quinta-feira, 19 de outubro de 2023

ESBOÇO 1318 ASSUNTO: NÃO NEGOCIE SEUS PRINCÍPIOS E NEM VALORES.

 
ESBOÇO 1318
ASSUNTO: NÃO NEGOCIE SEUS PRINCÍPIOS E NEM VALORES.
TEXTO: Porém Nabote disse a Acabe: Guarde-me o Senhor de que te dê a herança de meus pais. I REIS 21:3.
 
Falarei nesse assunto sobre duas coisas inegociáveis, princípios e valores. Quando Deus formou o homem estabeleceu princípios e valores que seriam inegociáveis. Desejo de maneira simples começar apresentando os princípios estabelecidos por Deus ao primeiro homem no Éden.
 
I. A FORMAÇÃO DO HOMEM.
Conforme a Bíblia, Deus formou o homem do pó da terra, soprou em suas narinas o fôlego da vida o tornando alma vivente, ele também preparou o no Éden um ambiente para ele pudesse viver, lá ele podia trabalhar guardando o jardim (Gn 2:7-9, 15). Deus formou o homem para o trabalho, ele tinha tudo no Éden, mas o casal foi expulso do Éden. O casal não teve mais privilégios, então ele passou a viver do suor do seu rosto, ou seja, trabalhar duro para sobreviver, isso porque ele não guardou o que Deus havia estabelecido.
 
II. PRINCÍPIOS.
Podemos dizer que é um conjunto de normas ou mesmo padrões a ser seguido pelo indivíduo, quanto as regras são normas a serem cumpridas, saiba, porém, quem não guarda princípios terá que arcar com as consequências.
 
III. PRINCÍPIOS ESTABELECIDOS POR DEUS.
Princípios têm um valor que é universal, os valores descrevem de maneira particular cada pessoa. Deus estabeleceu princípios e por eles o homem poderia continuar no Jardim dando nomes aos animais e o guardando, mas um princípio ele teria que manter além do trabalho, o de não desobedecer a ordem divina a não comer do fruto da árvore proibida. A quebra desse princípio ocasionaria sérias consequências. Após desobedecem a Deus três coisas aconteceram com o casal:
a.       Foi expulso do Jardim.
b.       Passou a viver do suor do seu rosto.
c.        Teve a sua vida limitada.
Adão estava ciente, e para que não acontecesse essas coisas, restava-lhe apenas obedecer (Gn 2:17,19). A lei da livre escolha para o homem começou ali, porém, cabia a ele a decisão de obedecer ou não. Adão e Eva negociaram valores com a serpente, muitas vezes os nossos valores são ambicionados pelo inimigo das nossas almas, principalmente o que é de mais precioso de Deus para o homem, “a sua comunhão com Deus”, mas para alguém subtrair seus valores é preciso tentar-lhe, como fez a serpente, para conseguir foi necessário ela mentir para Eva, vejam o diálogo entre Eva e a Serpente (Gn 3:1-7).
 
IV. PRINCÍPIOS E VALORES SÃO INEGOCIÁVEIS.
A negociação de valores pode ocorrer em várias esferas:
1.       Através de herança - A herança de Nabote era inegociável, ela era sagrada, se ele aceitasse vendê-la acabaria com a história dos seus descendentes, vejam o que fora estabelecido por Deus sobre a herança (Lv 25:23; Nr 27:1-11; 36:1-12), por essa razão ele recusou vendê-la a Acabe, mediante a proposta de Acabe leiam o que ele disse: (I Rs 21:2,3).
2. Princípios deixados como herança - Os recabitas deram uma lição quando o próprio povo de Deus não estava valorizando seus princípios, por isso Deus levou o profeta Jeremias a casa dos recabitas para ele transmitisse essa lição para o povo (Jr 35:1-10).
3. Os valores morais – São juízos construídos     em uma sociedade no conceito do é certo ou errado, baseado no comportamento, do proceder do indivíduo.
4.       Os valores espirituais. O Rei Josafá se junta com Acabe para irem a guerra, porém Josafá o questiona sobre se havia algum homem de Deus para o consultar, mas veja o que Acabe diz sobre profeta Micaias (I Rs 22; 2 Cr 18:6,7). Os mensageiros foram buscar Micaias, mas eles começaram a querer negociar princípios com o profeta pelo caminho (2 Cr 18:12), porém vejam a respostas de Micaias (2 Cr 18:13). Acabe não quis ser contrariado, já que seus profetas o incentivaram a ir à guerra., porém o resultado foi trágico (I Rs 22:34). Micaias não negociou seus princípios, mesmo preso e sustentado com pão e água (I Rs22:27). Um profeta faz o outro negar um principio estabelecido por Deus, o profeta novo e o velho profeta (I Rs 13:1-29). A desobediência e negação de valores custam caros. No tempo dos apóstolos houve um acontecimento, a chegarem em Samaria havia um certo Simão, ele era mágico e enganava a muitos, veja o que relata Lucas em (At 8:1-24). Valores espirituais são inegociáveis.
 
