I Pe 2:9). Estamos na brecha para levarmos os homens à conversão a Cristo, é por intermédio de nós que os homens se reconciliam com Deus (Is 53:12; Hb 7:25).
 
VII. Tapando as brechas como defesa da fé.
Brecha pode ser usada quando relacionada à defesa da nossa vida espiritual, pois o inimigo tenta encontrar uma oportunidade para o inimigo minar a nossa vida espiritual. Precisamos tapar todas as brechas para evitar que o inimigo se aproveite delas e possa complicar a nossa vida em todos os aspectos. O inimigo está ao nosso derredor buscando uma brecha para nos destruir (I Pe 5:8). Tenha cuidado, uma represa nunca se rompe de vez, mas mediante fissuras, fendas e brechas, elas vão se alargando, permitindo que algo passe maior quantidade de água. Mantenha as brechas fechadas.
 
Amados, que Deus nos tenha como o homem ou uma mulher que esteja na brecha para ser usado(a) por ele com poder, para interceder pelo mundo e pelas pessoas. Tenhamos cuidado porque quando nos referimos às brechas, não significam apenas em relação à intercessão, mas como defesa da fé, não abrindo espaço para que o inimigo não tenha acesso e faça um grande estrago em nossas vidas. O nosso inimigo anda ao nosso redor procurando a quem possa tragar, basta apenas uma brecha, por isso devemos estar vigilantes (I Co 16:13; Cl 4:2; I Ts 5:6). Em relação ao chamado divino, Deus procura homens que estejam na brecha. Quem estiver se enquadrando dentro daquilo que Deus quer para a sua obra, será o homem da vez. Onde está o homem da brecha? Se você está na brecha, continue nela, porque Deus vai te usar na oportunidade e na hora certa. Deus procura os fies da terra, fidelidade a ele é estar na brecha (Sl 101:6-8).
 
Pr. Elis Clementino.

quinta-feira, 12 de setembro de 2024

ESBOÇO 1394 * ASSUNTO: INTREPIDEZ ESPIRITUAL.

ESBOÇO 1394 *
ASSUNTO: INTREPIDEZ ESPIRITUAL.
TEXTO: “pois Deus não nos deu um espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.” 2 TIMÓTEO 1:7.

Intrepidez e virilidade são indispensáveis a todos nós, precisamos ter em todos os aspectos da vida. Sem a bravura, coragem e ousadia, é incapaz de suportar os contratempos da vida. Jamais chegaremos aonde desejamos, principalmente para obter vitória em nossas batalhas espirituais.

I. SIGNIFICADO.
Intrepidez – coragem, bravura.

II. A INTREPIDEZ DO JUSTO.
1. Não ter medo (Sl 3:6; Is 41:10).
2. Ter confiança no Senhor (Sl 27:3; Sl 46:2).
3. Não temer o espanto noturno nem seta que voa de dia (Sl 91:5; 112:8).
4. Contar sempre com a presença do Senhor (Sl 118:6).
5. Saber que o Senhor é a sua força e o seu cântico (Is 12:2).
6. Tranquilidade (Pv 3:24; Is 8:12).

III. A VIRILIDADE DO JUSTO.
  • Ser forte e corajoso (2 Sm 10:12; 1 Rs 1:52).
  • Se esforçar (1 Rs 2:2; Jó 38:3).
  • Lombos cingidos (Jó 40:7).
  • Lembrança dos preceitos do Senhor no passado (Is 46:8; Jr 5:1).
  • Deus procura os tais. (Ez 22:30).
IV. COVARDIA, SINAL DE FRACASSO.
  • Não havendo intrepidez e virilidade no justo, prevalece o espírito de covardia, porém Deus não nos deu um espírito de covardia (2 Tn 1:7).
  • Os gigantes à vista dos espias (Nr 13:33; 14:1; Js 7:5).
  •  Os seguidores de Gideão (Jz 7:3).
  • Israel diante de Golias (1 Sm 17:24).
  • Davi diante da rebelião de Absalão (2 Sm 15:14).
  • Efraim retrocedeu no dia da peleja (Sl 78:9).
  • Os discípulos que abandonaram o mestre (Mt 26:56).
Portanto, esses requisitos são imprescindíveis na vida do cristão, infelizmente muitos não conseguem esses valores para se manter firme em todas as circunstâncias. O maior exemplo de coragem e determinação foi Neemias, ele foi um grande exemplo de intrepidez e virilidade em se propor a reconstruir dos muros e as portas de Jerusalém que haviam sido destruídas. Enfrentemos os obstáculos com a mesma coragem e edificar a nossa vida espiritual.