Amados, necessitamos muito de manter os nossos princípios, morais e espirituais, pois a quebra desses princípios começou lá no Edem quando o homem desobedeceu às ordens do Senhor. A conservação dos nossos valores depende de nós, cada um valorize o que tem. É lamentável que os valores morais estão em declínio conforme foi descrito por Paulo na sua carta a Timóteo (2 Tm 3:1-5). Como esses tais podem conservar seus valores? Deus nos guarde, conservem e guarde os valores mais importantes da vida, como os valores morais, da família e os espirituais.
 
Pr. Elis Clementino

terça-feira, 17 de outubro de 2023

ESBOÇO 1317 ASSUNTO: MOTIVAÇÃO.

 

ESBOÇO 1317
ASSUNTO: MOTIVAÇÃO.
TEXTO: Mas esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos; porque a vossa obra tem uma recompensa” II CRONICAS 15:7; JOSUÉ 1:8-9.
 
Todos nós necessitamos ser motivados para conquistar os nossos propósitos, as motivações podem vir de Deus através da sua palavra transmitida pelos seus profetas, ou daqueles que ministram sobre nós ou até mesmo das pessoas que estão em volta de nós. O povo de Deus enfrentava circunstâncias que precisava ouvir palavras motivadoras. Com a motivação quem está desanimado recobra o ânimo e se esforça para conquistar aquilo que deseja. Nesse comentário enfatizarei sobre as palavras motivadores, não somente para o povo de Judá e Benjamim naquela época, mas também para nós em momentos difíceis.
 
I.                     CONTEXTO.
A situação do povo de Judá e Benjamim, bem como outras cidades eram calamitosas (2 Cr 15:6), o povo, naquele momento sofria pelas consequências dos seus pecados, principalmente a idolatria, porém, as misericórdias de Deus eram tão grandes para com ele que não o abandonou. O rei Asa, ao ouvir o profeta Odede cobrou animo do povo, tirando as abominações de toda a terra de Judá e Benjamim (2 Cr 15:8). A situação do povo naquela época gerou desgastes psicológicos de maneira que o povo estava desanimado, mas de Deus veio a mensagem de ânimo.
 
II.                   O ESFORÇO HUMANO.
Necessariamente todos precisam se esforçar para realizar ou conquistar algo na vida, principalmente no âmbito espiritual, a recompensa é o desfecho vitorioso. Muitas vezes lutamos e parece não termos os resultados que esperávamos, mas em nenhum momento devemos desistir de lutar, “lutar sempre, desistir nunca”. O povo de Deus teria que reanimar as suas forças, mas para isso necessitava que alguém os encorajasse, pois, a maior fonte de encorajamento vem do Senhor, ele nos encoraja para continuar lutando, sobretudo em sua obra. Muitas vezes estamos sem forças para lutar ou quase parando, porém, vem uma força sobrenatural e divina que nos encoraja para continuar a peleja.  (Dt 31:6; Js 1:8,9; Sl 27:14; 31:24: Is 41:10).
 