Pr Elis Clementino

 

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

ESBOÇO 1393 * ASSUNTO: PROMESSAS DE DEUS PARA O SEU POVO.

 

ESBOÇO 1393 *
ASSUNTO: PROMESSAS DE DEUS PARA O SEU POVO.
TEXTO: Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra; mas, se resistirem e se rebelarem, serão devorados pela espada. Pois o Senhor é quem fala. ISAÍAS 1:19.
 
Uma promessa condicional para o povo de Deus. Muitos religiosos não distinguem bem sobre as promessas proféticas dirigidas a um povo das individuais. Portanto, devemos considerar que essa e outras mensagens proféticas foram dirigidas exclusivamente a Israel, porém, desejo destacar de maneira simples sobre as mensagens divinas quando são dirigidas a um povo e as individuais.
 
I. ESSA PROMESSA CONTRASTA A MALDIÇÃO.
Em alguns momentos, devido à desobediência do povo, vieram algumas decorrências desagradáveis, como as maldições, as pragas, as doenças e etc. em contrapartida as bençãos também sobrevinham pela obediência (Dt 28:2-3). A submissão a Deus é sinal de livramento e prosperidade, elas podem acontecer no âmbito material ou espiritual. A conversão e o arrependimento eram necessários para Deus mudar a situação, mas tudo dependia do povo (2 Cr 7:14).
 
II. PROMESSAS INDIVIDUAIS E COLETIVA.
As promessas divinas se cumpriam de forma individual e coletiva, isso dependia a quem Deus estava direcionando as suas mensagens, ao povo ou a indivíduos, como no caso mais específico, o de Abraão (Gn 12:1-3), e tantas outras pessoas. Não vejo nenhuma dificuldade nisso, porém, não devemos ter dúvidas quanto às promessas de Deus individualmente, pois todos nós desfrutamos das bençãos divinas. No pentateuco, Deus se dirige exclusivamente ao seu povo, como se lê em (Dt 28:1-3), mas também a pessoas como Moisés, Josué e outros. Esses versículos também descrevem as bençãos que acompanham aqueles que obedecem aos mandamentos de Deus.

Um irmão bem conhecido meu, inconformado com a sua situação, dizia: eu não aceito passar por dificuldade, porque Deus me prometeu comer do melhor dessa terra, baseado em (Is 1:19). Eu disse para ele o seguinte: você não entendeu a que povo o Senhor se dirigiu naquele momento, ou você não está preparado para a adversidade. Infelizmente, isso acontece com muitos cristãos que têm esse conceito, talvez por serem ensinados a viverem somente sob as bênçãos divinas. Entretanto, no momento em que ele se depara com o dia da adversidade, é possível que ele blasfeme contra o Senhor. É preciso considerar o que disse Salomão: “No dia da prosperidade, goza do bem, mas, no dia da adversidade, considera em que Deus fez tanto este como aquele…” (Ec 7:14b). Deus pode abençoar uma nação, assim como um justo pode receber de Deus riquezas e honras (Pv 8:18; Ec 5:19), mas isso não é regra.
 
III. POR QUE OS JUSTOS SOFREM?
Esse é um dos questionamentos de muitas pessoas. No plano terreno, todos estão sujeitos às mesmas dificuldades, o que sucede ao ímpio sucede ao justo (Ec 9:2,3), no entanto, sempre há uma interrogação na mente de muitas pessoas: por que o justo sofre? E, por que os ímpios prosperam? Pois bem, alguns pensaram assim e se inquietaram a ponto de invejar os ímpios pela prosperidade deles, entre eles estão:
— Jó via a prosperidade dos ímpios, principalmente no momento em que ele atravessava (Jó 21:7-14).
— Asafe, inicia o seu salmo dizendo: Bom é Deus para com Israel, para com os limpos de coração, mas aí ele diz: quanto a mim, “ideia pessoal” os meus pés quase se desviavam, porque tinha inveja dos ímpios (Sl 73:3,28; Sl 37:1; Pv 24:19). A prosperidade dos ímpios faz duvidar da justiça divina, mas através da oração Deus mostrou-lhe o fim deles. Existem inúmeras razões pelas quais todos sofrem, muitas vezes os inúmeros erros que cometemos comprometem o nosso viver, mas de que se queixará o homem: (Lm 3:39; Gl 5:22).
 
IV. COMEREIS DO MELHOR NESSA TERRA.
A tranquilidade de Israel dependia da maneira como ele procedia. Deus o acompanhava de perto, ensinando e corrigindo para que o povo pudesse servir-lhe fielmente. Muitas vezes interpretamos esse versículo de forma muito particular, entretanto, se Israel obedecesse ao Senhor ele teria paz em sua terra e poderia comer do fruto dela e estaria livre das invasões dos inimigos “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis do melhor desta terra” ou desfrutar das bênçãos domesticas e descansar tranquilamente em suas casas (Is 1:7,19). Sabemos que Deus tem poder de abençoar um servo dele, dando-lhe riqueza e honra, mas como disse anteriormente, “não é regra”. Deus não é obrigado a satisfazer todos os nossos desejos, pois ele sabe o melhor para nós. Muitos servos de Deus têm passado por grandes dificuldades, porém é bom lembrar-lhes que Jesus disse aos discípulos que no mundo eles teriam aflições, mas que tivessem bom ânimo (16:33). Aflições é tudo aquilo que nos causam sofrimentos.
 
V. AS DIFICULDADES DOS DISCÍPULOS.
Mesmo estando com Jesus, os discípulos sabiam que enfrentariam dificuldades, eles já pensavam no futuro, certamente sabiam que não seria fácil (Mt 6:25-33), porém, Jesus tranquilizou aqueles corações apreensivos. Devemos ter muito cuidado para não condenar as pessoas que sofrem como se elas estejam em pecado, embora saibamos que o homem deve se queixar dos seus próprios pecados, isso quando se trata da natureza pecaminosa do homem. Não podemos julgar um justo que esteja passando por dificuldade como que ele esteja em pecado, infelizmente alguns pensam e pregam isso.
 
Precisamos ter muito cuidado para não focar a nossa visão no que é material, pois agindo assim perdemos a visão do imaterial, ou seja, o espiritual. Eu ouvi certo dia em um programa de rádio um pregador dizer: você pode mudar a sua vida material e prosperar financeiramente. Embora na minha concepção isso acontece como resultado de muitos esforços e trabalhos. Quando avaliamos a vida dos apóstolos que enfrentaram fome, frio, perseguições, até se tornarem mártires do cristianismo, podemos pensar: mas eles não eram justos, não andaram com Jesus e, por que estão sofrendo? O apóstolo Paulo declarou muitas vezes sobre a sua situação de fome, acusações, prisões, naufrágio, frio, perigo de morte e enfermidade (Fp 4:10-14; Hb 11:2-40). Paulo sofria com um espinho na carne, ele orou por três vezes, mas a resposta divina foi: “A minha graça te basta” (2 Co 12:9). A graça de Deus é o nosso tudo.
 
Deus promete bençãos e prosperidade ao povo de Israel, condicionado à sua disposição de obedecer-lhe. A promessa é que, se povo estivesse disposto a seguir a vontade de Deus e obedecer os seus mandamentos o Senhor traria bençãos sobre ele. Amados, que Deus nos console nas dificuldades para que a nossa fé não desfaleça. Precisamos entender que o melhor não é o material, mas o espiritual, porque não adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma (Mc 8:36). Nada nos separará do amor de Cristo (Rm 8:18-39). Estejamos firmes em nosso próprio ânimo, porque o tempo está próximo. Entrando, trabalhe, busque conhecimento e cresça em todos os aspectos da vida, trabalhar para não ser pesado ao seu irmão é recomendação bíblica (2 Ts 3:10; 1 Ts 4:11-12). Cresça na força do trabalho, Deus nos dá todas as oportunidades para isso, aproveitem! Pois essa é a porção que Deus nos deu nesta vida.

Pr. Elis Clementino.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

ESBOÇO 1392 * ASSUNTO: ESCOLHIDOS PARA FRUTIFICAR.

 ES       ESBOÇO 1392 *

ASSUNTO: ESCOLHIDOS PARA FRUTIFICAR.

TEXTO: JOÃO 15:16.

Existem escolhas para todas as finalidades, foi Deus quem estabeleceu a lei da livre escolha, ela nos faculta essas oportunidades. Jesus disse aos discípulos: “Vocês não me escolheram, eu escolhi vocês e vos nomeei para que vos vades e dês frutos”. Então, não somente os discípulos, mas os que são verdadeiramente cristãos, foram escolhidos para produzirem frutos.