III.                 FAZENDO A OBRA DE DEUS E RECEBENDO A RECOMPENSA.
Todos os que são chamados por Deus precisam serem motivados para realizar a obra com coragem e determinação, no entanto, precisamos ter uma visão recompensadora da parte de Deus. A confiança que havia em Paulo era de que todo o seu trabalho em prol do evangelho e para com os santos teria seria recompensa (I Co 15:58; Hb 6:10), se não fosse reconhecido pelos homens seria recompensado por Deus “Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do trabalho do amor que para com o seu nome mostrastes, enquanto servistes aos santos; e ainda servis. Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança, portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”. (II Cr 15:7; Is 41:10; I Co 15:58; 2 Co 12:10; Hb 6:10,11), com essas palavras nos sentimos estimulados a continuar o nosso trabalho na obra de Deus.

                Amados, há momentos que precisamos muito de encorajamento, e muito mais quando se refere a nossa vida espiritual, Judá e Benjamim estavam vivendo momentos de extrema necessidade de um encorajamento. É maravilhoso quando encontramos pessoas para nos transmitir uma palavra de encorajamento restaurando a nossa alta-estima, quando muitas vezes estamos desmotivados pelas nossas falhas, principalmente quando se refere a obra do senhor. Não importa quão difícil seja, gemendo ou chorando devemos fazer a obra de Deus (Sl 126:5,6). Os apóstolos experimentaram todo tipo de oposições, eles enfrentaram até a morte pela causa, no entanto, a visão que Paulo tinha, era que a obra seria aperfeiçoada “Tenho por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Fp 1:6). Se você está enfrentado dificuldades, não decline e nem participe do grupo que recua (Hb 10:39). Uma das maiores mensagem de Paulo foi na carta aos filipenses “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4:13), mesmo que nos falte algumas coisas, a presença de Deus em nós preenche o que nos falta. O SENHOR é a nossa força.

Pr. Elis Clementino

domingo, 15 de outubro de 2023

ESBOÇO 1316 ASSUNTO: SINCERIDADE.

 

ESBOÇO 1316
ASSUNTO: SINCERIDADE.
TEXTO: “Agora que vocês purificaram a sua vida pela obediência à verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem sinceramente uns aos outros e de todo o coração.” 1 PEDRO 1:22.
 
A sinceridade é a ausência da hipocrisia, ela está em desuso por muitas pessoas até consideradas nobres e também religiosas. Falarei de maneira simples sobre a sinceridade e o que diz a Bíblia sobre ela.
 
I.                     SINCERIDADE.
a.       “É um substantivo feminino que significa característica ou condição de quem é sincero; franqueza: a sinceridade é uma grande qualidade. “Origem da palavra sincero, o Senado Romano editou um decreto que regulamentava que toda escultura e objetos produzidos em Roma deveria ser sine cera, ou seja, sem cera e sem disfarces, de forma honesta. Isso é o que conta a etimologia popular”. A cera em cobria os defeitos das imagens, sem a cera aparecia a realidade do que se estava vendo.
b.       É uma qualidade de quem é sincero, franco e de caráter, ela é uma das virtudes especiais na vida do ser humano. “A sinceridade é o traço do caráter ou da personalidade de um indivíduo. É uma virtude que se traduz em uma conduta franca, verdadeira e leal”. É lamentável que a sinceridade não esteja sendo considerada por muitas pessoas que invertem os valores morais na sociedade atual, vejamos bem o tamanho da inversão dos valores, isso estende-se aos valores espirituais “Ai dos que ao mal chamam de bem, e ao bem, mal; que fazem das trevas luz, e a luz, trevas; e fazem do amargo doce, e do doce, amargo! (Is 5:20).
c.       A sinceridade é uma das qualificações para habitar com Deus, “Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo Monte? Aquele que anda em sinceridade, e pratica a justiça, e fala verazmente segundo o seu coração;” (Sl 15:1,2).
d.       O caráter representa a qualidade de quem é sincero em quaisquer circunstâncias, mesmo com dano (Sl 15:4). O senhor tem intimidade com os sinceros (Pv 3:32). A justiça do sincero endireitará ou aperfeiçoa o seu próprio caminho (Pv 11:15). A mentira não deve fazer parte do nosso cotidiano, o diabo é o pai da mentira (Jo 8:44). A hipocrisia não permite que o homem olhe para dentro de si.
 
II.                    OS SINCEROS SÃO ODIADOS.
Os homens maus e sanguinário odeia a sinceridade (Pv 29:10; Am 5:10). Até a mulher de Jó questionou a sua sinceridade para com Deus (Jó 2:9). As pessoas inclusas nas inversões de valores não têm compromisso com a sinceridade e nem a verdade é como disse o profeta Isaías odeiam aqueles que praticam a justiça e a sinceridade. Aqueles que praticam a justiça não podem compartilhar com aquelas pessoas mentirosas e sem caráter.
 
       IV. O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE A SINCERIDADE?
O profeta Zacarias enfatiza ser sincero falando somente a verdade uns com os outros (Zc 8:16). “Os lábios que dizem a verdade permanecem para sempre, mas a língua mentirosa dura apenas um instante”. (Se diz que a durabilidade da falsidade, a falta de sinceridade e a mentira só prevalecem enquanto a verdade não chega.) “Quando se acostuma a viver com mentiras acaba com problemas para acreditar na verdade”. A ausência da sinceridade está no mundo inteiro chagando a ser um tema atual, vejam o que Paulo disse na sua segunda carta ao jovem obreiro Timóteo sobre o que está acontecendo no mundo (2 Tm 3:1-9).
 
Entretanto, a sinceridade é preconizada na Bíblia, por isso, devemos absolver essas recomendações para o nosso bem, servindo de exemplo principalmente para os da família na fé (Tt 2:7), assim como a obediência através da sinceridade (Ef 6:5; Fp 2:15). A sinceridade dos íntegros os guiará, mas a perversidade dos aleivosos os destruirá (Pv 11:3). “O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os filhos depois dele” (Pv 20:7). Deus conhece os que são sinceros (2 Cr 29:17).
 
Pr. Elis Clementino

domingo, 8 de outubro de 2023

ESBOÇO 1315 ASSUNTO: ÉTICA MINISTERIAL

ESBOÇO 1315
ASSUNTO: ÉTICA MINISTERIAL.
TEXTO: Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade. Tito 2:7.
 
    Considerando o contexto da carta de Paulo a Tito, pretendo discorrer um pouco sobre ética ministerial, que é um dos pilares indispensáveis para um bom desempenho ministerial do obreiro e daqueles que aspiram o episcopado, extensivo aos demais líderes. Eu falarei de forma geral sobre o comportamento, as qualificações exigidas para o exercício do ministério cristão e outros pontos que iremos abordar.
 
I.                     SIGNIFICADO.
Ética é um termo originado do grego “ithikós” que está relacionado aos costumes e comportamento do indivíduo. Ética é também uma parte da filosofia que ajuíza sobre o comportamento humano sob o entendimento do bem e o mal, o certo e o errado.
 
A ética tem tudo a ver com a nossa atividade ministerial. A ética é a base principal para regermos o nosso comportamento, ou seja, como devemos nos portar na busca de sermos os mais justos possíveis em nossas ações e atitudes.
 
II.                   QUAL A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA NA VIDA DO OBREIRO?
Ela tem como finalidade dar qualidade ao seu ministério. Ser ético não lhe faz menos espiritual, mas agrega outros valores que qualificam o seu ministério, além de adquirir respeito, tantos dos de casa, quanto dos de fora. Precisamos levar em consideração a nossa reputação e rever se preciso for alguns conceitos.
 
III.                 A CHAMADA MINISTERIAL.
a.       Quando nos referimos a nós entendemos que não nos tornarmos obreiros por acaso, isso para acontecer houve no passado um chamado divino, ele pode ter acontecido quando você estava ainda no ventre da sua mãe, como o caso de Jeremias (Jr 1:5). Existe também a escolha humana como no caso de (At 6:1-5; Gl 1:15).
 
b.       O chamado ministerial envolve três personagens, Deus, o seu líder e você. Para poder exercer o sacerdócio, ser um rei, necessariamente envolvia a ação desses três. Ex. O Senhor mandou Moisés ungir para o sacerdócio Arão e seus filhos (Ex 28:28; Lv 8:1-25; I Sm 16:1). Assim os ungidos exerciam suas funções com a aprovação divina. É importante salientar que devemos honrar a quem nos dá a cobertura, ou a proteção espiritual.
 