I. PRODUZIR FRUTOS

A tarefa de produzir é muito abrangente, tanto no aspecto social quanto no espiritual. Jesus escolheu e nomeou ou indicou para cumprirem uma tarefa espiritual, produzir em prol do evangelho, embora cada um seja usado conforme a sua capacidade no serviço cristão. Deus é quem dá os talentos, mas a competência natural de produzir está em nós (Mt 25:15). Paulo disse a Timóteo, desperta o dom que há em ti (2 Tm 1:16). Sendo que, quando prestamos serviço para Deus, ele é quem nos capacita. Ele faz escolhas impressionantes, muitas vezes ele nos deixa perplexos pela forma como ele escolhe as pessoas para servir-lhe, essa sua maneira só ele entende, porque ele contraria os preceitos humanos.

II. EXEMPLOS.

A Bíblia está repleta de exemplos, indo do mais humilde servo à liderança maior. Esses homens se julgaram incapazes de realizar algo para Deus. Todos eles têm um histórico de incapacidade como:

  • Moisés (Ex 3:11).
  •  Josué, a sua missão era liderar o povo de Israel e levá-lo à terra prometida (Js 1:1-2). A humildade de Josué é evidenciada ao aceitar a missão difícil de liderar o povo e cumprir o plano divino.
  • Gideão (Jz 6:15).
  • Davi (1 Sm 16:11).
  • Isaias (Is 6:5).
  • Jeremias (Jr 1:6).

III. ESCOLHIDOS PARA DIFERENTES TAREFAS.

  • Abraão, a tarefa de ser o pai das nações.
  • Moisés, escolhido para liderar (Ex 3:10).
  • Arão e seus filhos foram escolhidos para o sacerdócio (Ex 28:1).
  • Escolhidos para confeccionar as peças finas do Tabernáculo (Êx 31:2 ,3,4; Ex 35:30-35).
  • Escolhidos para transportarem o tabernáculo e suas peças. 
  • Escolhidos para conduzir a Arca da Aliança. Era um privilégio, não era para qualquer um.
  • Os levitas também foram escolhidos para servirem no louvor.
  • Até o serviço que parecia ser o mais penoso, como transportar ossos de José até a terra prometida, foi tarefa dos levitas (Gn 50:25; Ex 13:19; Js 24:32). “Interessante! José tinha esperança de que entraria na terra prometida” ele conhecia a promessa de Deus feita a Abraão. Por isso, ele disse: levem meus ossos para a terra que o Senhor prometeu a Abraão.
  • Esdras ministrava a palavra de Deus com êxito (Ed 8:13,18). 
  • Neemias era mordomo-mor do rei (Ne 2:1), Deus o fez deixar a sua função para ser pedreiro, ele reconstruiu os muros de Jerusalém. Neemias era mordomo-mor do rei (Ne 2:1). Quem está à disposição de Deus não tem vontade própria, ele é quem determina o que havemos de fazer *(Ef 4:11).

IV. NÃO QUESTIONE A DEUS PELO QUE FAZ.

a. Faça com alegria, mesmo sofrendo (Sl 100:2; 1 Pe 4:13; Fp 4:4; Cl 3:17).

b. Faça de todo o coração (Cl 3:23; Ef 6:6,7; Fp 2:14; 1 Co 9:17,18).

c. De modo agradável, com reverência e temor (Hb 12:28)

V. SEJA UM SERVO EXEMPLAR EM TUDO QUE FIZER.

  1. Com integridade (Js 24:14).
  2. Com Fidelidade (Fp 4:8; Ef 4:25; 1 Ts 4:12; 1 Ts 5:22; Ef 4:27).
  3. Com postura, decência e ética (Ef 4:1).
  4. Vivendo em santidade (Lc 1:74,75).
  5. Com cuidado de si e da doutrina (I Tm 4:16).

VI. TENDO ÊXITO SAIBA.

  1. A glória não é sua. (I Co 1: 31; Jr 9:23,24; I Cr 10:31; I Pe 4:11).
  2. A sua capacidade vem de Deus (Mt 10:1; II Co 3:5,6; Jo 15:5; Fp 2:13; I Co 1: 27–31).
  3. Não conduza o povo a se apoiar na sua sabedoria, mas no poder de Deus (I Co 2:4,5).