IV.                DENTRO DA ÉTICA MINISTERIAL O OBREIRO NECESSITA DE TER:
1.       Domínio próprio, que é um fruto do Espírito (Gl 5:22-23; Pv 16:32; I Ts 4:4-5).
2.       Sensatez (Pv 3:21). A Insensatez (Pv 18:2; 19:3; Ec 10:1; Gl 5:9). Um ato insensato da nossa parte pode causar uma onda de choque.
3.       Postura, modo (Ef 4:1; Fp 1:27; 2 Tm 2:16; Tt 2:7).
4.       Equilíbrio emocional, “é uma competência comportamental que permite reconhecer a influência das emoções exercendo controle sobre elas”.
5.       Relacionamento condizente com a sua função ministerial, amar as pessoas (I Jo 4:11; Sl 133:1; I Ts 4:9).
6.       A nossa vida ministerial deve estar vinculada a princípios que nos dignifique e gere consideração e respeito, tanto dos de casa, quanto os de fora pela função que exercemos.
7.       Boa reputação (At 6:3; I Sm 12:1-5).
8.       Submissão - Ela é o ato de submeter em compromisso ou amor em relação a sua missão, ela também está vinculada a ética ministerial e as qualidades pessoais do obreiro, a compreensão do bem servir. Somos servos e o servo não pode fazer o que quer, quem foge desse princípio irá arcar com as consequências.
 
V.                  AS QUALIFICAÇÕES MORAIS.
Paulo descreve as qualificações morais para exercer a uma função ministerial. Ele disse: que quem deseja episcopado boa coisa deseja, porém ele relaciona uma série de requisitos necessários para poder desempenhar uma função ministerial (I Tm 3:1-10; Tt 1:5-9). O obreiro não deve negociar esses princípios, faça como os recabitas (Jr 35:14-16).
 
VI.                AS QUALIFICAÇÕES ESPIRITUAIS.
Nesse quesito, eu quero salientar que as condições espirituais são indispensáveis, sem elas é impossível desenvolver essa tão nobre função ministerial. É preciso verificar se o aspirante tem uma história dentro do convívio cristão verificando se ele e:
1.       É um crente realmente convertido.
2.       Ser cheio do Espirito Santo (At 6:3).
3.       Se ele tem bom testemunho na igreja e em casa.
4.       Se é dedicado na oração e ao aprendizado da palavra, como EBD e outros.
5.       Se é comprometido com a obra.
 
VII.                O OBREIRO E AS SUAS DECISÕES.
Obrigatoriamente, o obreiro deve ponderar ou pensar antes de tomar quaisquer decisões, principalmente aquelas que não somente dependa dele, pois, uma decisão precipitada pode estragar tanto ele quanto o rebanho. Antes de tomar qualquer decisão consulte o seu líder, e ele terá a responsabilidade de consultar a Deus e lhe trazer a resposta. As filhas de Zelofaede tinha uma questão a ser resolvida sobre a herança do seu pai, elas procuraram Moisés e ele buscou uma resposta do Senhor, o justo juiz julgou favorável o pedido delas e orientou Moisés como ele deveria fazer (Nr 26:1-4).
 
                Amados, todas as nossas ações e atitudes façam as pessoas nos considerarem como homem de Deus (2 Rs 4:9). Isso é tudo para termos um ministério proveitoso. O que nos dignificam são as nossas boas atitudes como cristão. O maior investimento no nosso ministério são as nossas ações e atitudes, ou seja, o nosso proceder honroso. Precisamos de sabedoria e graça divina para sermos usados por Deus de maneira poderosa.
 
Pr. Elis Clementino


quinta-feira, 28 de setembro de 2023

ESBOÇO 1314 ASSUNTO: OCIOSIDADE, CAUSA DA IMPRODUTIVIDADE.

 

ES      ESBOÇO 1314
ASSUNTO: OCIOSIDADE, CAUSA DA IMPRODUTIVIDADE.
TEXTOS: Ec 10:18; Pv 12:24; 13:4; 2 Ts 3:6-10; Ef 4:28

    Na Bíblia existem algumas diferenças referente a “ociosidade”, porém ela representa algo ruim na vida do ser humano. Nesse breve comentário falarei sobre a ociosidade na vida das pessoas em termos de desenvolvimento e trabalho. Nesse comentário apresento que a ociosidade compromete o desenvolvimento do homem em todas as áreas da sua vida.