VII. RECOMPENSA.

  1. É certa (Cl 3:34; Hb 6:10).
  2. Será maravilhosa a seu tempo (I Pe 5:4).
  3. É uma coroa incorruptível, mas corra para o alvo (I Co 9:24-27).
  4. Você receberá a coroa da vida que será dada pelo Senhor aos que trabalharem (Tg 1:12; Ap 2:10).
  5. Receberá a coroa da justiça (II Tm. 4:8).
  6. A recompensa aos ganhadores de almas (I Ts 2:19; Fp 4:1).
  7. Coroa de glória aos obreiros fiéis (I Pe 5:4).

Amados, fomos escolhidos para produzir frutos, essa foi a tarefa que o Senhor nos entregou, no entanto, devemos produzir, mas com qualidade, honestidade e uma vida de santidade. Não importa qual a tarefa que Deus te entregou, apenas cumpra! A capacidade vem de Deus, dele que vem a nossa recompensa. Deus te escolheu, tenha esse gozo de ter sido escolhido por ele. E que dele teremos a justa recompensa pelos sofrimentos e lagrimas que em muitas ocasiões derramamos pela obra de Deus. O Senhor não é injusto para se esquecer do que você faz (Hb 6:10).

Pr. Elis Clementino.

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

ESBOÇO 1391 ASSUNTO: O MILAGRE DO SERVO DO CENTURIÃO.

 

ESBOÇO 1391
ASSUNTO: O MILAGRE DO SERVO DO CENTURIÃO.
TEXTO: MATEUS 8:5-13; LUCAS 7:1-13.
 
            Entre muitos milagres que Jesus realizou, está a cura do servo de um oficial romano. Esse episódio nos traz lições consideráveis para alimentar a nossa fé.
 
I. O ENCONTRO.
1.     Um centurião vai ao encontro de Jesus.
2.     Local do encontro, Cafarnaum, uma cidade portuária e muito importante para o comércio da região. Cafarnaum foi considerada a cidade de Jesus (Mt 4:13), porque foi lá que ele concentrou grande parte do seu ministério, operando muitos mais milagres que em qualquer outra parte (Mt 11:23). Cafarnaum foi uma cidade ingrata, não reconhecendo os milagres que Jesus fez. Muitas vezes recebemos muitos prodígios divinos e não damos a devida importância, isso até entre aqueles que conhecem o Senhor. Um centurião era um comandante responsável por uma centúria, cerca de 80 a 100 soldados romanos, era uma espécie de capitão.
 
II. O PEDIDO DO CENTURIÃO (Mt 8:7; Lc 7:4-5).
1.     A humildade e fé do centurião.
2.     O centurião entende que depende de Jesus e pede para que ele cure o seu servo.
3.     O centurião reconhece a autoridade de Jesus.
4.     Ele compara a sua própria autoridade militar.
 
III.  RESPOSTA DE JESUS AO CENTURIÃO (Mt 8:8-10; Lc 7:6-9).
1.     Jesus lhe diz: vou até a sua casa.
2.     O centurião demonstra ser indigno de recebê-lo em sua casa.
3.     Ele comprova toda a sua fé, dizendo: basta apenas uma palavra.
4.     Jesus enaltece a fé daquele centurião.
 
IV. O MILAGRE ACONTECE (Mt 8:13; Lc 7:10).
1.     O centurião volta para a sua casa e encontra o servo curado.
2.     O milagre foi a confirmação da sua fé em Jesus.
3.     O milagre mostrou-lhe o poder de Jesus sobre as doenças.
 
V. LIÇÕES A SEREM APRENDIDAS.
1.     A fé inabalável do centurião.
2.     Uma lição de humildade.
3.     A autoridade de Jesus sobre as enfermidades.
4.     O compadecimento e amor de Jesus pelo próximo.

Esse e outros milagres ressaltam a importância da fé, principalmente quando a depositamos em Jesus Cristo. Os milagres que o Senhor realizou continuam servindo de lições para a nossa fé cristã. O testemunho de fé do centurião nos fascina, a sua humildade e reconhecimento da autoridade de Jesus. Os milagres que Jesus efetuou continuam nos inspirando a continuar buscando de Jesus os milagres nos momentos de dificuldades, portanto cremos que milagres podem acontecer a qualquer momento em nossas vidas. “Tudo é possível ao que crer” (Mc 9:23; Lc 1:37).

Pr. Elis Clementino.