I. SIGNIFICADO.
Ociosidade é uma condição de ocioso, uma pessoa inativa, desocupada, sem disposição, preguiça, moleza e sem posição definida para desenvolver um trabalho. Todo homem deve ter em mente que ele foi criado para o trabalho (Gn 2:20), Adão não estava ocioso, a sua tarefa era cuidar do Éden.
 
II. A OCIOSIDADE.
Ela pode se manifestar em diversos aspectos da vida do homem, ela produz frutos que somente o preguiçoso provará deles “Por muita preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos a casa goteja” (Ec 10:18). A ociosidade se opõe a produtividade “A mão dos diligente dominará, mas os indolentes serão tributários ou escravos (Pv 12:24); “A alma do preguiçoso deseja, e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes prospera” (Pv 13:4); “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade” (Ef 4:28).
 
O Apóstolo Paulo ressalta o trabalho para não depender dos irmãos (I Ts 2:9; 2 Ts 3:8; 2 Co 11:9). Corra das facilidades que evitam a força do trabalho. A ociosidade pode lhe conduzir a outros caminhos perigosos, como a inveja, os desejos mórbidos por aquilo que é alheio. Não seja ocioso, não procure viver às custas das outras pessoas, ou até mesmo da igreja como muitos fazem, trabalhe para a sua manutenção pessoal e da sua família.
 
O trabalho além de trazer o sustento ainda dignificará o homem. Paulo ordena a Timóteo que ele instruísse os jovens e as viúvas se casarem, terem filhos para que estejam sempre ocupados, ou seja, não vivendo como quem não tem o que fazer (I Tm 5:13). Quando isso acontece aparecem as fofocas, os disse me disse. As mulheres são alertadas sobre a ociosidade que resultam em falatórios (2 Co 12:20), isso não somente acontece com as mulheres, mas também com os homens ociosos, os ocupados não têm tempo para fofocarem.  Finalmente todos somos alertados sobre a ociosidade, ela causa muitos males, principalmente na igreja (2 Ts 3:11).
 
III. A OCIOSIDADE NA VIDA CRISTÃ.
O cristão tem uma tarefa a cumprir, a missão que lhe é imposta pelo Senhor, a propagação do evangelho através de esforços e trabalho, para isso, ele precisa levar em consideração ao que disse Paulo “Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; (Rm 12:11). Muitos cristãos foram elogiados por Paulo por seus trabalhos prestados na obra de Deus (Ato 9:36), Evódia e Sintique, essas duas mulheres foram elogiadas pelos trabalhos prestados no serviço cristão (Fp 4:2,3), isso é maravilhoso quando estamos empenhados e dispostos a desenvolver uma atividade na obra de Deus. Muitas vezes até por tantos esforços ou empenho como fez Epafrodito que não tinha a sua vida por preciosa, assim como Paulo (Fp 2:30; At 20:24), e outros como Trifena e trifosa e Pérside, mulheres da igreja em Roma que serviam ao Senhor, elas foram elogiadas por Paulo pelo seu trabalho na obra (Rm 16:12).
 
                Amados, temos uma missão a cumprir enquanto estivermos aqui, por isso devemos empregar todos os esforços para alcançar o nosso objetivo que é a propagação do evangelho. Devemos aproveitar o tempo, ele não espera, enquanto é dia, pois a noite vem e não espera por ninguém, a noite para nós acontece em vários aspectos (Jo 9:4). Estejamos totalmente comprometidos e não envolvidos com a obra de Deus, os envolvidos não se esforçam, porém, os comprometidos avançam e se gastam e se deixam gastar, sem se importar com as circunstâncias (2 Co 12:15; Ato 20:24). Irmãos, trabalhem na obra, Deus te recompensará (Lc 10:2; I Co 15:58; Ef 6:7,8). No final da carreira a coroa da justiça te espera (2 Tm 4:7,8). Tudo o que vier as tuas mãos faça com amor que a recompensa será certa (Cl 3:23).
 
Pr. Elis Clementino